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Bela Vista-MS Domingo, 21 de Junho de 2026
Por que o Brasil está tão pobre? Por José Lucas da Silva*

Por que o Brasil está tão pobre? Por José Lucas da Silva*

Fazendo uma análise do país nesses últimos anos em que se evidenciaram incontáveis denúncias de corrupção e ladroagem, me ocorreram alguns fatos que quero aqui destacar e, ao mesmo tempo, fazer as pessoas também refletirem e buscar respostas. Nesse mesmo período em que teriam ocorrido a maioria desses atos de corrupção e roubalheira, o país passou pelo seu maior período de crescimento dos últimos anos. Houve também o pleno emprego no mercado de trabalho e a política implementada pelos governos da época tiraram mais de 36 milhões de brasileiros da faixa de miséria.

Me veio à mente a euforia dos trabalhadores que tiveram seus salários valorizados; havia emprego para todos e levou dignidade para grande parte da população que vivia abaixo da linha de pobreza. Elas comemoravam ter à mesa pelo menos duas boas refeições/dia.

Esse mesmo pessoal corrupto, como se diz, incrementou os projetos como Minha Casa Minha Vida e Luz para todos, além de promover os maiores investimentos nas universidades públicas e privadas que foram abertas aos pobres. Nunca se viu antes tantos jovens de famílias assalariadas nas universidades como naquele período.

A classe trabalhadora também tinha a valorização do Salário Mínimo. Os “corruptos” conseguiram segurar a inflação e o custo de vida era duramente controlado, como podemos constatar se relembrarmos alguns custos de produtos da cesta básica da época: a lata de óleo de soja variava de R$ 2,10 a R$ 2,50 hoje, mais de R$ 6,00; o quilo da carne variava de R$ 10,00 a R$ 12,00 e hoje tudo gira em torno de R$ 30,00. Lembrando que o quilo da costela custava em torno de R$ 6,00 o quilo. Hoje, está mais de R$ 20,00. E o pacote de arroz então, subiu de R$ 7,50 a R$ 10,00 para R$ 25,00 a mais de R$ 30,00. O feijão custava em torno de R$ 1,80 a R$ 2,40 o quilo.

O Brasil era a 6ª economia do mundo e hoje eu queria entender o que está acontecendo realmente, pois o governo que disse que veio para acabar com a corrupção e “botar ladrão para correr”, colocou o país num período longo de desemprego e quando se fala em emprego, é só na informalidade. Hoje podemos afirmar sem errar que 60% da população ativa no mercado de trabalho, está na informalidade.

Estou vendo a inflação batendo na porta dos brasileiros com os preços das mercadorias, como carne, arroz, feijão, óleo e outros tantos produtos, lá nas alturas.

Não podemos aceitar e nem concordar que o salário mínimo do trabalhador brasileiro hoje não lhe permite comprar sequer 30 quilos de carne no mês, com o que recebe.

E como tiraram dinheiro da educação, dinheiro da saúde e de outras áreas e a situação do país continua cada vez pior, eu gostaria muito de entender o que está acontecendo com o nosso Brasil. E o governo que aí está, que não rouba e não deixa roubar? Realmente não consigo entender o que se passa. Me parece que há sim alguma coisa errada nisso tudo e quem está realmente perdendo e pagando a conta é o povo brasileiro.

Não podemos aceitar que o trabalhador pague mais uma vez essa conta. O número de pessoas com fome aumentou, assim como aumentou também o número de pedintes nas ruas e em favelas. Tudo isso num país rico. Nossos governantes não podem deixar o povo passar por essa humilhação.

Além disso temos ainda situações na nossa economia que nos deixam de queixo caído como a cotação do dólar que alcançou patamares nunca visto antes e como se tudo isso não bastassem, temos ainda os grandes reflexos de medidas tomadas como as reformas trabalhista, que tirou direitos dos trabalhadores e enfraqueceu as entidades representativas dos trabalhadores, que ficaram sem recursos para implementar as batalhas em sua defesa; a reforma da Previdência Social, outro duro golpe contra os menos favorecidos, acabando com a aposentadoria daqueles que dedicaram uma vida de trabalho para a sociedade.

Diante de todos esses lamentáveis fatos aqui registrados, insisto: gostaria muito de entender o que o atual governo anda fazendo para melhorar a vida do povo brasileiro.

*Presidente da Feintramag MS (Fed. Trab. na Movimentação de Mercadorias de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso)

Nascimento de Cristo ou de Papai Noel? Por Wilson Aquino*

Nascimento de Cristo ou de Papai Noel? Por Wilson Aquino*

Com todo respeito à tradição que se criou em torno da figura de “Papai Noel”, o “bom velhinho” que representa, entre outros adjetivos, a bondade,  a caridade e a fraternidade, porém é inadmissível esquecer o verdadeiro significado do Natal, o dia 25 de dezembro, quando se deveria comemorar com júbilo, reverência e respeito o nascimento de Jesus Cristo, filho de Deus, que veio ao mundo para salvar a humanidade e nos encher de alegria e esperança de que podemos ser muito felizes agora, mesmo em meio às tribulações, e na eternidade.

