out 4, 2023 | Esporte
Em uma noite banhada por jogadas de técnica e muito conhecimento, 31 jogadores desfilaram seus talentos no Brutus em Bela Vista dia (01). Os jogos foram acompanhados por um grande público, onde assistiu partidas alto nível da sinuca sulmatogrossense.
O grande campeão do torneio foi o talentoso Mano da cidade de Jardim.

O grande campeão do torneio foi o talentoso Mano da cidade de Jardim.
Segundo lugar: Lolito.
Terceiro Lugar: Lene.
Quarto lugar: Keike e Ronaldo.
Os organizadores usaram a rede social para agradecer: Queremos agradecer a todos os jogadores e patrocinadores do evento segundo torneio internacional da sinuca do Brutu’s. Também parabenizar os melhores campeão do torneio que se consagraram na etapa final. Muito obrigado a todos.
“Com esse mega torneio estamos valorizando a nossa cidade atraindo público de toda a região, uma vez que Bela Vista é reconhecida em revelar grandes jogadores de sinuca. Com isso à cidade de se beneficia movimentando a economia, o turismo e a cultura local”, destacaram os organizadores.
Ademir Mendonça – Fronteira News
out 4, 2023 | Esporte
Fernando Rufino saiu dos campos de Itaquiraí, interior de Mato Grosso do Sul, para conquistar o mundo através de suas remadas, tanto no caiaque quanto na canoa. A cultura sertaneja vem de gerações na família, passada do avô para o pai, e do pai para ele. Rufino faz questão de conservar suas raízes, de se considerar “um peão de boiadeiro”, a ponto de ainda morar na roça.
Hoje, o atleta coleciona títulos e medalhas em campeonatos relevantes, como o ouro inédito nos Jogos Paralímpicos de Verão de 2020, em Tóquio, na prova de VL2 percurso de 200m e o bicampeonato Mundial de paracanoagem conquistado recentemente, o qual garantiu sua vaga em Paris 2024.
Desde 2013, conta com o apoio do Bolsa Atleta, oferecido pelo Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, e assim o ‘Cowboy de Aço’ consegue os suportes necessários para se manter no esporte. “Hoje, para uma carreira de treinamento, alto rendimento, você precisa de muitos bons recursos e o Bolsa Atleta ele está neste momento me dando o suporte. O Estado acertou em cheio nesta preparação de 2021 e agora para 2024, tanto que já consegui classificar na primeira tacada e eu agradeço muito o apoio que a gente tem”.
Rufino relata como o recurso também já o ajudou a comprar materiais para sua modalidade e como auxilia no dia a dia do atleta.
“Os equipamentos que eu digo são, por exemplo, morar em um lugar bom de treinamento, ter uma alimentação adequada pra mim também. Eu já comprei remo com dinheiro do Bolsa Atleta, já me deu estabilidade financeira, já precisei pagar uma viagem para o campeonato. Não é só a compra de equipamento, a gente não vive só de um remo e um caiaque, a gente vive da logística do dia a dia, ter um treinamento numa academia, talvez quando você não está num centro de treinamento, você precisa pagar um profissional de fisioterapia, que a gente precisa muito, e consultar um nutricionista”.
Antes de ser canoísta, Rufino tinha o sonho de conhecer o mundo e para isso investiu no rodeio, tornou-se peão de boiadeiro. Para realizar seu desejo, mesmo após sofrer o acidente que o deixou paraplégico, iniciou sua trajetória na canoagem aos 27 anos, em 2012, no Parque das Nações Indígenas, junto ao seu antigo treinador Admir Arantes.
“Eu só mudei de montar em touro para montar no caiaque. Por isso meu caiaque tem o nome de Burro Branco e a canoa que eu tenho é Vaca Brava”.
Rumo a Paris 2024
Rufino se dedica na preparação para sua terceira participação nos Jogos Paralímpicos, que serão realizados na França, ano que vem.
“Já começou, tudo que eu faço hoje de exercício é pensando nesse evento. Hoje até final do ano, o foco é no meu condicionamento físico, na minha base de treinamento. Já tive o descanso necessário de um mês, viajando, curtindo a família, os amigos, mas agora começa uma trajetória rumo a Paris. Meu principal campeonato é os Jogos de Paris. Eu tenho mais uma classificatória importantíssima para fazer, em uma outra categoria que é o caiaque, na Copa do Mundo na cidade de Szeged, na Hungria”.
