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Bela Vista-MS Sábado, 20 de Junho de 2026
Leia Coluna Amplavisão: O fator religião pesará nestas eleições?

Leia Coluna Amplavisão: O fator religião pesará nestas eleições?

RELIGIÃO E POLÍTICA: Desembarcaram juntas no Brasil em 1.500. Mas a influência dos evangélicos nos 3 poderes é crescente e provoca reações diversas. A religiosidade será decisiva no pleito nacional e na sucessão estadual?  Até onde pesará na escolha dos candidatos pelos eleitores evangélicos? Influenciará os eleitores de outras seitas? Tudo dependeria do discurso na campanha? Os excessos de evangélicos poderiam gerar preconceito do eleitor católico principalmente?

NO RETROVISOR: Nem todos os políticos evangélicos com mandato foram eleitos com votos exclusivos dos ‘irmãos’. Um alerta por exemplo à pré-candidata ao Governo Rose Modesto, uma liderança nos movimentos cristãos fora do catolicismo. Mas romper barreiras do preconceito é possível como fez Marcelo Crivella (PRB) ao se eleger prefeito do Rio de Janeiro em 2016. “Mas o Rio é o Rio” – diriam.

A PROPÓSITO: Um leitor questiona ironicamente: “nestas eleições vamos debater as  propostas para uma vida melhor ou simplesmente convidados a orar? Neste ritmo corremos o risco de voltarmos ao tempo da Idade Média cujas relações íntimas entre o Estado e a Igreja estão retratadas no livro (e filme) ‘O Nome da Rosa’ (de Umberto Ecco)?”

VATICANO: No Código do Direito Canônico os padres são proibidos de assumir cargos políticos que impliquem participação no exercício do poder civil e nem se filiar a partidos políticos. O clero não deve participar de atividades político-partidárias e nem ceder espaços físicos e meios de comunicação para apoiar candidatos ou partidos políticos.

E AGORA?  Mas o Papa Francisco diz que a Igreja não só pode como deve participar da vida cidadã e incentiva o debate objetivo e transparente com base na sua Doutrina Social. Entende que os cristãos não podem imitar Pilatos lavando as mãos. Lembra ainda que a política está muito suja porque os cristãos não participam dela com o espírito evangélico.

DEPUTADOS & AÇÕES: Paulo Corrêa (PSDB): Missão cumprida na pandemia; anunciou a volta das sessões abertas da Casa ao público no próximo dia 2, obedecidas é claro as regras de segurança contra a Covid-19.   Zé Teixeira (PSDB):  pede ajuda  federal para construção de 3 UBS rurais no município Paranhos; requer ao Governo Estadual a pavimentação em trecho (800 metros) da MS-142 no perímetro urbano de Camapuã. Lucas de Lima (PDT):  Publicada lei de sua autoria dispondo sobre a  o fim da limitação de consultas e sessões  de fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e psicoterapia no tratamento do Autismo. Gerson Claro (PP): Entusiasta pelo agronegócio como fonte de renda aos municípios defende a facilidade do escoamento da produção; pede ao Governo a restauração do trecho da  MS-431 entre a BR-158  e o distrito de São João do Aporé, em Paranaíba.    Pedro Kemp (PT):   Usou da tribuna para discorrer sobre a decisão da Organização das Nações Unidas (ONU) que considerou o julgamento  do ex-presidente como parcial e injusto; ainda criticou o indulto outorgado ao deputado Daniel Silveira.

BARÃO DE ITARARÉ: Crítico do Governo Vargas, foi sequestrado e levou uma surra.  De volta ao jornal afixou aviso na porta: “entre sem bater”. Candidato a vereador no Rio de Janeiro quando faltava água e vendiam leite adulterado, adotou o lema: “Mais água, mais leite. Mas menos água no leite”. Agradou e se elegeu.  Em 1947 o TSE cassou seu mandato. No seu último discurso lascou: “Um dia da caça, os outros dias da cassação. Deixo a vida pública para entrar na privada. ”

‘DOSSIÊ’: Dados disponíveis no site da Câmara: Deputado federal pelo PSB em 2007/11 Ciro Gomes não apresentou um único projeto, faltou quase a metade das sessões (um dos 10 mais faltosos) recebendo o salário integral. Também figurou na ‘farra das passagens’, um escândalo famoso.  Mas ele não acordou do sonho (pela 4ª. vez) de chegar ao Palácio do Planalto.

OUTROS TEMPOS! Quem não se lembra dos comícios e suas figuras folclóricas na plateia? O bêbado alegre, por exemplo, era uma delas. Mas as novas leis e a internet sepultaram o evento que atraia multidões custando caro com os shows artísticos, foguetório, ‘comes/bebes’ e brindes. Junto com as carreatas, os comícios serviam como demonstração do prestígio dos candidatos para influenciar os eleitores indecisos.