Lamentável e triste assistir em muitos lares a figura desse homem de roupas vermelhas ganhar o maior destaque não apenas no mês de nascimento do Senhor, como também no dia de Seu aniversário. Muitas crianças estão crescendo com essa formação e o pior é que muitos sequer são ensinados sobre o poder e a existência de Deus, que “…amou o mundo de tal maneira, que deu o Seu Filho Unigênito” (João 3:16). Ele veio como parte de um grande Plano de Deus, para nos salvar.

E para entender melhor o papel de Jesus na vida de todos nós, convém remontar um pouco na história da humanidade. Primeiramente é preciso esclarecer que, apesar de algumas religiões acreditarem que o homem foi criado em espírito junto com o corpo físico logo depois da formação da Terra, para que nela habitássemos, as próprias Escrituras Sagradas comprovam o contrário, que vivíamos com Deus e Jesus Cristo, Seu filho primogênito há muito tempo. Confira essa passagem bíblica incrível que relata muito claramente isso:

– Onde estavas tu, quando eu fundava a Terra? Faze-mo saber, se tens entendimento”, pergunta o Senhor a Jó (Jó 38:4-7).  E Ele ainda complementa:

– Quem lhe pôs as medidas, se tu o sabes? Ou quem estendeu sobre ela o cordel?

– Sobre o que estão fundados as suas bases? Ou quem assentou sua pedra de esquina? ” Pergunta Deus a Jó.

E após a sua indagação, Ele mesmo responde:

– Quando as estrelas da alva juntas alegremente cantavam, e todos os filhos de Deus jubilavam?

O Senhor é mesmo incrível! Observe na sua indagação a resposta sobre onde Jó e “tod0s” os filhos de Deus estavam quando a Terra estava sendo formada: com Ele no mundo espiritual vivendo alegremente, cantando e enaltecendo o nome do Senhor.

Depois disso houve uma batalha no céu, porque Satanás, que também era um anjo (bom) do Senhor, se rebelou porque o seu plano de salvação da humanidade, ou seja, de nós, espíritos, que vivíamos lá e que tomaríamos um corpo para viver na Terra, não fora aprovado por Deus. Venceu o plano de Jesus Cristo, que ao contrário do outro plano, nos ofereceu o livre arbítrio para que aqui vivêssemos e trabalhássemos, mediante um véu de esquecimento sobre como e onde vivíamos antes, para que isso não influenciasse na decisão de cada um de encontrar a verdade, lutando contra o mal existente dentro de cada ser humano, e encontrássemos a luz.

É por isso que devemos muito a Cristo e não podemos simplesmente trocá-lo por um ser que sequer existiu verdadeiramente.

As escrituras são muito bem claras quando trazem os ensinamentos e mandamentos de Deus para todos nós. Ele próprio nos adverte sobre a Sua importância quando diz, por exemplo: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai, senão por mim” (João 14:6)

Então, não podemos negligenciar no amor, respeito e reverência ao Salvador. Trocá-lo, aos poucos, como vem acontecendo há décadas na sociedade e nos lares, é de fato de uma ingratidão imensa com Aquele que nos criou.

Em cada lar, o pai e a mãe têm a obrigação de esclarecer aos filhos sobre esses fatos que ocorrem nesses tempos modernos e corridos. E para que não entendas tudo isso como uma crítica banal e infundada, lanço aqui outra reflexão de igual gravidade: – Qual é o significado da Páscoa? Ela não é uma tradicional comemoração realizada nas religiões Cristãs que relembram a crucificação e morte de Jesus Cristo e celebram sua ressurreição? Mas então, como explica hoje em dia nessa comemoração, a existência de coelhos e ovos de chocolate que tomam conta de corações e mentes de adultos e crianças?

*Jornalista e Professor

Leia Coluna Amplavisão:  2022: a saúde antes das urnas

Leia Coluna Amplavisão: 2022: a saúde antes das urnas

EM BAIXA: Além da votação pífia dos seus candidatos a prefeito – o MDB, tem sub judice as suas vitórias em Paranhos e Sidrolândia. Com apenas 2 vereadores eleitos na capital o partido entrou no rol dos nanicos. A cúpula da sigla, ainda não se reuniu para ‘analise’ do desastre. Igual ao velho lobo banguela o MDB uiva, mas não morde mais!

NANICO: O candidato Márcio Fernandes (MDB) não ouviu a opinião de que ‘poderia sair menor das eleições’. Confiou no ‘prestígio’ do ex-governador Puccinelli com quem percorreu a capital à bordo do Uninho vermelho Ele obteve só 3,01% dos votos, atrás de concorrentes estreantes e com estrutura partidária bem menor. Agora é tchau!?

