nov 19, 2021 | Mato Grosso do Sul
O JOGO: Pode não parecer, mas o chamado jogo da política deve ser visto como um ‘esporte coletivo’. Afinal é difícil fazer política sozinho, das pequenas cidades, passando pelas disputas estaduais – até ao governo federal. Mas alianças devem ser bem pensadas, com políticos expressivos e com densidade eleitoral que faça a diferença nas urnas.
CALMA! Tem muito chão pela frente. Agora temos apenas flertes e paqueras entre os políticos de alguma afinidade. Convém lembrar que a 6 meses da eleição, na chamada janela partidária, os políticos poderão mudar de partido sem perder direitos. Quanto ao registro das candidaturas, ela ocorrerá só após 5 de agosto, o último prazo das convenções partidárias.
INTERROGAÇÃO: Após a estreia em 2020 nas eleições municipais, em 2022 teremos pela primeira vez a aplicação da nova lei vetando as coligações para Assembleia Legislativa e Câmara Federal. As siglas terão que concorrer de forma isolada às cadeiras disponíveis, aumentando assim a disputa entre os postulantes do mesmo partido.
PREOCUPANTE: Aqui temos 24 vagas para a Assembleia Legislativa e 8 vagas para a Câmara Federal. Cada partido poderá lançar apenas 25 candidatos a deputado estadual e 9 postulantes à Câmara dos Deputados. Mas um terço dos candidatos será de mulheres. Teremos então 9 candidatas ao legislativo estadual e 3 candidatas à Câmara Federal por cada partido.
DESAFIOS: Os partidos terão que atrair filiados para formação de chapas, lançar nomes de menor peso eleitoral para servir de escada e eleger os seus candidatos favoritos. Para isso os partidos terão naturalmente que dar apoio político e suporte financeiro para alavancar essas candidaturas. Mas eis o xis da questão: candidatura natimorta é utopia – não há idiotas na política.
DEPUTADOS & AÇÕES: Paulo Corrêa:(PSDB): líder, agilizando os projetos do Executivo, promovendo diálogo com sindicatos e federações e defendendo o aumento salarial sustentável. José Teixeira (DEM): zeloso secretário do Legislativo Estadual; reivindica asfalto para rua do Jardim Alhambra, em Dourados. Lucas de Lima (Sol): recebeu aprovação da CCJR sua proposta elegendo Dia da Dignidade Menstrual a ser comemorado anualmente no dia 28 de maio; também de sua autoria o projeto criando o Dia do Vacinador a ser lembrado no dia 18 de janeiro. Neno Razuk (PTB); pede ampliação do atendimento da Central de Libras em Campo Grande; destacou a instalação de antena digital na zona rural de Aparecida do Tabuado; solicita a revitalização do CEPER do 2º Plano em Dourados. Marçal Filho (PSDB): pediu ao Governador a ampliação do teto de isenção do ICMS de veículos para pessoas deficientes a exemplo do Governo Federal.
ALERTA GERAL: Números oficiais da Justiça Eleitoral mostram que menos de 10% dos deputados federais eleitos no país em 2018, atingiram ou superaram o quociente eleitoral, ou seja, obtiveram a cadeira na Câmara Federal por meio de votação própria sem depender dos votos totais obtidos pelo conjunto do partido ou coligação.
CÂMARA FEDERAL: Se tivermos 1 milhão e 300 mil votos válidos serão necessários mais de 160 mil votos para eleger o primeiro dos candidatos de cada sigla no MS. Em 2018 nenhum deles se elegeu com a própria votação e para atingir o quociente eleitoral foram contabilizados os votos das legendas e coligações. Sinal de alerta aos pretensos candidatos.
ELEIÇÕES 2018: Com 528.268 votos a chapa com o PSDB, PSD, Patriota, PMB, PP, DEM elegeu Rose Modesto (PSDB), Fabio Trad (PSD), Beto Pereira (PSDB) e Tereza Cristina (DEM). A chapa do PSL, PPS, Pros, SD, PSB, Avante e PMN totalizou 261.732 votos elegendo Tio Truts (PSL) e Luiz Ovando (PSL). Com 130.094 votos a coligação PDT, Podemos, PRB elegeu Dagoberto Nogueira (PDT). A chapa pura do PT elegeu Vander Loubet graças aos votos somados dos candidatos e da legenda.
TEMOR: Os candidatos a deputado estadual também preocupados. Com a previsão de 1.300 mil votos válidos, o quociente eleitoral deve beirar os 55 mil votos. Assim, para eleger pelo menos um deputado – cada partido terá que totalizar os 55 mil votos. Parada indigesta. Inseguros, alguns deputados devem aproveitar a janela partidária na tentativa de se viabilizarem.
NA SOMBRA: Lembra dos candidatos eleitos com poucos votos graças a votação de fenômenos, tipo Tiririca? Agora, quando não se preenche as vagas pelo quociente eleitoral, apela-se para o sistema de sobras. Mas só serão beneficiados candidatos com votos equivalentes a 20% do quociente eleitoral e os partidos que obtiverem um mínimo de 80% desse quociente. Antes não havia limite de votos aos candidatos. Era mais fácil.
AÇÕES PARLAMENTARES: Lídio Lopes (Patri); ultimando preparativos para a Conferência da Unale nos dias 24, 25, 26 em Campo Grande. Amarildo Cruz (PT): Autor da Resolução em 2009, comanda nesta sexta (20) solenidade de homenagem a 30 personalidades que se destacaram no combate ao racismo e em prol da igualdade racial no MS. José C. Barbosa (DEM): pede a construção de arenas esportivas na UEMS de Aquidauana, Dourados e Cassilândia; anuncia medida judicial contra a exploração do parquímetro na capital e Dourados. Mara Caseiro (PSDB): Em prol de 51 municípios num ano de mandato propôs 231 indicações; 97 ligadas a infraestrutura, 54 a Segurança e A. Social; 34 a Educação; 27 a Saúde. Pedro Kemp (PT): presidente da Comissão da Cultura criticou a interferência e censura no órgão responsável pelos exames do Enem que culminou com a demissão de 30 funcionárias.
