Depois da alegria do título gaúcho invicto, o Grêmio volta a viver momentos de tensão. A permanência na Libertadoresdepende (em tese) de uma vitória sobre o já classificado Libertad, no Paraguai, na terça-feira. Mas, afinal, como vem o time paraguaio, garantido nas oitavas de final?
Depois de preservar titulares no sábado e vencer o River Plate por 2 a 1 pelo campeonato nacional, a obrigação é de triunfo sobre o Grêmio, embora a pressão esteja do lado gaúcho.
Já em Assunção, no Paraguai, o GloboEsporte.com acompanhou a partida direto do estádio Nicolás Leóz.A amostragem colhida na pequena presença de público está entusiasmada com a campanha e com o que o time tem apresentado.
O técnico José Chamot, por outro lado, se esquivou quando perguntado sobre a chance de eliminar o Grêmio na Libertadores. O pensamento está só nas próprias aspirações do Libertad na competição.
– Pensamos no nosso dever de honrar a camisa do Libertad, sair para fazer uma grande partida. Cada um, digamos, está pensando no seu, sem especular nada. Mais que tudo, estamos pensando em fazer uma grande partida – apontou Chamot.
Rodízio no time
O Libertad entrou em campo no sábado e bateu o River Plate local por 2 a 1, gols de Antonio Bareiro e Édgar Benítez. Chamot usou uma equipe mista: Piris, Rivero, Óscar Cardozo e Matías Espinoza foram preservados. O camisa 10 Recalde, que entrou no segundo tempo, pode ser mais um nome, caso a escalação titular seja a usada na vitória sobre a Universidad Católica.
Chamot tem usado estratégia semelhante à de Renato, com rodízio no elenco, troca de jogadores de uma partida para outra e discurso de valorização do grupo. Perdeu nos primeiros minutos o zagueiro e capitão Paulo da Silva, com um problema muscular na perna esquerda. Canale o substituiu na partida e é o ficha um para jogar contra o Grêmio, se o titular não tiver condições.
– O Paulo sentiu algo, mas não quero me adiantar. Vamos esperar. Na minha equipe são todos titulares, eu escolho quem entra de acordo com o que vemos. Começamos a pensar no Grêmio a partir deste domingo – disse Chamot.
Classificação geral e invencibilidade
Os torcedores paraguaios presentes na partida e na porta do vestiário do Nicolás Leóz mostravam otimismo com o jogo e estavam ansiosos pela partida de terça-feira, que será no Defensores Del Chaco, com maior capacidade.
Mas o peso do jogo para o Libertad é bem diferente em relação ao Grêmio. Líder do Grupo H com 12 pontos, está classificado e tem como intenção brigar pela melhor posição possível na classificação geral.
Assim, traria para Assunção a decisão dos duelos no mata-mata. Além disso, está em jogo uma série invicta: são nove partidas sem perder. Portanto, uma derrota para o Grêmio também significa a quebra desta marca.
– Sabemos que já estamos classificados, mas levamos o jogo com total seriedade. Estamos tentando somar também na tabela geral da Libertadores, pensando nos cruzamentos das oitavas de final. Também por respeito a um clube como o Grêmio, foi campeão gaúcho agora. É o jogo da vida deles – disse o goleiro Martín Silva em entrevista ao GloboEsporte.com.
Clássico pela frente
A estratégia do rodízio tem dado certo. Além da invencibilidade, lidera seu grupo na Libertadores e é o terceiro colocado do Apertura. Se o Grêmio vem de um Gre-Nal, o Libertad no domingo, terá o líder Olimpia pela frente.
Ainda que pequena, existe uma chance de título. O rival do fim de semana tem nove pontos a mais na tabela e restam cinco rodadas para o fim da competição.
– É um confronto direto na luta pelo título aqui, estamos um pouco longe agora do Olímpia. É difícil para nós. Vamos lutar até o final, sabemos que os clássicos tem que ganhar, vamos tentar a vitória na terça para ir com força máxima no próximo domingo para tentar encurtar a distância (do Olimpia) – explicou Martín.