Em relação ao nível de competitividade, Fernando diz que está mais complexo do que no ciclo passado. “Esse ano, eu senti muito o nível dos atletas. E creio que para as Olimpíadas pode dificultar um pouco mais. Eu tenho dez adversários difíceis. Entre o primeiro e o último, a diferença é de um segundo e meio. Então, eu tenho dez países que estão liderando, sabe? O Brasil é um deles, mas tem países que têm um investimento muito forte e estão há muitos anos na canoagem”.
Mesmo com o tempo mais curto entre um ciclo e outro das Paralimpíadas, o Cowboy de Aço não sente tanta diferença para sua preparação.
“Eu nunca parei de treinar. Em 2020 não teve as Olimpíadas por causa da pandemia, mas treinei o ano inteiro certinho como se tivesse. Pra gente que é atleta de rendimento, que vive do esporte mesmo, nós treinamos o ano todo, de férias, feriados, dias de folga.”
Trajetória nas remadas
Em 2012, Fernando Rufino partiu para Campo Grande em busca de um esporte que pudesse proporcionar a realização de seu grande sonho: viajar pelo mundo. Sonho esse que ele alimentava desde a época do rodeio.
Devido ao acidente que o deixou paraplégico, teve que abandonar o rodeio, mas não desistiu do sonho de conhecer o mundo. Admir Arantes, beneficiário do Bolsa Treinador do Governo do Estado, foi seu primeiro técnico na paracanoagem.
“Ele conseguiu informações que em Campo Grande trabalhava com o esporte adaptado para deficiente físico. Nessa busca ele descobriu o Caira (Centro Arco Iris de Reabilitação Alternativa), dirigido pela professora Yara Yule que na época já tinha seu trabalho divulgado na internet”, conta Admir.
No Caira, fez os testes aos esportes adaptados que o centro trabalhava, porém nada o agradou, segundo o treinador.
“A professora Yara já tinha conhecimento do meu trabalho com a paracanoagem, me ligou falando do caso do rapaz que gostaria de conhecer a canoagem. Nos primeiros movimentos, ele achou meio estranho e já pensou em parar. Conversando com ele, disse que era normal, que qualquer pessoa entra e cai. Depois, mudei de embarcação, coloquei em uma mais estável, logo em seguida ele já pegou o jeito”.
Sua primeira grande competição com Admir foi o Brasileiro em Primavera do Leste (MT). “Lá, ele ficou bem afoito e acabou caindo nas primeiras provas que fez, mas depois pegou o jeito. O pessoal da confederação viu que ele tinha potencial e o apresentei”, relata Arantes.
O treinador complementa lembrando que, na época, Rufino foi para São Paulo fazer os treinos, pois para trabalhar a prova de 200 metros requer no treinamento que faça uma distância maior, para dar condicionamento físico e trabalhar a parte aeróbica.
Nesta caminhada com mais de 10 anos de carreira, o Cowboy de Aço já conquistou ouro nos Jogos de Tóquio; dois campeonatos Mundiais na paracanoagem; prata na canoa e bronze no caiaque no Mundial na Hungria 2018; prata na canoa na Etapa da Copa do Mundo na Polônia 2019; prata no caiaque e na canoa no Mundial em Manteomor-o-Velho 2018 (Portugal); prata no caiaque na Etapa da Copa do Mundo na Hungria 2018; prata no caiaque e na canoa no Mundial em Racice 2017 (República Tcheca); ouro no Campeonato Sul-Americano de Canoagem, em Paipa 2017 (Colômbia); e bronze na canoa nos Jogos Paralímpicos Rio 2016.
João Pedro Flores, Programa de Estágio Supervisionado
Fotos: Álvaro Rezende
out 3, 2023 | Esporte
Nos Jogos Paralímpicos de Tóquio, em 2021, o campo-grandense Yeltsin Jacques fez história ao ganhar duas medalhas de ouro no megaevento esportivo. Além de ser campeão e recordista mundial (3 minutos, 56 segundos e 60 centésimos) da prova de 1.500m, ele também triunfou nos 5.000m na classe T11 (atletas cegos).
Destaque nas provas de 1.500 metros, Yeltsin adicionou mais uma medalha de ouro ao seu currículo em julho deste ano, quando participou do Campeonato Mundial de Atletismo Paralímpico, em Paris, na França. Ele também trouxe o bronze dos 5.000m no mesmo campeonato.
Agora, nesta terça-feira (3), ele foi convocado para o Parapan de Santiago 2023 e vai representar o Mato Grosso do Sul em um dos principais torneios das Américas. Com apoio do Governo do Estado através do Bolsa Atleta, Yeltsin relata a importância do recurso em sua trajetória.
