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Bela Vista-MS Quinta-Feira, 24 de Setembro de 2026
Presidente do Peñarol acusa Felipe Melo  de gerar confusão no estádio

Presidente do Peñarol acusa Felipe Melo de gerar confusão no estádio

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Felipe Melo gerou toda a violência disse o presidente do Peñarol – Foto: Divulgação

O presidente do Peñarol, Juan Pedro Damiani, acusou Felipe Melo de ter sido o responsável pela briga generalizada no estádio Campeón de Siglo logo após a vitória do Palmeiras por 3 a 2. A confusão começou no campo, com os jogadores dos dois times, e se estendeu para a arquibancada.

“Felipe Melo gerou toda a violência. No futebol se ganha ou perde, mas nós não podemos permitir que isso transborde. Felipe Melo armou a confusão quando acertou um soco em Mier. Os jogadores foram à arquibancada para tentar apaziguar. É lamentável, viemos viver uma grande festa”, disse o mandatário do time uruguaio ao jornal “Sport 890”.

Diferentemente do que diz o dirigente do Peñarol, os atletas e diretoria do Palmeiras culparam os uruguaios por incitar e provocar a confusão. De acordo com o assessor de imprensa do time alviverde, Gustavo H. Souza, Felipe Melo sofreu insultos racistas em campo.

O goleiro Fernando Prass também defendeu o volante, afirmando que Melo teve de reagir com soco para se defender.

Não seria a primeira vez que Felipe Melo reclama de racismo. Há duas semanas, quando Palmeiras e Peñarol se enfrentaram no Allianz Parque, o volante saiu dizendo que um dos rivais tinha o chamado de “macaco” durante a partida. O jogador avisou, no entanto, que a agressão ficaria limitada ao gramado e que não tomaria nenhuma atitude sobre o assunto, até porque teria ouvido um pedido de desculpas em campo.

Durante a semana, nos dias que antecederam a vitória palmeirense por 3 a 2 em Montevidéu, Felipe Melo foi alvo de ofensas por intermédio das redes sociais. Até familiares do atleta se mobilizaram para denunciar os agressores.

Na última quarta, a disputa foi além da agressão verbal. Felipe Melo foi cercado por jogadores do Peñarol assim que soou o apito final. Ele tentou de desvencilhar do grupo e saiu em disparada pelo gramado, sendo perseguido pelos rivais. O volante então acertou um soco em Matias Mier, dando início à parte mais tensa e violenta do confronto, que só terminaria nos vestiários.

REPERCUSSÃO

O jornal espanhol “Mundo Deportivo” destacou que jogadores do Peñarol visavam especialmente Felipe Melo após a partida. A publicação apresentou comentários de Eduardo Baptista, afirmando que o Palmeiras teve de brigar para se defender, citando também os portões fechados, que impediram a entrada imediata dos atletas ao vestiário.

O jornal uruguaio “El Observador” acusa a torcida do Palmeiras de começar o incidente na arquibancada do estádio. A publicação uruguaia diz que torcedores alviverdes invadiram setor rival e agrediram torcedores do Peñarol. Os uruguaios revidaram com pedaços de madeira e materiais de plástico.
Para o “Clarín”, da Argentina, uma “grande partida foi ofuscada por briga. Torcidas foram separadas por apenas uma grade, com poucos seguranças”.

Já o “As”, da Espanha destacou a possibilidade de as equipes serem punidas pela violência.

Técnico do Corinthians defende presenças de Lucca e Yago na final

Técnico do Corinthians defende presenças de Lucca e Yago na final

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Técnico do Corinthians defende presenças de Lucca e Yago na final

Fábio Carille não está melindrado porque a Ponte Preta contará com dois funcionários do Corinthians na decisão do Campeonato Paulista. Ao contrário. Após eliminar o São Paulo, o técnico defendeu as presenças do atacante Lucca e do zagueiro Yago, emprestados ao clube de Campinas, contra a sua equipe.

