fev 26, 2021 | Mato Grosso do Sul
FOLCLORE: Presidente Jânio Quadros e seus bilhetinhos. Certa vez ele usou o telex do gabinete para enviar um ‘memorando’ a um de seus ministros, recebendo a seguinte resposta: “Prezado colega, não há mais ninguém aqui”. Incontinente Jânio respondeu: “Obrigado, colega, Jânio Quadros”. E do outro lado alguém arrematou com fina ironia: “De nada, às ordens. John Kennedy…”.
1-ASSEMBLEIA: Deputado Lucas de Lima (SOL); autor de projeto priorizando a tramitação dos procedimentos investigatórios de crimes contra crianças e adolescentes. Deputado capitão Contar (PSL); repudiou a falsa imunização do Covid por agentes públicos; pede maior divulgação dos gastos do Fundersul e reforçou as normas contra a corrupção. Deputado Marçal Filho; atento a obra da rua Cel. Ponciano em Dourados e liberação de recursos para a saúde douradense; propõe campanha de prevenção do desaparecimento de crianças e adolescentes.
OPINIÃO: Mesmo após o desastre nas urnas em 2020, inclusive na capital, o deputado Marcio Fernandes acredita que o MDB será influente em 2022. Na análise do escudeiro fiel de Puccinelli também não são levados em conta inclusive a idade e o desgaste do ex-governador emedebista pelas suas prisões e escândalos que renderam manchetes.
O DEPUTADO mira talvez para o próprio umbigo da reeleição, ignorando a perda de espaço do MDB em todos os níveis de representação. Além do mais houve o natural envelhecimento das lideranças atingidas pelo peso dos janeiros – temerosas da pandemia, alimentada nos abraços e aglomerações imprescindíveis na política.
HERÁCLITO lembrava que ‘nada é permanente, exceto a mudança’. O ex-ministro Carlos Marun por exemplo, próximo de completar 60 anos, estaria refazendo os planos de vida e elegendo novas prioridades. Feliz com a qualidade de vida atual, não estaria disposto a participar como candidato das eleições de 2022. Sem substituto à altura.
2-ASSEMBLEIA: Deputado Paulo Corrêa (PSDB): lançou obra com 320 leis de datas comemorativas de MS; ajudou na aprovação do fura fila da vacinação; pediu apoio para priorizar a vacinação dos profissionais da educação. Deputado Evander Vendramini (PP): Pediu ao Denit a manutenção imediata da BR 262; esteve na Agesul tratando do asfaltamento do trecho entre a BR-267 e o distrito de Porto Esperança.
REPOSIÇÃO: Também na política é preciso ter gente preparada no banco de reservas para a natural substituição por motivos diversos. Aliás, isso parece ser um problema comum aos demais partidos – em todos os níveis. O noticiário mostra que os caciques praticamente são os mesmos de 20 anos atrás. E eles não querem largar o osso.
REJEIÇÃO: Os números dela são oceânicos nas pesquisas realizadas e não divulgadas – por motivos óbvios. Os políticos contratantes rejeitados, argumentam que a iniciativa teria o condão de avaliar a reação e postura da opinião pública e do eleitorado face aos cenários nacional/local. Pelos resultados até aqui – muitos devem “recolher os flaps”
O DESAPEGO do poder é para poucos! O papa Bento XVI é um raro exemplo de sair de cena por inconformismo. Desapegar, sair do palco iluminado é o ato que exige coragem na vida de desafios, vitórias e percalços. O ex-presidente Getúlio Vargas optou pela forma trágica e pagou caro. Tancredo Neves escondeu e aguentou até onde pode para chegar ao poder. Deu no que deu.
OS POLÍTICOS se agarram ao poder como os marinheiros abraçam o mastro do barco na tempestade. Movidos pelo combustível da vaidade estão sempre esperançosos na vitória – que às vezes lembra a ‘Vitória de Pirro’, cujas perdas são maiores do que os ganhos. Muitos deles que se negam a sair de cena, acabam enxotados pelo eleitor.
