out 8, 2016 | Internacional

Menino gênio de 9 anos entra na faculdade e quer “provar que Deus existe”
Estados Unidos – Um dos mais jovens universitários dos Estados Unidos, William Maillis, de 9 anos, tem uma meta audaciosa para os estudos: “Eu quero provar a todos que Deus existe”, disse o menino em entrevista à revista “People”.
William se formou na escola em maio e, atualmente, cursa a Faculdade Comunitária de Allegheny County, em Pittsburgh, na Pensilvânia. Ele irá se inscrever em outra faculdade no próximo ano, onde deseja estudar para ser astrofísico.
O pai dele, Peter Maillis, percebeu que o menino era diferente quando, aos 7 meses, disse a ele que era hora de dormir e ouviu a seguinte resposta: “Eu não quero”. Desde então o menino se desenvolveu mais rapidamente que outras crianças. Aos 2 anos ele sabia ler e escrever; aos 4 anos ele sabia Libras e grego e, aos 5 anos, aprendeu geometria numa noite.
O menino disse que não se incomoda em ser o mais novo da faculdade. “Isso não me incomoda. Estou acostumado com isso agora”, garantiu. Ele deseja estudar química e física, fazer um doutorado e, então, trabalhar como astrofísico.
Peter, que é padre ortodoxo grego, contou que ele e a mulher, Nancy, também são pais de uma mulher de 29 anos e de outro rapaz de 26 anos. O caçula foi uma surpresa em todos os aspectos, e eles lidam bem com o fato do filho ser um gênio e não influenciam as escolhas do menino. “O que ele quiser fazer, por mim, tudo bem”, garantiu o pai.
Fonte: Extra
set 10, 2016 | Internacional

Assassinato de jornalista Flor Alba Núñez completa um ano sem solução
No dia 10 de setembro completa um ano do assassinato da jornalista colombiana Flor Alba Núñez Vargas que ocorreu na cidade de Pitalito, no departamento de Huila. Durante esse tempo, seus familiares, colegas e organizações de defesa da liberdade de imprensa têm lutado para que o crime seja esclarecido, e os culpados sejam punidos.
Até o momento, só um suspeito, Juan Camilo Ortiz, foi preso logo depois de ser acusado pela procuradoria de ser o autor material do crime. No entanto, o processo contra ele não avançou, ainda que permaneça preso.
Somente no último dia 2 de setembro a procuradoria conseguiu apresentar todas as suas provas – que incluem “93 evidências e provas recolhidas legalmente para sustentar a acusação” – durante a audiência preparatória, informou o jornal La Nación. Durante essa parte, não só a procuradoria mostra o seu material, mas também o juiz determina quais provas e testemunhos são admitidos para o julgamento e quais são improcedentes.
A audiência do dia 2 de setembro durou até as 18h, motivo pelo qual foi suspendida e adiada para o dia 19 e 20 de setembro, segundo o La Nación. Essa foi a quarta tentativa de realizar a audiência preparatória, que já havia sido adiada outras três vezes. Na ocasião, a Fundação para a Liberdade de Imprensa (FLIP) alertou que o suspeito podia ficar em liberdade por vencimento dos prazos.
A tese da procuradoria é que o homicídio foi motivado por algumas publicações de Núñez no seu Facebook, relacionadas com a captura de pessoas supostamente culpadas de um atentado contra uma veterinária. A jornalista teria recebido ameaças de morte por essas publicações, segundo o La Nación.
A morte de Núñez foi uma das que mais gerou impacto no país. Especialmente em Pitalito, o seu assassinato causou uma comoção já que a comunicadora havia se transformado em uma referência para o jornalismo local e era uma das poucas vozes críticas da região.
Assim, como não havia avanços na investigação do caso dois meses depois do crime, os colegas de Núñez criaram um projeto chamado Pitalito sem censura!. O objetivo era recordar e continuar as investigações e o trabalho da jornalista.
Oito repórteres trabalharam nesse projeto, uma colaboração entre a Associação Colombiana de Editores de Diários e Meios Informativos (Andiarios), a agência de notícias da Colômbia, Colprensa, e a FLIP.
Segundo o relatório anual de 2015 da FLIP, os trabalhos do projeto “desvendaram um pacto de impunidade e cumplicidade no município, que impede que as investigações e capturas avancem”.
Para este primeiro aniversário, a Corporação de Jornalistas do Huila (Corpehuila) programou vários eventos ao longo do dia, com o objetivo de recordar a jornalista, publicou o portal Opa Noticias. O dia começará com uma passeata pelas ruas de Pitalito, também contará com um debate para jornalistas e outros trabalhadores de meios de comunicação liderados pela Federação Colombiana de Jornalistas, Fecolper.
Além disso, as autoridades locais e regionais decretaram o Dia do Jornalista do Departamento de Huila, que será comemorado todo dia 10 de setembro em memória de Núñez, acrescentou o portal de notícias. No final do dia, será realizada uma missa.
De acordo com um artigo publicado em agosto pela FLIP, “a impunidade em casos de assassinatos contra jornalistas é de 98%”, e afirmou que as poucas condenações que existem “se limitam aos autores materiais”.
Para a FLIP, ainda que seja positiva a captura dos autores materiais, eles “são apenas os primeiros elos para que a Justiça determine qual é a cadeia criminal completa, incluindo os mandantes dos crimes”.
Por Silvia Higuera/ME
ago 30, 2016 | Internacional