SEM RUMO:  PSDB nacional justifica a fama de indeciso como dizia o ex-governador Quércia (MDB). A sigla não se impõe na terceira via e o pré-candidato João Dória se perde em palavras e ações. Dias após Lula (PT) dizer que ‘Dória não tinha passado, presente e nem futuro político”, o líder tucano declara que ‘respeita o ex-presidente petista’. Perdeu o amor próprio.

EM CRISE:  O PSDB e seu rosário de problemas: o caso escabroso do deputado Aécio Neves e a JBS; as consequências das malfadadas prévias nacionais; a saída de Geraldo Alckmin, a renúncia de João Dória ao Governo Paulista são alguns deles. Aliás Dória parece aquele capitão do navio prestes a afundar – preocupado primeiro em salvar a própria pele. Danem-se os passageiros!

AÇÕES & PARLAMENTARES: José C. Barbosa (PP): Na sessão do dia 26 usou a tribuna virtual para criticar a administração municipal do prefeito Alan Guedes, de Dourados, classificando-a de “extremamente deprimente…fria e distante.  Lídio Lopes (Patri): Sancionada pelo Governo Estadual a lei de sua autoria que institui o Dia do Krav Maga a ser celebrado anualmente em 10 de março. A norma foi publicada no Diário Oficial.  Capitão Contar (PRTB):  Autor de 418 proposições em 2021; cumpriu agenda em Ponta Porã reunindo-se com comerciantes e proprietários rurais da fronteira.  Antonio Vaz (REP): Sancionada lei de sua autoria instituindo a Semana de Incentivo a Participação da Mulher no Processo Eleitoral; está na linha de frente de ação unisocial contra a fome com o objetivo de auxiliar as famílias vulneráveis em decorrência da pandemia.   Paulo Duarte (PSB): Autor de Projeto de Emenda à Constituição prevendo a concessão de Licença Maternidade para mulheres ocupantes de cargo eletivo no MS;  protocolou no MPE representação contra a Flexpark pedindo devolução aos usuários dos valores pagos à empresa após o fim do contrato de concessão de estacionamento junto a prefeitura da capital.

 REGISTRO: A atuação da maioria de nossos deputados federais, após a criação do MS, passou despercebida. Dos 8 atuais – o deputado Fábio Trad (PSD) é que tem conseguido maior visibilidade nacional pelas ações e preparo. Continuará membro titular (desde 2018) da CCJ e Cidadania (a mais importante) e integrando as comissões que defendem os direitos da mulher, do idoso e dos deficientes.

MÉRITOS! É difícil ter espaço naquele labirinto de poder onde habitam políticos experientes de representatividade partidária maior que do MS. No caso de Fábio, ele tem sido protagonista em episódios que exigem conhecimento jurídico, ganhando  projeção na mídia nacional. Como diz o deputado Londres Machado (PP): “um deputado precisa ser especialista em alguma área. Caso contrário passará despercebido na Câmara”.

CARONAS: Em todas as eleições há 2 tipos de candidatos: Primeiro, os que possuem luz própria graças ao prestígio pessoal, currículo e ações no espaço onde vivem. Segundo,  os dependentes  da força do partido e do grupo político – do que de seus méritos pessoais. Neste caso a carreira política tende a ser de curta duração. São os políticos de um só mandato. Passam, ninguém percebeu e nem sentiu a falta.

DAY AFTER: Os efeitos da Covid se fazem notar nos mais diferentes segmentos da sociedade e no seu dia a dia. Além do comércio, escolas, indústria e prestação de serviços, também entidades tradicionais como Maçonaria, Lions, igrejas e clubes recreativos sentem as consequências financeiras deste longo período de ausência social. Hora de repensar posturas. O dinheiro encurtou.

REDEAS CURTAS: Viagens de férias, troca de carros e móveis, reforma da casa e programas em restaurantes de final de semana, nem pensar! A classe média da iniciativa privada revendo o estilo de vida. Dos planos de saúde para a fila do SUS. Alguns nem reclamam; estão dando graças a Deus, felizes, por escaparem da Covid. Vale a vida, com ou sem grana.

AÇÕES LEGISLATIVAS:  Neno Razuk (PL): A pedido de vereadores de Juti pede ao Governo ajuda na instalação da Casa de Apôio em Dourados para atender os pacientes em busca de atendimento médico especial; questiona os valores cobrados pela Energisa em Água Clara cuja população está revoltada. Evander Vendramini (PP): É seu o projeto que tramita na Casa obrigando hospitais e clínicas públicos e particulares a manter um fisioterapeuta nas Unidades de Terapia Intensiva. Amarildo Cruz (PP):  Graças ao seu projeto virou lei o tema Educação Fiscal que foi incluído nos componentes curriculares das escolas da Rede Estadual de Ensino do MS.  Mara Caseiro (PSDB): Parabenizou na tribuna duas mulheres que denunciaram assédio sexual no trabalho; ainda na tribuna virtual defendeu a Licença Maternidade às mulheres exercendo mandato classista tendo em vista que a legislação atual é omissa neste sentido.  Marçal Filho (PP): Em Douradina fez a entrega de veículo 0/km para transporte de pacientes carentes de assistência médica. O prefeito Jean Fogaça agradeceu lembrando de várias obras e investimentos na cidade com recursos destinados pelo deputado.

CUIDADO!  Os candidatos precisam  cultivar a paciência para suportar as provocações encomendadas ou não. Nunca é demais lembrar que as câmeras dos celulares registram som e imagem com qualidade. Aliás, circula nas redes sociais o entrevero entre o pré-candidato Ciro Gomes (PDT) e alguns jovens que o provocaram gritando ‘Bolsonaro – mito’.  O jogo é bruto!

O RETORNO:  Finalmente a Assembleia Legislativa estará voltando às sessões presenciais com o ingresso livre. Mas algumas ausências serão notadas: dos deputados cabo Almi (PT) e Onevam de Matos (PSDB) e dos colegas de imprensa:  Guilherme Filho, Pierri Adri, os fotógrafos Valdenir Rezende, Toninho Souza e Oscalino Resende – vítimas da Covid. Mas a vida segue.

PONTO FINAL:

 No Brasil a política se resume em não deixar a onça com fome, nem o cabrito morrer de fome. (Stanislaw Ponte Preta)

O trabalho remoto veio para ficar! Será?

O trabalho remoto veio para ficar! Será?

Horários mais flexíveis aumentam a produtividade

Com o avanço da vacinação, a pandemia vem perdendo força e a rotina sendo retomada. Mas o trabalho remoto veio para ficar? Segundo uma pesquisa britânica, sim! Foram ouvidas 2 mil empresas no Reino Unido e a maioria planeja permitir aos funcionários maior flexibilidade sobre onde e quando desempenhar suas tarefas.

Cerca de 65% das empresas estão desenvolvendo um modelo híbrido, no qual as pessoas passam apenas parte do tempo no escritório. Cerca de 71% dos empregadores disseram que ter funcionários em casa aumentou a produtividade ou fez pouca diferença.

Um outro levantamento da Robert Half com mais de 800 colaboradores no Brasil aponta que o sistema agradou a maioria. Entre os entrevistados, 86% querem trabalhar de casa mais vezes por semana, mesmo após o fim do isolamento.

O trabalho remoto também fez sucesso entre os gestores. Pesquisa feita com cerca de 300 líderes de grandes empresas aponta que 62% dos gestores envolvidos em processos seletivos aprovam o sistema de home office e 74% apoiam a ideia de equipes híbridas, com funcionários que trabalham de casa e outros presencialmente.

Os especialistas concordam que o trabalho remoto deve ser somado ao sistema presencial e não o substituir, como acreditavam alguns no início da pandemia. O mais provável, dizem eles, é que se formem equipes híbridas — com profissionais que trabalham presencialmente e outros de forma remota — ou mesmo que haja escalas específicas para cada membro do time.

Uma alternativa para este novo modelo híbrido é o escritório virtual, que oferece serviços e espaço para trabalho. Este novo cenário não requer manter grandes estruturas de escritórios, salas e prédios. O escritório virtual oferece acomodações adequadas e são mais baratas.

Esse novo modelo também é tendência aqui no Mato Grosso do Sul, como explica a gestora do Park Office Brasil, Roberta Holsback. “Nesses quase 10 anos de Park Office, vimos muitas mudanças nesses últimos dois anos de pandemia. Empresas grandes com filiais espalhadas pelo Brasil, optaram pelo escritório virtual para reduzir custos. Os nossos clientes sentiram muito os efeitos da pandemia, em não poder fazer reuniões e atendimentos presenciais, nossas salas rotativas ficaram paradas, mas outros serviços foram bastante demandados como secretariado, motoboy, atendimento telefônico personalizado, digitalização de documento e principalmente os correios. Muitos clientes perceberam que esse novo modelo pode ser mais produtivo e menos oneroso”, explica Roberta.

Um desses clientes é o Fernando Machado Klein, Diretor da ECOA Perícias e Avaliações, que já utiliza os serviços do Park Office há mais de cinco anos. “Custo benefício é muito bom, uma vez que não tenho gastos mensais comparáveis àqueles que teria com estrutura própria. Além disso, instalações e atendimento que permitem receber clientes com qualidade e presteza”, declarou.