“São excelentes profissionais e têm que jogar, sim. A partir do momento em que não vamos utilizá-los, eles estão no direito de participar. Parabenizo os dois”, comentou Carille.

Até recentemente, o Corinthians se protegia com uma cláusula contratual para não enfrentar os jogadores que emprestava a outros clubes. O expediente passou a ser proibido.

Carille ainda aproveitou o assunto para lembrar que não queria ceder Lucca a Ponte Preta. “Conheço mais o Yago, mas pedi ao Lucca para ficar. Ele não começaria o ano jogando, mas brigaria pela posição. Ele saiu por decisão dele. Está lá agora e está bem”, repetiu o treinador.

Com características semelhantes às de Lucca, Carille conta no elenco do Corinthians com o paraguaio Ángel Romero, os novatos Léo Jabá e Pedrinho e o já contestado Clayton, emprestado pelo Atlético-MG em troca pelo meia Marlone. Para a zaga, as suas opções atuais são Balbuena, Pablo, Pedro Henrique e Léo Santos.

A Ponte Preta tem ainda jogadores que interessaram ao Corinthians. O centroavante William Pottker chegou a entrar em acordo para defender o clube do Parque São Jorge, mas a negociação fracassou após ele entrar em campo na Copa do Brasil. O alvo da vez é o atacante Clayson.

Gazeta Esportiva

Ceni não se apega a “número frio” e se diz feliz com o próprio trabalho

Ceni não se apega a “número frio” e se diz feliz com o próprio trabalho

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Ceni não se apega a “número frio” e se diz feliz com o próprio trabalho

O São Paulo foi eliminado do Campeonato Paulista pelo Corinthians, nas semifinais, e está fora da Copa do Brasil após ter caído precocemente, na quarta fase, para o Cruzeiro. O clube segue vivo na Copa Sul-Americana, competição que disputou apenas uma partida até agora, o frustrante empate sem gols com o modesto Defensa y Justicia-ARG, e terá o Campeonato Brasileiro pela frente. Na prática, o torcedor tricolor não tem muito com o que se orgulhar. Mas, para Rogério Ceni, que assumidamente gosta de trabalhar com avaliação de estatísticas, esses são “números frios” ou apenas “análise de resultado”.

Dar adeus a dois objetivos em menos de uma semana, perder em ambas oportunidades no Morumbi, diante de seu torcedor, ou sucumbir perante ao arquirrival não parecem ser notícias que preocupem o técnico do São Paulo. Ao fazer um balanço do seu trabalho até aqui, o ex-goleiro e ídolo maior do clube se mostrou otimista e satisfeito.

“Na Copa do Brasil, pegamos o Cruzeiro, um time forte. Vou fazer um levantamento para ver o que o trabalho mostra. O número frio a gente já sabe. Mas eu gosto muito do meu trabalho, gosto muito do trabalho da comissão, gosto muito da dedicação dos jogadores. Fomos com 23 (jogadores) para a Florida Cup e hoje temos sete, oito opções a mais. Talvez esse elenco fique mais enxuto para o Brasileiro. Agora vamos parar, repensar, traçar uma estratégia e seguir com ela no Brasileiro. A minha expectativa é fazer, sim, com que esse time chegue à Libertadores em 2018”, avaliou Rogério Ceni, lançado na carreira de treinador justamente pelo São Paulo, no início do ano.

“Honestamente, acho que o time vem sendo menos irregular nas últimas rodadas. Vocês mesmo destacaram que o time no começo do ano sofria dois gols por jogo e fazia três. Hoje baixamos a média de gols feitos, mas diminuímos muito a de gols sofridos. Para você defender mais, tem de abrir mão de algumas peças ofensivas. De positivo, tanto no meu time quanto no nosso trabalho, é que nossa vocação é ofensiva, o time foi construído para ganhar jogos, para agredir, não foi construído para ser defensivo. Foi construído para jogar com, no mínimo, três homens de frente”, continuou.