Preocupação com físico
Assim como no Brasil, o técnico José Chamot discursou contra o calendário e a sequência de jogos. O River Plate do Paraguai descontou na reta final do jogo de sábado e por pouco não empatou a partida, com direito a pressão nos derradeiros minutos. O comandante reclamou da quantidade de partidas e disse que o time sofreu com a parte física
– Não gostei da maneira como recuamos, mas quando não está fisicamente bem, as pernas não funcionam. Era físico também. E muitas vezes a cabeça começa a funcionar mal. Erramos muitos passes, para mim, devido ao cansaço. A quantidade de partida é incrível, fisicamente se sente – reclamou Chamot.
Antes da partida do sábado, o Libertad havia jogado na quarta, contra o Guaraní. Desde o início de 2019, o calendário tem sido com dois jogos por semana, o que gera desgaste no grupo, sem nenhuma semana com folga para treinamentos e descanso. O Grêmio, por exemplo, terá este tempo depois de ter conquistado o título gaúcho na última quarta.
Um início de temporada irretocável. O título do Campeonato Mineiro, conquistado no sábado, após o empate em 1 a 1 com o Atlético-MG, no Independência, ratifica a excelente performance que o time comandado por Mano Menezes teve nos pouco mais de três meses e meio de temporada.
A Raposa é a única equipe entre aquelas que participarão das Séries A e B do Campeonato Brasileiro que ainda não perdeu em 2019. Em 20 partidas disputadas, foram 15 vitórias e cinco empates, com a expressiva marca de 44 gols marcados (média de dois gols por jogo) e apenas nove sofridos (média de 0,45 gol por partida).
Aliás, quando a Raposa teve a série de vitórias interrompida – foram 11 consecutivoa -, o empate em 1 a 1 com o maior rival, no Independência, garantiu o bicampeonato estadual. O título dá ao time cruzeirense a tranquilidade e aumenta a confiança para a sequência do trabalho, visto que o time segue na disputa da Copa LIbertadores, e no próximo final de semana estreia no Campeonato Brasileiro (no sábado, encara o Flamengo, às 21h, no Maracanã, no Rio de Janeiro). Isso sem contar que o time cruzeirense só estreia na Copa do Brasil nas oitavas de final. Confira um raio-x da campanha do Cruzeiro neste início de 2019:
Campeão no ano passado, o Cruzeiro terminou a fase de classificação deste ano com a segunda melhor campanha, atrás apenas do rival Atlético-MG. Em 11 jogos, foram sete vitórias e quatro empates, com 22 gols marcados e cinco sofridos. A equipe de Mano Menezes terminou com 25 pontos, três a menos que o time atleticano. Nas quartas de final, vitória de goleada no jogo único contra o Patrocinense, por 5 a 0, no Mineirão.
Nas semifinais, duas vitórias sobre o América-MG: 3 a 2 no Independência, com três gols de Fred, e 3 a 0 no Mineirão. Na decisão, o Cruzeiro tinha que inverter a vantagem do rival, Atlético-MG, que jogava pelo empate na soma dos resultados das duas partidas da final.
E a Raposa conseguiu. Já no primeiro jogo, no Mineirão, vitória por 2 a 1, com gols de Marquinhos Gabriel e Léo. No segundo jogo, no Independência, o adversário até saiu na frente, com gol de Elias, no primeiro tempo. Mas, Fred, em cobrança de pênalti, deu o empate e, consequentemente, o título ao Cruzeiro.
A conquista aconteceu de forma invicta. Em 16 jogos, foram 11 vitórias e cinco empates. Além disso, a Raposa terminou com o artilheiro da competição, Fred, que marcou 12 gols.
Libertadores: 100%, classificado e líder do grupo
Na Copa Libertadores, a campanha cruzeirense também é impecável: quatro vitórias em quatro jogos. A Raposa é uma das três equipes que têm 100% de aproveitamento na competição (Cerro Porteño e Libertad, ambas do Paraguai, são as outras). O time cruzeirense lidera o Grupo B, já está classificado e com a primeira colocação assegurada.