DELÍRIOS: Alguns políticos que perderam o trem – sonham em voltar à ‘estação de embarque’ em 2022. Gente estigmatizada e desconectada insistindo em ignorar a nova realidade (virtual). A postura do leitor nesta eleição mostrou: nada será como antes. Então é prudente que continuem em casa. Mais saudável e evitará ‘efeitos colaterais’.

INTOCÁVEIS? Iguais a outras figuras públicas como os artistas, os políticos também correm riscos pelo Covid-19. Os exemplos cruéis mostram: cada caso é um caso, não há regra geral. Portanto antes de se pensar nas eleições de 2022, o pessoal precisa repensar a conduta para preservar a própria vida. Menos vaidade, ambição e mais juízo.

DESEMBARQUE: Ah! Que arrependimento! Decididamente a deputada federal Rose Modesto (PSDB) não gosta de Brasília. É outro mundo. O plano dela é fortalecer o seu futuro partido – ‘Podemos’ – onde desembarcará na janela partidária para participar das eleições de 2022. Mas a fritura dela na frigideira tucana prossegue.

DÚVIDAS: Como serão as eleições estaduais em 2022? Haverá espaço para que novos grupos políticos entrem na disputa? Quais deputados estaduais poderão tentar uma vaga na Câmara Federal? Como estará a relação do PSDB com o DEM até lá? O MDB seria coadjuvante apenas? Que influência a sucessão presidencial terá no pleito estadual?

A HISTÓRIA mostra que os candidatos presidenciais alinhados à direita venceram as eleições em nosso Estado. No duelo entre Lula e FHC venceu o sociólogo. As pesquisas mostram nosso eleitorado apoiando o presidente Bolsonaro. Esse componente pode ter um peso significativo no cenário – beneficiando talvez quem estiver alinhado com ele.

1-ASSEMBLEIA: Deputado Lucas de Lima (SOL) é coautor com Neno Razuk de projeto contra abandono e maltrato de animais; tem novas parcerias com 17 vereadores eleitos. Deputado Gerson Claro (PP): pede melhorias no trânsito de Aparecida do Tabuado, Itaquiraí, Paranaíba e reforma em 5 escolas de cidades interioranas. Deputado Lídio Lopes (Patri) tem projeto para substituição do IGP-M pelo PCA nos contratos de consumo no MS.

A COLUNA completando 20 anos no ar em 25 sites e jornais da capital e em todas regiões do interior, sem mudar o estilo. A credibilidade abriu as portas ao colunista que jamais respondeu a qualquer procedimento judicial por matérias e opiniões. Agradeço aos leitores e empresários da mídia, meus parceiros de lida. Em frente, mas de leve…

SURPRESA! Como ficaria o quadro no caso de Murilo Zauith suceder o governador Reinaldo – na provável hipótese deste renunciar para disputar as eleições? Apimento o assunto com a outra hipótese; de Murilo disputar a reeleição. O quadro é nebuloso, ao contrário da Bahia onde ACM Neto é candidato ao Governo declaradamente anti-PT.

A CONSTRUÇÃO da pré-candidatura do Secretário Eduardo Ridel ao Governo vai ganhando forma. Ferramentas ele tem; com competência e o tempo a seu favor se posta como personagem jovem oriundo da livre iniciativa ruralista. Recomenda-se assim levar em conta todos esses seus predicados na análise das possibilidades eleitorais de 2022.

2-ASSEMBLEIA: Deputado Neno Razuk (PTB); duas emendas suas destinam recursos para educação, segurança e infraestrutura; pede unidade de bombeiros para Miranda. Dep. Mara Caseiro (PSDB); pedindo nomeação de papiloscopista para atender Cassilândia; Dep. Antônio Vaz (REP); virou lei seu projeto criando centros de ensinos para autistas em todo MS. Dep. Zé Teixeira (DEM); pediu a construção de prédio de USF (Unidade de Saúde Familiar) e unidades habitacionais em Água Clara.

A POLARIZAÇÃO entre grupos e partidos resistiram em outros locais de maior tradição política. Aqui, depois da UDN contra PSD veio a fase da Arena-PDS versus MDB. Com o PT esfarelado e a criação de novas siglas, as eleições não seguiram o mesmo formato. Portanto o pleito de 2022 poderá ser ‘sui generis’, muito interessante.

COLISÕES: Elas ocorrem na cúpula de qualquer governo em todos os níveis, mas os motivos nem sempre afloram na mídia. As relações, por exemplo, entre a ministra Tereza Cristina da Agricultura e o ex-ministro Mandetta da Saúde não seriam das melhores, embora ambos pertençam ao DEM. Qual deles sairá do partido?