3-ASSEMBLEIA: Deputado Gerson Claro (PP); eleito presidente da CCJR , requer centro esportivo completo em assentamentos de Sidrolândia. Deputado Lídio Lopes (PATRI): assinou termo na Agesul para compra de produtos da agricultura familiar de Eldorado.; pediu investimentos na infraestrutura de Paraíso das Águas e Eldorado. Deputada Mara Caseiro (PSDB): visitou obras da rodovia -295; foi ao governo para reforçar a campanha anti-Covid em Naviraí; pede manutenção da rede elétrica dos assentamentos em Itaquiraí. Deputado José C. Barbosa (PSDB): Voltou a defender a duplicação da rodovia MS 156; atuou para liberação de verbas para a saúde de Dourados; pede campanha oficial de prevenção de queimaduras no uso de álcool gel.
BICADAS: O monopólio do mando no ninho tucano nacional também impressiona. O ex-presidente Fernando H. Cardoso, ex-governador Geraldo Alckmin, deputado Aécio Neves e o senador Tasso Jereissati atentos a concorrência doméstica. O governador paulista João Dória (PSDB), apesar da sua cruzada vitoriosa das vacinas é boicotado no projeto de sua candidatura presidencial.
ESPAÇO: É o que todos os políticos desejam. O ex-ministro Luiz H. Mandetta parece desconfortável no DEM, mas continua sem rumo. Segundo pesquisas, suas críticas ao presidente Bolsonaro e as relações com políticos adversários do Palácio do Planalto não aumentaram seu cacife no Estado onde o partido tem na ministra Tereza Cristina a figura maior.
EM ALTA: Embora exercendo um cargo de responsabilidade, onde as vezes podem desaguam interesses conflitantes, o presidente Iran Coelho das Neves tem conseguido ser unanimidade no Tribunal de Contas do Estado. Estilo simples, ponderado, de boa formação moral e profissional, tem qualidade rara de ouvir primeiro. Muito bom!
4-ASSEMBLEIA: Deputado cabo Almi (PT): pede prioridade na vacinação dos trabalhadores da educação; defende a imunização dos agentes funerários contra o Covid; pede ajuda financeira ao pessoal do setor cultural. Deputado Zé Teixeira (DEM): excelente atuação entre os produtores rurais e os órgãos do governo que cuidam da manutenção das rodovias com vistas a safra. Deputado Antônio Vaz (REP): Presidente da Comissão de Saúde, autor do projeto pedindo prazo indeterminado de validade aos atestados de Transtorno do Aspecto Autista. Deputado Neno Razuk (PTB); reunido com prefeitos e vereadores de 6 cidades para ouvir as demandas e leva-las ao Governo. Um deputado com larga penetração no interior.
O NOVO? O apresentador Luciano Huck se diz anti-Bolsonaro e anti-PT, acena aos liberais mas se afina com a esquerda em varias pautas. Sem identidade partidária quer agradar os dois lados. Não pode ser comparado com o então candidato Fernando C. de Mello. Mas fora do ar, a Globo vai encampar sua candidatura de liberal e progressista?
DISTINÇÃO: Popularidade não gera credibilidade necessariamente. O eleitor não gosta de candidato indeciso, tipo bom moço, sem um discurso marcante e posições definidas que exigem coragem e determinação. Um exemplo: senhoras que viam em Geraldo Alckmin o modelo exemplar de genro acabaram não votando nele. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa!
CAFÉ AMIGO com o deputado Lídio Lopes, otimista com seu partido ‘Patriotas’ que pode receber a filiação do presidente Bolsonaro. Hoje o partido tem aqui 2 prefeitos e 31 vereadores em 22 cidades – além da vice prefeita Adriane Lopes da capital. Lídio é articulado, presidiu a CCJR da Assembleia e faz parte da base do Governo Estadual.
No facebook: Momentos bons e ruins fazem parte da vida. A diferença é que um marca e o outro ensina.
fev 25, 2021 | Mato Grosso do Sul
Uma grande cilada, um programa de televisão reunindo tantos negros de uma só vez, confinados numa casa e numa rede de televisão de alcance nacional e, por vezes, internacional, poderia ser o sonho de consumo de qualquer grupo considerado minoritário, quando o termo minoritário é considerado por questões de representatividade.
Quando nos voltamos para os estudos de Guy Debord, que explica as relações de poder estabelecidas pela imagem produzida, sejam essas imagens em mídias faladas, escritas ou televisionadas, observamos que o estudioso, em sua obra Sociedade do Espetáculo (1967), afirma que a valorização de dimensões sociais e demonstração de exercício do poder e de dominação social, sempre existiram nas sociedades, pois nelas existem as classes sociais, que, por sua vez, são escalonadas a partir de desigualdades originadas pela divisão social do trabalho.
Eis aí a grande cilada. Quando um determinado grupo social considerado, como já disse, minoritário, está exposto num programa como o BBB, onde estão em jogo, além das relações sociais, as relações pessoais, ou seja, as diferenças de criação, história de vida, origem e intelectualidade, todo o grupo social a que eles pertencem passa a ser visto a partir do prisma daqueles indivíduos que, no imaginário coletivo, representam o grupo em questão, neste caso, os negros.
O resultado de tais percepções deixa a situação ainda mais grave, porque salienta ainda mais a grande intenção social no Brasil de olhar para o indivíduo negro como, sempre, representante e retentor de um modelo de todos os demais negros que ali, muitas vezes, não se vêem representados pelo comportamento daquele determinado indivíduo. Com isso, todo o caminho percorrido pelos Movimentos Negros e por aqueles que doaram boa parte de suas vidas debruçados em leituras e estudos e em trabalhos sérios em relação à situação do negro brasileiro, fica seriamente prejudicado à primeira vista.
No caso do BBB, e em especial das pessoas que respondem pelos nomes artísticos de Nego Di e Karol Conká, observamos ainda que os dois, obtiveram o maior número de rejeição já visto na história do programa televisivo. Isso mostra o repúdio da população brasileira quanto ao comportamento pessoal de tais indivíduos, mas, inevitavelmente, traz à tona alguns preceitos que ligam seus comportamentos a todo negro brasileiro, principalmente no tocante ao tratamento do negro com outro negro.
Foram, então, levantadas questões como a possibilidade da existência do Racismo Reverso, conceito inexistente e de fácil entendimento para quem, no mínimo, tentou saber o básico sobre o conceito de racismo. É lamentável e inadequado que, o comportamento do negro brasileiro seja baseado em um programa de televisão onde indivíduos estão expostos emocional e fisicamente a um confinamento e que, além disso, estão competindo por um valor monetário expressivo.
Como já foi dito anteriormente, eis a grande cilada, num país onde o mito da democracia racial impera, confinar personalidades artísticas negras num local onde, as militâncias são levantadas misturadas com as questões comportamentais de forma individual, traz à tona uma espécie de desserviço a todo o caminho percorrido até aqui.
Aí vem a pergunta crucial: Mas não é representatividade que vocês buscam? Não é o espaço na mídia? E agora? Sim, é a representatividade e o espaço sim, mas se busca tudo isso em espaços do cotidiano televisivo e no dia a dia de nosso país, espaços esses que serão traduzidos em maiores presenças de negros em diferentes sítios do mecanismo social (trabalho, educação, política) e não apenas em um programa de televisão onde, conforme Guy Debord, a mercadoria chega à ocupação total da vida social, onde nada mais se vê, a não ser ela mesma (a mercadoria).
Não podemos esquecer, portanto, de personalidades negras importantes como Abdias Nascimento, Lélia Gonzales, Djamila Ribeiro entre outros. Precisamos aprender a olhar o negro brasileiro em dois momentos, o coletivo e o individual, pois todas as pessoas são vistas desta forma. Temos o exemplo da participante Paula, do BBB 19 que se mostrou surpresa ao ver que o responsável por esfaquear sua amiga não era um “favelado” e sim um rapaz branco que residia no exterior, temos também a expulsão de Marcos Harter, no BBB 17, por supostas agressões a uma participante, tais comportamentos não fizeram com que toda mulher branca fosse vista como preconceituosa e nem que todo homem branco fosse visto como agressor. Nestes casos foram observadas as individualidades e não a coletividade. Isso é correto, mas deve ser aplicado ao negro também.
Aí fica a pergunta: Cilada ou representatividade?
*Paulo Sergio Gonçalves, coordenador do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Estácio/RS, Mestre em Letras e Doutorando em Literaturas Africanas.
fev 23, 2021 | Mato Grosso do Sul
Na sociedade podemos encontrar três tipos de indivíduos em relação à busca do conhecimento: Os inteligentes que também aprendem com os erros e ensinamentos dos outros; os tolos que acreditam que podem aprender sozinhos e os medíocres, que não se esforçam para aprender nada.