Roberta também explica que o escritório virtual tem serviços mais elaborados que o coworking, como serviços de copa, secretariado e estão mais preparados para atender empresas que precisam de atendimento mais especializados, como advogados, por exemplo, que precisam de um atendimento mais profissional, com atendentes de apoio na recepção para auxiliar com o cliente, servir água e café, impressões e digitalização de documentos, receber correspondências, além do atendimento telefônico personalizado. Todo o atendimento tem que ser exclusivo, pois isto reflete diretamente na imagem do profissional.

“Muitos profissionais também optam por terceirizar os seus serviços abrindo CNPJ para emissão de Nota Fiscal para as empresas que os contratam, desta forma em home office, utilizam todos os serviços de apoio dos escritórios virtuais/ Coworking além de poderem locar uma sala de reunião para atender seus clientes”, explica Roberta, que ainda aponta mais benefícios, como a redução de custos, além da otimização do tempo que gastaria administrando um escritório comum.

Entender, respeitar e ensinar a Páscoa! Por Wilson Aquino*

Entender, respeitar e ensinar a Páscoa! Por Wilson Aquino*

Assim como Papai Noel nada tem a ver com o Natal, que deveria ser inteiramente voltado com maior respeito, alegria e devoção ao nascimento de Jesus Cristo, o coelho e os ovos de chocolate em absolutamente nada remetem à Páscoa, outra data sagrada, de profundo cunho religioso, que representa a Ressurreição de Cristo, mas que parece ter caído no esquecimento do indivíduo e de famílias.

Embora a Ressurreição seja o maior significado dessa comemoração, a verdade é que a Páscoa, conhecida pelos judeus como “pessach” que significa “passagem”, remete à libertação do povo hebreu da escravidão no Egito há cerca de 1.500 a.C.

Para maior entendimento a respeito da origem da Páscoa, as Escrituras Sagradas nos ajudam e é o próprio Senhor quem conta, como se encontra em Êxodo 12:

12 – E eu passarei pela terra do Egito esta noite, e ferirei todo primogênito na terra do Egito, desde os homens até os animais; e sobre todos os deuses do Egito executarei juízos. Eu sou o Senhor.

13 – E aquele sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes; e vendo eu o sangue, passarei por cima de vós, e não haverá entre vós praga de mortalidade, quando eu ferir a terra do Egito.

14 – E esse dia vos será por memória, e celebrá-los-eis por festa ao Senhor; nas vossas gerações celebrareis por estatuto perpétuo.

24 – Portanto, guardai isto por estatuto para vós e para vossos filhos para sempre.

26 – E acontecerá que, quando vossos filhos disserem: Que rito é este vosso?

27 – Então direis: Este é o sacrifício da Páscoa ao Senhor, que passou por cima das casas dos filhos de Israel no Egito, quando feriu os egípcios, e livrou as nossas casas. Então o povo inclinou-se e adorou.

Em resumo é isso: o Senhor prometeu castigar todo primogênito do Egito e orientou seu povo, os hebreus, a sacrificarem um cordeiro imaculado e a passarem o sangue sobre seus portais para que o Senhor fizesse a passagem (pessach = páscoa) sobre suas casas sem que ninguém fosse ferido.

E ordenou também que essa se tornasse uma comemoração perpétua entre os povos em toda a terra.

Com o passar dos tempos, mais precisamente há 2.000 anos atrás, o Filho de Deus, Jesus Cristo, veio para ser sacrificado em lugar do cordeiro, para a salvação da humanidade. É por isso que a comemoração “perpétua” da Páscoa ganhou maior reforço para a humanidade, pois representa também a ressurreição de Cristo, o Cordeiro de Deus que morreu pelos pecados do mundo e que nos livrou da morte espiritual.

Cristo se sacrificou por amor e dedicação a todos nós. Depois de sua morte, o homem não precisou mais fazer sacrifícios de animais para demonstrar o seu amor e respeito ao Senhor. Agora, basta apenas que reconheça Seu poder e Sua glória e obedeça Seus ensinamentos e mandamentos, para que tenha uma vida alegre e segura, agora e para sempre. Por toda eternidade.

Diante de tanto sacrifício e ensinamentos, inclusive pelo exemplo de Cristo, é lamentável vermos o que grande parte das pessoas faz com a Páscoa, o Natal e outras datas comemorativas e principalmente no dia a dia, quando deveriam louvar e enaltecer o nome de Deus e de nosso Salvador, Jesus Cristo.

É triste ver o quanto o homem blasfema e ignora o poder e glória de Deus. Se esquece que cedo ou tarde vai chorar de tristeza e dor e reclamar de tamanho sofrimento no dia a dia, sem consolo, sem amparo, em desespero, se não tiver o Senhor no coração.

É dever do pai e de toda mãe ensinar princípios do Evangelho às crianças. Nada contra o consumo de ovos de chocolate no final da Semana Santa, mas o que não pode é deixar as crianças ignorantes ao conhecimento espiritual que rege o verdadeiro sentido das coisas, da vida. Lamentável que com o tempo e com o trabalho do maligno, essa educação e veneração ao Senhor vão ficando no esquecimento, a ponto de se chegar no domingo de Páscoa e todos se voltarem e venerarem um coelho, se esquecendo completamente da alegria da Ressurreição de Jesus Cristo.

*Jornalista e Professor

Leia Coluna Amplavisão: Senadora Simone: a próxima vítima do MDB

Leia Coluna Amplavisão: Senadora Simone: a próxima vítima do MDB

‘A PRÓXIMA VÍTIMA’: O roteiro daquela novela do Silvio de Abreu na Globo era outro. Dela uso o título para lembrar da trama do MDB contra a senadora Simone Tebet. Mas traição não é coisa nova nos mares da política. Ela é um dos conceitos preconizados por Maquiavel. O tinhoso senador Renan Calheiros (MDB) e o ‘coronel’ José Sarney são seguidores fieis de Maquiavel. E ninguém avisou a senadora?

ESTRATÉGIA: Pelas eleições no período após a redemocratização percebe-se que o MDB optou pelo estratégico papel de coadjuvante e de equilíbrio de forças junto ao poder. Embora forte nos Estados, a sigla jamais teve uma liderança nacional capaz de consolidar  uma liderança de peso. Ficou sempre próximo ao poder e usufruiu das suas benesses.

RETROSPECTIVA: Das últimas 7 eleições presidenciais o MDB disputou 3 e todos de resultados ruins. Em 1989 Ulysses Guimarães chegou em 7º lugar com 4,73% dos votos. Em 1994 Orestes Quércia foi 4º com 4,38%. Em 2018 Henrique Meireles (gastou R$54 milhões do seu bolso), chegou em 7º com 1,2% dos votos, perdendo para João Amoêdo (Novo) e Cabo Daciolo (Patri) que teria gasto apenas R$10 mil.

ESTIGMA? Após deixar o Governo Paulista em 1991 sob suspeita de corrupção Orestes Quércia perdeu todas as eleições. Em 1994 tentou o Palácio do Planalto e teve menos votos do que o dr. Enéas, 4,38%, em 4º lugar. Em 1998 disputou o Governo de São Paulo e foi o 5º colocado, atrás de Paulo Maluf, Mario Covas, Marta Suplicy, Chico Rossi. Em 2002 disputou o Senado perdendo para Aloysio Mercadante e Romeu Tuma. Em 2006 tentou o Governo de São Paulo e perdeu para José Serra e Mercadante.

PERIGOSAS:  É preciso tomar cuidado com as alianças quando elas são incompatíveis com as trajetórias ou perfis de seus personagens. Algumas delas o eleitor não engole e nem perdoa nos cenários regionais ou nacional. A abordagem se justifica pelo clima e notícias que circulam revelando situações consideradas como esdrúxulas pela opinião pública.

AÇÕES & DEPUTADOS: Paulo Corrêa (PSDB): Autor do projeto homenageando o pioneiro Clovis de Barros com seu nome batizando a MS.214 ligando Coxim ao Paiaguás em Corumbá; recebeu a visita do arcebispo Dom  Dimas Lara; sugere a criação da CNH Social para motos.  Zé Teixeira (PSDB): pede a reforma da Escola Estadual do Distrito de Itahum; pede ao Governo Estadual  melhorias diversas para Douradina, Jardim e Jaraguari. Lucas de Lima (PDT): após sua aprovação em 2ª. votação, foi a sanção seu projeto que venda planos de saúde de limitar consultas e sessões de fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e psicoterapia no tratamento de autistas.  José C. Barboza (PP): repercutiu o desempenho da economia do MS, a 1ª. do país segundo a Folha de São Paulo; enalteceu a licitação de obra pelo Governo Estadual de infraestrutura em Angélica. Mara Caseiro PSDB: pede construção de novo prédio do Detran em Nioaque; quer a retirada de sucatas do pátio do Detran de Itaquiraí; requer a construção de um parque infantil em Caracól; solicita melhorias para a população de Vila Formosa, em Dourados.

PESADÊLO: Ainda sem futuro político definido, mas com espaço na mídia, o ex-ministro Luiz H. Mandetta já antevê uma situação pessoal de pânico se tiver que escolher entre Bolsonaro e Lula num possível 2º turno. Lembra que desde jovem é contra anular o voto, mas que o cenário que se avizinha é retrógado, tem cheiro de roupa velha e mofo.