O Cruzeiro venceu, na ordem, Huracán (1 a 0, no El Palacio, em Buenos Aires, na Argentina), Deportivo Lara-VEN (2 a 0, no Mineirão), Emelec (1 a 0, no George Capwell, em Guayaquil, no Equador) e novamente o Huracán (4 a 0, no Mineirão). Nesta terça-feira, a Raposa encara o Deportivo Lara, às 17h (de Brasília), no estádio Metropolitano de Lara, na Venezuela.
O objetivo do time de Mano Menezes é terminar com a melhor campanha geral para decidir todas os duelos da fase mata-mata, até a semifinal, em casa. Vale lembrar que, a partir deste ano, a decisão da Libertadores será em jogo único, em Santiago, no Chile.
Ao derrotar o São Paulo e ganhar o Campeonato Paulista neste domingo, o volante Ralf entrou para um seleto grupo de jogadores do Corinthians: os que conquistaram oito títulos pelo clube. Dele fazem parte Alessandro, Chicão, Del Debbio, Danilo, Kléber, Marcelinho e Neco. Só Cássio, com nove, tem mais.
Ralf foi um dos melhores em campo na decisão – além de fazer seu trabalho como marcador, deu o passe de cabeça para o gol de Avelar, que abriu o placar na vitória na Arena Corinthians.
Aos 34 anos, Ralf continua vencendo a concorrência com outros volantes e se mantém como titular no time de Fábio Carille. Ainda que o técnico o veja jogando em outra posição daqui a algum tempo.
– Sou suspeito para falar do Ralf, porque sei o quanto minha palavra teve peso para a vinda dele. Nos conhecíamos desde quando eu trabalhei no Barueri. Do mesmo jeito que ele treina hoje, ele treinava há dez anos. Vai jogar por muitos anos ainda, daqui a pouco podendo virar zagueiro – afirmou Carille.
Ralf ficou surpreso com a ideia do técnico.
– Não sei ainda, mas estou sempre disposto a ajudar.Estou feliz na minha posição. Mas se for para quebrar o galho, para ajudar, estou à disposição. É mais difícil jogar de zagueiro, porque se errar só tem o goleiro atrás. Eu já ajudei no decorrer de algumas partidas, mas nunca comecei uma assim – disse o volante.
– Já tive uma conversa informal (com a diretoria), mas não voltamos a falar por causa das decisões. Agora vamos ter um tempinho para sentar e conversar. Eu não me vejo fora daqui, com todo respeito aos outros clubes, devo muito a essa casa, a essa nação, e quero conquistar mais títulos aqui – completou.
O Flamengo mal teve tempo para comemorar o título do Campeonato Carioca sobre o Vasco, no último domingo, e já se reapresentou no fim da manhã desta segunda-feira em um hotel na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Às 15h, os jogadores embarcam para Quito, no Equador, onde precisarão de pelo menos um empate contra a LDU na quarta-feira, às 21h30 (de Brasília), para selar a vaga para as oitavas de final da Libertadores.
Na chegada à concentração, Cuéllar enalteceu o título sobre o maior rival e virou a chave para a Libertadores, citando a estreia contra o San Jose nos 3.700 metros de Oruro para tirar o peso da altitude de 2.850 metros de Quito:
– É muito bom acordar como campeão. A sensação é inexplicável. Não é fácil, ainda mais sobre um rival. Tínhamos a obrigação, respeitando os rivais. Agora, temos três competições, temos condição de conquistar os três torneios e vamos em busca. Temos que ter a cabeça no lugar. Comemoramos com a família, descansamos em casa, mas agora é hora da Libertadores, que é muito importante e queremos ganhar. Vai ser um jogo complicado. Já jogamos mais alto (altitude) contra o San Jose e sabemos da dificuldade. Temos que entrar concentrados.
Willian Arão também falou com a imprensa na reapresentação e minimizou a falta de tempo para treinamento nesta segunda-feira. O volante, autor de um dos gols da vitória por 2 a 0 sobre o Vasco, disse que a LDu vai precisar se expor jogando em casa, e o Flamengo precisa saber aproveitar.
