A Polícia Federal, em conjunto com o Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), o Comando de Aviação Militar da PM/SP (Águia) e o Grupo Especial de Fronteira (GREFON), interceptou, nesta quarta-feira (26/7), uma carga de aproximadamente 400 quilos de cocaína que estava sendo transportada em um avião.
A aeronave, segundo a PF, teria saído do Paraguai com destino à região de Araraquara (SP).
Após interceptação pelos caças da Força Aérea Brasileira, o piloto da aeronave pousou em pista de terra, próxima à Rodovia Brigadeiro Faria Lima, abandonando o avião e fugindo pela mata.
Diligências são realizadas na região em busca dos ocupantes do avião. A apreensão da droga e do avião foi encaminhada para a Delegacia da Polícia Federal em Araraquara para os procedimentos de Polícia Judiciária.
Câmeras de segurança flagraram o momento em que um homem arrombou uma loja de material de construção Fronteirão na madrugada desta quarta-feira (26) de julho, no Centro de Bela Vista. Nas imagens é possível ver que o ladrão entrando na loja. Logo após percorreu a loja e revirou as gavetas em busca de algo. O vídeo tem aproximadamente seis minutos e registrou a movimentação do ladrão.
Ainda não foi informado qual o prejuízo que a loja teve.
Fany Carolina Chávez, sequestrada na noite de ontem (24), foi encontrada morta no bairro Defensores Del Chaco em Pedro Juan Caballero, cidade paraguaia que faz fronteira com Ponta Porã, a 334 quilômetros de Campo Grande.
Ela foi levada por sequestradores, que chegaram no imóvel com uma caminhonete.
Eles estavam todos encapuzados.
A mulher teria sido investigada no desaparecimento de uma criança, que foi encontrada morta.
O crime chocou a população da região de fronteira com o Brasil.
O DOF (Departamento de Operações de Fronteira) apreendeu nesta terça-feira (25), na MS-379 em Dourados, um veículo carregado com cigarros contrabandeados do Paraguai e pneus. Dois homens de 25 e 32 anos de idade foram presos em flagrante.
Os policiais faziam bloqueio no trevo de acesso a Laguna Carapã, quando abordaram um carro VW/Parati com os dois ocupantes. De imediato eles afirmaram que estariam carregados com materiais de contrabando e descaminho.
Em busca foram encontrados no interior do automóvel 400 pacotes de cigarros e dez pneus, além de 1.120 relógios de diversas marcas. Segundo a dupla os produtos teriam como destino final a cidade de Dourados.
O material apreendido, avaliado em mais cem mil reais, foi encaminhado à Delegacia da Polícia Federal em Dourados. A ação envolvendo os policiais do DOF aconteceu dentro da Operação Hórus, parceria da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública com o Ministério da Justiça e Segurança Pública.
O ex-policial militar Élcio de Queiroz confirmou, em delação premiada, a participação dele, de Ronnie Lessa e do ex-bombeiro Maxwell Simões Corrêa no assassinato da ex-vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Lessa está preso na Penitenciária Federal de Segurança Máxima de Campo Grande desde 2020.
O ex-PM ainda indicou envolvimento de mais pessoas no crime, no entanto, essas e outras informações seguem em segredo de Justiça. A notícia foi divulgada em uma entrevista coletiva nesta segunda-feira (24), pelo ministro da Justiça, Flávio Dino.
De acordo com o ministro, há cláusulas de segurança no acordo que impedem a divulgação de maiores informações. “O senhor Élcio narra a dinâmica do crime, narra a participação dele próprio e do Ronnie Lessa e aponta o Maxwell e outras pessoas como copartícipes desse evento criminoso”, informou Flávio Dino.
“É muito sensível. Envolve outras pessoas, envolve pessoas que têm uma notória periculosidade e, por isso mesmo, o poder Judiciário, corretamente na nossa visão, quebrou o sigilo de uma pequena parte da delação, mas a maior parte da delação permanecerá em sigilo até a conclusão dessas operações”, explicou Dino.
Para o ministro Flávio Dino, a colaboração premiada de Élcio de Queiroz encerrou uma fase da investigação ao retirar todas as dúvidas sobre a execução do crime, abrindo a possibilidade de a polícia chegar aos mandantes do duplo assassinato.
“Há um avanço, uma espécie de mudança de patamar da investigação. A investigação agora se conclui em relação ao patamar da execução e há elementos para novo patamar: a da identificação dos mandantes do crime”, destacou o ministro, que acrescentou que nas próximas semanas haverá novas operações devido às provas colhidas.
O chefe da pasta da Justiça e Segurança Pública argumentou que a delação só foi fechada porque as provas colhidas desde o início do ano tornaram evidente a participação de Ronnie e Élcio no crime, o que teria tornado difícil a manutenção da tese da defesa de Élcio que negava o envolvimento do ex-PM no caso.
Operação Élpis
O ex-bombeiro Maxwell Simões Corrêa, conhecido como Suel, foi preso nesta segunda-feira (24) após depoimento de Élcio de Queiroz. A prisão faz parte da Operação Élpis, deflagrada pela Polícia Federal (PF) e pela Força Tarefa Marielle e Anderson (FT-MA), junto com o Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Rio (Gaeco/MPRJ).
Conforme informações da PF, a ação é a primeira fase da investigação que apura os assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, além da tentativa de homicídio da assessora Fernanda Chaves.
O crime ocorreu no dia 14 de março de 2018, por volta das 21h30, na rua Joaquim Palhares, no bairro do Estácio, na região central do Rio. Marielle e Anderson foram mortos a tiros dentro de um carro. A assessora também estava no veículo, mas sobreviveu aos ferimentos.
Conforme a Polícia Federal, foram cumpridos um mandado de prisão preventiva e sete mandados de busca e apreensão, no Rio e na região metropolitana. O MP informou que o cumprimento dos mandados teve o apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ).