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Bela Vista-MS Sábado, 20 de Junho de 2026
CRÔNICA GUARANI: De rusgas a rugas!

CRÔNICA GUARANI: De rusgas a rugas!

Outro dia nós fomos sonhos de alguns, desejos de outros e até, quem sabe, indesejáveis para uma ou outra história. Mas vencemos, viramos vidas! Vidas das vidas de alguns. Outro dia nós éramos crianças e eles eram maiores que nossa infância. Tinham a autoridade de nos governar enquanto gastávamos os dias sonhando com um futuro que chegou rápido demais. Ainda outro dia os nossos pés se arrastavam, lambendo o chão e deliciando-se a cada passo conquistado; era o início do nosso mundo.

Outro dia, de repente, nós começamos a ter autonomia; viramos os donos das nossas próprias necessidades e cada vez mais necessários para construirmos os dias que rapidamente se tornaram saudades. Outro dia nós trocávamos risadas, construíamos história, protagonizávamos inúmeras rusgas, que no passo seguinte, dia desses, dobraram nossa pele, viraram rugas e logo deixaram apenas rastros.

Outro dia dobramos o tempo embaixo do travesseiro e logo acordamos visitando bem pouco nossa cama. Os detalhes perderam nossa atenção e a tensão de apenas esbarrar com pedaços de nossas vidas em pequenos becos escolhidos pelo destino começou a doer. Outro dia começaram a virar silêncio, começaram a nos deixar. De repente o intervalo entre as rusgas e as rugas levantou voo.

Outro dia as vidas de muitas vidas viraram mortes. O aconchego ficou sem o abraço; o pulso já não mais pulsou, o coração já não bateu, as feições foram desfeitas, o sorriso virou moldura fria para um retrato do nunca mais; o som perdeu seu ritmo, o olhar já não mais olhou e os sentidos não sentiram mais nada. E em nós ficaram sentimentos tantos, tantos que só sabem doer. E assim será, até outro dia, quem sabe?!

Josyel Ribeiro Carvalho

Leia Coluna Amplavisão: Bolsonaro: o mito pode virar mico?

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A PERGUNTA: O PSDB seria o PT de gravata?  Quem concorda, se reporta aos dois partidos juntos na ‘Diretas já” e aos pontos em comum nas gestões de Fernando H. Cardoso (PSDB) e Lula (PT). E mais; FHC elogiou e teve atitudes de apoio a Lula  em algumas  situações. E ultimamente  – FHC vem fazendo críticas ao atual Governo Federal.

OS DISCORDANTES lembram que FHC fora o maior antagonista do PT em 1994 e 2014 e que no comparativo da atuação de ambos os partidos – a Social Democracia tucana inspirada no pensamento do sociólogo alemão Max Weber – é muito diferente da linha ideológica petista que se posta bem mais à esquerda.

O ENCONTRO   recente de FHC e Lula mexeu com o protagonismo da eleição de 2022. Se os petistas comemoram, os tucanos lamentam, os bolsonaristas se irritam. Os tucanos juram; o PT não será a opção, e que isso poderia ajudar a derrotar Bolsonaro mas não ajudaria o PSDB que planeja até liderar uma frente ampla.

COSTURAS: Antes de FHC, Lula esteve com o ex-presidente Sarney (MDB), Gilberto Kassab (PSD), Rodrigo Maia (PSDB) e Eunício de Oliveira (MDB). Ele quer atrair  alguém do centro para vice tipo José de Alencar em 2002 (PL). O deputado Aécio Neves, os governadores João Dória (SP) e Eduardo Leite do RS. criticaram o encontro e prometem reagir.

NO DIVÃ:  O PSDB em crise a partir do ‘ninho’ paulista. As articulações de Dória excluem o ex-governador Alckmin, que pode deixar a sigla. O apoio de FHC ao nome de Eduardo Leite para o Planalto não é unanimidade. Essa fragmentação gera incertezas e passa imagem de partido desunido com lideranças passíveis de cooptação.

DEPUTADOS & AÇÕES: Paulo Correia (PSDB); homenageará os ex-deputados Onevan de Matos e Cabo Almi com denominação de salas da Casa com seus nomes; junto com a Fiems e Seinfra tem plano da retomada econômica.  Zé Teixeira (DEM):  requer instalação de base da Polícia Rodoviária Estadual na MS-145, entre os distritos de Ipezal e Pana; pede redutor de velocidade na rua Maria Povoa Braga no Residencial Oiti, na capital. Lucas de Lima (SOL)ativo nas redes sociais na prevenção do Covid; em defesa dos animais e da preservação ambiental na zona urbana das cidades inclusive. Pedro Kemp (PT); lamentou a perda do Cabo Almi e a condução da política anti Covid pelo P. Planalto. Lídio Lopes (Patri): comemora a sanção lei de sua autoria sobre expedição de certidão de nascimento em braile aos deficientes visuais.

DESAFIOS: Conseguirá o PSDB atrair outros partidos e lideranças descomprometidas com os 2 polos (direita e esquerda) da disputa? O êxito dependeria da economia ou da  questão sanitária apenas?  Qual o discurso para seduzir, convencer o eleitor insatisfeito com o atual governo e que discorda do eventual do retorno do PT ao poder?

SEM PROBLEMAS: A relação do Governo Estadual com o PT é bem melhor do que nas duas gestões anteriores. Os deputados petistas se dizem muito mais respeitados nas suas tratativas. Lembro; o ex-governador Zeca do PT é crítico do ex-governador Puccinelli (MDB), o que, aliás, inviabilizaria a aproximação das duas siglas em 2022  na sucessão presidencial no Estado.

BOLSONARO:  Até boa parte de quem o escolheu já critica sua postura ‘irreverente’ em eventos públicos.  No início imitou a atitude de Donald Trump  minimizando com ironia os perigos da Covid-19 – mas depois não fez a reflexão admitindo o equívoco e mudando a opinião. Os sinais reprovadores já aparecem nas pesquisas nas eleitorais.

ROSE MODESTO: A aprovação de seu projeto é manchete nacional. O feminicídio deixa de ser só uma agravante e terá tipificação própria no Código Penal. Aumenta a pena de 12 para 15 anos, reflete na Lei de Execução Penal, acabando com a criticada ‘saidinha’ dos assassinos. Resta a aprovação do Senado para a Presidente Bolsonaro sancionar.

AÇÕES & DEPUTADOS:  José C. Barbosa (DEM): aprovado seu projeto sobre venda de armas de fogo aos policiais inativos;  voto de louvor aos empresários da granja de suínos N. S. Aparecida em Indápolis;  registrou os investimentos do Governo do Estado no sistema viário de Dourados;   Evander Vendramini (PP); passou na CCJR seu projeto beneficiando o menor sob guarda judicial nos planos de saúde; pedirá a reativação da comissão que trata do rio Taquari.  Gerson Claro (PP):pede ao Governo a pavimentação da MS-455 entre a capital e Rio Brilhante, beneficiando Nova Alvorada e Sidrolândia; presidiu reunião da CCJR/ Alems. João Henrique (PL); ativo nas sessões aguarda a 2ª. votação de seu projeto dispondo sobre uso de fogos de artifício.   Capitão Contar (PSL); fiel aos seus princípios, pede o mesmo critério na tramitação de todas as propostas legislativas apresentadas na Casa.

CABO ALMI: Ao seu estilo, o saudoso deputado não deixou nódoas. Honrado, de cobrador de ônibus à Assembleia não se envolveu em escândalos. Ao contrário de outros políticos  que após eleitos mudaram de hábitos, casa ou bairro, ele permaneceu morando no mesmo lugar.  Seu sucessor Amarildo Cruz (PT) é experiente, preparado para a missão.  Boa sorte.

CARÁTER & HONRA: A mídia que expõe os lamentos pela morte de cabo Almi, fala de seus predicados, é a mesma que notícia fatos do submundo do crime envolvendo quem  deveria dar bom exemplo. A prisão por extorsão do ex-deputado e coronel José Ivan de Almeida, escancara os perfis morais de autoridades. Almi e Ivan:  a comparação é inevitável, a conclusão é do leitor.

VOTO IMPRESSO: Além do custo (R$3 bilhões) , haveria  outros desafios: projetar equipamentos, abrir concorrência e treinar o pessoal. E a lei diz que as regras eleitorais precisam estar definidas um ano antes do pleito. Aí temos pouco mais de 4 meses para sua aprovação e cumprir outros trâmites. Neste mundo cada vez mais digital o voto impresso não seria utopia?

NO FIO DA NAVALHA: Prefeitos e governadores na difícil missão de conciliar os interesses econômicos com os desafios da saúde. Uma sinuca de bico. Queremos ficar  vivos, mas levando a vida de antes do Covid. Esse dilema é universal. Mas para tentar recuperar o patrimônio ou emprego é preciso sobreviver. O que vale é a vida!  Pense bem nisso!

 DEPUTADOS & AÇÕES:  Marçal Filho (PSDB); repudia a fala do economista Eduardo Moreira à Leda Nagle no Youtube  denegrindo a imagem de Dourados. Antonio Vaz (Rep): tem projeto que eleva a qualidade de vida dos entregadores delivery; adotou o gabinete itinerante na capital. Mara Caseiro  (PSDB): pede ao DNIT a recuperação da BR-267 ( Jardim/P.Murtinho); ciclovia em Eldorado; anfiteatro em escola pública de Caarapó. Neno Razuk (PTB)elogia as obras do Governo na rua coronel Ponciano, em Dourados; manifestou-se pela morte do ex-deputado Cabo Almi (PT), enaltecendo sua conduta.

‘COFFEE BREAK’:  O banco tem 24 réus de várias estaturas políticas, até o ex-governador Puccinelli (MDB). A ação de 18 mil páginas desnuda gente com cara e pose de santos, adoradores do poder. O ex-prefeito Alcides Bernal (PP) da capital ‘rasgou o verbo’ ao depor. Insistiu: foi vítima de complô de políticos e empresários. A opinião pública já tem seu veredito. Agora é a vez da justiça.

NELSINHO TRAD.  Mostra serviço como senador (PSD), destravando projetos e liberando verbas. Para Costa Rica foram R$1,8 milhão para o esgoto e a criação da agência da Caixa E. Federal; Cr$375 mil para obras do esgoto de Dourados onde já tinha liberado R$8 milhões; para Três Lagoas R$1 milhão para recuperação de ruas e estradas. Antes liberou R$1,8 milhão para o esgoto sanitário. Nesses 2 anos já liberou R$10,7 milhões para a Educação de MS.

BRASIL: De seus 400 milhões de hectares agricultáveis só utiliza 62 milhões. Fora a Amazônia e outras áreas vetadas, temos mais terras agricultáveis do que a Rússia e os ‘States’ juntos. Temos mais água renovável do que a Ásia (4 bilhões de pessoas). Dos 10 maiores aquíferos subterrâneos, os 2 maiores estão aqui. Dados que atestam o potencial econômico brasileiro.

PILULAS  DIGITAIS:

Os mortos não passeiam de moto. (na internet)

Será que existe um túnel no fim da luz? (Carlos Castelo)

A vida não pode ser economizada para amanhã. (Rubem Alves)

O melhor dos bens é o que não se possui. (Machado de Assis)

Que o teu trabalho seja perfeito para que, mesmo após da tua morte, ele permaneça. (Leonardo da Vinci)

O nosso cotidiano é uma sucessão de poses. (Nelson Rodrigues)

O Brasil não tem carga tributária, tem descarga. (Carlos Castelo)

A vida vai ficando cada vez mais dura perto do topo. ( F. Nietzsche)

A imprensa é muito séria. Se pagar eles publicam até a verdade. ( Juca Chaves)

Em uma coisa os bêbados e os geógrafos tem razão: a Terra gira. ( Jô Soares)

Maioria não sabe que Elias, o profeta, já voltou à Terra! Wilson Aquino*

Maioria não sabe que Elias, o profeta, já voltou à Terra! Wilson Aquino*

A última promessa de Deus no Velho Testamento (Livro de Malaquias) é a de que Enviaria o profeta Elias à terra antes da segunda vinda de Cristo: “Eis que eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor; E ele converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos a seus pais; para que eu não venha, e fira a terra com maldição” (Ml. 4:5-6). O que muitos não sabem é que essa profecia já foi cumprida.

Elias (aquele que não experimentou a morte antes de subir ao céu) retornou exatamente no dia 3 de abril de 1836, como um ser glorificado durante o processo de dedicação do Templo de Kirtland, Estado de Ohio, nos Estados Unidos, para restaurar entre os homens os poderes do selamento (pais aos filhos, filhos aos pais e marido à mulher) para que as famílias pudessem ficar unidas na eternidade. Também inspirou as pessoas a se preocuparem com seus antepassados e descendentes, e a trabalhar pela sua salvação.

Antes da vinda de Elias, o Senhor restaurou a sua igreja na Terra, devolveu o sacerdócio ao homem depois de longo período de apostasia e mais: trouxe à tona o Seu Evangelho Restaurado, por intermédio do profeta moderno, Joseph Smith, que fez a tradução do Livro de Mórmon em março de 1830, quando foram publicados os primeiros exemplares na língua inglesa.

Joseph Smith foi instruído também a restabelecer a igreja do Senhor na Terra. Fundou em 6 de abril de 1830, A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, que hoje, quase 200 anos depois, é uma das que mais crescem em todo o mundo, com membros e capelas em quase todos os países e sem clero remunerado em nenhuma instância.

Por orientação do Senhor, a igreja constrói também templos em vários lugares do mundo, onde são feitos batismos pelos mortos; selamentos da família (Marido e mulher; pais e filhos).

O profeta Elias, um ser glorificado, apareceu a Joseph Smith e Oliver Cowdery, outra autoridade da igreja e de acordo com os registros feitos por Joseph, Elias disse o seguinte: “Eis que é chegado plenamente o tempo proferido pela boca de Malaquias – testificando que ele [Elias o profeta] seria enviado antes que viesse o grande e terrível dia do Senhor – Para voltar o coração dos pais para os filhos e os filhos para os pais, a fim de que a Terra toda não seja ferida com maldição;

Portanto as chaves desta dispensação são confiadas a vossas mãos; e assim sabereis que o grande e terrível dia do Senhor está perto, sim, às portas”.

A partir dessa “visita”, a igreja recebeu então as instruções necessárias  para fazer não só o batismo pelos mortos como também o selamento das famílias para a eternidade, unindo o coração dos pais aos filhos e dos filhos aos pais. Atividades essas feitas exclusivamente nos templos sagrados.

Foi também a partir daí que a igreja começou a promover o maior levantamento de genealogia do mundo, fazendo parcerias com as cidades, prefeituras, cartórios, para obter cópias de certidões de nascimento, casamento e óbito. Esse serviço é oferecido gratuitamente a qualquer cidadão, pela internet ou junto a qualquer capela da igreja em qualquer lugar do mundo.

Os membros da igreja, conhecidos como Santos dos últimos dias afirmam que sua obra vicária em favor dos mortos é exigida deles, por ordem do Senhor, por meio de revelação direta, e que se torna dever e privilégio de todo indivíduo que aceita o Evangelho e entrar para a igreja, trabalhar pela salvação dos seus mortos.

O Evangelho é ensinado aos mortos no mundo espiritual (Os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus, Jo.5:25; Por que se batizam eles então pelos mortos? I Cor. 15:29); Cristo pregou aos espíritos em prisão, I Ped. 3:18-20; Por isto foi pregado o evangelho também aos mortos, I Ped. 4:6) e eles podem aceitar as ordenanças (batismo e selamentos) realizadas pelos seus familiares vivos, no Templo,  já que as chaves para esse trabalho foram dadas por Elias, o profeta.

*Jornalista e Professor

Leia Coluna Amplavisão: Os políticos não devem ignorar as vaias

Leia Coluna Amplavisão: Os políticos não devem ignorar as vaias

inocentes’ – do ex-vereador Mario César, aliado do ex-governador  Puccinelli, ambos do MDB e enrolados no caso.

AÇÕES & DEPUTADOS: Lídio Lopes (Patri): aprovado seu projeto beneficiando deficientes visuais com certidão de nascimento em ‘Braile’; requer concessão de transporte gratuito a alunos com deficiência.  Marçal Filho (PSDB); requer melhorias no saneamento de Caarapó; atento a tramitação da duplicação da av. Cel Ponciano em Dourados. Mara Caseiro (PSDB ):pede recapeamento entre Tacuru e Eldorado e Corpo de Bombeiros para Iguatemi. Neno Razuk  (PTB): destinou R$600 mil à Associação de Pais e Amigos dos Autistas de Dourados; pede recursos à Agraer para agricultores de Bodoquena; destinou R$40 mil à entidade de Mundo Novo. Antonio Vaz (REP): voto de pesar pela morte da jornalista Marcia Caetano; propõe o incentivo do Governo para instalação de usina de oxigênio medicinal nos hospitais.

REFLEXÃO: “…( )…Nascemos incompletos. Durante toda a vida haverá sempre uma parte que nos falta. O tempo é a nossa mutilação cotidiana. O tempo que se vai é violento e nos oprime. Nos passa a impressão de que vivemos sem ter vivido. Como se o melhor da vida estivesse sempre em outro lugar e não aqui…” ( Jeferson Tenório/ Zero Hora/RS)

AGUENTA! Acesa a fogueira das vaidades na CPI do Covid-19. Até parece o ‘BBB”.  Parlamentares querem aparecer com gestos e perguntas fora do contexto.  De olho em 2022, vale tudo para uns segundos grátis na mídia.  Já o Governo  sangra politicamente  – viabilizando inclusive a volta ‘triunfal’ do ‘recauchutado’ senador Renan Calheiros (MDB).  É do peru!

ENTALADA:  Difícil sair a reforma tributária: 82% do orçamento gastos em salários, aposentadorias, auxílios sociais, seguro desemprego. Sobra pouco para infraestrutura, educação, saúde – etc. Há sim uma guerra entre a União, Estados, municípios e as grandes corporações. Cada qual puxando a sardinha para seu lado. É a cara do país!

DEPUTADOS & AÇÕES:  José C. Barbosa (DEM): voltou a pedir melhorias para as aldeias indígenas de Dourados; emenda sua melhora atuação do Cartório Virtual de MS.  Evander Vendramini (PP); comemora envio de mais 20 soldados da PM para Ladário e Corumbá; reclama das condições dos trevos da BR; 262 reforça suas ações em Bonito;    Gerson Claro (PP): presidiu reunião da Comissão C.  Justiça e Redação; com sua emenda de R$100 mil o Hospital Municipal de Dois Irmãos do Buriti adquiriu novos equipamentos.  João Henrique (PL); seu projeto prevê penalização de pessoas jurídicas envolvidas em maus-tratos a animais. Capitão Contar (PSL) aprovada em 1ª. discussão seu projeto criando a Política de Diagnóstico e Tratamento da Síndrome da Depressão no MS.

‘PROFISSIONAIS’:  O desemprego é notícia, mas um fato é ignorado. Nos currículos de muitos desempregados há o registro do pouco tempo deles nos empregos anteriores. É a característica de ‘colaboradores’ que não vestem a camisa da empresa e aí acabam provocando a demissão para levar vantagen$. Enfim, não é fácil gerar emprego no país.

MUDANÇAS: No passado era comum o empregado iniciar profissionalmente numa empresa e lá permanecer até sua aposentadoria. Sem dúvida que se tratava de pessoas  comprometidas com os interesses do pagador do seu salário . Postura justa, sem raiva e inveja do patrão, onde a ingratidão não tinha espaço. Mas hoje – os tempos são outros.

OUTRA FACE:  A pandemia  desnuda a realidade do empreendedorismo mostrado as vezes equivocadamente com glamour. Quem não é do ramo, não dispõe de capital e não  persistir sucumbe. No Brasil o cidadão abre uma empresa e quer ficar rico a curto prazo. Na Europa uma geração abre a empresa para a geração seguinte consolidá-la e usufruir dos dividendos.

PILULAS DIGITAIS:

Somos todos inocentes. ( ex-vereador Mario César (MDB), réu no ‘Coffee Break’)

O maior inimigo de um governo é um povo culto. ( Jô Soares)

Nada é tão admirável em política quanto uma memória curta. (John K. Galbraith)

Um político é capaz de qualquer coisa para permanecer no emprego – até mesmo tornar-se um patriota. ( William R. Hearst)

O tempo que se vai é violento e nos oprime. ( Jeferson Tenório)

Só tem uma coisa mais devastada que a natureza: a natureza humana. (Carlos Castelo)

O desespero eu aguento. O que me apavora é essa esperança. ( Millôr Fernandes)

Nunca somos nós mesmos quando há plateia. (Milan Kundera)

Viva a vida como se todo dia fosse ‘Dia de Paredão’. (Pedro Bial)

 

Bíblia comprova o Livro de Mórmon: Por Wilson Aquino*

Bíblia comprova o Livro de Mórmon: Por Wilson Aquino*

Quem lê o Livro de Mórmon confirma não apenas sua autenticidade como também sente o poder de Deus em cada página. Isto porque se trata de um documento sagrado e histórico, devidamente inspirado, escrito por profetas antigos que habitavam o Continente Americano, desde muito antes da vinda de Cristo à terra.

O livro contém o relato de duas grandes civilizações. Uma veio de Jerusalém no ano 600 a.C. e posteriormente se dividiu em duas nações conhecidas como Nefitas e Lamanitas. A outra veio muito antes, quando o Senhor confundiu as línguas na Torre de Babel.

O acontecimento de maior relevância registrado no Livro de Mórmon é o ministério pessoal de Jesus Cristo entre os Nefitas após sua ressurreição, no Continente Americano.

A passagem bíblica que testifica que Cristo visitou outros povos na terra antes de subir aos céus se encontra em João 10:16: “Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco; Também me convém conduzir estas e elas ouvirão a minha voz, e haverá um rebanho e um pastor”.

Em Ezequiel (37:15-18) podemos ver a ordem do Senhor para que o homem registrasse sobre seus mandamentos e ensinamentos: “Tu, pois, ó filho do homem, toma um pedaço de madeira e escreve nele, por Judá e os filhos de Israel, seus companheiros (Bíblia) e toma outro pedaço de madeira e escreve nele: por José, a vara de Efraim, e de toda Casa de Israel, seus companheiros (Livro de Mórmon). E ajunta um ao outro, para que sejam uma vara; e serão uma só na tua mão”.

Vale lembrar do antigo costume de fazer livros – escrevia-se em tiras largas de pergaminho que eram enrolados em varas (pedaços de madeira), vemos aí o equivalente a livro na passagem anterior. Na ocasião em que foi feita essa declaração os israelitas se haviam dividido em duas nações conhecidas como o reino de Judá e o reino de Israel ou Efraim. É claro que aqui se está se referindo aos anais distintos de Judá e José. E o leitor do Livro de Mórmon vai entender, logo no começo da leitura do livro, que a Nação Nefita estava compreendida pelos descendentes de Leí, que deixou Jerusalém em 600 a.C. com destino ao Continente Americano. Ele pertencia à tribo de Manassés, os filhos de Ismael, que eram da tribo de Efraim. De maneira que os Nefitas eram da tribo de José e tão verdadeiramente representam o Livro de Mórmon sua história ou “pedaço de madeira”, como a Bíblia o “pedaço de madeira” de Judá.

Outra passagem importante da Bíblia: “E vi outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o Evangelho Eterno, para proclamá-lo aos que habitam sobre a terra, e a toda nação, e tribo, e língua, e povo” (Apocalipse 14:6). Esta escritura refere-se ao Livro de Mórmon que surgiu nos últimos tempos como Evangelho restaurado e um outro testemunho de Jesus Cristo. O livro foi entregue por um anjo ao profeta moderno, Joseph Smith, em 1827. Ele tratou depois de fazer a tradução para o inglês. Hoje ele se encontra em quase todos os países do mundo, traduzido nas suas respectivas línguas.

Em Isaías (29:11,12), outra referência bíblica sobre o livro: “Por isso toda a visão vos é como as palavras de um livro selado que se dá ao que sabe ler, dizendo: Lê isto, peço-te; e ele dirá: Não posso, porque está selado. 

Ou dá-se o livro ao que não sabe ler, dizendo: Lê isto, peço-te; e ele dirá: Não sei ler”.

E em Salmos (85:11): “A verdade brotará da terra e a justiça olhará desde os céus”. (O livro, selado, escrito em placas de ouro, estava enterrado numa caixa de pedras no alto de uma colina).

Nenhum leitor do Livro de Mórmon deve contentar-se com essas e outras evidências citadas na Bíblia no que diz respeito à autenticidade desta obra que se tem por Escritura sagrada. Foi prometido um meio mais seguro e eficaz para determinar a veracidade ou falsidade deste volume. Da mesma forma que as outras Escrituras, o Livro de Mórmon só pelo espírito da Escritura pode ser entendido; e este espírito não se obtém senão como um dom de Deus. Entretanto, esse dom foi prometido a todos os que buscam. É recomendado então a todos, o conselho do último escritor da obra, Moroni, o cronista solitário que selou o livro e que mais tarde foi o anjo que o revelou: “E, quando receberdes estas coisas, peço-vos que pergunteis a Deus, o Pai Eterno, em nome de Cristo, se estas coisas são verdadeiras, e, se perguntardes com um coração sincero e com boa intenção, tendo fé em Cristo, Ele vos manifestará a verdade delas pelo poder do Espírito Santo. E pelo poder do Espírito Santo podeis saber a verdade de todas as coisas”. (* Com informações de James E. Talmage, autor do livro Regras de Fé)

*Jornalista e Professor

Crítica: “A mulher na janela”

Crítica: “A mulher na janela”

UM ELENCO ESTRELADO, UMA HOMENAGEM A HITCHCOCK E UM FILME MEDIANO

Não é pouca coisa reunir em um só trabalho a talentosa Amy Adams, o lendário Gary Oldman, o carismático Anthony Mackie (para muitos o “nome do momento”) o surpreendente Wyatt Russell e o brilho de Julianne Moore (pra ficar só nestes cinco nomes). Apenas isso justificaria investir 1h40min de sua vida para acompanhar “A mulher na janela”, uma adaptação do livro homônimo de A.J. Finn, que estreou na última sexta-feira (14.05.2021) no catálogo da Netflix.

A história mostra Anna, uma psicóloga que sofre de agorafobia (um transtorno de ansiedade que a impede de sair de casa) e que passa parte de seu tempo vendo, pela janela, o dia-a-dia dos vizinhos. Em uma dessas observações (entre boas doses de álcool e remédios) ela testemunha uma cena aterrorizante e tenta, fragilmente, denunciar o ocorrido.

Os fãs do mestre Alfred Hitchcock perceberão, desde os primeiros minutos, uma clara e deliciosa homenagem ao clássico “Janela Indiscreta”, de 1954. O visual externo dos apartamentos e a câmera com teleobjetiva reverenciam o mestre do suspense.

Tá bom, mas vá com cuidado. O filme, cuja pré-produção teve início em 2016, demorou cinco anos para ser concluído em definitivo. Passou por uma série de percalços, inclusive uma refilmagem. E isso parece ter balançado a mão do bom diretor Joe Wright (Radioactive, Orgulho e Preconceito, O Destino de uma Nação, etc.). Fica a impressão de que seu maior trabalho foi a montagem de um quebra-cabeças, uma colagem de fragmentos, comprometendo o ritmo de um bom suspense.

Amy Adams carrega o filme com uma luxuosa (apesar de curta) colaboração de Julianne Moore (as duas protagonizam um enigmático diálogo na primeira metade) e do promissor Fred Hechinger. No entanto, as participações dos pesos-pesados Oldman e Mackie são mínimas (sobretudo do segundo), deixando aquela sensação de “quero mais” e a certeza de que a direção poderia ter ampliado o desenvolvimento de seus personagens. Apesar de tudo, “A mulher na janela” entrega um bom thriller, com diversos plot twists e uma conclusão trivial. Vale conferir.

(*) Jornalista, especialista em Administração de Marketing, mestre em Produção e Gestão Agroindustrial e emissor de críticas cinematográficas no Facebook. (ariostomesquita@gmail.com)

Ariosto Mesquita (*)