É POSSÍVEL que alguns personagens se aproveitem exatamente deste momento para conquistar espaço na internet como ato preparatório de uma candidatura parlamentar. Afinal há um rico filão de internautas – hoje céticos politicamente – que possam talvez se identificar com propostas e ideias lançadas no facebook, blogs e similares.

E AGORA? Mesmo debaixo de fogo cerrado da grande mídia, o presidente Bolsonaro mantem sua avaliação pelo Datafolha no melhor patamar, aprovado por 37% dos brasileiros com “ótimo ou bom” e 29% como ‘regular’. Seria o excesso de críticas da mídia o responsável pela ‘vitimização’ do presidente junto a maioria da população?

3-ASSEMBLEIA: Deputado Barbosinha (DEM); emendas suas beneficiaram Angélica Aparecida do Tabuado; projeto seu combate abusos das telefônicas. Deputado Renan Contar (PSL); atento as sessões e a tramitação de seus projetos atendendo vários segmentos da sociedade. Dep. Evander Vendramini (PP); projeto seu prorroga o prazo de vigência de autorizações e licenciamentos ambientais na pandemia. Deputado João Henrique (PL); em trâmite seu projeto sobre a devolução de taxas pelas faculdades e a proposta de mudança de critério de validade nos laudos de deficientes físicos no Detran.

SUFÔCO: A pandemia pegou todos de calças curtas. A saída foi a reinvenção. Como na iniciativa privada, o poder público apelou à internet. Na Assembleia Legislativa o presidente Paulo Corrêa (PSDB) foi ágil, inovou ao adotar o ‘home office, evitando a interrupção dos trabalhos, resultando inclusive em economia para a Casa. Nota 10.

REAÇÕES: Diferentes entre os deputados. Alguns entendem que a realidade é mais tranquila, sem pressão no plenário e sessões mais objetivas. Outros reclamam da falta de contato direto com o eleitor, vereadores e prefeitos durante as sessões. Mas cada deputado deverá compensar ao seu modo esse distanciamento com seu eleitorado.

EM FUGA: Antes, as chácara eram vistas como ‘presente de grego’- deficitárias. Agora são buscadas por pessoas que querem o isolamento social devido aos riscos maiores de contaminação do Covid-19 nas cidades. Conversei com pessoas do ramo imobiliário que comemoram essa fase de valorização e aumento das vendas.

DOLORIDO: Nas festas de fim de ano vão sobrar lugares nas mesas de muitos lares. Raras as famílias que ainda não perderam alguém. Eu por exemplo fiquei sem 2 primos e um irmão levados pela Covid-19. E fica a pergunta: será que redescobriremos na dor os valores básicos da sobrevivência, diferenciando inclusive o essencial do supérfluo?

FELIZ NATAL!!!! – COM EQUILÍBRIO – A VIDA É BELA E ÚNICA!!!! 

Tempo de planejar 2021: Por Wilson Aquino*

Tempo de planejar 2021: Por Wilson Aquino*

Dezembro é um tempo de vida de maior ansiedade e agitação. As pessoas correm como nunca, com mil coisas na cabeça e por fazer. Pensam nas férias trabalhistas que deverão tirar nos próximos dias ou na virada do ano; no recesso de Natal; em gastar ou não todo o 13º salário com presentes; onde passar o Natal, o Ano Novo; nas contas que virão no início de 2021, como as matrículas escolares, IPTU, IPVA… são tantas coisas para se pensar e tão pouco tempo para decidir. E dessa forma o tempo voa e se aproxima mais e mais de um novo ano cheio de novos e velhos desafios.

Em meio a esse turbilhão de pensamentos, a mente também é implacável na cobrança de tudo aquilo que ficou para trás, no campo das ideias, do planejamento e desejo de materialização.

E se nesse balanço natural de toda mente humana o indivíduo concluir que pouco ou quase nada avançou positivamente nos 12 meses que se findam, entram em estado de tristeza, de desânimo e muitos acabam entrando em depressão.

Queira ou não, a mente cobra sim tudo aquilo que se planejou executar ao longo do novo ano e não conseguiu. Planos como: de voltar a estudar; de arrumar um emprego; ou mudar para um emprego melhor; fazer cursos de aperfeiçoamento profissional; comprar a tão desejada casa própria; casar; ter filhos… foram tantas ideias e planejamentos, que lamentavelmente não saíram do papel. E isso frustra. Entristece realmente.

Mas não se pode desistir. É preciso ser perseverante e insistente nos planos de vida. Deve-se refletir sobre os motivos que impediram suas realizações e trabalhar para driblá-los no novo ano que se inicia em alguns dias.

A grande vantagem do homem é sua capacidade de mudar o seu jeito de agir e de pensar a cada amanhecer. Todos têm essa liberdade e esse poder de realmente alterar sua forma de ver e de fazer as coisas.

Além disso, o homem conta também com um poderoso aliado para alicerça-lo e fortalece-lo em todo e qualquer processo de mudança, de busca de metas e materialização de objetivos na vida. Trata-se de Deus, que Está à disposição de absolutamente todos os homens para Lhes dar forças e orientações sobre os caminhos que devem adotar para alcançar o sucesso.