Ao longo da sua história o homem sempre demonstrou resistência em acreditar em Deus. Mesmo de posse das Escrituras Sagradas, que contém inúmeros relatos de punição e até destruição de cidades inteiras, como Sodoma e Gomorra, por conta da iniquidade de seu povo, o homem insiste em não aprender as lições.
No carnaval de 2020 parte da sociedade brasileira se extrapolou na sua exibição nas ruas quando dentre tantos outros atos de blasfêmia e imoralidades, cometeu o terrível pecado de colocar o Salvador da humanidade, Jesus Cristo, Filho de Deus, dominado pelo diabo que figuramente O arrastava pelas ruas do Sambódromo, arrancando aplausos e admiração de muitos presentes pela ousadia e “criatividade” do ato, transmitido ao vivo para o Brasil e o mundo.
Quão grande pecado ali foi cometido. Muitos que viram a cena se chocaram e até choraram. Porém, grande parte aplaudiu e assim, o desfile continuou com seus inúmeros carros alegóricos e fantasias enaltecendo o mal.
Apesar das reações em contrário, ficou tudo justificado em nome da liberdade de expressão e da cultura. Prevaleceu a blasfêmia, a ignorância da Lei Divina que é bem clara: “Não se enganem: Ninguém zomba de Deus. O que a pessoa plantar, é isso mesmo que colherá” (Gálatas 6:7).
Até quando o homem vai sofrer apanhando e até morrendo pela ignorância de que Deus está acima de tudo e de todos e que nós estamos aqui para não só reconhecermos isso como também para lutarmos pelo abandono dessas e de tantas outras impurezas e maldades existentes no interior de cada um de nós?
Todos podem ser purificados e conquistar patamares evolutivos que os fazem viver e aprender que o verdadeiro objetivo da vida se encontra na obediência aos ensinamentos e mandamentos do Senhor. Felizes aqueles que reconhecem isso e se esforçam para trilhar o bom caminho que os leva de volta à presença de Deus, o Pai.
Quando procuramos ser sábios, olhamos as Escrituras Sagradas e a própria história secular do homem e constatamos que periodicamente o povo sofre os mais variados castigos por transgressões a esses mandamentos.
Apesar de muitas catástrofes e pragas surgirem em meio ao povo por motivos alheios ao conhecimento humano, é certo afirmar que em muitos casos elas ocorrem sim por conta da iniquidade de seu povo. De acordo com as Escrituras, esses episódios normalmente ocorrem quando comunidades inteiras atingem elevado grau de imoralidade, promiscuidade e comete todo tipo de lascívia e blasfêmia que acabam provocando a ira de Deus que faz o que é preciso para que o homem sinta, reflita e procure trilhar o bom caminho.
O Brasil e o mundo vivem há mais de ano uma pandemia generalizada por conta do novo vírus, que já sofreu mutações e ceifou milhares de milhares de vidas e ainda assusta nações inteiras, mesmo com a chegada das vacinas.
Por que o Senhor permite que Seus filhos passem por tamanha aflição? Quantos já não perguntaram isso uns aos outros e também em oração?
E a cena do Sambódromo do ano passado, onde diante do olhar de todo o mundo, a figura de Cristo era arrastada pelo diabo e este ano, no mesmo período, o local está deserto, vazio. Não há desfiles e o povo se encontra recolhido. Que lição podemos aprender desses dois quadros distintos? E o que dizer então da pandemia? Isto sem contar com os inúmeros desastres “naturais” como o avanço das águas dos rios e do mar, terremotos e deslizamentos de terra?
Até quando insistiremos em ignorar que fazemos parte do Plano de Deus e que deveríamos procurar a evolução espiritual, acima do material e trilhar o caminho que Ele traçou para cada um de nós? Até quando?
*Jornalista e Professor
fev 19, 2021 | Mato Grosso do Sul
MAR DE LAMA: O episódio da prisão do deputado Renato Silveira (PSL-RJ) retrata o país onde as instituições estão desmoralizadas perante a opinião pública. A Câmara Federal e o Supremo Tribunal Federal – desnudados por tudo que lemos e ouvimos se equivalem em credibilidade. Os únicos perdedores somos nós – que subsidiamos a doce vida deles. Se puxar a descarga entope o vaso. Haja água!
BOM ALUNO: Eduardo Riedel aprendeu rápido as lições da política. Seu discurso na Câmara Municipal da capital mostrou segurança em temas oportunos ao evento. Sua saída da Secretaria de Gestão (Segov) para assumir a Secretaria de Infraestrutura é o carimbo que faltava no passaporte para disputar o Governo em 2022. É o cara!
COSTURAS: A reconciliação da deputada Rose Modesto (PSDB) com o Parque dos Poderes faz parte do projeto do PSDB. Neste rol também está acertada nomeação de Sergio Murilo – empreiteiro e presidente do Podemos para a Segov, hoje ocupada por Riedel. A vantagem de estar no poder é ter condições de oferecer espaços para quem vem somar ao projeto eleitoral. É a política meu caro.
BASTIDORES: Muitos projetos ou interesses habitam qualquer cenário em ano que antecede eleições. Aliás, dizem os mineiros que a fase dos conchavos ao sabor do pão de queijo e café, seria o período mais importante de qualquer pleito. Sobre isso o ex-governador Pedro Pedrossian insistia que o exercito precisa ser treinado antes da guerra.
ESCOLA: Câmara Municipal, onde tudo começa. Na capital muitos vereadores já sonham com 2022; alguns deles do PSD, partido do prefeito Marcos Trad. Casos de Tiago Vargas (6.202 votos); Otávio Trad (3.861 votos), Delei Pinheiro ( 3.850 votos), Ademar V. Jr (Coringa) (3.716 votos). Também podem concorrer a deputado estadual Carlos A. Borges (PSB-4.836 votos), Gilmar da Cruz (REP-4.195 votos) e João Cesar Mato Grosso ( PSDB-4.209 votos). São detentores de bom patrimônio eleitoral.
‘CABEÇAS DE VENTO?’: Fazendo as contas: Se é permitido votar aos 16 anos de idade, conclui-se que os nascidos em 2006 já estarão aptos para escolher em 2022 o próximos governantes. Esse raciocínio nos permite questionar o eventual preparo destes eleitores debutantes para analisar o quadro e optar pelos melhores postulantes.
ALIENAÇÃO: Pesquisas tem mostrado que dentre os assuntos expostos na mídia, a política é um tema que desperta pouca atenção dos nossos jovens. Inegável que a pauta da internet está recheada de outros assuntos mais interessantes, de maior conexão com a juventude, que já se manifesta pelo fim da obrigatoriedade do voto.
INFLUENCIAS: Uma delas é o ambiente do lar onde as referências à postura dos governantes na sua maioria negativas. O jovem vai então absorvendo informações que formatarão sua futura opinião. Seria como ouvir constantemente a observação de que certo alimento não é sadio, não faz bem à saúde Daí cria-se a natural rejeição.
INEVITÁVEL a pergunta: como conseguir motivar o eleitor jovem a se interessar pela política e o gerenciamento administrativo público neste ambiente pessimista? Os sinais são desanimadores, levando-se em conta a mesmice da fala e postura dos personagens da política – notórios por priorizar seus interesses pessoais. Aí fica difícil mesmo.
CAPITAL: As mensagens dos venezuelanos em pedaços de papelões pedindo ajuda; o arlequim dos malabares, o jovem manejando facões e os vendedores de balas nos semáforos. Haja grana para tanta arte e situações de dar pena. De um lado há quem combata a esmola, de outro, gente sensível disposta a ajudar. De que lado você fica?
JOHN HORVAT II: “ ( ) O que aconteceu com a nossa vergonha?…A vergonha é produto de uma sociedade que prioriza a alma sobre o corpo. É um mecanismo de defesa contra o vulgar, baixo, pecaminoso. A perda da vergonha hoje surge de uma mudança profunda nos valores. Nosso mundo materialista passa por cima da alma e busca apenas o conforto e os prazeres máximos…”
MAIS…: “ ( ) …A vergonha funciona como um sistema de alerta primitivo…( )representa uma luta entre o certo e o errado…( )…Assim a existência da vergonha é benéfica para a sociedade. Ela não se limita a reflexão individual; ela se estende ao que os outros pensam de nós. Muitos se sentem persuadidos a abandonarem o mau comportamento por temer a vergonha que se abaterá sobre eles, suas comunidades e famílias…”
‘BIG BROTHER’: Nas redes sociais não existe um divisor entre o que é de interesse público e o que é de caráter estritamente íntimo/privado. Há até certo exagero nas postagens; falta senso crítico em situações envolvendo questões pessoais de protagonistas com fotos e vídeos. Situações de caráter pessoal requerem cuidado.
INTENSIDADE: Marcou Oscar Goldoni! Eleito deputado estadual em 1990; prefeito de Ponta Porã em 1992; deputado federal em 1994 renunciou para assumir a Câmara; em 1996 tentou voltar sem sucesso à prefeitura; em 1998 foi eleito deputado federal; em 2002 perdeu na tentativa de reeleição; em 2006 perdeu a eleição para deputado estadual. Vitórias, renúncias e derrotas. Sem sucessor na política.
PASSAGEIROS: Também na política surgem personagens ocupando espaços num determinado contexto, mas nem todos prosperam. Nas placas e galeria de fotos dos ex- deputados no saguão da Assembleia Legislativa, é possível deparar com muitos deles – meros coadjuvantes, que não alçaram a condição de protagonistas decisivos, de peso.
MUDANÇAS: 2021 é o ano do renascimento. As pessoas repensarão seus objetivos pessoais de trabalho, saúde, dinheiro e espirituais; 50% das lojas físicas desaparecerão; poucos shoppings e cinemas sobreviverão; escritórios físicos fecharão; a educação em todos os níveis nunca mais será igual; o E-commerce continuará crescendo; as viagens a trabalho diminuirão. As previsões são da revista The Economist
POLÊMICA: Nas redes sociais grupos católicos se manifestam contra a Campanha da Fraternidade 2021 com o lema “Fraternidade e diálogo: compromisso de amor”. Tudo porque as pautas do evento seriam consideradas progressistas demais com abordagens inclusive da questão LGBT. Mais um ingrediente neste ‘caldeirão’ no fogo quente.
DO LEITOR: “Será que o ex-juiz Sergio Moro não tinha na época um bom amigo para pedir conselho se aceitava ou não o convite para ser Ministro da Justiça? Perdeu o poder, a condição de um dos homens mais influentes do planeta e acabou virando vidraça – alvo da vingança de gente que julgou. Ah! Se ele pudesse voltar no tempo”.
ELOGIADO por uns e criticado por outros, Moro corre sério risco de ser usado politicamente por certos grupos. Seu nome nas pesquisas presidenciais tem motivado comentários. Mas será que ele teria mesmo o perfil político? O discurso dele agradaria quais políticos? Moro precisa espantar aquela mosca azul que há tempos o persegue
DO TOSTÃO: “ (-) Temos de olhar e aprender com o passado, mas é necessário separar a nostalgia, a saudade, um delicioso sentimento, do saudosismo de achar que tudo de antes era melhor…” Essa referência sobre o futebol é aplicável às comparações entre o mundo atual e o passado. Ora! O mundo de hoje, pelos os avanços e benefícios, é muito melhor do que antes.
Criticar o governo é tão gostoso que não deveria ser monopólio da oposição. (Milton Campos)
Só porque é de graça a vacina nem começou e já acabou. (na internet)
“O que aconteceu com a nossa vergonha?” (John Horvat II)
fev 16, 2021 | Mato Grosso do Sul
Todo indivíduo que realmente acredita em Deus e que respeita isso, procurando viver de acordo com Seus mandamentos e ensinamentos, vive muito melhor que qualquer outro. Esse simples conhecimento, seguido de um profundo desejo de obediência a Ele, pode proporcionar verdadeiros milagres na vida de qualquer um. O problema é que nem todos agem dessa maneira, da qual se propuseram a seguir há muito tempo, muito antes da criação da Terra.
Para esclarecer e confirmar essas duas afirmações de que vivíamos com Ele antes da formação da Terra e que escolhemos fazer parte desse Plano para nosso crescimento (moral e espiritual) e consequentemente da nossa salvação, devemos recorrer às Escrituras Sagradas, que têm respostas para absolutamente todas as questões pessoal, profissional, familiar, espiritual… que o indivíduo desejar saber.
Quanto à primeira afirmação, de que vivíamos com Ele antes de viramos à Terra, apesar de muitas igrejas não creem nisso, o próprio Senhor a confirma. Acompanhe Sua conversa com Jó: “Onde estavas tu, quando eu fundava a Terra? Faze-mo saber, se tens entendimento.
Quem lhe pôs as medidas, se tu o sabes? Ou quem estendeu sobre ela o cordel? Sobre o que estão fundadas as suas bases? Ou quem assentou a sua pedra de esquina; Quando as estrelas da alva juntas alegremente cantavam, e todos os filhos de Deus jubilavam? ”(Jó 38: 1-7). Alguma dúvida depois desta informação dada pelo próprio Senhor?
A outra questão é a de que aceitamos os mandamentos e ensinamentos do Senhor, para segui-los na Terra. Somos privilegiados por estarmos aqui, pois somos filhos especiais Dele.
O Plano de Deus era que viéssemos à Terra, ganhando um corpo mortal, passando por um véu de esquecimento de como e onde vivíamos no mundo espiritual. De acordo com esse plano, enquanto estivéssemos longe (Dele), todos nós cometeríamos pecados e alguns se perderiam. O Pai Celestial conhecia e amava cada um de nós e sabia que precisaríamos de ajuda; assim, planejou um meio de auxiliar-nos.
Precisaríamos de um salvador para pagar pelos nossos pecados e para nos ensinar como voltar ao Pai. Jesus Cristo estava disposto a vir e dar a vida por nós, tomando sobre si os nossos pecados. Ele, como o Pai Celestial, desejava que decidíssemos se obedeceríamos aos mandamentos. Sabia que era necessário que fôssemos livres para provar que mereceríamos a exaltação.
Satanás, que se chamava Lúcifer, também se apresentou e disse que redimiria a humanidade toda, de modo que nenhuma alma se perderia, não nos permitindo escolher. Tiraria a nossa liberdade de escolha que nos fora dada pelo Pai.
E mais: desejava ter toda honra por nossa salvação. No final, como sabemos, Jesus Cristo foi escolhido e preordenado para ser nosso Salvador. Satanás ficou irado e rebelou-se. Houve uma batalha no céu. Satanás e seus seguidores lutaram contra Jesus Cristo e seus seguidores, que “venceram pelo sangue do cordeiro e pela palavra do seu testemunho” (Apocalipse 12:11).
E foi expulso o grande dragão, a antiga serpente, chamada o diabo e satanás, que engana todo o mundo; ele foi lançado na Terra e os seus anjos foram lançados com ele” (Apocalipse 12:9).
Observe que depois de perder lugar no Reino de Deus, Satanás foi deixado aqui na Terra junto com seus demônios para tentar infernizar a vida do homem e desviá-lo do caminho de volta ao Senhor. Ele quer que todos os homens e mulheres de toda a Terra, de todos os tempos, sejam fracassados como ele.
No entanto, o Plano de Deus para nós, que já tivemos a honra de aprovar esse projeto e fazermos parte dele para enfrentarmos todas as adversidades e tentações da vida, é lutarmos com todas as forças, alicerçadas Nele, para sermos salvos agora e para sempre.
Portanto, o Senhor tem sim um propósito Divino para você e a cada um de nós, seus filhos, que já estiveram, estão e estarão aqui na Terra. Tudo o que precisamos fazer para descobrirmos qual é esse propósito é nos voltarmos a Ele em ação e oração.
*Jornalista e Professor
fev 16, 2021 | Mato Grosso do Sul
Contrariando previsões médicas, o jornalista conseguiu sobreviver à reinfecção por coronavírus. Com uma trajetória marcada por milagres desde o nascimento, ele fez um sério compromisso com Deus, e com todos que oraram pela sua vida
Depois da experiência de quase-morte em razão da reinfecção por Covid-19, o jornalista Gino Rondon, mesmo em fase de recuperação da doença, compartilha sua história de vida, que é marcada por grandes exemplos de superação.