CALDEIRÃO: Semana marcou pela fala política do prefeito Marquinhos (PSD), não usando desvios nos questionamentos sobre sua eventual candidatura ao Governo. Claro, as conclusões dependem da ótica de cada um. Mas pelos termos usados e segundo aquele conhecido roteiro eleitoral não há dúvida: a sucessão estadual irá proporcionar ‘fortes emoções’.
‘TO BE OR NOT TO BE’? A frase de W. Shakespeare veste como uma luva ao dilema vivenciado por Marquinhos Trad. Essa a questão: renuncia ou não a prefeitura? Eleito para administrar por 4 anos não sabe qual seria a reação da opinião pública. Mas por outro lado ele sabe que ficar no sereno (sem mandato por 2 anos) após 2024 não seria bom politicamente.
O CARA? Carlos Alberto Borges – o vereador Carlão (PSB) não esconde seu apetite político. Presidente da Câmara e prefeito por 2 dias aproveitando essas horas no poder. A propósito, pela movimentação das pedras do tabuleiro da sucessão, seguramente, ele faz parte do projeto político do prefeito Marquinhos. Convém ficar de olho nele.
EM FRENTE: Enquanto isso o secretário Eduardo Riedel ganha cada vez mais espaço na interlocução com todos segmentos da administração e também com a população. Preciso nas abordagens, o pré-candidato do PSDB vai demonstrando segurança nas suas manifestações e intimidade com os problemas e os desafios do Estado. Sabe onde pisa.
PARLAMENTARES EM AÇÃO:: João H. Catan (PL): registrando cumprimentos de segmentos ruralistas pelo seu projeto contra o ‘Queijo Fake’.; aguarda tramitação de sua proposta sobre a situação dos invasores de áreas rurais em relação aos benefícios dos programas sociais do Governo. Evander Vendramini (PP): pede construção de ponte de concreto no Córrego Progresso, região pantaneira de P. Murtinho; aprovado seu projeto prorrogando o prazo de vigência de autorizações e licenciamento ambiental; pede à Sanesul doação ao consumidor pobre de caixas de água. Antônio Vaz (REP): Presidente da Comissão de Saúde em sintonia com a Secretaria de Saúde quanto ao Covid – outras endemias e quanto ao plano de vacinação em 2022. Capitão Contar (PSL): aguarda a tramitação de sua proposta de incentivo a geração de empregos no comercio com mão de obra de pessoas especiais como ajudantes de caixas nos supermercados; solidário com as críticas do deputado José C. Barbosa à Flexpark pela gerencia do serviço de estacionamento na capital e Dourados. Gerson Claro (PP): projeto seu incluiu a comemoração (dia 9 de julho) da Revolução Constitucionalista de 1932 no calendário oficial de eventos; relatou favoravelmente na CCJR o projeto do Executivo concedendo aumento de 10% nos salários dos servidores.
E AGORA? “Fiquem todos em casa – a economia a gente vê depois”. Era o que os governantes diziam há poucos meses, pedindo para evitar aglomerações e exigindo o uso de máscaras contra o Covid-19. Mas o que estamos vendo nos estádios já preocupa. E vem mais por aí: férias e carnaval chegando e há risco de novo surto como ocorre na Europa. Bem, depois não adianta chorar.
LAVANDERIA? O nível dos debates entre os tucanos que participam das prévias do PSDB prejudicam a imagem do partido – já complicada. No fundo constata-se que a postura do político brasileiro é diferente, por exemplo, do americano. Lá prevalece o partido e as picuinhas acabam na convenção. Aqui os rachas são inevitáveis porque o pessoal sai atirando. Daí, somos o que somos!
PONTO FINAL: “…A vida passa e não percebemos o quanto ela avançou. De repente, damo-nos conta de que o tempo que gastamos foi usado de maneira fútil, sem percebermos que nossos dias finais chegam rapidamente, trazidos pela cegueira de darmos valor à coisas que desperdiçam nossa atenção, guiados pelo voluntarismo que nos aproximam da materialidade cheia de magia da vida material…” (Gaudêncio Torquato)
nov 18, 2021 | Mato Grosso do Sul
Há duas semanas o Brasil chora a perda de uma de suas mais ilustres filhas, a cantora e compositora Marília Mendonça. A dor e a tristeza do povo brasileiro revelou que as lágrimas derramadas não foram pela morte de uma simples cantora e sim por uma pessoa que compreendia muito bem os sentimentos e sofrimentos da mulher. E o mais importante: ela era sua defensora.
Marília Mendonça empunhava como ninguém a bandeira de luta em defesa da mulher, dando-lhe força e esperança de que, por mais difícil que estivesse a vida, no lar, no amor, no trabalho… Tudo pode ser revertido, mudado, para melhor, ensinava. Aconselhava sempre a se ter esperança, a lutar e a seguir em frente, mesmo as mais humildes e desassistidas mulheres brasileiras.
Tornou-se uma luz para mulheres tristes, feridas, discriminadas, desrespeitadas, humilhadas… Suas letras musicais, que ela mesmo compunha, trouxeram à tona denúncias de maus tratos recebidos e, ao mesmo tempo, apontaram o caminho, a solução para as oprimidas se livrarem das suas amarras.
Em seus shows, que lotavam grandes plateias e até estádios inteiros, com mulheres na sua maioria, não era de um público feminino ávido para ver uma simples grande cantora. Era para ver sua líder. Aquela que ousou denunciar e trazer à tona seus problemas e enchê-las de esperança de que tudo pode se resolver da melhor maneira possível, sempre.
Narrou inúmeros casos em que procurou ajudar mulheres que viviam os maiores dramas, envolvendo namorados, noivos e maridos infiéis e/ou violentos.
Para que sua voz fosse mais longe, passou a escrever esses casos e conselhos nas letras das músicas que cantava e encantava o público.
É lamentável que pouquíssimos famosos agem dessa forma, procurando realmente ajudar o próximo, usando fartas ferramentas que têm à disposição. A maioria pensa apenas e tão somente em seus próprios interesses, em seus ganhos pessoais. Não usam a fama, o sucesso e o fácil e gratuito acesso às mídias e à opinião pública, formada por gigantescas legiões de fãs, para empreender lutas em benefício do próximo. Ou pelo menos explorar melhor temas relevantes de elevado cunho moral e espiritual.
Quando muito, alguns dispensam apenas um tempinho para fazer uma ou outra obra de caridade. Poucos, bem poucos realmente, vestem a camisa por nobres causas em favor dos fracos e desprotegidos.
Preferem usar todo poder que possuem em coisas fúteis, nada edificantes. Perdem grande oportunidade de transmitir mensagens positivas, transformadoras, capazes de ajudar muitos a encontrarem o bom caminho e o trilharem com segurança e alegria.
Deus, na sua infinita bondade e sabedoria, ao criar o homem e Seu Plano de Salvação, estabeleceu como regra para o crescimento das pessoas, o amor ao próximo: “Amar o teu próximo como a ti mesmo”. Então, se preocupar e ajudar as pessoas não é uma simples orientação, mas uma obrigação de cada um.
Ele também ordenou: “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura” (Mc. 16:15). O Evangelho é a Sua Palavra de amor, de esperança, de consolo e de amparo a toda criatura, para que tenham alegria e conheçam e sigam o bom caminho que as conduzirão rumo à salvação e à eternidade.
Do ponto de vista do verdadeiro sentido da vida, Marília Mendonça, durante sua curta temporada na Terra, obedeceu com sabedoria aos mandamentos de Deus de amar e ajudar o próximo. Exemplo que deveria ser seguido por tantos cantores, atores, atrizes, artistas, atletas, jogadores, políticos, empresários…
Fico pensando no quanto um ídolo no esporte, por exemplo, venerado por milhares de milhares de pessoas em todo o mundo, poderia ajudar se abrisse a boca para influenciar jovens, seus seguidores, a abandonarem os maus caminhos, o caminho das drogas, da bebida, da marginalidade, da violência e da ociosidade. Salvariam tantas almas e encheria incontáveis lares de paz e alegria.
Não tenho dúvida de que se houvesse uma legião de Marílias Mendonças, teríamos sim um sociedade muito melhor e não apenas no Brasil mas em todo o mundo.
*Jornalista e Professor
nov 12, 2021 | Mato Grosso do Sul
Personagens da Turma da Mônica participarão da atividade; evento também terá contação de histórias com dicas sobre saúde financeirae uma atração musical
O Sicredi, por meio do seu programa de educação financeira Cooperação na Ponta do Lápis, e em parceria com a Mauricio de Sousa Produções, realizará a live Turma da Mônica e Educação Financeira, com os personagens da Turma da Mônica. O objetivo da ação, que marcará o encerramento da participação da instituição na 8ªSemana Nacional de Educação Financeira (Semana ENEF) 2021, é falar com pais e filhos sobre a importância da educação financeira.
Realizada por meio do canal do Sicredi no YouTube (www.youtube.com/sicredi), no domingo, 14 de novembro, às 18h (horário de Brasília), a live será dividida em três etapas realizadas de forma lúdica,a primeira marcada pelo encontro virtual de Mônica, Magali, Cebolinha e Cascão, como introdução ao tema. Na sequência, haverá contação de histórias utilizando o gibi da Turma da Mônica ‘Formas de Economizar’, produzido em parceria entre Sicredi e Mauricio de Sousa Produções, para introduzir dicas sobre saúde financeira e consumo consciente. Para encerrar, os personagens ainda participarão de uma atração musical.
“A parceria com a Mauricio de Sousa Produções, sem dúvida, ajuda o Sicredi a levareducação financeira, de uma forma leve e divertida para pais e filhos de todo Brasil. Por meio de uma coleção de gibis e vídeos com histórias da Turma da Mônica, ensinamos a origem do dinheiro, do orçamento familiar e como funcionam compras à vista e a prazo, possibilitando que eles aprendam como ter uma vida financeira mais sustentável”, celebra João Tavares, Presidente Executivo do Banco Cooperativo Sicredi e Diretor Presidente da Fundação Sicredi.
Ao longo da Semana ENEF 2021, o Sicredi vem fomentando aeducação financeira com ações realizadas por meio de suas cooperativas nas regiões onde está presente.No dia 08, realizou uma live intitulada “Vida Financeira Sustentável”,com apresentação da jornalista Paula Valdez, e os convidados Vera Rita de Mello Ferreira e Eduardo Amuri, onde foram debatidas questões relacionadas ao comportamento em relação ao dinheiro, dicas para se criar novos hábitos financeiros, consumo consciente e a importância de se fazer um planejamento para uma vida financeira mais sustentável.
Parceria em 2019 e distribuição de mais de 5 milhões de gibis
O lançamento do programa Cooperação na Ponta do Lápis, em 2020, trouxe como um de seus destaques a parceria nacional do Sicredi com a Mauricio de Sousa Produções, iniciada no ano anterior. A instituição financeira cooperativa criou uma plataforma para conectar pais e filhos através da educação financeira, apresentando uma coleção especial de vídeos da Turma da Mônica, além da distribuição gratuita de mais de 5 milhões de exemplares de gibis, construindo um papel importante na comunicação com o público infantil.
Os materiais podem ser utilizados pelos pais para ensinar aos filhos a importância de economizar, planejar e negociar, com temas voltados à realidade das crianças e gerando maior interesse pelo assunto de forma lúdica e divertida. Desde então, já foram lançados seis diferentes gibis e desenhos animados por meio da parceria.A divulgação dos gibis e vídeos ocorre de maneira institucional e educacional, sem fins lucrativos.
Todos os seis vídeos estão disponíveis noYouTube.
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 25 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br).
*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.
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Sobre a Mauricio de Sousa Produções
A Mauricio de Sousa Produções (MSP) é a maior empresa de produção de conteúdo do Brasil, com quase 60 anos de história e responsável por uma das marcas mais admiradas do país, a Turma da Mônica. Na área editorial, possui um dos maiores estúdios do setor no mundo – responsável pela venda de milhões de livros todos os anos. A companhia responde por mais de 80% das vendas de histórias em quadrinhos do mercado brasileiro. E ainda há outros números impressionantes: são mais de 400 personagens criados e mais de 1 bilhão de revistas vendidas. Não à toa, as revistas da Turma da Mônica participam de forma tão importante da alfabetização informal de milhões de brasileiros. A MSP investe em tradição com inovação e produz hoje conteúdos em todas as plataformas com a mais alta tecnologia, alinhando educação, cultura e entretenimento. Somente nos canais Turma da Mônica no Youtube, nos últimos anos, são contabilizados mais de 8 bilhões de visualizações. No licenciamento, a empresa trabalha com uma média de 150 empresas que utilizam seus personagens em mais de 3 mil itens.
nov 12, 2021 | Mato Grosso do Sul
FRAGMENTADO: Em 2020 o MDB caiu de 1144 para 784 prefeituras, mas lidera esse ranking, seguido pelo PP com 685 cidades; PSDB com 520 municípios e PT com 183. Em 2018 caiu de 18 para 11 senadores. Na Câmara foi quem mais perdeu: dos 66 deputados em 2014 caiu para 34 em 2018. Também perdeu deputados estaduais; de 118 para 93 e elegeu só 3 governadores (Alagoas, D. Federal e Pará).
‘TITANIC’: Olho no retrovisor e confiro os desastres de Ulysses Guimarães em 1989 e Orestes Quércia em 1994, quando o MDB obteve pouco mais de 4% dos votos. Vale citar o vexame em 2018 de Henrique Meirelles, em 7º lugar com 1,2% dos votos após o MDB ter ficado 24 anos sem candidato à presidente. A chegada de Michel Temer ao Governo se deu em circunstâncias atípicas.
CORRUPÇÃO: Sempre digo que os efeitos da opinião pública são maiores do que as sentenças judiciais. O MDB saiu desgastado da ‘Lava Jato’. Vários figurões presos e em situações vexatórias. Os casos do ex-governador Sérgio Cabral (RJ) e do ex-presidente Michel Temer ilustram o quadro vergonhoso que provocou o troco do eleitor nas urnas de todo o país.
SINAIS: As suspeitas de corrupção também desgastaram o MDB local. Envelhecido, encolheu e tem dificuldades de fazer alianças. Piorou com a anunciada ida do deputado Eduardo Rocha para o Governo, respingando na senadora Simone Tebet (MDB) sem espaço no cenário local. A saída dela seria tentar a Câmara Federal por outra agremiação partidária?
LEMBRETE: Eleito ao Senado em 1998 ao derrotar o advogado Carmelino Resende, Juvêncio C. da Fonseca voltou a disputar uma eleição. Em 2006 concorreu a Assembleia Legislativa e de nada valeu a exposição nacional no Senado. Por ter ficado distante das bases eleitorais foi derrotado, obtendo pouco mais de 8 mil votos. Portanto, nem sempre os holofotes em Brasília garantem a vitória.
ESQUISITO? É a política, a arte de reverter situações incoerentes, contrariando o bom senso e conceitos das relações humanas. Como disse o governador Reinaldo Azambuja (PSDB); o deputado Eduardo Rocha “sempre foi companheiro de primeira hora”. Aliás, jamais os deputados do MDB críticaram o Governo. Viciados no poder, os emedebistas ficaram alérgicos a oposição.
DEPUTADOS & AÇÕES: Paulo Corrêa:(PSDB): Homenageado na FIEMS com o ‘Gran Colar’ da Ordem do Mérito Industrial pela atuação em prol do setor; apoia a construção da estrada Leilão Novo Horizonte ao Porto Rolon no Pantanal. José Teixeira (DEM): pede redução da alíquota de importação de sucos naturais comercializados no MS. Lucas de Lima (Sol): seu projeto pede atenção às pessoas com distúrbio por criar animais em excessos nos locais inadequados, sem cuidados veterinários, com risco de doenças inclusive à comunidade. É o transtorno de acumulação. Lídio Lopes (Patri): faz projeções positivas do Congresso da Unale no comércio local; é seu projeto permitindo a comunicação por videoconferência entre pacientes hospitalizados e seus parentes. José C. Barbosa (DEM): homenageou o pescador Amaro Figueira com o batismo de ponte no rio Dourados com seu nome em Porto Vilma; dissertou e elogiou as ações do Governo Estadual em Dourados; apoia o aproveitamento dos candidatos remanescentes do concurso da Agepen.
O TABULEIRO: Os protagonistas atuais das eleições 2022 são: o governador Reinaldo Azambuja (PSDB), o prefeito Marquinhos Trad (PSD), o ex-governador André Puccinelli (MDB), o Secretário Eduardo Riedel (PSDB), o senador Nelsinho Trad (PSD), o ex-governador Zeca do PT e a deputada Rose Modesto (PSDB).
MUDANÇAS: Como sempre, as decisões políticas de Brasília vão refletir no quadro estadual e com a janela partidária os protagonistas devem se acomodar segundo suas conveniências. Difícil prever as mudanças, mas a tendência é que a ministra Tereza Cristina, hoje no DEM, fique junto com Riedel e aliada ao Governo Estadual e ao Presidente Bolsonaro.
DOURADOS: Desde a criação do nosso Estado ela tem sido a menina dos olhos dos candidatos a Governador fornecendo companheiros de chapa. Como Murilo Zauith foi vice governador de Puccinelli de 2007 a 2010 e agora repete o mandato, outros nomes douradenses deverão ser analisados e requisitados para a missão. Mas quem? Boa pergunta.
PARLAMENTARES EM AÇÃO:: João H. Catan (PL): seu projeto proíbe a dupla punição (corte do fornecimento e protesto cartorial) ao consumidor de energia elétrica; sua proposta cria o Dia Estadual da Guarânia e da Polca Paraguaia a ser comemorada no dia 15 de maio e inclusa ao Calendário de Eventos. Evander Vendramini (PP): Diário Oficial materializou a lei de seu projeto proibindo a oferta e celebração por telefone contratos e empréstimos consignados aos aposentados e pensionatos. De grande alcance social. Antônio Vaz (REP): Sancionada sua lei ‘Março Roxo’ de conscientização da epilepsia: é lei seu projeto igualando as premiações em eventos esportivos e paraesportivos para evitar discriminação entre homens e mulheres. Capitão Contar (PSL): Em tramite seu projeto incluindo no Calendário Oficial de Eventos a Festa de N. Senhora do Carmo no Distrito de Forte Coimbra; pede ajudantes de caixa nos supermercados para atender pessoas especiais. Gerson Claro (PP): Registrou voto de louvor a José Vitor Leme Batista, de Ribas do Rio Pardo, pela conquista do bicampeonato mundial de montaria em touros nos ‘States’; a favor do decreto de calamidade pública de Sidrolândia devido ao vendaval.
SINUCA DE BICO: Qual a solução para viabilizar a Unidade de Fertilizantes (UFN3) em Três Lagoas? Sem comprador vira sucata. Se a Bolívia reduzir a produção de gás (por falta de investimento$ em novos poços) ela não funcionará. O que era viável ontem, hoje não é mais. Refém da economia boliviana? A Petrobras ficou sozinha com esse mico na mão. Prejuízos de bilhões de reais.
SERGIO MORO: “…proponho, desde o início, a eliminação de 2 privilégios da classe dirigente. O fim do foro privilegiado que trata o político ou a autoridade como alguém superior ao cidadão comum, e o fim da reeleição para cargos no poder executivo. O foro privilegiado tem blindado políticos e autoridades de suas responsabilidades. Não precisamos dele…(-)” ( discurso na filiação ao Podemos).
REPERCUTE: A Polícia virou caso de polícia? Pelo sim, pelo não espera-se a mão forte da Promotoria de Justiça para apurar a suspeita de conivência do órgão com o jogo do bicho. O caso deve ganhar novos capítulos após o afastamento do Delegado geral da Polícia Civil – Adriano Garcia Geraldo. Pode dar zebra nesta história malandra.
AÇÕES PARLAMENTARES: ): Neno Razuk (PTB); pede ao Ministério da Saúde a distribuição de coleiras caninas contra Leishmaniose no MS; seu projeto assegura presença de cuidadores nas escolas para alunos com deficiência; pede maquinário agrícola para Paranhos. Amarildo Cruz (PT): Elogiou decisão judicial das cotas étnico-raciais de negros e indígenas em concurso de professores; pediu republicação de edital pela SED; tem projeto assegurando cotas nos concursos estaduais, inclusive cargos temporários. Marçal Filho (PSDB): Hospital do Amor (Dourados) beneficiado com sua emenda liberada para adquirir 2 veículos e equipamentos; destaca a revitalização da Av. Cel. Ponciano em Dourados; presidiu evento no dia 10 homenageando radialistas com a Comenda Antônio Tonani. Mara Caseiro (PSDB): Sua proposta cria o ‘Dia do Síndico’ a ser comemorado em 30 de novembro; pede Posto de Saúde para a Aldeia Cerrito, em Eldorado; melhora na rede energética de Caracól. Pedro Kemp (PT): Defende projeto contra a disseminação de doenças falsas no Estado e elegendo 24 de março como data comemorativa do ‘Dia da Verdade’.
ASSUSTADOR:: Após estrear na tribuna da Câmara dos Comuns William Churchill pediu a opinião a um veterano da casa que avaliou: “Meu jovem, você cometeu um grande erro. Foi demasiado brilhante no primeiro discurso. Isso é imperdoável. Devia ter iniciado mais na sombra, gaguejado um pouco. Com a inteligência que demonstrou, deve ter conquistado, no mínimo, uns 30 inimigos. O talento assusta”.
‘BAM BAM BAM’: Ao vencer o gal. alemão Rommel (A Raposa do Deserto) na África, o gal. Montgomery acabou guindado ao status invejável de estrela. Num evento em sua homenagem ele discursou: “Não fumo, não bebo, não prevarico e sou herói”. Churchill ouviu, entendeu o recado do general e deu troco ao seu estilo: “Eu fumo, bebo, prevarico e sou chefe dele”.
NA LATA! Aparteado num discurso por uma deputada da oposição em alto e bom tom: “Sr. Ministro, se Vossa Excelência fosse o meu marido, eu colocava veneno em seu chá”. Calmo, Churchill tirou os óculos e disparou: “Nancy, se eu fosse o seu marido, eu tomaria esse chá com prazer”! Outra vez, chamado de bêbado pela deputada ele espancou: “eu pelo menos acordarei sóbrio. Você continuará feia”.