Mulher faz tatuagem na mama após cancêr e viraliza na web
A australiana Alison Habbal se tornou uma grande inspiração para milhares de mulheres. Enquanto ela lutava contra o câncer de mama, já sabia que teria parte do seu seio retirado e por isso resolveu fazer uma tatuagem na região.
isso incluiria seu mamilo, além de ficar com cicatrizes na área. A saída mais comum em um caso como esse seria optar por uma cirurgia plástica para reconstrução. Ela decidiu que não colocaria um “pedaço de carne” no lugar, como
Em entrevista à BBC, Alison disse que não optou pela cirurgia plástica para reconstruir a mama, e sim fazer bonitas tatuagens floridas para esconder as cicatrizes.
Após postar o resultado na internet, ela teve mais de 20 mil curtidas no Instagram.
A arte foi feita no dia 1º de julho deste ano em uma sessão de 13 horas.
A australiana acha que a boa repercussão da foto se deve ao seu sorriso estampado no rosto, que torna a imagem mais emotiva em comparação as fotos que só aparecem seios.
ago 26, 2016 | Internacional

A professora levou o estudante para um motel da cidade, e acabou denunciada à polícia
A professora de inglês Yaira Cotto Flores, de 26 anos, causou escândalo na cidade de San Lorenbzo, leste de Porto Rico. Yaira foi presa, acusada de fazer sexo com um de seus alunos, de 14 anos — o que é considerado crime de estupro no país, mesmo que o sexo tenha sido consensual.
A professora levou o estudante para um motel da cidade, e acabou denunciada à polícia. Segundo o aluno, que ganhou, após a ida ao motel, um presente da “tia” — um creme contra espinhas —, ela o ensinou “até a colocar camisinha”, entre outras coisas na cama.
Yaira conheceu o adolescente no início do ano letivo na escola pública onde ela lecionava. No último dia 1º de março, disse ao garoto que estaria de folga e avisou que o aluno poderia faltar na escola. Não levaria advertência por isso, afirmou ela.
A professora combinou de se encontrar com o menino. Levou-o para almoçar num restaurante dentro de seu Kia cinza. Depois do restaurante, os dois seguiram para um motel na cidade no meio da tarde. Preço da diária: R$ 80.

Os dois fizeram sexo. Como o aluno contaria depois à polícia, foi a primeira vez que ele transou na vida. “Ela me ensinou a colocar camisinha”, disse ele, reforçando que o sexo foi consensual.
A professora, que nesta foto de um jornal de Porto Rico aparece com os olhos tampados, ainda presenteou o garoto com um creme contra espinhas e um relógio.

Fotos: Reprodução
Ele contou sobre a aventura a amigos. Os pais não gostaram da história e, no dia 16 de março, denunciaram a professora à polícia. Veronica Borrero, chefe local do departamento de educação, disse que não há queixas desse tipo contra a professora, que permanece presa e deve ser julgada em breve. Pode pegar mais de dez anos de detenção e até prisão perpétua Tem mais professoras metidas em maus lençóis com a Justiça.
Fonte: Hora 7 / R7
ago 11, 2016 | Internacional

Jovem vai se casar com o próprio pai e quer ter filhos
Parece uma história fictícia ou um roteiro de filme, mas é a mais pura verdade: uma garota, hoje com 18 para 19 anos, reencontrou seu pai biológico depois de 12 anos de separação e eles se apaixonaram um pelo outro. Em entrevista para a New York Magazine, ela faz um relato sobre como se reaproximaram, o sentimento entre eles e os planos para o futuro.
A menina, que não teve o nome divulgado apesar de ser maior de idade, conta que seus pais se conheceram no colégio e que ela foi concebida na noite de formatura. Eles até tiveram um breve relacionamento de seis meses, mas, devido a um problema psicológico da mãe (ela era bipolar), o namoro dos dois não deu certo e eles se separaram.
A infância
O pai não acompanhou a gravidez nem tampouco esteve presente na noite em que ela nasceu. A mãe começou a ter surtos cada vez mais frequentes. Ela precisou ser internada e, por esse motivo, a jovem foi criada pelos avós maternos. Então, enquanto ela ainda era um bebê, não teve contato algum com a figura paterna.
O homem reapareceu quando a garota tinha por volta de 3 ou 4 anos de idade e disse que queria ter mais contato com a filha. Eles passavam os finais de semana juntos, e ele costumava mimar a menina, dando vários brinquedos e a levando para passear. Porém, quando ela completou 5 anos, ele novamente sumiu porque não suportava a sua mãe.
A adolescência sem o pai e o sofrimento pela sua ausência
Como é de se esperar, ela sofreu muito com a ausência da figura paterna e sempre se lembrava dele, mas não o procurava. A garota relata que também sofria no convívio com a mãe, que é muito autoritária. Até que, quando a jovem completou 15 anos, ele mandou um email para a mulher dizendo que queria ver a filha.
Começou então uma briga entre as duas. A menina afirmava que sentia falta do pai e queria vê-lo. A mãe perguntava como ela poderia perder alguém que nunca teve. Esse debate durou dois anos e, durante esse tempo, o pai não se reaproximou da filha. O reencontrou foi acontecer quando ela já tinha 17 anos de idade.