A pandemia, lamentou o jornalista, está deixando a cabeça das pessoas pertubada. Ele teve a primeira infecção pelo coronavírus em setembro do ano passado, quando foram apresentados sintomas leves.
No começo de dezembro, Gino Rondon foi surpreendido com a reinfecção pela Covid. Ele ficou um período em isolamento, enfrentando os sintomas provocados pela doença, sem maiores complicações.
Quando tudo parecia superado, no dia 4 de janeiro deste ano, Gino Rondon teve um “apagão”, sendo levado com urgência ao hospital. No mesmo dia foi intubado, permanecendo nessa situação durante cinco dias. “Aí veio a loucura da UTI, onde permaneci por sete dias. A equipe que me monitorava, por 24 horas, era composta em média por 10 profissionais da área da Saúde”, lembrou com detalhes.
Ao viver essa experiência, o Jornalista disse que hábitos simples do dia a dia, como por exemplo, tomar um banho de ducha, tornaram-se um sonho almejado durante o período de internação hospitalar. “Eu sonhava ir ao banheiro; comer um prato com arroz, feijão e salada; passei a dar mais valor nas pequenas coisas da vida”, disse.
Em razão da doença, Gino Rondon enfrenta uma série de sequelas, como fraqueza muscular nas pernas; dores de cabeça intensas; fadiga; déficts como alterações de memória e fadiga mental, além de ter perdido a voz, a qual está recuperando aos poucos. Ao receber alta, no saguão do hospital, conduzido por meio de cadeira de rodas, o jornalista se emocionou com a presença de amigos, familiares, e em especial, com sua filha caçula Flávia, que cantou a música do saudoso Gonzaguinha – “O Que É, o Que É?”, entoando a letra: “É a vida, é bonita e é bonita”. “Ali todos estavam considerando meu retorno para a vida, porque eu entrei no hospital quase morto, e saí vivo. Os médicos e enfermeiros chegaram a falar para as minhas filhas: ‘nós achávamos que iríamos perder essa batalha’”.
Trajetória de um vencedorA mãe de Gino Rondon, Arlete Rondon Gamarra, já falecida, devido às sérias complicações, ouviu do médico que teria que escolher entre a sua própria vida e a do filho. Como fruto de uma promessa, tanto Gino quanto à sua mãe sobreviveram. “Com a fé da minha mãe, hoje eu estou aqui”, comentou.
O jornalista teve que enfrentar também a perda de um filho, que foi assassinado brutalmente. “Perdi meu filho no auge de seus 30 anos; ele tinha um futuro profissional promissor. Com o tempo, conseguimos superar a dor, mas a saudade é eterna. Minha família continuou muito unida, e vivemos com alegria”.
A perda da visão foi outro grande desafio na vida de Gino Rondon. Ele conta que, “do nada, eu acordei, e pedi para minha esposa Edna acender a luz. E ela me disse que a luz já estava acesa. Mais um milagre abençoou minha vida com a recuperação da minha visão, ficando melhor do que era antes”.
Com a intubação por conta da Covid-19, o jornalista perdeu a força e mobilidade das pernas. Para ele, a experiência de ter que reaprender a andar aos 65 anos de idade jamais vai ser esquecida.
Diante de tantas lutas e superações durante a vida, Gino Rondon anunciou que vai assumir um sério compromisso com Deus, e com todos que oraram por ele, “de levar esse testemunho do milagre que eu sou para onde o Pai quiser. Seja pela produção de um livro, ou preferencialmente por intermédio de ministração de palestras, quero mostrar que ‘Eu sou um milagre de Deus’”, motivando assim as pessoas a acreditarem na força da vida, e principalmente no amor divino.
PERFIL DA FONTE: Especialista em Comunicação; Consultor de Marketing e Endomarketing; Jornalista; Radialista; Apresentador de Televisão; Palestrante; Instrutor de Cursos de Oratória; Técnicas de Vendas e Liderança; Empreendedorismo e Cerimonial; Profissional de Marketing com MBA em Marketing; MBA em Estratégias de Vendas; MBA em Psicologia Organizacional e Gestão de Pessoas; Coach de Profissão; Acelerador de Carreiras e Consultor de Marketing Organizacional e Político.
Texto jornalista Cristina Gomes