O ideal é fazer planos realmente possíveis de serem realizados, mesmo que ao custo de muito esforço e dedicação. A pessoa deve também dar um passo de cada vez e ser perseverante, mesmos diante dos inúmeros obstáculos que certamente surgirão.

“Todo esforço tem sua compensação”, essa não é apenas uma simples frase. Além de verdadeira é como uma Lei Universal, que realmente tem grande fundamento.

E todo projeto (saudável) que tem as mãos do Senhor sobre ele, se o indivíduo assim o desejar, tem maiores chances de ser alcançado ao longo dos novos 12 meses que se iniciarão. Deus ama todas as pessoas e Tem muitas bênçãos para dar, além das que Ele já concede a cada a cada um, a cada amanhecer.

Tudo o que o homem precisa fazer para merecer essas bênçãos é busca-Lo em oração e também na obediência aos Seus mandamentos e ensinamentos que estão muito bem claros e estampados nas Escrituras Sagradas há mais de 2 mil anos.

O indivíduo precisa também ficar atento com o que deseja e observar tudo o que já recebe, pois, as maiores bênçãos Dele não são apenas sobre coisas materiais e sim espirituais como a salvação, a esperança, a alegria e tantas outras que nos confortam e nos dão forças para continuar o caminho da melhor maneira possível, nesta longa estrada da vida.

E para que não duvides das promessas do Senhor, veja o Ele diz em Deuteronômio (7:12-13): “Será, pois, que, se ouvindo estes juízos, os guardardes e cumprirdes, o Senhor teu Deus te guardará a aliança e a misericórdia que jurou a teus pais;

E amarte-te-á, e abençoar-te-á e te fará multiplicar; abençoará o fruto de teu ventre, e o fruto da tua terra, o teu grão, e o teu mostro, e o teu azeite, e a criação das tuas vacas, e o rebanho do teu gado miúdo, na terra que jurou a teus pais dar-te”

*Jornalista e Professor

Leia Coluna Amplavisão: Pretendentes e pretensiosos, separados pelo eleitor

Leia Coluna Amplavisão: Pretendentes e pretensiosos, separados pelo eleitor

PRETENDENTES e pretensiosos à vaga de Onevan de Matos na Assembleia Legislativa já afloram. Em 2018 ele obteve em Naviraí 9.856 votos (41,84%); os demais pulverizados entre 124 concorrentes (pode?) locais e de fora. Mas havendo excesso de candidatos ‘da terra’ – há risco de ninguém se eleger e a cidade continuará órfã no legislativo estadual.”

‘PARAQUEDISTAS’: Pousam em todas as cidades e prejudicam as candidaturas ‘nativas’, inviabilizando-as inclusive. Apesar da sua liderança de décadas, Onevan não teria sido eleito em 2018 só com os votos de Naviraí. E vale lembrar: com 1.465 votos o capitão Renan Contar (PSL) foi o candidato ‘visitante’ mais votado naquela cidade.

PRETENSIOSOS: Eles sobreviveram às eleições na capital. A votação pífia não lhes despertou a autocrítica por soberba, orgulho e já miram o indecifrável 2022. Ignorando o recado das urnas, não assimilaram a lição e se acham em condições de buscar vaga na Assembleia ou Câmara Federal. A presunção é mesmo alma gêmea da petulância.

PRETENDENTES: Até parecidos, mas diferentes dos pretensiosos. Como aspirantes a disputar um cargo, fazem a leitura correta do cenário, dos concorrentes, das suas reais chances de êxito preocupados inclusive em preservar a própria imagem, seu patrimônio moral. Os pretendentes tem biografia mais compatível ao seu projeto. E os pés no chão!

EXEMPLOS: Algumas candidaturas a prefeito da capital lembram os tambores (ocos, só fazem barulho); pretensiosos, de estatura política menor que a ideal para uma cidade de quase um milhão de almas. Seriam benvindas pesquisas avaliando as candidaturas derrotadas, para inclusive ajudar na reflexão e assim evitar futuros vexames de doer.

BRONCA: Embora legal, a verba do Fundo Partidário causa indignação. O deputado Dagoberto Nogueira (PDT) ficou famoso ao torrar a ‘bagatela’ de R$ 178,30 para obter cada um dos 6.507 votos para prefeito da capital. E a festa continua: em 2022 ele estará de volta pedindo votos na tentativa da sua reeleição. É a ‘lenga lenga’ de sempre.

TEREZA CRISTINA: A ministra da agricultura é maior do que o DEM por aqui. Já o ex-ministro Mandetta (DEM), da Saúde tenta sobreviver sem a musculatura de antes. Político sem mandato é espingarda sem cartucho. Mandato é a chave que abre as portas do poder; é o passaporte da imunidade, o escudo protetor em diferentes situações.

