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Bela Vista-MS Segunda-Feira, 29 de Junho de 2026

Evangelho do Dia: Marcos 6,1-6

4ª SEMANA DO TEMPO COMUM ou S. Brás, BpMt. ou S. Oscar, Bp. (MFacs.)

Quando chegou o dia de sábado, começou a ensinar na sinagoga. Muitos o ouviam e, tomados de admiração, diziam: “Donde lhe vem isso? Que sabedoria é essa que lhe foi dada, e como se operam por suas mãos tão grandes milagres? Não é ele o carpinteiro, o filho de Maria, o irmão de Tiago, de José, de Judas e de Simão? Não vivem aqui entre nós também suas irmãs?”. E ficaram perplexos a seu respeito. Mas Jesus disse-lhes: “Um profeta só é desprezado na sua pátria, entre os seus parentes e na sua própria casa”. Não pôde fazer ali milagre algum. Curou apenas alguns poucos enfermos, impondo-lhes as mãos. Admirava-se ele da desconfiança deles. E, ensinando, percorria as aldeias circunvizinhas.

Evangelho do Dia: Lucas 2,22-40

Apresentação do Senhor (F.)

Levaram o menino a Jerusalém para o apresentar ao Senhor […]. Havia em Jerusalém um homem chamado Simeão […]. Fora-lhe revelado pelo Espírito Santo que não morreria sem primeiro ver o Cristo. […] Tomou-o em seus braços e louvou a Deus nestes termos: “Agora, Senhor, deixai o vosso servo ir em paz, segundo a vossa palavra. Porque os meus olhos viram a vossa salvação que preparastes diante de todos os povos, como luz para iluminar as nações, e para a glória de vosso povo de Israel […]”. Simeão abençoou-os e disse a Maria: “Eis que este menino está destinado a ser uma causa de queda e de soerguimento para muitos homens em Israel, e a ser um sinal que provocará contradições. E uma espada transpassará a tua alma […]”

Evangelho do Dia: Marcos 5,1-20

4ª SEMANA DO TEMPO COMUM

Um homem possesso do espírito imundo saiu do cemitério onde tinha seu refúgio e veio-lhe ao encontro. […] Vendo Jesus de longe, correu e prostrou-se diante dele, gritando em alta voz: “Que queres de mim, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Conjuro-te por Deus, que não me atormentes”. É que Jesus lhe dizia: “Espírito imundo, sai deste homem!”. Perguntou-lhe Jesus: “Qual é o teu nome?”. Respondeu-lhe: “Legião é o meu nome, porque somos muitos”. E pediam-lhe com instância que não os lançasse fora daquela região. […] Então, os espíritos imundos, tendo saído, entraram nos porcos; e a manada, de uns dois mil, precipitou-se no mar, afogando-se. […] Quando ele subia para a barca, veio o que tinha sido possesso e pediu-lhe permissão de acompanhá-lo. Jesus não o admitiu, mas disse-lhe: “Vai para casa, para junto dos teus e anuncia-lhes tudo o que o Senhor fez por ti, e como se compadeceu de ti […]”.

Evangelho do Dia: Marcos 4,35-41

3ª SEMANA DO TEMPO COMUM

À tarde daquele dia, disse-lhes: “Passemos para o outro lado”. Deixando o povo, levaram-no consigo na barca, assim como ele estava. Outras embarcações o escoltavam. Nisso, surgiu uma grande tormenta e lançava as ondas dentro da barca, de modo que ela já se enchia de água. Jesus achava-se na popa, dormindo sobre um travesseiro. Eles acordaram-no e disseram-lhe: “Mestre, não te importa que pereçamos?”. E ele, despertando, repreendeu o vento e disse ao mar: “Silêncio! Cala-te!”. E cessou o vento e seguiu-se grande bonança. […]

Evangelho do Dia: Marcos 4,26-34

3ª SEMANA DO TEMPO COMUM

“O Reino de Deus é como um homem que lança a semente à terra. Dorme, levanta-se, de noite e de dia, e a semente brota e cresce, sem ele o perceber. Pois a terra por si mesma produz, primeiro a planta, depois a espiga e, por último, o grão abundante na espiga. Quando o fruto amadurece, ele mete-lhe a foice, porque é chegada a colheita”. Dizia Ele: “A quem compararemos o Reino de Deus? Ou com que parábola o representaremos? É como o grão de mostarda que, quando é semeado, é a menor de todas as sementes. Mas, depois de semeado, cresce, torna-se maior que todas as hortaliças e estende de tal modo os seus ramos que as aves do céu podem abrigar-se à sua sombra”. Era por meio de numerosas parábolas desse gênero que Ele lhes anunciava a palavra, conforme eram capazes de compreender. […]

Evangelho do Dia: Marcos 4,21-25

S. Tomás de Aquino, PresbDr. (M.)

Dizia-lhes ainda: “Traz-se porventura a candeia para ser colocada debaixo do alqueire ou debaixo da cama? Não é para ser posta no candeeiro? Porque nada há oculto que não deva ser descoberto, nada secreto que não deva ser publicado. Se alguém tem ouvidos para ouvir, que ouça”. Ele prosseguiu: “Atendei ao que ouvis: com a medida com que medirdes, vos medirão a vós, e ainda se vos acrescentará. Pois, ao que tem, se lhe dará; e ao que não tem, se lhe tirará até o que tem”