MANDETTA: Atento aos números das pesquisas e às movimentações das lideranças partidárias neste período efervescente, ele parece não acreditar no sucesso da confusa terceira via. João Dória (PSDB), Simone Tebet (MDB) e Eduardo Leite (PSDB) não encantam, enquanto o ex-Juiz Sérgio Moro (Podemos) vai se afogando nas águas da inexperiência política e das contradições.

PINDAMONHANGABA: Como estará a cabeça do eleitor da pacata terra natal de Geraldo Alckmin (PSB) após sua união com o PT e a divulgação do projeto (à esquerda) petista de volta ao poder? Qual seria mesmo o papel do ex-governador neste cenário e governo?  Protagonista ou meramente decorativo? Esse eleitor interiorano conservador, ainda sem as respostas convincentes.

PATINANDO: A desistência de Zeca do PT fez o partido reciclar buscando alternativas para dar palanque a Lula no MS. Convenhamos que falta à pré-candidata Giselle Marques a devida musculatura eleitoral. E está no ar um certo clima de desânimo do próprio ex-governador que tem excelentes relações com o governador Reinaldo e o candidato Eduardo Riedel (PSDB). Entendeu?

INCÓGNITA: Como os interesses regionais se sobrepõem aos interesses políticos nacionais, já se questiona qual seria a posição petista num eventual  2º turno  da sucessão estadual.  Quem o PT apoiaria publicamente? Nestas horas pesam vários aspectos e interesses de bastidores que o eleitor não tem conhecimento. Coisas da política.

LEGISLATIVO & AÇÕES:  Pedro Kemp (PT): pede a retomada pelo Estado e municípios das cirurgias eletivas suspensas durante a pandemia; acompanhou a visita institucional do arcebispo Dom Dimas Lara à presidência da Casa.  Gerson Claro (PP): pede à Agraer o fornecimento de equipamentos diversos aos 457 assentados rurais de Alecrim, Canoas e São Joaquim em  Selvíria; atento às obras de asfaltamento de rodovias e melhorias de vicinais para facilitar o final do escoamento da safra; pede reforma do ginásio de esportes de Cassilândia.  Capitão Contar (PRTB): condenou em indicação à Aneel o aumento de 16% da energia elétrica pedindo a suspensão do mesmo; Paulo Duarte (PSB): representando a Assembleia Legislativa por delegação do presidente Paulo Corrêa, acompanha as negociações anunciadas pela Vale para a venda da unidade de mineração de Corumbá. Lídio Lopes (Patri): é seu o projeto declarando de utilidade pública a Associação Municipal dos Servidores de Nível Superior com sede em Campo Grande e que será encaminhado à CCJR.

FIRME NO LEME: Antes de sua posse na prefeitura de Campo Grande ouvi questionamentos quanto ao tino administrativo da prefeita Adriane Lopes. Isso é natural. Mas além da equipe técnica sincronizada, há de se levar em conta de que ela foi uma vice prefeita protagonista, vivenciando a gestão de Marquinhos Trad. Sobre sua postura só tenho ouvido elogios.

MACHADO DE ASSIS: “ Isto de política pode ser comparada a paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo: não falta nada, nem o discípulo que nega, nem o discípulo que vende. Coroa de espinhos, bofetadas, madeiro e afinal morre-se na cruz das ideias, pregado pelos cravos  da inveja, da calúnia e da ingratidão”.

OS PROCURADOS:  Prefeitos, ex-prefeitos, vereadores, ex-vereadores, profissionais liberais de destaque, presidentes de entidades e personalidades ativas das comunidades continuam sendo referências dos candidatos ao Governo no interior do Estado. Aquele papo regado a cafezinho e a conversa que revela identidades pode gerar bons frutos e votos. Sabe como é!

 DEPUTADOS & AÇÕES:   Amarildo Cruz (PT):  Considerado constitucional pela CCJR seu projeto denominando ‘Dionísio Antônio Vieira’ a rodovia MS-10 entre Rochedinho e Furnas do Dionísio; presente ao encontro do arcebispo Dom Dias com o presidente Paulo Corrêa; defende a pesca de subsistência afetada por decreto e pede diálogo.   Evander Vendramini (PP): sancionada sua lei denominando Ruiter Cunha a rodovia MS.454 do entroncamento da BR-262 sentido ao Forte Coimbra.  Sancionada lei de sua autoria instituindo o Dia da Caçambeiro a ser comemorada no dia 30 de setembro. Neno Razuk (PL): Destacou a liberação de R$28 milhões em emendas parlamentares pelo Governo Estadual  para vários segmentos sociais; registrou cumprimentos pelo 124º aniversário de Coxim; pede perfuração de poço profundo para atender comunidade indígena de Paranhos.  Marçal Filho (PP): neste mês de ‘Abril Azul’ vale lembrar a  Lei de sua autoria em vigor há mais de um ano que garante identificação do autista em seu RG –  representando mais cidadania. Antônio Vaz (REP): aprovado seu projeto tornando obrigatória a comunicação às autoridades policiais e sanitárias casos de maltratos de animais em condomínios; tem proposta para criar Programa de Informação e Conscientização pela Qualidade de Vida da população.

