Fátima Yegros Duarte, de 33 anos, e sua filha, de 16 anos, foram assassinadas na noite deste domingo (10) na Colonia Jamaica, no distrito de La Paloma, próximo à fronteira com Mato Grosso do Sul. O crime foi cometido pelo marido e pai Mario Benítez Malgarejo, de 49 anos.
A Polícia Nacional do Paraguai procura pelo suspeito do crime que é considerado foragido.
O crime, inclusive, teria acontecido na frente dos outros filhos, menores de idade, da vítima.
Segundo o site ABC Color, Fátima recebeu 12 golpes de faca em seu corpo e a adolescente, que tentou salvar sua mãe, acabou esfaqueada no tórax.
Ela chegou a ser socorrida no centro de saúde do povoado e depois foi levado para Assunção, porém, não resistiu.
Policiais militares do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) apreenderam, na tarde de sábado (9) um Fiat Fiorino carregado com 2.750 pacotes de cigarros de origem estrangeira.
Os militares realizavam um bloqueio policial para fiscalização na rodovia MS-164, área rural do município de Ponta Porã, quando visualizaram o momento em que o condutor do Fiorino parou bruscamente abandonou o veículo e correu, a pé, para o Paraguai não sendo localizado.
A ocorrência foi registrada e entregue na Defron (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira), para posterior agendamento e entrega na Receita Federal em Ponta Porã. O prejuízo ao crime foi estimado em R$ 160 mil.
A ação envolvendo os policiais do DOF aconteceu dentro da Operação Hórus, parceria da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública com o Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Policiais militares do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) apreenderam, na tarde de sexta-feira (8) um Renault Sandero branco carregado com 200 pacotes de cigarros adquiridos de forma ilegal no Paraguai.
Os militares realizavam um bloqueio policial para fiscalização na rodovia MS-379, área rural do município de Laguna Carapã, quando deram a ordem de parada ao condutor (34) do veículo, que seguia com uma passageira (39). Durante a checagem dos documentos e vistoria veicular localizou-se a carga de cigarros.
O homem disse que adquiriu o ilícito na cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero e pretendia revendê-lo em bares de Dourados. A ocorrência foi registrada e entregue na Defron (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira) para posterior entrega na Receita Federal de Ponta Porã. O prejuízo estimado à ação criminosa foi de R$ 65 mil.
A ação envolvendo os policiais do DOF aconteceu dentro da Operação Hórus, parceria da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública com o Ministério da Justiça e Segurança Pública.
A atuação das equipes do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul, com auxílio da tecnologia, contribui na prevenção e controle dos incêndios florestais em todo o território estadual. No Pantanal, uma das áreas mais remotas e de difícil acesso terrestre, aéreo e mesmo fluvial, o trabalho dos bombeiros garantiu a extinção de dois grandes incêndios nas regiões do Nabileque e Salobra. Uma equipe permanece em combate na região do Paiaguás, em Corumbá próximo ao município de Coxim.
Para visualizar a área atingida pelo fogo no Nabileque, a equipe do CPA (Centro de Proteção Ambiental) realizou um voo para reconhecimento aéreo do local e também pousou em uma das fazendas próximas do incêndio, nesta quarta-feira (6).
“O incêndio foi detectado pelos satélites do geomonitoramento que é feito todos os dias no território sul-mato-grossense. Levantamos os pontos de calor e analisamos a progressão deles. Algumas vezes, antes do fazendeiro observar o incêndio na propriedade, a gente consegue detectar no CPA. O Pantanal tem algumas particularidades, a área é muito remota, são poucos acessos e a vizinhança fica a quilômetros de distância. A gente detecta o incêndio e o mais rapidamente possível enviamos as equipes para o controle, evitando a propagação”, explicou a tenente-coronel Tatiane Inoue, chefe do CPA, que funciona em Campo Grande.
O capitão Hamad Ale Aziz Pereira, que comandou a operação no Nabileque, relatou as dificuldades para chegar ao local do incêndio. A equipe saiu de Campo Grande no dia 30 de agosto, e demorou um dia para chegar na área em chamas. O fogo, que atingiu uma área de aproximadamente 10 mil hectares, só foi controlado oito dias depois. “Andamos 200 km em estrada de chão, após a saída da BR-262. No local foi realizado resfriamento, abafamento, utilizamos máquinas dos fazendeiros. O sol estava muito quente, com temperaturas elevadas, e ventos a mais de 40 km/hora. Além do local ser de difícil acesso, com falta de água para o combate e o que dificultou bastante foi a questão da locomoção das viaturas. Foram muitos quilômetros andando a pé com bombas costais, equipamentos”.
O cabo David Alex Mota é piloto de drone e confirma que o emprego de equipamentos de tecnologia contribui para a prevenção e também de forma direta nas ações de combate a incêndios. “O Corpo de Bombeiros evoluiu na questão, antigamente a gente vinha com carro e abafador. Com os drones a gente consegue ver o incêndio por completo, todas as partes dele e atua de forma mais eficiente para ver onde acatar e a melhor estratégia. O drone é uma ferramenta excelente e o kit pickup (para captação de água no local do combate) também, que ajuda a resfriar no combate, além do soprador e equipamentos novos que dão eficiência muito maior”.
Nos oito dias de missão, 15 bombeiros atuaram no combate, com o trabalho concentrado no início da manhã e período noturno, quando as temperaturas estavam mais amenas. Os equipamentos de tecnologia, foram fundamentais para garantir a segurança da equipe e também a efetividade na atuação. “A parte de tecnologia é primordial para realizamos o combate a noite. E a navegação, com certeza, a utilização do drone para segurança das equipes é importante. Por causa das altas temperaturas, o combate noturno tem muito efeito. Dois dias atrás estava quase 40°C e isso fica inviável para o bombeiro. Além disso, a área do incêndio era rodeada de carandás, que propagam o fogo de forma terrestre e área”, explicou o capitão Hamad.