Em 2017, o São Paulo já fez 25 jogos, contando os dois da Copa Flórida, durante a pré-temporada. São 11 vitórias, dez empates e quatro derrotas. Foram 44 gols marcados e 30 sofridos, o que dá um saldo de 14 gols e um aproveitamento de 61%.

“Existe análise de performance e de resultado, ou seja, o número frio e o número real. Temos 60% a mais de gols feitos do que sofridos, é um time que propõe jogo, que joga para a frente. Joga invariavelmente no 4-3-3, 4-4-2 ou até 4-2-4, como no fim do jogo com o Cruzeiro. Perdemos o nosso principal armador, que é o Cueva, em sete jogos, e ainda não tínhamos o Thomaz, então tivemos que improvisar. Chegamos à semifinal do Paulista, que é o mínimo que um grande clube pode fazer”, disse, empolgado mesmo depois de ter saído de Itaquera sem a vaga na grande final do Estadual.

“Vamos ter alguns dias para repensar o planejamento, mas vejo com otimismo o que esse time pode produzir em um campeonato de pontos corridos. Ganhamos corpo, o time é mais competitivo, mesmo a classificação não vindo. Fico feliz com os jogadores. Trabalharam bem, competiram de igual para igual”, elogiou o treinador.

Apesar do futebol mais vistoso, o estilo de jogo adotado por Rogério Ceni no São Paulo gera divergências, inclusive dentro do próprio elenco. Há quem defenda uma mudança de postura para que a equipe se exponha menos e seja mais letal. O receio do time ficar marcado por ser ofensivo, jogar bonito, mas passar o quinto ano seguido sem título já não é pequeno. O técnico, porém, não está disposto a mexer na estrutura montada e mostra convicção nas próprias ideias.

“Temos um sistema adaptado, é aperfeiçoar esse sistema, mas vejo uma evolução muito grande. Desculpa, sei que a gente pode se apegar ao resultado frio, mas nos números foi um futebol melhor jogado tanto na semifinal do Paulista quando na fase eliminatória da Copa do Brasil”, concluiu, dando relevância às estatísticas finais dos confrontos, apesar da desclassificação nos dois casos.

Gazeta Esportiva

Palmeiras deverá ter mudanças na escalação contra o Peñarol

Palmeiras deverá ter mudanças na escalação contra o Peñarol

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Palmeiras deverá ter mudanças na escalação contra o Peñarol

Eliminado no Campeonato Paulista, o Palmeiras deverá ter mudanças para o jogo desta quarta-feira, contra o Peñarol, pela Copa Libertadores. Além das questões físicas, com o desgaste pelo jogo contra a Ponte Preta, atributos técnicos também podem resultar em alterações na formação titular.

“Foi um jogo pesado contra a Ponte Preta, sabíamos disso. Domingo tivemos a reapresentação, avaliamos quem está mais seguro. Foi um jogo de doação, tudo o que treinamos e propusemos, eles cumpriram à risca. Taticamente tudo foi feito. Agora é levantar direitinho quem está recuperado para este jogo de quarta”, afirmou o técnico Eduardo Baptista.

Os meio-campistas Guerra e Tchê Tchê, e o zagueiro Edu Dracena são os principais candidatos a receber um possível descanso. O venezuelano foi titular nos últimos cinco jogos, o defensor nos últimos seis, e o camisa 8 atuou nas sete últimas partidas do Verdão.

Além do trio, o centroavante Miguel Borja também pode acabar no banco de reservas neste jogo, mas por motivos técnicos. No sábado, o colombiano reclamou por ter sido substituído na semifinal contra a Ponte Preta, e o camisa 12 acabou criticado pelo técnico Eduardo Baptista. Na ocasião, o treinador sugeriu que a “concorrência no ataque é muito grande”, tecendo elogios a Willian Bigode.

“Temos a Libertadores, logo tem a Copa do Brasil e o Brasileiro. Essa lição tem de ser levada. Vejo o time saindo mais forte do que entrou. Esta lição que tivemos nos dois confrontos maturou a equipe, sentimos isso depois do jogo”, finalizou.

