Na manhã desta quinta-feira (27), servidores públicos de Caarapó, a 273 Km da Capital, são alvos da Operação Telonai, sendo investigados pelo desvio de R$ 2,2 milhões dos cofres públicos.
A operação é coordenada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (Gaeco/MPMS), juntamente como a 1ª Promotoria de Justiça de Caarapó,
Apenas hoje (27), o Gaeco busca cumprir 5 mandados de busca e apreensão e 2 mandados de prisão preventiva.
Durante a investigação, apurou-se a existência de esquema de corrupção na arrecadação de impostos do Município de Caarapó.
“Pagamentos de ITBI e IPTU eram agendados e, posteriormente, baixados manualmente no sistema, com emissão de certidão negativa de débitos tributários, incorporando-se ao patrimônio particular os valores pagos”, informou o Gaeco.
Apurou-se, ainda, que os investigados realizaram mais de 4,6 mil estornos de pagamento, alcançando o montante de R$ 2.299.575,39.
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A operação recebeu o nome de Telonai, palavra grega para publicano, nome dado ao coletor de impostos do Estado Romano, cargo por vezes exercido com grande arbitrariedade.
Policiais militares do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) prenderam na manhã desta quinta-feira (27), um homem de 27 anos de idade residente no Rio Grande do Sul, por tráfico de drogas. Ele conduzia uma GM S10 branca carregada com 171,4 quilos de maconha.
Os militares realizavam um bloqueio policial na rodovia MS-164, área rural do município de Ponta Porã, quando deram a ordem de parada ao condutor do veículo. Inicialmente disse que visitaria uma tia em Campo Grande. Depois da droga localizada na carroceria da camionete disse que foi contratado para entregar o entorpecente em Brasília; e que pegou a S10, já carregada, em Ponta Porã.
A ocorrência foi registrada e entregue na Delegacia da Polícia Federal de Ponta Porã. O prejuízo estimado ao crime foi de 196 mil reais. A ação envolvendo os policiais do DOF aconteceu dentro da Operação Hórus, parceria da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública com o Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Trabalhador rural Júlio Cesar Miranda dos Santos, de 39 anos, assassino confesso da ex-mulher, foi fichado na polícia por sete ocasiões, acusado de ameaçar e agredir suas ex-mulheres, sendo a primeira vez em 2008, já há uma década e meia. A última vítima, Adriana Pereira, 36, ex de Júlio Cesar e com quem teve uma filha hoje com nove anos de idade, morreu baleada no domingo à tarde, no local de trabalho, um comércio, em Anastácio, cidade distante 137 quilômetros de Campo Grande.
O crime ocorreu por volta das 14h30 e, segundo relatos ainda apurados pela polícia, a cena foi vista pela criança. Em Mato Grosso do Sul, de janeiro até agora, 13 mulheres foram mortas assassinadas.
Júlio já vivia numa mesma casa com a namorada há pelo menos sete meses. Ele foi conversar com a ex, discutiu com ela, sacou a arma e a matou com ao menos cinco tiros. Depois disso, saiu e foi até à casa da atual, comentou o assassinato, catou uma mochila, encheu-a de roupa e fugiu.
Ontem, terça-feira (25), ele foi à delegacia, entregou a arma e foi preso preventivamente, quando não há uma data definida para ser solto.
Júlio Cesar declarou ter ido ao encontro da ex-mulher, armado, mas “sem a intenção” de matá-la. Contou à ex que iria deixar a cidade porque já estaria aborrecido com comentários de conhecidos que o chamavam de “corno”.
A ex, ainda segundo declaração do homem detido, teria retrucado e reafirmado que ele seria mesmo “corno”.
Daí, Júlio Cesar atirou uma vez contra a ex, depois mais quatro vezes e foi embora. Adriana caiu no chão e, logo, foi levada para hospital, onde morreu antes do socorro médico. A criança teria assistido a cena.
Ainda segundo Júlio, ele teria ido conversar com a Adriana sobre um presente que dariam a filha. Ele teria levado parte do dinheiro mas, antes disso, ocorreu a discussão fatal.
A versão de Júlio é confusa. Quando diz que era chamado de “corno”, não deixa claro se o episódio da suposta infidelidade teria ocorrido com a ex ou, se com a atual namorada. Ele já não vivia com Adriana há mais de sete meses.
FICHA CORRIDA
De acordo com dados policiais, há sete registros contra Júlio Cesar, entre os quais por dano, ameaça e violência doméstica. Em depoimento, ele, que reiterou não ter ido conversar com a ex com o desejo de matá-la, contou que “nunca” tinha agredido ou ameaçado Adriana.
Versão do homem contraria o histórico dos registros policiais envolvendo-os. Há contra ele ocorrências acerca de incidentes violentos registrados em 2008, 2009, 2010 e, em 2022, este último, justo contra ex morta no domingo.
A morte de Adriana comoveu amigos e parentes que se manifestaram por meio das redes sociais. Ela integrava uma comunidade evangélica.
LEI MAIS DURA
A Lei do Feminicídio. quando a mulher é assassinada por ser mulher, foi posta em prática no dia 9 de março de 2015, há cinco anos.
A regra considera feminicídio quando o assassinato envolve “violência doméstica e familiar, menosprezo ou discriminação à condição de mulher da vítima”.
A nova legislação alterou o Código Penal e estabeleceu o feminicídio como circunstância qualificadora do crime de homicídio. Também modificou a Lei de Crimes Hediondos, para incluir o feminicídio na lista.
Daí, o crime de homicídio simples tem pena de seis meses a 20 anos de prisão, e o de feminicídio, um homicídio qualificado, de 12 a 30 anos de prisão.
A Polícia Federal, em conjunto com o Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), o Comando de Aviação Militar da PM/SP (Águia) e o Grupo Especial de Fronteira (GREFON), interceptou, nesta quarta-feira (26/7), uma carga de aproximadamente 400 quilos de cocaína que estava sendo transportada em um avião.
A aeronave, segundo a PF, teria saído do Paraguai com destino à região de Araraquara (SP).
Após interceptação pelos caças da Força Aérea Brasileira, o piloto da aeronave pousou em pista de terra, próxima à Rodovia Brigadeiro Faria Lima, abandonando o avião e fugindo pela mata.
Diligências são realizadas na região em busca dos ocupantes do avião. A apreensão da droga e do avião foi encaminhada para a Delegacia da Polícia Federal em Araraquara para os procedimentos de Polícia Judiciária.
Câmeras de segurança flagraram o momento em que um homem arrombou uma loja de material de construção Fronteirão na madrugada desta quarta-feira (26) de julho, no Centro de Bela Vista. Nas imagens é possível ver que o ladrão entrando na loja. Logo após percorreu a loja e revirou as gavetas em busca de algo. O vídeo tem aproximadamente seis minutos e registrou a movimentação do ladrão.
Ainda não foi informado qual o prejuízo que a loja teve.
Fany Carolina Chávez, sequestrada na noite de ontem (24), foi encontrada morta no bairro Defensores Del Chaco em Pedro Juan Caballero, cidade paraguaia que faz fronteira com Ponta Porã, a 334 quilômetros de Campo Grande.
Ela foi levada por sequestradores, que chegaram no imóvel com uma caminhonete.
Eles estavam todos encapuzados.
A mulher teria sido investigada no desaparecimento de uma criança, que foi encontrada morta.
O crime chocou a população da região de fronteira com o Brasil.