– Tem treinamento também, vamos fazer um lá amanhã. Tem papo, treino, vídeo, o mental é muito importante… Tudo é válido. Sem dúvida o título dá um gás, sim. A gente tem mais uma decisão, sabe da importância desse jogo e aquilo que nó temos que fazer. A gente já festejou, já curtiu, agora é virar a chave e se preparar. Na Libertadores às vezes a gente não vai conseguir dar show, jogar o futebol que nós queremos, tem é que sair vencedor. Se tiver que jogar atrás e contra-atacar, a gente vai fazer isso. Não é o que queremos, mas vamos jogar de acordo com que o jogo se apresentar. Vai ser um jogo difícil, duro, mas eles têm que nos atacar, vão ter que se expor também.
Berrío e Piris da Motta não viajam com o Flamengo para Quito. A dupla ficará no Rio para ter uma semana consecutiva de treino com bola em busca de condicionamento para ficar à disposição diante do Cruzeiro, na estreia do Campeonato Brasileiro. Eles serão reavaliados ao longo da semana.
O Grêmio sagrou-se bicampeão gaúcho ao vencer o Internacional nos pênaltis por 3 a 2 na Arena. Durante o tempo normal a partida terminou empatada sem gols. O jogo foi marcado por muitas polêmicas e uso do VAR que acabou sendo decisivo na marcação de uma penalidade que foi desperdiçada por André. Mas quis o destino que na última cobrança o centroavante desse o título para o Tricolor Gaúcho.
Também tem que ser destacado o goleiro Paulo Victor que pegou três penalidades. Na campanha os comandados de Renato Portaluppi não perderam nenhuma partida na competição e levam apenas um gol.
Pela Libertadores o Grêmio volta a campo no dia 23, terça, quando visita o Libertad, às 19h15(de Brasília), no Nicolás Leoz. Já na quarta o Internacional pega o Alianza Lima, às 21h30 (de Brasília), no Alejandro Villanueva.
JOGO
Muito estudado o começo de partida entre os dois times. Ambas as equipes não cedem espaços e realizam forte marcação. Bastante catimba em campo, diversas faltas e o jogo não andou. Aos 15, Everton recebeu de fora da área e chutou. Lomba soltou no pé de André, que mandou para o fundo das redes. Depois de confirmar pelo VAR, o gol gremista foi anulado. Aos 21, Geromel ajeitou para Kannemann, que virou e chutou. Lomba segurou.
Após os 20 minutos, o Tricolor Gaúcho cresceu de produção, enquanto o Colorado especulou jogadas de velocidade. Aos 29, depois de uma troca de passes, Jean Pyerre recebeu da intermediária de Maicon e chutou, mas a bola saiu. Tecnicamente o jogo deixou a desejar. Bastante discussão em campo e muitas faltas.
Que chance para o Inter, aos 36, Guerrero ganhou de Léo Gomes e cabeceou, mas Paulo Victor fez grande defesa. No final do primeiro tempo, o Colorado melhorou e assustou a meta gremista. Que susto, aos 45, Léo Gomes recebeu da direita, dominou e chutou. A bola quicou e Lomba espalmou para o lado.
A etapa inicial teve muita marcação, chegadas ríspidas, porém em termos de qualidade futebol acabou não sendo bom. Na única vez que o recurso eletrônico foi pedido a arbitragem acertou.
Esse retorno do segundo tempo iniciou como no primeiro de muita intensidade, transpiração e sem inspiração técnica. Aos 08, Moledo tentou cortar o chute de Alisson, desviou e quase fez contra.
Com mais posse de bola, o Grêmio não conseguiu furar o forte bloqueio defensivo vermelho. Aos 13, Edenílson passou por Leonardo e Maicon com um giro e chutou forte. Paulo Victor fez grande defesa. No minuto seguinte, Nico cobrou escanteio na cabeça de Moledo. O arqueiro pegou mais uma. O técnico Renato Portaluppi sacou Jean Pyerre para a entrada de Luan.
Já a grande polêmica do jogo ocorreu, aos 22, Cortez caiu após a dividida com Parede. Logo após o árbitro utilizou o VAR e resolveu marcar a penalidade. A partir daí iniciou uma confusão que determinou as expulsões do técnico Odair Hellmann e do meia D´Alessandro. Depois de oito minutos, o jogo foi retomado. Aos 31, André bateu no canto esquerdo de Lomba que defendeu. No rebote, Geromel chutou e não conseguiu marcar.