O DEMOCRATA: Como entender o povo? Final da 2ª. Guerra, faltava só a rendição do Japão. Churchill herói não livrou o seu Partido Conservador da derrota para o Partido Trabalhador. Questionado, respondeu: “Eles têm o direito perfeito de nos expulsar. Isso é democracia. É por isso que estamos lutando”. Ele aceitou o revés do jogo democrático.
PRIVILEGIADO: Churchill viveu 90 anos, apreciador de charutos e conhaque, amigo de Chaplin. Lutou no Sudão, África do Sul, Índia, Cuba e nas duas Guerras Mundiais. Seu encontro com Hitler não ocorreu; o alemão alegou que não tinha se barbeado. Nunca foi rico, mas com o dinheiro de seu livro premiado com o ‘Nobel de Literatura’ deu para comprar cavalos de corrida.
PiLULAS DIGITAIS:
Deus é bom, mas inventa cada coisa. (Carlos Castelo)
Gasolina sobe novamente e será vendida na H. Stern. (Sensacionalista)
Na planície da política, o telhado é de vidro. Sempre
A única classe representada nos últimos 5 séculos no Brasil é a classe dos espertos.
Dos 195 países da ONU, o Brasil tem área maior de reserva do que 185 deles juntos. (Dados da Embrapa)
Alguns (chefes) são considerados grandes porque lhes mediram também o pedestal. (Séneca)
O Centrão não vira a mesa, não quebra pratos. Negocia!
Quem engorda o preço original da gasolina até chegar ao consumidor?
nov 11, 2021 | Mato Grosso do Sul
Nossa Língua Portuguesa é bela, viva e eficaz. Tem vida própria. Traça seus próprios caminhos, se transformando, evoluindo, mudando naturalmente, em perfeita harmonia com todos aqueles que dela necessitam e fazem uso. Qualquer tentativa de romper esse processo natural, como a ameaça insana de enxertar nela a “linguagem neutra”, é uma afronta. Um crime não apenas com a língua, mas com todo o povo brasileiro. Uma afronta à Nação que sempre preservou e respeitou suas tradições e sua cultura.
Ainda mais quando as justificativas para tais mudanças são de que a Língua Portuguesa é “machista”, “preconceituosa” e “discriminatória”. Isso porque, se refere, por exemplo, a determinados grupos de pessoas (homens e mulheres) como: “todos”, como se referisse apenas ao gênero masculino. As críticas chegam até as Escrituras Sagradas como em: “Deus criou o homem…” Reclamam que até aí há discriminação à figura da mulher.
E vão ainda mais longe. Pessoas que não se identificam com os gêneros masculino e feminino, que fazem parte da comunidade LGBTQIA+ querem criar pronomes, substantivos e adjetivos neutros, pois acreditam que somente dessa forma uma multiplicidade de identidades de gênero seria enfim contemplada gramaticalmente.
Lutam para criar um “Frankenstein” com a Língua Portuguesa, como se ela fosse a responsável pela discriminação e o preconceito às ideologias de gênero. Se esquecem que o respeito não é algo que se impõe, mas se conquista. E respeito não vem da gramática, mas do berço, da educação que é dada pela família na sociedade.
Querem implantar a linguagem neutra a qualquer custo. Na marra, se necessário. Em alguns pontos do país eles começam a infringir a lei para conseguir o intento. Um dos casos mais recentes ocorreu em Fortaleza, onde repartições públicas do município amanheceram com cartazes com linguagem neutra e o que é pior, violando leis e direitos de cidadãos e cidadãs sobre o uso de banheiros. Favorecendo a ideologia de gênero.
Como se não bastassem as tentativas diversas de mudar a Língua Portuguesa para favorecer uma minoria que não se sente prestigiada, comenta-se que a Rede Globo de Televisão vai lançar brevemente uma novela com essa famigerada linguagem neutra. Mais uma vez essa emissora perde grande oportunidade de trabalhar temas edificantes que fortaleçam o indivíduo, a família, a sociedade, com temas importantes de fato, alicerçados em bons princípios morais e espirituais.
A ameaça é internacional. A Academia Francesa mostrou sua contrariedade à iniciativa de se criar a linguagem neutra, descrevendo o dialeto como uma “aberração linguística” que representaria “perigo mortal” à conservação do idioma francês.
Em Santa Catarina, a deputada estadual Ana Caroline Campagnolo (PSL-SC) comentou sobre o assunto: “Mesmo a França, que é o berço do pensamento de esquerda moderna, de onde vêm as ideias progressistas, socialistas, estabeleceu uma normativa para salvar seu idioma”.
No telão do Plenário da Assembleia Legislativa de seu Estado ela apresentou imagens de uma prova de Biologia de um colégio da capital catarinense que aparece a palavra “alune” ao invés de aluno. Também destacou uma publicação da UDESC, convidando para uma “roda de egresses”, ressaltando que “todes estão convidades”. Quanta aberração!
Vale ressaltar que antes de um acordo ortográfico ser firmado, a comunidade deve se reunir, discutir, debater e concordar em pelo menos 50%. As mudanças percebidas são analisadas, profundamente estudadas até à exaustão e só então são propostas.
A mudança de 2009, por exemplo, ano em que o Novo Acordo Ortográfico entrou em vigor, começou a ser pensada desde 1990. Foram necessárias décadas de estudos e mais alguns anos para sua adaptação. Além disso, visava beneficiar não só o Brasil mas também outros países que falam a mesma língua. E para que ninguém duvide da dimensão dessa ameaça, analise esse texto elaborado pela Brasil Paralelo, com base nas propostas para a linguagem neutra: “Todes es leitoris que forem amigues de lingue portuguese, que estiverem habituadix aus clássices, que prezarem peli usi d@ gramátic@ em sue melhor forme, estranharãx esti novi formate di escritx”. Por essas e outras é que não podemos permitir que essa aberração se alastre pelo país e tome conta da nossa querida Língua Portuguesa.