“É um apoio fundamental que mantém a base do esporte, que me mantém aqui feliz, focado, fazendo o que eu tenho que fazer, que é trazer medalhas para gente, trazer orgulho. Vamos dar resultados para Mato Grosso do Sul. O que o Bolsa Atleta nos proporciona, não só para mim, como para todos os atletas sul-mato-grossenses, é essa oportunidade de estar no mais alto nível, a nível desportivo nacional”, destaca Yeltsin.
Para se manter entre os melhores do mundo, os atletas precisam de incentivos financeiros, e o Governo do Estado trabalha para oferecer todo suporte para que os esportistas continuem sendo referência.
“Hoje, dizemos que somos o Mato Grosso do Sul em Tóquio, trouxemos quatro medalhas, e eu trouxe dois dos 22 ouros do Brasil, de todas as modalidades. Então, o nível que a gente atingiu hoje aqui em MS é muito alto. Somos referência mundial no esporte paralímpico e estamos nos tornando no esporte convencional também”.
Mesmo sendo de Campo Grande, o campeão lembra que precisou sair do Estado, pois não tinha pista de atletismo para seus treinamentos. Porém, hoje as condições são melhores e o Governo de Mato Grosso do Sul está investindo nestas estruturas, inclusive no interior, como em Ponta Porã e em Chapadão do Sul.
“A gente tem melhorado e isso tem trazido resultado para as futuras gerações. Mais uns oito, dez anos aí, vamos ter talvez dez, doze, quinze Yeltsins aqui no Mato Grosso do Sul. Não só no atletismo, talvez natação, ciclismo, vôlei, esportes coletivos também, como no futebol.”
Preparação para Paris-2024
As Paralimpíadas de Paris-2024 começam em menos de um ano, exatamente no dia 28 de agosto, e Yeltsin trabalha muito para subir ao lugar mais alto do pódio mais uma vez. No Mundial de Atletismo Paralímpico, em julho deste ano, na sede da próxima Olimpíada, ele saiu satisfeito com o resultado, um ouro nos 1.500m, com direito a recorde da competição, e bronze nos 5.000m.
“Estive lesionado ano passado, ainda estou em fase de recuperação. Então a gente não conseguiu fazer uma prova de 5.000m tão boa, mas ainda saímos muito felizes com o resultado, com o bronze. E o ouro nos 1.500m, que é a prova que sou recordista mundial, agora recordista do campeonato mundial também e campeão paralímpico. Então a gente foi lá e conquistou mais um, mostrando que estou bem e preparado para o ano que vem, no grande desafio que serão os Jogos Paralímpicos 2024”.
Em novembro, Yeltsin participará do Parapan-Americanos no Chile e vê a competição como um preparativo para Paris, a qual analisa que o nível competitivo será mais intenso do que foi em Tóquio.
“Estará muito forte. Eu espero que os adversários venham ainda melhores, porque ali em 2021 eu sempre fui um atleta de referência a nível mundial, mas não era o ‘cordeiro’, como a gente brinca. Eu era o leão. Estava caçando. Agora sou a caça. A gente sabe que, principalmente japoneses, quenianos também, eles estão treinando muito bem, são muito bons e que vai ser uma prova muito forte. Estamos trabalhando para chegar lá e trazer o ouro de novo. Sempre tem que respeitar os adversários, tudo pode acontecer, mas o ouro é nosso”.
Sobre o ciclo olímpico de três anos, menor do que os anteriores devido a pandemia da covid, o corredor acredita ser bom para ele.
“Porque como eu falei, agora eu sou a caça, então para mim é uma vantagem, porque é um ciclo mais curto, os adversários estão treinando esses três anos focado em ganhar de mim ano que vem. E a gente sabe que eles tiveram um pouco menos de tempo para isso. Tive toda oportunidade depois que cheguei de Tóquio, de me recuperar da lesão, me tratar, ficar 100%”, diz.
Yeltsin ainda completa que “ano que vem ainda tenho o grande desafio antes dos Jogos de Paris, que é o Mundial em Kobe, uma cidadezinha que fica a 500 km de Tóquio. Então assim, eles vão estar em casa, eles não vão querer perder de novo, e eu estou indo lá pra ganhar”.
Apaixonado pelo esporte desde criança, quando seu pai o levava para assistir às corridas, Yeltsin começou a investir na modalidade aos 15 anos, ainda nas corridas de rua, em Campo Grande.
Hoje, com 31 de idade, ele ostenta um currículo sensacional, além das conquistas citadas, ainda inclui: ouro nos 1.500m nos Jogos Parapan-Americanos de Lima 2019; ouro nos 1.500m e bronze nos 5.000m dos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015; prata nos 1.500m e bronze nos 800m no Mundial de 2013 na França.