DEFINIÇÃO: “…Putin não é um maluco capaz de qualquer loucura por capricho. Tem projeto de poder e fortuna, para ele e seu núcleo duro. Pode errar no caminho, mas sabe aonde quer (e não quer) chegar. Ao se sentir ameaçado, ao contrário de Che Guevara, não vacilará em ‘endurecer e perder a ternura’, seja com seus oponentes estrangeiros, seja com seu povo…” (Felipe Melo)

O ARTILHEIRO: Em termos de benefícios práticos para as prefeituras e entidades de cidades do interior e capital, o senador Nelsinho Trad (PSD) vem se destacando com liberação de verbas principalmente. Com residência em Brasília ele tem maior disponibilidade para os contatos imprescindíveis nos ministérios, fundações, autarquias e outros órgãos federais.

HUMOR & ELEIÇÕES:  Na caça aos votos os partidos políticos continuarão acolhendo aquelas “celebridades” e os tipos mais excêntricos.  Atletas, cantores e artistas em geral. É voz corrente inclusive que aquele morador de rua de Brasília, famoso da noite para o dia, já estaria acertado para disputar uma cadeira na Câmara Federal. É o que temos, sem puritanismo.

SONHO DOURADO:  O ex-governador Puccinelli (MDB), pré-candidato ao Governo  faz o que pode para estar de bem com todos nesta fase inicial de mais uma jornada. Numa entrevista à radio Patriarca de Cassilândia ele acabou deixando escapar que pretende ter em seu palanque a deputada Rose Modesto (União Brasil) e a candidata ao senado Tereza Cristina (PP).  Mas não explicou a formula mágica para tornar realidade esse projeto.

RUBEM ALVES:  “Suspeito que nossas escolas ensinem com muita precisão a ciência de comprar as passagens e arrumar as malas. Mas tenho sérias dúvidas de que elas ensinam os alunos a arte de ver enquanto viajam. ”

Ensine autossuficiência às crianças: Wilson Aquino*

Ensine autossuficiência às crianças: Wilson Aquino*

O homem e a mulher só podem considerarem-se realizados, ao longo ou no final da jornada, se conseguirem bem educar, formar e encaminhar os filhos para a vida. Que sejam alicerçados em bons princípios morais e espirituais, que os façam trilhar o caminho com dignidade, honestidade, respeito e amor a Deus e ao próximo.

Para o sucesso dessa grande e difícil missão, é necessário que o pai e/ou a mãe, comecem cedo o trabalho com os filhos. A partir dos primeiros anos de vida, a criança tem capacidade de captar e aprender. É quando começa a moldar o seu caráter, pela maneira de ver, ouvir, pensar e fazer as coisas nos primeiros anos de vida. Por isso é de vital importância que aprendam sobre obediência, disciplina, responsabilidade e trabalho.

Ensinar autossuficiência (material e espiritual) à criança é fundamental para o sucesso de sua formação como cidadão exemplar de amanhã. Estudos e testemunhos comprovam que adultos são mais capazes de viver bem profissionalmente, socialmente e espiritualmente quando aprendem o Evangelho de Jesus Cristo e praticam sua doutrina e seus princípios desde a infância e a juventude no lar.

Élder Hugo E. Martinez, membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, num discurso proferido no domingo passado (3) afirmou: “A autossuficiência é definida como a capacidade, o compromisso e o esforço de satisfazer as necessidades espirituais e materiais da vida para si próprio e a família”. Ele diz também que nós nos tornamos autossuficientes ao longo da vida ao desenvolvermos nosso crescimento espiritual, ao melhorarmos nossa saúde física e emocional, ao nos esforçarmos para obter mais estudos e melhor emprego e ao estarmos materialmente preparados.

A formação e fortalecimento espiritual da criança pode ser feito de diversas formas, como frequentar a igreja regularmente, ler as escrituras em família, fazer orações diárias em família ou individualmente com cada filho ao acordar e ao deitar, e inclusive pelo exemplo dos próprios pais e de Jesus Cristo.

A autossuficiência material e profissional vem também desde cedo com o ensino, pelo país, sobre o valor das coisas. A criança precisa entender que nada cai do céu e que é preciso trabalho para se conquistar um bem. Para isso, mesmo ela, pequenina, precisa ter responsabilidades que a fará compreender isso.