*Jornalista e Professor
wilsonaquino2012@gmail.com
nov 5, 2021 | Mato Grosso do Sul
QUE TROCA! ‘Moro chega a Brasília para pré-campanha e é xingado em aeroporto’. Após essa notícia é inevitável a pergunta: ele precisava disso? Ao trocar a carreira do judiciário pela política, só perdeu. Faltou-lhe juízo ou um bom conselheiro. A distância do paraíso ao inferno é relativa; infinita ou apenas milimétrica. Vai depender da decisão do cidadão.
CACETADA: Em artigo recente o ex-juiz federal Odilon de Oliveira crítica o caráter político da CPI da Covid, ironizando: “…Um banquete cuidadosamente preparado para a campanha de 2022, com temperos agradáveis ao paladar de aliados políticos…(-)…E os Estados e Municípios para os quais a União despachou bilhões e bilhões de reais, continuarão ilesos?…”
INQUISIDORES? Odilon se reporta a postura dos membros da CPI como tendenciosa, desrespeitosa, afrontando testemunhas e indiciados. Parcial, a CPI induziu, intimidou testemunhas. Conclui-se que todo o material produzido pela CPI contém vício na sua origem, o que deve levar o Ministério Público e o Judiciário a considerá-lo imprestável. Argumentos jurídicos do ex-Juiz Federal.
INQUISIÇÃO: Lamentáveis as cenas do depoimento da oncologista Nise Yamaguchi, humilhada pelos senadores Omar Aziz e Renan Calheiros. Como cita o ex-juiz Odilon: “A própria Constituição Federal que autoriza a criação de CPI (s), impõe ao magistrado o dever de tratar com urbanidade as partes e testemunhas”. Ora! Os membros da CPI também se promoveram como paladinos da moral.
EMBATE: Humoristas chiam; piada sem estigma do preconceito é difícil. De um lado a liberdade de expressão, do outro a dignidade humana. Seu direito finda onde inicia o direito do outro. Mas há situações curiosas como o bordão da torcida do Flamengo que deixou o clube de saia justa. E como segurar o desabafo do torcedor p… da vida?
DEPUTADOS & AÇÕES: Paulo Corrêa:(PSDB): recebeu a visita do deputado Leonardo Araujo (MDB) do Ceará. Em pauta a geração de energia eólica. Aprovado pela CCJR sua propositura de concessão de título de cidadania. José Teixeira (DEM): requer a aumento do efetivo policial, incremento das rondas noturnas e nos finais de semana no distrito de Ithaum; monitora o quadro sanitário do prédio da Assembleia devido ao Covid-19. Lucas de Lima (Sol): autor de indicação pedindo o aumento da frota de ônibus urbanos na capital e a volta das linhas suprimidas devido a pandemia; repercute bem a aprovação de seu projeto ‘Educação em Direito Animal nas Escolas’; Evander Vendramini (PP): em contato permanente com autoridades, órgãos federais e estaduais relativos as ações preventivas a incêndios no Pantanal; acompanha a tramitação de suas propostas ainda em tramite. Gerson Claro (PP)): Empenhado na reforma e ampliação do prédio da Sanesul em Sidrolândia; participou em Miranda de evento do Governo gerando melhorias e investimentos; reuniu-se com o representante dos motoristas de aplicativos da capital – Fuad Salimene – ouvindo as reivindicações da classe.
‘MORDIDAS’: Geraldo Alckmin se elegeu em 1976 prefeito de Pindamonhangaba (SP) aos 24 anos. Na campanha ouviu a cantada da eleitora: “Doutor, e o dinheiro das passagens? Alckmin apontou para o prédio escolar dizendo: “a senhora vai votar logo ali”. Mas a resposta dela pegou o jovem médico de surpresa: “Mas dotor – nóis votemo em Itajubá”.
‘RECUERDOS’: Em 1950 Getúlio Vargas lançou a sobrinha Ivete Vargas (radicada no Rio) candidata a Câmara Federal por São Paulo. Eleita, um jornalista cobrou-lhe o segredo da boa votação mesmo sendo pouco conhecida dos paulistas. Ivete rebateu na lata: “Deve haver algum engano de sua parte, eu fui candidata a deputada e não a motorista de táxi”.
CISMADOS: Em 2014 Aécio Neves (PSDB) ganhou de Dilma (PT) em São Paulo, mas perdeu em Minas Gerais. Agora o senador Rodrigo Pacheco (PSD) quer unir os mineiros a exemplo de Juscelino Kubistchek e Tancredo Neves. Mas os mineiros são difíceis! Divergem até na escolha do hino oficial deles. Em 1985 as 72 composições que concorreram foram simplesmente desclassificadas. Em 1992 o número chegou a 570.
ENTENDEU? Takachi, japonês querido, saiu candidato a prefeito no interior paulista. A oposição iniciou as críticas e ele desabafou no palanque: Takachi bom pra cidade né? Dá dinheiro pra igreja, ajuda pobre e paga feira dos outros. Povo diz: Takachi bonzinho, querido. Mas Takachi candidato e aí povo diz: “Takachi filho da puta. Assim Takachi não entende povo”. Risadas na plateia com o comentário: “Takachi não entende mesmo”.
MUITO BOA! Candidato a vereador em Mossoró (RN) Chico do Peixe chegou atrasado e ofegante ao comício, doidinho para discursar. Com pouca gente no palanque foi chamado para fazer uso da palavra. Iniciando a oratória justificou sua ausência até então, rasgou o verbo misturando semântica com psiquiatria: “Olha minha gente – estou chegando “retardado”…
“PEDRADAS”: Assis Bigodão, vereador de Pau dos Ferros (PB), viajando de carro com o médico candidato a prefeito, faz o alerta massacrando o vernáculo – Jogaram uma pedra “neu”. O educado companheiro, faz a correção sem humilhar – “Neu” não, Assis; em mim”! Espantado, Assis assassina de novo a nossa língua: Vixe, jogaram pedra no senhor também? Que coisa!