Com o reconhecimento mundial no esporte paralímpico, o atleta é uma inspiração para outros jovens do Estado que estão começando na modalidade e tem o sonho de conseguir uma carreira tão vitoriosa quanto a dele.
João Pedro Flores, Programa de Estágio Supervisionado
Fotos: Álvaro Rezende
out 2, 2023 | Esporte
Mato Grosso do Sul conquistou nove medalhas (dois ouros, três pratas e quatro bronzes) no Campeonato Brasileiro Sub-13 e Sub-15 de Judô, no último fim de semana, em Curitiba (PR). A delegação sul-mato-grossense contou com apoio do Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da Fundesporte (Fundação de Desporto e Lazer) e Setescc (Secretaria de Estado de Turismo, Esporte, Cultura e Cidadania).
Com 72 atletas (36 meninas e 36 meninos), a equipe de Mato Grosso do Sul teve o maior número de participantes, ao lado do Paraná e São Paulo. De acordo com a CBJ (Confederação Brasileira de Judô), que organizou a competição, foram ao tatame 1.042 judocas (486 meninas e 556 meninos), de 26 unidades federativas.
Pela classe sub-15, André Lucas Dodero (meio-leve, até 50 kg) e Kauã Yuji Yonaha (ligeiro, até 45 kg) colocaram a medalha dourada no peito. Na mesma categoria etária, Antonio Carlos Salvaterra (meio-médio, até 60 kg) e Linda Ágata Corrêa (superpesado, acima de 70 kg) faturaram a prata. A judoca Lívia Aguiar Diniz (superligeiro, até 28 kg) também terminou em segundo lugar, no sub-13.
As medalhas de bronze foram asseguradas por Amytai Diandra Santana (pesado, até 60 kg), Eloísa Ávila Pinto (meio-leve, até 34 kg), Leandro Gabriel Queiroz (meio-médio, até 42 kg) e Lhaissa Gonçalles (superpesado, acima de 60 kg), todos na classe sub-13.
As nove medalhas colocaram Mato Grosso do Sul na quinta posição geral. São Paulo garantiu o título, com 37 medalhas (11 de ouro, 10 de prata e 16 de bronze) e o Rio de Janeiro foi vice-campeão, ao alcançar 28 pódios (11 ouros, três pratas e 14 bronzes). O Rio Grande do Sul encerrou o campeonato na terceira colocação, assegurando 16 medalhas (cinco ouros, quatro pratas e sete bronzes).
Lucas Castro – Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul (Fundesporte)
Fotos: Divulgação
out 2, 2023 | Esporte
Na quinta-feira, 28 de setembro, ocorreu o Arbitral da terceira fase da 19ª Copa Assomasul de futebol na sede da Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul (Assomasul).
As 25 equipes classificadas para atual fase foram divididas em cinco grupos, com o objetivo de avançar para a quarta fase e alcançar uma posição entre as 10 melhores. A seleção do município de Antônio João jogará a terceira fase fora de casa.
Confira abaixo como ficaram os grupos e as datas dos jogos:
07/10 – Caarapó (Sede), Campo Grande, Itaporã, Antônio João e Jaraguari
08/10 – Mundo Novo (Sede), Corumbá, Miranda, Sidrolândia e Costa Rica.
21/10 – Camapuã (Sede), Paranhos, Ponta Porã, Rio Brilhante e Vicentina.
22/10 – Santa Rita do Pardo (Sede), Maracaju, Porto Murtinho, Três Lagoas e Deodápolis.
28/10 – Caracol (Sede), Aquidauana, Nova Andradina, Tacuru e Amambai.
Assomasul informou ao jatobanews que a reunião contou com a presença do prefeito de Bela Vista, Reinado Piti, dos coordenadores da Copa, Santos Rosetto e Galdino Vieira, do presidente do Sindicato dos Árbitros, Ernani Thomaz, dos instrutores técnicos de arbitragem da federação sul-mato-grossense, Manoel Paixão e Getúlio Barbosa, do diretor-adjunto da Fundação Social do Trabalho (Funsat) João Henrique Lima Bezerra e com os representantes das 25 equipes.
Fonte: Jatobá Noticia – Armando Loureiro
set 29, 2023 | Esporte
Os JAMS (Jogos Abertos de Mato Grosso do Sul) estão de volta ao calendário esportivo sul-mato-grossense. O Governo de Mato Grosso do Sul, por intermédio da Fundesporte (Fundação de Desporto e Lazer) e Setescc (Secretaria de Estado de Turismo, Esporte, Cultura e Cidadania), retoma a competição após nove anos. As disputas acontecerão entre os dias 2 e 5 de novembro, em Campo Grande.