MANDATO: Quase sempre o político fica refém dele. A tal ‘cachaça’ não é a política e sim o mandato. Conviver pacificamente com o mandato exige equilíbrio. E quanto ao prazo de validade desta convivência vai depender da saúde e das urnas. Mandato vicia! Mas como a felicidade; às vezes só se dá o devido valor depois da sua perda.

COMPARANDO: Para o jornalista Mario Rosa o ‘DEM’ se posta como poderoso apesar de sua dimensão limitada. Lembraria o valente Lulu da Pomerânia que investe contra cachorros maiores. O DEM só conta com 28 dos 513 assentos na Câmara, 5 dos 81 do Senado e 8% das prefeituras do país. O prefeito eleito do Rio, Eduardo Paes está no partido por conveniência; veio do PSDB e a qualquer momento baterá asas.

BELO GESTO: Ao cronista o deputado Lucas de Lima (Solidariedade) justificou sua emenda de R$100 mil à Santa Casa da capital pela grandeza dos serviços que ela presta à todo Estado com mais de 120 mil procedimentos mensais. A verba será utilizada nas reformas e aquisição de equipamentos do hospital. Um exemplo a ser seguido.

NELSON TRAD: Nove anos sem ele. Suas eleições eram com pouco dinheiro e muito entusiasmo de amigos/admiradores. Feliz, fazia o que gostava, sem se violentar. Difícil sobreviver na Câmara por 5 mandatos sem proteção de empresas, retaguarda do governo e sem descender de clã regional poderoso. O caráter do homem é o fruto da sua conduta.

SEM RANCOR: É na derrota que se conhece o campeão. O deputado Barbosinha (DEM); de favorito acabou derrotado nas eleições de Dourados. Absorveu o resultado com sabedoria, cumprimentou o vencedor e continua dinâmico. Relator do Orçamento para 2021 com 14 emendas, ele incluiu 10 delas beneficiando Dourados.

HUMOR! Chovia pouco, mas o prefeito de Monteiro (PB) telegrafou ao governador José Américo dizendo que a chuva era abundante. Temerosos pelo fim da santa ajuda, os comerciantes reclamaram da falsa notícia e então o prefeito enviou novo telegrama: Governador José Américo, cancelo chuvas, população continua aflita. Feitosa prefeito.

NA TRAVE! Foi por pouco, por muito pouco mesmo que o Brasil não imitou a Venezuela com a tentativa de se rasgar a Constituição. A reeleição da presidência do Senado e Câmara abriria a porta para aplicar a regra em todos os poderes e tornaria o Presidente da República refém da esquerda travestida de dois ‘Democratas’ golpistas.

‘DOUTORES’: Dos 8.188 acadêmicos de 35 cursos superiores no país só 213 deles obtiveram nota máxima na avaliação. Acadêmicos despreparados é prenúncio de novos profissionais incompetentes. A obsessão da sociedade é por ‘faculdades, com o ensino fundamental relegado ao 2º plano. Como diria o Galvão Bueno: “Pode isso Arnaldo?”

DEMISSÕES: Também nos jornais, sites, rádios e TVs elas deixam as pessoas com auto estima abalada, beirando a depressão. O apego do jornalista ao seu labor justifica à citação da canção do Gonzaguinha: “…E sem o seu trabalho/O homem não tem honra/E sem sua honra/Se morre/Se mata/Não dá pra ser feliz/Não dá pra ser feliz…”

LEMBRETE: A vacina contra a varíola foi descoberta em 1789 na Inglaterra, mas a erradicação mundial só após 191 anos: em 1980. O médico Edward Jenner, notou que mulheres ordenhadeiras das vacas com essa doença resistiam mais. Aí ele inoculou num menino o pus das tetas bovinas e ele ganhou resistência e após a imunização à doença.

HERANÇA: “ A origem da expressão ‘será o Benedito?” vem da política. Após chegar ao poder em 1932, Getúlio Vargas preteriu os favoritos e nomeou Benedito Valadares para governar Minas Gerais. Até então, o político mineiro era figura desconhecida. Ao ouvir no rádio o anúncio da nomeação, a mãe dele exclamou: “Mas será o Benedito?”

A PROPÓSITO… Com as bênçãos do governador Reinaldo, o presidente do PSDB Sergio de Paula é o ‘Benedito’ da vez no Tribunal de Contas, onde conviver e agregar são imprescindíveis. Registro em forma de aviso: conselheiros por longos anos, Rubem Figueiró e Leite Schimdt não chegaram a presidência da Corte de apenas 7 membros.

FRASES DA POLÍTICA: “O preço do voto do eleitor mentiroso é o mais caro”. “Campanha eleitoral se parece com sauna. Após o calorão vem a ducha fria”. “Quando estamos no governo, todo adversário que pede emprego diz ser um técnico”. “Fato na política que a torna interessante: o choque dos falsos políticos com os políticos falsos”.