Fonte: Gazeta Esportiva

FPF confirma jogo em Campinas e decisão no estádio de Itaquera

FPF confirma jogo em Campinas e decisão no estádio de Itaquera

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Será a primeira vez que os dois times, que já decidiram os Paulistas de 1977 e 1979, jogarão ao menos um jogo na cidade do interior. Nas duas ocasiões anteriores, os três jogos decisivos de ambos torneios foram realizados no estádio do Morumbi, com ampla vantagem corintiana (quatro vitórias, um empate e apenas uma derrota, justamente no segundo jogo de 1977, que marcou o recorde de público do estádio são-paulino: 146.072 pessoas).

Havia uma pequena possibilidade de ambos discutirem a realização de dois jogos na capital, uma vez que o mando pertence à FPF, mas a Ponte nem cogitou aceitar a ideia. Forte dentro de casa, local onde construiu as vantagens diante do Santos, nas quartas de final, e do Palmeiras, na semifinal, a Macaca não abriu mão de receber o embate. O mesmo aconteceu em 2008, quando os campineiros acabaram derrotados pelo Verdão tanto no Moisés (1 a 0) quanto no Palestra Itália (5 a 0).

 

Kits do 2º Desafio Serra da Bodoquena de Mountain Bike serão entregues no feriado de Tiradentes

Kits do 2º Desafio Serra da Bodoquena de Mountain Bike serão entregues no feriado de Tiradentes

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Kits do 2º Desafio Serra da Bodoquena de Mountain Bike serão entregues no feriado de Tiradentes

Campo Grande (MS) – No próximo sábado (22), cerca de 800 atletas de vários estados brasileiros, entre eles, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Minas Gerais, Sergipe e Goiás e do país vizinho, Paraguai, participarão do 2º Desafio Serra da Bodoquena de Mountain Bike.

A prova desportiva de longa distância é promovida pela equipe “Atitude Aventuras & Desafios” e contará com as categorias Pró (96 KM), Sport (54 KM ) e  pela primeira vez, a Turismo (25 KM), voltada para ciclistas iniciantes.

Os kits dos atletas inscritos serão entregues na sexta-feira, dia 21 de abril (feriado de Tiradentes), das 10h00 às 20h30, na Concha Acústica da Praça Central do município de Bodoquena. No mesmo local, das 19h00 às 19h45 haverá um briefing para todas as categorias, com orientações importantes para o dia da prova.

Para retirar o kit é preciso a apresentação de documento oficial com foto e a assinatura do Termo de Responsabilidade. O kit também poderá ser retirado por terceiros. Neste caso, será obrigatória a apresentação da cópia de identidade do atleta inscrito e uma autorização assinada pelo mesmo.

Cada atleta inscrito receberá uma sacola esportiva; 01 camisa de ciclismo; 01 garrafa squezze; placa de identificação; guia do atleta, com informações sobre o evento, pontos de apoio, informações turísticas e anúncios dos parceiros; seguro atleta durante o evento e pulseira de identificação.

Giordanni Carlin, integrante da “Atitude Aventuras & Desafios” ressalta que os kits não serão entregues fora do horário divulgado. “Para evitar transtorno e atraso no dia da prova, os kits serão entregues somente na data e horário programado. É importante estar atento”, falou.

Prova

O 2º Desafio Serra da Bodoquena de Mountain Bike acontece no próximo sábado, dia 22 de abril, e será realizado em meio a maior reserva de Mata Atlântica do interior do Brasil.

A prova desportiva na modalidade de mountain bike maratona (longa distância), com um estilo off-road (estradas pavimentadas, estradas de chão, trilhas em morros e matas), contará com mais de 800 atletas inscritos.

O evento que já faz parte do calendário da Federação MS de Ciclismo, valendo pontos para o ranking estadual para atletas federados.

Reportagem: Evllyn Rabelo