AÇÕES PARLAMENTARES: Pedro Kemp (PT): repercute bem nas redes sociais seu apelo para redução das taxas de inscrição dos concursos públicos estaduais; atento as medidas sanitárias anti Covid nas escolas públicas. Amarildo Cruz (PT): seu projeto desobriga o pagamento integral antecipado das custas na propositura da ação facilitando o acesso à justiça; visita lideranças comunitárias, ouve reivindicações; pede isenção do pagamento do IPVA dos veículos com 15 anos de fabricação. Marçal Filho (PSDB): só neste ano destinou R$340 mil de suas emendas para investimentos (aparelhos de ar condicionado, laboratórios e computadores) nas escolas estaduais e municipais de 12 cidades. Mara Caseiro (PSDB): pede ao Governo 20 computadores para a escola do Assentamento Santo Antônio em Itaquiraí; instalação do posto da Receita Federal em Cassilândia e Caracól. Neno Razuk (PTB): projeto de sua autoria pede ciência imediata ao MP nos casos de maus tratos aos deficientes físicos; seu evento recente em pról da causa autista repercute positivamente na sociedade.
SIMONE: Ausente daqui, de relações estremecidas com o ex- governador Puccinelli, a senadora Simone Tebet (MDB) perdeu o espaço no seu partido e no cenário doméstico. Sua eventual candidatura à reeleição não entusiasma, não é prioridade dos cardeais emedebistas – cientes aos números das pesquisas mostrando o favoritismo da ministra Tereza Cristina (DEM).
EQUÍVOCOS: Divorciada do dia a dia dos grandes e pequenos municípios ela perdeu o contato com as lideranças. Ao optar pela oposição ao Governo Federal criou barreiras inviabilizando pedidos inerentes ao mandato. A análise do eleitor valoriza os benefícios que o parlamentar leva para seu Estado e município. Isso sim é política, gera votos! O resto é perfumaria.
O RELÓGIO contra Simone. 2022 está aí. Aqui o ‘seu’ MDB depende exclusivamente de um ex-governador com problemas. Disputará a Câmara Federal ou viabilizará a candidatura a vice-presidente ao Planalto. Mas de quem mesmo? Teria cacife para tal ou seria a saída honrosa da política? Parece-nos que à senadora falta um bom conselheiro, artigo raro na prateleira política.
PARLAMENTARES EM AÇÃO:: Antônio Vaz (REP): aprovado seu projeto que reprime a pratica de crimes financeiras contra idosos, auxiliando-os e protegendo-os, através de campanha na 1ª. semana de Outubro; presidente da Comissão de Saúde atento as ações oficiais contra o Covid-19. Lídio Lopes (Patri): empenhado no sucesso da 24 Conferência da Unale nos dias 24, 25 e 26 de novembro em Campo Grande; acompanha a situação sanitária devido ao Covid nos municípios que representa. João H. Catan (PL): viu aprovado seu projeto declarando de utilidade pública estadual a Ong ‘Pedacinho do Céu’ que também resgata e encaminha gatos e cães para adoção na capital. Capitão Contar (PSL); único deputado contra a análise e votação (na última 4ª. feira) em regime de urgência do projeto criando 2 cargos de desembargadores e 15 cargos em comissão para assessores. José C. Barbosa (DEM): é seu projeto instituindo o Dia do Investigador de Polícia no dia 25 de novembro; atende Alcinópolis pedindo ao governo construção de ponte na MS-217; asfalto da estrada vicinal entre a MS-217 ao entroncamento da Br-359 e a MS-436, além da reforma do prédio da sede da Polícia Militar.
BOA NOTÍCIA: O projeto do Governador Reinaldo Azambuja (PSDB) em reeditar a vitoriosa ‘Caravana da Saúde’ ainda neste ano vem ganhando apoios dentro e fora dos quadros da administração. Aperfeiçoado – o evento seria oportuníssimo nesta fase da pandemia, beneficiando considerável parcela da nossa população carente.
MUDANÇAS: Sinal dos tempos. Após 146 anos o jornal “O Estado de São Paulo” muda o formato. Saiu do tradicional modelo ‘standard’ dos jornalões (60 por 75 cm) para o tipo ‘berliner’ (31,5 por 47 cm). Uma tentativa válida para manter a edição impressa do ‘Estadão’, desaparecido das raras bancas de revistas ainda existentes na nossa capital.
NOVIDADE: O grupo Jovem Pan surpreende e coloca no ar sua televisão com uma programação noticiosa totalmente oposta a linha editorial das concorrentes Bandeirantes Globo e CNN. Portanto, às vésperas da sucessão presidencial Bolsonaro reforça sua linha de ataque e defesa na mídia, que convenhamos, arma valiosa em qualquer eleição.
MIGALHAS DIGITAIS:
Pesquisa: 81,6% dos brasileiros têm orgulho de terem nascidos aqui. E há outro jeito?
Os vivos são sempre, e cada vez mais, governados pelos mortos. (Augusto Comte)
Os vivos são sempre, e cada vez mais, governados pelos mais vivos. (Barão de Itararé)
O problema de Minas é falta de fé. Vamos juntar minha fé, sua fé, nossas fezes, para salvar Minas. (Newton Cardoso num comício em Betim)
Olho vivo – que cavalo não desce escada! (colunista Ibrahim Sued)
O tamanho do Brasil depende da perspectiva que a gente tem. (Rafael Greca)