A competição estadual não é organizada desde 2014, quando os JABs (Jogos Abertos Brasileiros) foram extintos. A última edição teve Jardim como sede. “É uma novidade que trazemos à comunidade esportiva. Seguindo a nossa linha de buscar novas conquistas, é um orgulho retomar uma competição tão importante, tradicional e que já marcou a vida de muitos atletas do nosso estado”, salienta o diretor-presidente da Fundesporte, Herculano Borges.
Neste primeiro momento, o resgate dos JAMS visa dar continuidade ao trabalho de consistência realizado no desporto escolar com as modalidades coletivas. “Nos últimos anos houve um fortalecimento do esporte escolar aqui em nosso estado, com aumento do número de participantes e do nível técnico. Esses atletas cresceram, hoje estão nas universidades e praticam a modalidade no esporte adulto. Então, sentimos essa necessidade de retomada dos Jogos Abertos de Mato Grosso do Sul”, destaca o diretor de esportes de excelência da Fundesporte, Leandro Fonseca.
Composição e formato
O campeonato terá a participação de oito municípios por modalidade, sendo elas basquetebol, futsal, handebol e voleibol, nos gêneros feminino e masculino. As cidades foram escolhidas obedecendo critérios estabelecidos pela Diretoria de Gestão de Políticas de Excelência e Capacitação Esportiva da Fundesporte. “Escolhemos um formato para dar sequência ao bom trabalho no esporte escolar desenvolvido pelos municípios”, explica Fonseca.
No basquetebol, voleibol e handebol foram selecionados os quatro primeiros colocados da Copa dos Campeões 2023, torneio extra dos Jogos Escolares da Juventude de Mato Grosso do Sul que reúne as melhores seleções municipais e que define o representante do estado na etapa nacional escolar na faixa etária de 15 a 17 anos (os Jogos da Juventude, do Comitê Olímpico do Brasil – COB). Além disso, três municípios foram indicados pelas federações das respectivas modalidades, mais a equipe da cidade-sede, no caso Campo Grande.
O futsal também é composto por três equipes designadas pela FFSMS (Federação de Futebol de Salão de Mato Grosso do Sul) e pela sediante, além dos quatro primeiros colocados dos Jogos Escolares da Juventude de Mato Grosso do Sul – 15 a 17 anos 2023. Excluída da competição nacional do COB, decisão confirmada em fevereiro deste ano, a modalidade passou a não integrar mais a Copa dos Campeões da Fundesporte como seletiva estadual.
Na primeira fase dos JAMS, as equipes serão distribuídas em dois grupos, com quatro integrantes cada. Os jogos ocorrerão no sistema “todos contra todos”. A composição das chaves será feita mediante sorteio no congresso técnico. Os dois melhores colocados de cada grupo avançam às semifinais (1º A x 2º B e 1º B x 2º A).
Os locais de disputa na capital ainda serão definidos. Veja as equipes participantes:
| BASQUETEBOL |
| Feminino |
Masculino |
| Bataguassu |
Dourados |
| Campo Grande |
Ponta Porã |
| Corumbá |
Rio Brilhante |
| Dourados |
Corumbá |
| Maracaju |
Campo Grande |
| Paranaíba |
Paranaíba |
| Rio Brilhante |
Três Lagoas |
| Três Lagoas |
Nova Andradina |
| FUTSAL |
| Feminino |
Masculino |
| Três Lagoas |
Água Clara |
| Antônio João |
Amambai |
| Campo Grande |
Anastácio |
| Corumbá |
Aquidauana |
| São Gabriel do Oeste |
Bodoquena |
| Douradina |
Campo Grande |
| Amambai |
Corumbá |
| Dourados |
Dourados |
| HANDEBOL |
| Feminino |
Masculino |
| Campo Grande |
Água Clara |
| Amambai |
Aquidauana |
| Corumbá |
Campo Grande |
| Aquidauana |
Chapadão do Sul |
| Dourados |
Corumbá |
| Maracaju |
Paranaíba |
| Chapadão do Sul |
Rio Brilhante |
| Paranaíba |
Três Lagoas |
| VOLEIBOL |
| Feminino |
Masculino |
| Três Lagoas |
Campo Grande |
| Campo Grande |
Três Lagoas |
| Corumbá |
Bonito |
| Coxim |
Ponta Porã |
| Sete Quedas |
Paranaíba |
| Dourados |
Corumbá |
| Bela Vista |
Sete Quedas |
| Ponta Porã |
Dourados |
Confira mais detalhes no Regulamento Geral – JAMS 2023.
Lucas Castro – Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul (Fundesporte)
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