É MITO: Em artigo recente o ex-ministro da agricultura Xico Graziano lembra que o uso de hormônios para o frango crescer mais rápido foi banido ainda em 2004. Há anos que o comércio global exige aves sadias. O Brasil é o maior exportador de aves. Frango assado, chester ou peru: pode preparar o seu Natal sem medo de ser feliz.

NA INTERNET: 

Após ser filmado em Cuba em ‘defesa da democracia’, Lula vai à Coreia da Norte para completar a saga. Uma brincadeira! 

 Maradona (90), Paolo Rossi em (82): carrascos que eliminaram o Brasil morreram. O Zidane está cortando agulha. 

 Responda rápido: qual o nome de um país bom da esquerda. 

 Após o STF votar contra a reeleição no Senado, o Alcolumbre sentiu na pele o que é um apagão. 

 ‘Na pandemia vamos aprender a diferença entre o necessário e o supérfluo’. (Domenico de Masi) 

Gerson Walber e o fotojornalismo: amor ao primeiro click

Gerson Walber e o fotojornalismo: amor ao primeiro click

Gerson Walber e o fotojornalismo: amor ao primeiro click

Quem vê a felicidade e o alto astral de Gerson Walber fotografando percebe que ali está um profissional que faz o que gosta e faz bem feito. A disputa pelo espaço, o ajuste para ter o melhor ângulo, a melhor luz, tudo isso de forma muito rápida e precisa. Afinal o click certo eterniza o momento.

A conversa aqui é sobre fotografia, sobre os melhores momentos, sobre o futuro. Tem projeção sobre o que será a fotografia mais adiante e dicas de livros, mas para mim o maior destaque é que Walber fez da fotografia sua profissão e da profissão algo agradável que se encaixou muito bem para ele.

Muitas pessoas não compreendem a diferença entre fazer o que se gosta, e gostar daquilo que se faz. Essa geralmente é a maior dúvida na hora de escolher uma carreira, mesmo para aqueles que já estão inseridos no mercado de trabalho. Traz até sofrimento para profissionais já avançados na carreira.

Exemplos como de Walber nos mostram que sim, é possível reunir tudo em torno daquilo que você gosta ou aprendeu a gostar. É importante aprender sempre, estudar, buscar superação e manter uma boa relação com o meio no qual você atua.

Gerson Walber fotografa há 23 anos, mas não se fecha para o aprendizado e a capacitação, tampouco retém conhecimento, e até seu acervo de fotos, muito amplo, é sempre disponível. É o tipo de profissional que toda a equipe gostaria de ter. Gerson Walber é fotojornalista em Campo Grande, Mato Grosso do Sul e para mostrar tudo isso mais de perto, fiz algumas perguntas para ele. Confira:

Carlos Kuntzel – Quem é Gerson Walber?

Gerson Walber – Um fotojornalista apaixonado pelo que faz e apto às mudanças.

CK – Como você se define?

GW – Feliz acima de tudo, pela escolha que fiz profissionalmente, sempre com muita vontade de melhorar a cada dia e estar em constante evolução, me cobro muito.

CK – Como você chegou à fotografia? Por onde já passou? Fale da sua carreira e da sua experiência.

GW – Foi uma oportunidade que surgiu, em 1997, na época uma empresa de eventos sociais estava precisando recrutar fotógrafos e começaram a fazer cursos de fotografia. Na primeira aula já fiquei fascinado pela arte fotográfica e nunca mais parei. E assim comecei minha carreira, como fotógrafo de formaturas e eventos sociais, viajei a região norte do país registrando esses momentos de ápice da vida das pessoas. Nesta época que iniciei ainda era filme, quando voltava para a empresa, que ficava em Cuiabá-MT, sempre conferia meus negativos com os laboratoristas, estes me mostravam aonde eu podia melhorar meu enquadramento e luz. Aprendi muito com eles. Aqui comecei a fazer minha máxima profissional: de ser melhor a cada dia, observando e ouvindo com os mais experientes. Logo se passaram alguns anos e sempre gostei do fotojornalismo, o registro histórico de nossos dias atuais e foi quando vim para Campo Grande, já estava cansado dos eventos sociais, trabalhei inicialmente aqui na capital morena numa concessionária de tratores e foi quando abriu uma vaga no extinto Jornal Diário do Pantanal. Iniciou-se minha carreira como fotojornalista em 2001 e nunca mais parei.