Houve muito nervosismo na reta final da partida tanto de Grêmio e Internacional. Aos 49, Everton passou por Moledo limpou e buscou o ângulo esquerdo de Lomba, mas a bola saiu. Aos 50, Everton recebeu de Luan, invadiu a área e soltou a bomba, mas carimbou o poste.
Apesar de todas as tentativas dos times, a decisão do título será nas penalidades. O título nas penalidades acabou sendo merecido para o Tricolor Gaúcho por causa da campanha em todo o torneio.
O Águia Negra, de Rio Brilhante, está bem próximo de conquistar o terceiro título do Campeonato Estadual de Mato Grosso do Sul. A vitória diante do Aquidauanense na primeira partida da decisão pelo placar de 2 a 1, coloca os riobrilhantenses com uma mão na taça. O clube já conquistou os títulos de 2002 e 2012. Já o Aquidauanense luta na busca do primeiro título.
No próximo domingo, no estádio Ninho da Águia acontece o fechamento do Estadual do MS. Os gols foram de Careca e Cleitinho para o Águia, enquanto que Rodrigo Jesus marcou para o time local. Quase 3 mil torcedores lotaram as dependências do estádio Noroeste, que teve apenas um incidente com torcedor caindo da arquibancada.
O JOGO
Até aos 15 minutos de jogo, a principal chance de gol foi do Águia Negra, com o atacanteCareca, que recebeu de frente pro gol e parou no goleiro Diego. Porém, quem apareceu com perigo aos 16 foi o Tiziu, atacante do Azulão que fez boa jogada pela esquerda, invadiu a área adversária e cruzou para trás, encontrando Jefinho, que chegou batendo, mas mandou pra fora.
O gol que abriu o placar saiu aos 32 minutos. Após cobrança de escanteio de Agnaldo, Rodrigo Jesus aproveitou falha na marcação da zaga e cabeceou firme para colocar o Azulão na frente. Aos 41 minutos, o goleiro Filipe apareceu para parar Rodrigo Jesus, que quase fez outro.
No segundo tempo, o panorama mudou e o rubro-negro voltou melhor. Com cinco minutos de bola rolando, Cleitinho, que tinha entrado no intervalo no lugar de Tetéu, recebeu belo lançamento de Pedro e, apesar de se atrapalhar no domínio, conseguiu se recuperar e deixar tudo igual.
Não demorou muito e o Águia Negra conseguiu a virada. Aos 14 minutos, Careca aproveitou falha de Agnaldo em recuo de bola e, de frente para o goleiro Diego, só teve o trabalho de concluir para fazer o segundo gol do time rio-brilhantense. Depois do gol, o técnico Rodrigo Cascca mexeu e procurou ficar mais recuado, tentando sair nos contra-ataques.
Diferentemente, o Azulão seguiu atacando, tanto que aos 37 minutos Felipe teve que aparecer de novo para segura chute rasteiro de Uélisson Santana. Cinco minutos depois, o zagueiro Tosta foi à frente em escanteio e cabeceou firme, mas mandou a bola por cima do travessão. A arbitragem deu sete minutos de acréscimo, mas o time da casa não conseguiu alterar o placar.
Atacante Careca comemora gol marcado no Noroeste (foto-Franz Mendes)
FICHA TÉCNICA
Aquidauanense jogou com Diego; Robinho, Jaime, Tosta e Jô; Peterson, Baiano, Aguinaldo (Jeferson Gilbran) e Jefinho (Uelison Santana); Rodrigo Jesus e Tiziu (Cy). Técnico Mauro Marino.
Águia Negra atuou com Felipe; Gugu (Willian), Virgulino, Jonatan e Fabiano; Russo, Pedro, Mário Lúcio (Jorginho); Careca e Teteu (Cleitinho). Técnico Rodrigo Cascca.
Arbitragem de Paulo Henrique Vollkopf com os assistentes Cícero Alexandro e Leandro dos Santos Ruberdo. Quarto árbitro foi Renan Insalbralde.