A reaproximação
Devido à rigidez de sua mãe, a menina não tinha acesso nem mesmo ao seu Facebook. A mulher controlava a senha e impedia que a filha entrasse na rede social sem autorização. Então, um dia depois de recuperar seus dados, o pai a adicionou. Ao ser questionado por que não tinha feito isso antes, ele disse que ela sempre rejeitava os pedidos. Era a mãe.
Então ele mostrou a ela vários emails enviados para a mulher solicitando visitá-la, mas ela nunca respondia. Uma semana depois, ele foi vê-la e a garota pediu para passar uns dias com ele. Nessa época, o homem morava com a namorada, que aceitou a visita da menina por um tempo. Foi realmente um alívio para ela se ver livre da mãe.
A atração entre os dois
Desde o primeiro momento, a jovem sempre achou o pai muito lindo e se reprimia por ter esse tipo de pensamento sobre ele. Por outro lado, ela o via como rapaz qualquer, já que toda a vida passou longe dele e não tinha uma figura paterna associada àquele homem. Depois de cinco dias, já se sentia sexualmente e romanticamente atraída por ele.
Nos primeiros dias de sua estadia na casa do pai, a jovem dormia no chão e o homem no sofá, até que passaram a dormir os dois no mesmo lugar e, quando deram por si, estavam juntos de conchinha. Ela se assustou com a situação e ele admitiu para a menina que havia tido uma ereção durante a noite, mas ela nada percebeu.

A primeira relação sexual e o amor entre os dois
Certa noite, ela o mordeu de brincadeira e viu que ele se arrepiou. O pai beliscou a coxa da jovem e ela também teve a mesma reação. Eles se assustaram, mas acabaram se beijando e fizeram amor. Foi a primeira vez da jovem, que já havia namorado duas vezes — um rapaz e uma menina —, mas nunca tinha se entregado a ninguém.
Depois disso, eles ficaram ainda mais apaixonados um pelo outro. O homem terminou o seu namoro e ela mudou-se definitivamente para a casa dele. Como é de se esperar, a mãe e sua família não aceitam o relacionamento dos dois, mas a família paterna abençoou o casal e até disse que estão ansiosos para que eles tenham filhos.
Planos para o futuro
E é claro, esse é um dos planos deles: ter filhos biológicos. A jovem já pesquisou sobre relações incestuosas e o risco de gerar crianças que podem ter problemas genéticos e constatou que existe muito mito por trás desse fato. O sonho da garota (e também de seu pai/noivo) é ter os seus próprios bebês, sem precisar adotar.
Antes disso, eles sonham em se casar, primeiro mudando-se para Nova Jersey — já que lá o incesto adulto não é ilegal — e, depois, realizando uma cerimônia grandiosa, cheia de todos os detalhes que a jovem sempre sonhou. Só então ela pretende ligar para a mãe para avisá-la de que, se quiser ver seus netos, basta enviar dinheiro para eles irem até ela.

Fotos: Reprodução
O preconceito
Para a jovem, essa relação é perfeitamente normal, mas ela admite que, aos olhos da sociedade, estão cometendo um crime. Além do fato gritante do incesto, existe também a diferença de idade entre os dois: ela está com 18 e ele com 37 anos. Mas eles garantem que isso não atrapalha em nada e a menina afirma que está mais feliz do que nunca.
O homem costuma lhe dar bons conselhos, corrige seus defeitos e a elogia. Eles se sentem ligados o tempo todo, mas a menina afirma que, quando precisa de uma figura paterna, apenas diz: “Ei, pai, preciso de você”, e então ele não é mais o seu noivo ou namorado. Isso não confunde o casal, mas não tem a aceitação da maioria das pessoas.
Atração Sexual Genética (Genetic Sexual Attraction) — a GSA
A história dessa garota não é única no mundo. Por incrível que pareça, 50% dos parentes afastados que se reencontram quando adultos sentem essa atração romântica e sexual. Isso tem o nome de Atração Sexual Genética, também conhecida por GSA, e a psicologia tem várias explicações, inclusive o fato de haver muitas semelhanças entre as duas partes.
A GSA foi descoberta no final dos anos 80, quando o fundador de um grupo de apoio à a crianças adotadas que recentemente reencontraram seus pais biológicos se sentiu amorosamente e sexualmente atraído por sua filha que conheceu 26 anos mais tarde. Então ele pesquisou sobre isso e descobriu que não é tão incomum quanto ele pensava.
Fonte: MegaCurioso