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Bela Vista-MS Segunda-Feira, 16 de Março de 2026

10.Jun – Evangelho do dia: Marcos 12,38-44

9ª Semana do Tempo Comum

Ele lhes dizia em sua doutrina: “Guardai-vos dos escribas que gostam de andar com roupas compridas, de ser cumprimentados nas praças públicas e de sentar-se nas primeiras cadeiras nas sinagogas e nos primeiros lugares nos banquetes. Eles devoram os bens das viúvas e dão aparência de longas orações. Estes terão um juízo mais rigoroso”. “[…] uma pobre viúva, lançou duas pequenas moedas…” E ele disse-lhes: “Em verdade vos digo: esta pobre viúva deitou mais do que todos os que lançaram no cofre, porque todos deitaram do que tinham em abundância; esta, porém, pôs, da sua indigência, tudo o que tinha para o seu sustento”.

09.Jun – Evangelho do dia: Marcos 12,35-37 ou apropr.: João 17,11b.17-23

S. José de Anchieta, Presb. (M.)

Continuava Jesus a ensinar no templo e propôs esta questão: “Como dizem os escribas que Cristo é o filho de Davi? Pois o mesmo Davi diz, inspirado pelo Espírito Santo: Disse o Senhor a meu Senhor: senta-te à minha direita, até que eu ponha os teus inimigos sob os teus pés (Sl 109,1). Ora, se o próprio Davi o chama Senhor, como então é ele seu filho?”. E a grande multidão ouvia-o com satisfação.

08.Jun – Evangelho do dia: João 6,51-58

Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo (S.)

Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão, que eu hei de dar, é a minha carne para a salvação do mundo. A essas palavras, os judeus começaram a discutir, dizendo: “Como pode este homem dar-nos de comer a sua carne?” Então, Jesus lhes disse: “Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós mesmos. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. Pois a minha carne é verdadeiramente uma comida e o meu sangue, verdadeiramente uma bebida. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. […] Este é o pão que desceu do céu. Não como o maná que vossos pais comeram e morreram. Quem come deste pão viverá eternamente”.

07.Jun – Evangelho do dia: Marcos 12,18-27

9ª Semana do Tempo Comum

Ora, vieram ter com ele os saduceus, que afirmam não haver ressurreição, e perguntaram-lhe: “Mestre, Moisés prescreveu-nos: Se morrer o irmão de alguém, e deixar mulher sem filhos, seu irmão despose a viúva e suscite posteridade a seu irmão. Ora, havia sete irmãos; o primeiro casou e morreu sem deixar descendência. Então, o segundo desposou a viúva, e morreu sem deixar posteridade. Do mesmo modo o terceiro. E assim tomaram-na os sete, e não deixaram filhos. Por último, morreu também a mulher. Na ressurreição, a quem desses pertencerá a mulher? Pois os sete a tiveram por mulher”. Jesus respondeu-lhes: “Errais, não compreendendo as Escrituras nem o poder de Deus. Na ressurreição dos mortos, os homens não tomarão mulheres, nem as mulheres, maridos, mas serão como os anjos nos céus. […]”.

06.Jun – Evangelho do dia: Marcos 12,13-17

9ª Semana do Tempo Comum

Enviaram-lhe alguns fariseus e herodianos, para que o apanhassem em alguma palavra. Aproximaram-se dele e disseram-lhe: “Mestre, sabemos que és sincero e que não lisonjeias a ninguém; porque não olhas para as aparências dos homens, mas ensinas o caminho de Deus segundo a verdade. É permitido que se pague o imposto a César ou não? Devemos ou não pagá-lo?” Conhecendo-lhes a hipocrisia, respondeu-lhes Jesus: “Por que me quereis armar um laço? Mostrai-me um denário”. Apresentaram-lho. E ele perguntou-lhes: “De quem é esta imagem e a inscrição?” “De César” – responderam-lhe. Jesus então lhes replicou: “Dai, pois, a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”. […]

05.Jun – Evangelho do dia: Marcos 12,1-12

S. Bonifácio, BpMt. (M.)

E começou a falar-lhes em parábolas: “Um homem plantou uma vinha, cercou-a com uma sebe, cavou nela um lagar, edificou uma torre, arrendou-a a vinhateiros e ausentou-se daquela terra. A seu tempo, enviou aos vinhateiros um servo, para receber deles uma parte do produto da vinha. Ora, eles prenderam-no, feriram-no e reenviaram-no de mãos vazias. Enviou-lhes de novo outro servo; também este feriram na cabeça e o cobriram de afrontas. O senhor enviou-lhes ainda um terceiro, mas o mataram. E enviou outros mais, dos quais feriram uns e mataram outros. Restava-lhe ainda seu filho único, a quem muito amava. Enviou-o também por último a ir ter com eles, dizendo: Terão respeito a meu filho!… Os vinhateiros, porém, disseram uns aos outros: Este é o herdeiro! Vinde, matemo-lo e será nossa a herança! Agarrando-o, mataram-no e lançaram-no fora da vinha. […]”

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