Maria Inês Monteiro mora no pantanal há 10 anos e há um mês está na propriedade mais atingida pelo incêndio – que foi controlado. “O incêndio começou na região de onde vem mais o vento, que alastrou o fogo, e jogava a chama muito alta. Chegou até o campo, no piquete da fazenda. E aqui tem muito óleo, tem os carandás perto, e a gente passou esse medo. O carandá é seco em cima, as folhas espalham, tem um miolinho e quando pega chama em cima, ele guarda o fogo e pode alastrar de novo. Fiquei com muito medo, chegou muito perto, era fumaça, nevoeiro o tempo inteiro, mas agora tá calmo, acabou o vento”.
As altas temperaturas e o vento foram os principais, aliado ao local de difícil acesso, foram os principais obstáculos encontrados para o controle e extinção do incêndio. “Todo ano tem a temporada dos incêndios. O Pantanal é um bioma de difícil acesso e algumas regiões como Nabileque e Nhecolândia é mais difícil de realizar o combate. Dependendo dos horários os ventos têm maior velocidade e dependendo da região também. Nem toda região tem esse vento que tem aqui no Nabileque, que é mais plano, o vento dificulta muito o trabalho”, afirmou o sargento Ronaldo Cadário.
Tecnologia
O uso da tecnologia contribui para as ações de monitoramento e preservação do Pantanal e dos outros biomas presentes em Mato Grosso do Sul – Cerrado e Mata Atlântica -, no trabalho desenvolvido pelo Corpo de Bombeiros do Estado no combate aos incêndios florestais.
Com drones, equipamentos de proteção individual específicos para garantir segurança (roupas e botinas resistentes as chamas), monitoramento via satélite com uso de plataformas da Nasa – agência do governo dos Estados Unidos –, Polícia Federal, Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul), além de tecnologia de navegação, dados e inteligência artificial, a atuação dos bombeiros é cada vez mais específica e qualificada para evitar e mitigar os danos causados pelos incêndios florestais.
Em funcionamento há mais de 21 anos, o CPA funciona 24 horas por dia – todos os dias da semana – com trabalho de monitoramento e análise diária de dados que servem como base das atividades dos bombeiros no combate a incêndios florestais no Estado.
“Temos convênio com a Nasa, Polícia Federal e Imasul, que é um diferencial do monitoramento realizado. Tudo com dados alimentados instantaneamente, o que contribui para avaliação das estratégias de atuação e combate”, explicou o tenente Alexandre de Oliveira, especialista em engenharia ambiental do CPA.
Alerta
Desde o dia 17 de julho, o Corpo de Bombeiros Militar de MS está em alerta para atuar em caso de incêndios florestais no Pantanal, e também no Cerrado e Mata Atlântica, biomas presentes no Estado.
Com o alerta, publicado pelo Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul), foram suspensas as autorizações ambientais de “queima controlada”, até 31 de dezembro deste ano.
Na prática, o período é de cautela e monitoramento constante. O que possibilita a pronta atuação das equipes a postos em diferentes regiões do Estado, nas ocorrências como os três atendimentos atuais de combate a incêndios.
Uma cena inusitada foi registrada na manhã desta terça-feira (05), dentro de uma residência em Bela Vista. .
Policiais da Policia Militar Ambiental foi acionado para um resgate de animal na Rua Peri de Almeida Melo, centro da cidade. A moradora do imóvel contou que se deparou com uma ave dentro de um dos quartos.
Ao chegar ao local, os policias da ambiental constatou que se tratava de uma Siriema. Ela foi encontrada sem ferimentos.
A ave foi capturada e depois ela foi colocada em uma grade e encaminhada para soltura no habitat natural.
Alvo da operação Omertà, o empresário Fahd Jamil, de 82 anos, foi internado no Hospital Unimed neste domingo (3), em Campo Grande. A informação, confirmada por fontes próximas ao octogenário, é de que o “Rei da Fronteira” deu entrada na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) da rede particular por “questões da idade”.
A assessoria de imprensa do hospital informou que não repassa informações de pacientes e de seus familiares, visando preservar a integridade dos mesmos.
Vale ressaltar que empresário tem histórico de doença pulmonar obstrutiva crônica. Preso desde 19 de abril de 2021, quando se entregou após passar quase um ano foragido, passou por 51 dias na cela do Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros) até conseguir prisão domiciliar.
À época, Fahd tinha sinais de emagrecimento, perda de memória de fatos recentes e dispneia (falta de ar). Ele precisou de cuidados especiais, como presença de enfermeira, e chegou até a passar por uma cirurgia de emergência no coração. Só então foi liberado para responder ao processo em liberdade ao pagar fiança de R$ 990 mil.
Desde abril deste ano, ele está sem tornozeleira eletrônica. O fim em definitivo, do qual o empresário já estava livre quando fosse viajar a São Paulo para tratamento de saúde, foi determinado pelo juiz da 1ª Vara Criminal de Campo Grande, Roberto Ferreira Filho.
O magistrado manteve as seguintes medidas cautelares: não mudar de residência sem prévia comunicação à Justiça; não se ausentar de Campo Grande por mais de oito dias sem prévia autorização; comparecer a todos os atos do processo, quando devidamente intimado, sob pena de eventual restabelecimento de sua prisão; recolhimento domiciliar noturno no período compreendido entre 20 e 6h, e durante o dia todo aos sábados, domingos e feriados (nestes casos, durante 24 horas); além de comparecimento mensal em juízo.