O simples juntar de brinquedos espalhados e ajudar na arrumação das próprias gavetas, dobrando suas roupas, são tarefas que podem ser feitas diariamente, numa rotina de aprendizado. Elas podem ajudar (ou tentar, não importa) na execução de determinados serviços como a lavagem de uma varanda, de automóvel, bicicleta, esfregando um chão, enfim, são inúmeros pequenos servicinhos que podem ser feitos com humor e alegria, mas que vão ajudar muito na formação de um cidadão útil e participativo.

Antigamente, quando o tempo passava mais lento e os pais pareciam ter mais tempo para interagir e educar os filhos, uma prática comum nos lares era o estabelecimento de “mesadas” aos filhos. Tratava-se de uma pequena quantia em dinheiro dada mensalmente com o propósito de que guardassem, juntassem e planejassem como e onde gastar. Isso era muito saudável, pois permitia aos pequenos fazer contas, planejar e até ser criativo no trabalho para auferir maiores somas para então aplicar no que desejava.

Essa prática se perdeu com o tempo e com a modernização e correria do dia a dia, de pais e dos próprios filhos, ficou ainda mais distante esse processo. Hoje, a maioria recebe o recurso que pode sem critério algum de trabalho ou merecimento para recebê-lo. Os pequenos até ficam bravos e emburrados quando não recebem o que pedem. Ou seja, não se trabalha mais os bons hábitos e costumes que poderiam ajudar, e muito, na educação e formação dos filhos, e a conquistarem a autossuficiência tão necessária para sua vida pessoal, profissional e espiritual.

Felizmente, sempre é tempo de aprender e mudar!

*Jornalista e Professor

Musicoterapia: como combater o estresse através dos sons  

Musicoterapia: como combater o estresse através dos sons  

A música pode gerar boas sensações, como também levar a desconfortos  

A música é capaz de mexer com as memórias, emoções, com o corpo e a alma das pessoas. Ela nos conecta ainda a lembranças, boas ou desagradáveis, e mais que isso. Diferente do que pensamos, a música não é só aquela que ouvimos de um artista que gostamos, ou que toca em uma rádio, mas é a combinação de vários sons e ritmos.

Além disso, a música proporciona muitos benefícios para a saúde, podendo auxiliar no combate ao estresse do dia a dia e no tratamento de várias doenças, como o Alzheimer.

Para falar desse assunto, conversamos com a musicoterapeuta Mônica Zimpel. Confira!

O que é musicoterapia? 

A musicoterapia utiliza os elementos do som, como a intensidade do volume, da voz das pessoas, a velocidade e o ritmo da fala, o som do caminhar. Tudo isso, pode auxiliar no tratamento de várias patologias.

Terapia significa ajuda, então a pessoa recebe ajuda através da música, juntamente com o profissional qualificado em musicoterapia, que tenha um olhar sobre os elementos dos sons do dia a dia e que estão afetando suas emoções, seu corpo físico, a espiritualidade.

Bem x Mal  

A música, dependendo do tipo, pode gerar uma carga de adrenalina que leva a pessoa a surtar pelo excesso, seja pelo alto volume, seu conteúdo ou mensagem, assim como as mais calmas, podem levar o indivíduo a um estado de total relaxamento. Portanto, a música tanto pode fazer bem, como pode gerar desconforto a uma pessoa, dependendo de diversos fatores.   

Musicoterapia x Musicalização 

Muitas vezes as pessoas confundem uma coisa com a outra, e na verdade as duas têm finalidades distintas. A musicoterapia é uma formação de nível superior, que utiliza a música em prol da saúde. Já a musicalização está relacionada à educação musical, como aprender a tocar instrumentos, a cantar, etc.

Embora sejam diferentes, em um consultório de musicoterapia tem vários instrumentos musicais para que o paciente toque, mesmo sem nunca ter aprendido técnicas para isso, mas a forma como ele manuseia esses instrumentos revela muito sobre ele.

Ritmos  

O senso comum tende a dizer que “tal” estilo ou ritmo de música é bom para determinada patologia ou situação, mas precisamos entender que não é bem assim. Na musicoterapia utiliza-se músicas compatíveis com a história de vida do paciente, desde a sua infância, porque ela precisa fazer sentido para aquela pessoa.

Para saber mais sobre o assunto acompanhe o episódio MUSICOTERAPIA: COMO COMBATER O ESTRESSE ATRAVÉS DOS SONS do podcast Cuidar de Você. Basta acessar nosso Spotify (https://bit.ly/PodcastUnimedCG) e Youtube (https://bit.ly/PodcastUnimedCGYoutube).