Do Diário do Pantanal saí e fui contratado no Correio do Estado. Lembro da felicidade de fazer parte do maior jornal impresso do MS, foram aproximadamente 12 anos registrando a história do nosso Estado, com cotidiano das pessoas, vindas de Presidentes da República, etapas nacionais de automobilismo, bem como jogos da seleção brasileira, sendo uma pelas eliminatórias da Copa do Mundo. Após o Correio do Estado, migrei para a mídia eletrônica, Jornal Midiamax, outra experiência ímpar, com imagens sendo enviadas quase que instantaneamente para a redação. Querendo novos desafios na carreira, fui para a assessoria de imprensa da Prefeitura de Campo Grande, fiquei por um breve período e retornei para o jornalismo diário através do Campo Grande News. Foram ótimos seis meses de trabalho até que um novo projeto apareceu: a assessoria de imprensa da OAB-MS em que estou até hoje, registrando a vida diária desta instituição.

CK – Como você define a fotografia?

GW – A fração de segundos da vida registrada para eternidade.

CK – Qual o trabalho que mais gostou de fazer?

GW – Foram vários, mas as coberturas envolvendo a Presidência da República sempre foram as melhores, a disputa de espaço e a melhor imagem junto com todos os jornais brasileiros é uma experiência única.

CK – Canon, Nikon ou outra marca? O que prefere?

GW – As duas são excelentes, trabalhei com as duas nas lidas diárias, atualmente utilizo Canon.

CK – Estúdio, natureza, eventos ou fotojornalismo? O que é mais empolgante?

GW – Fotojornalismo sem sombra de dúvidas.

CK – A pandemia transformou a imagem. Eventos cancelados, reuniões, aulas, congressos, formaturas, tudo por vídeo. Como você vê esse momento para fotografia?

GW – Ainda não vejo desta maneira que tudo foi para o vídeo. Ainda se utiliza a fotografia para chamar a atenção numa matéria que tenha o vídeo.

CK – Qual a perspectiva de futuro da fotografia?

GW – A fotografia como o instante registrado para a eternidade continuará por muito tempo, não acabará. De uma maneira mais ampla e saindo do fotojornalismo, vejo a fotografia de fine art com longa vida.

O celular, com boa câmera, impacta de que forma no trabalho do fotógrafo? Ou não interfere?

Acho que não interfere em nada, pois o que manda é a “peça” que vai atrás da máquina/celular.

CK – Eu acredito que a informação visual ainda é a mais completa. O que me diz sobre isso?

GW – Realmente, não existe contestação na imagem. É a síntese do fato.

CK – Direitos autorais de fotografia. Como está isso hoje, com tantas facilidades de acesso à imagem?

GW – Já temos alguns programas que nos protegem bastante, tem processos favoráveis aos fotógrafos, acho que isso será uma constante. Já esteve pior quando se iniciou o advento popular da internet.

CK – Você vende fotos em plataformas digitais? O que me diz sobre essas tecnologias.

GW – Não vendo, acho válido, mais uma forma para nós, fotógrafos aumentarmos a renda, mas eu não vendo ainda.

CK – Três de suas melhores fotos jornalística comentadas:

GW – Aqui não seria as melhores fotos, mas as históricas, que contam um pouco do que eu vi e registrei. Na foto acima, discurso do então Presidente Fernando Henrique Cardoso na inauguração da primeira usina termelétrica do país, Willian Arjona, em Campo Grande MS.

Brasil x Venezuela pelas eliminatórias da Copa do Mundo no estádio Morenão em Campo Grande MS no dia 14-10-2009. Terminou empatado em 0 x 0, na imagem o camisa 9 da seleção brasileira, Luís Fabiano.

O último trem a passar pelo centro de Campo Grande. Registrei no dia 29/06/2004 às 22:48h.

Época era o começo da era digital das máquinas fotográficas. Saí da redação as 19h, quando chegava em minha residência, meu telefone tocou pedindo para retornar ao Jornal Correio do Estado, pois seria nesta noite que iriam retirar os trilhos da região central de Campo Grande. E assim aconteceu, trabalhei madrugada adentro para registrar o fim da era ferroviária pelo centro da Capital.

CK – Você pode indicar pelo menos dois livros, ou mais, que acredita que todos deveria ler.

GW – Indico de primeira o livro: “Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas” de Dale Carnegie.

Esse foi um livro inicial na minha carreira, aprendendo muito no trato das pessoas.

“Abusado – O dono do morro Dona Marta”, de autoria do jornalista Caco Barcellos. Mostra a situação nevrálgica dos morros do RJ dominados pelo tráfico de drogas e seu cotidiano.

Tem muita gente nova fazendo coisas maravilhosas em fotografia, assim como temos nomes históricos tais como Sebastião Salgado. Como você vê isso e deixe um recado para quem quer seguir a carreira da fotografia.

A fotografia é uma paixão, você registra visualmente a história, seja das pessoas, sua cidade ou País. Como toda carreira, precisa de dedicação, no fotojornalismo é preciso ler muito para sempre estar ciente do que está ocorrendo em sua volta para um melhor registro fotográfico.

P.s: Gerson Walber também foi meu professor de fotografia num curso rápido de equipamento e seu uso na prática. Aprendi muito.

Reportagem: Carlos Kuntzel