jan 23, 2020 | Esporte
A Unidade de Esporte de Participação e Lazer (Uepla) da Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul (Fundesporte) atendeu 430.546 pessoas no ano passado, com a promoção de atividades de lazer, competições esportivas urbanas, de aventura e natureza. No total, foram 174 eventos em 46 municípios sul-mato-grossenses, de 9 de fevereiro a 15 de dezembro, em parceria com entidades governamentais e não-governamentais.
O chefe da Uepla, Rodrigo Barbosa de Miranda, afirma que 2019 ficou marcado como um ano de atendimentos inéditos em todas as regiões do Estado. “Além de realizarmos mais de 430 mil atendimentos, levamos o programa Lazer nas Cidades para diversos municípios, quilombos, aldeias indígenas e assentamentos. Desbravamos novos terrenos. O ano que passou nos mostrou que estamos no caminho certo e queremos fazer muito mais ações inéditas em 2020”.
Miranda ressalta que a Uepla está de acordo com a filosofia de gestão municipalista do governador Reinaldo Azambuja, em atender municípios de modo geral, de pequeno, médio e grande número populacional. “Não escolhemos cidade, horário e lugar. Se alguma entidade ou administração municipal solicita e é de benefício à população local, nós atendemos. O governador, como foi prefeito de município interior, além de presidir a Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul (Assomasul), conhece a realidade de todos as cidades do Estado e sabe a importância dessas ações aos habitantes, a diferença que faz na vida da população”.
Um dos destaques do ano foi o atendimento ao Eco Pantanal Extremo – Jogos de Aventura, em Corumbá, entre os dias 15 e 17 de novembro de 2019. A competição reuniu atletas de canoagem, maratona aquática, stand up paddle, tiro prático, corrida de trilha e mountain bike (MTB), além dos fãs de adrenalina. Ao todo, a Uepla/Fundesporte atendeu cerca de 7,5 mil pessoas nos três dias de evento. O valor investido pelo Governo do Estado foi de R$ 305.463,00, via Fundo de Investimentos Esportivos (FIE-MS).
Ainda em relação aos esportes de aventura, a Uepla organizou as sete etapas do Campeonato Estadual de Canoagem (descida, velocidade, sprint, meia maratona), do calendário da Federação de Canoagem de Mato Grosso do Sul (FCaMS). Evidencia-se a histórica Prova de Canoagem Santa Delfina, considerada a mais antiga do Brasil, que chegou à 33ª edição nas águas do Rio Aquidauana. “Conseguimos também trazer duas etapas do Campeonato Brasileiro de Canoagem. Com a etapa da modalidade descida e kayak extremo, retomamos Bonito que desde 1992 não tinha nenhuma atividade em seus rios”, enfatiza Miranda.
A Uepla/Fundepsorte também teve como foco a assistência a demandas de esportes urbanos, como corridas de rua, passeios ciclísticos e caminhadas. Só em 2019 foram 21 corridas de rua atendidas, uma a cada 15 dias, em média, conforme o banco de dados do setor.
O fomento da prática esportiva dentro das autarquias que integram o Governo do Estado fez parte das ações da Uepla/Fundesporte. Dentre elas, destacam-se a Corrida e Caminhada e Primeiro Evento Esportivo da Sanesul, a 1ª Corrida da Assembléia Legislativa, a Corrida do Fogo: Wildfire Run Brasil e a Corrida do Leão, da Receita Federal. “Começamos a mostrar a importância das atividades físicas e os servidores e demais funcionários compraram a ideia”, finaliza Miranda.
Além de Rodrigo Miranda, a equipe da Uepla/Fundesporte é composta pelos servidores Rubens Arguelho, Virginia Vasconcellos, Jamir Américo, Paulo Gazzaneo, Silvério Bernal (Biro Biro), Carlos Alexandre Bernal (Birinho), Adonias Carneiro (Adir), Marcos Venicius Frandoloso.
jan 23, 2020 | Esporte
O Águia Negra estreou com o pé direito no Campeonato Sul-Mato-Grossense de Futebol Profissional Série A, na noite desta quarta-feira (22.01). Em casa, no Estádio Prefeito Iliê Vidal, o Ninho da Águia, a equipe de Rio Brilhante venceu a Pontaporanense, recém-promovida, por 2 a 0. A competição tem o apoio do Governo do Estado, por meio da Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul (Fundesporte).
Os gols da partida foram assinalados no primeiro tempo. O centroavante Kareca abriu o placar aos 23 minutos, após cruzamento de Erick Bahia pelo flanco esquerdo. O camisa 9 da agremiação rio-brilhantense deslizou de carrinho e anotou o primeiro gol da 42ª edição do Estadual.
Nos acréscimos da etapa inicial, aos 47, Salomão foi lançado em profundidade e bateu forte na saída do goleiro Tieppo para marcar o segundo tento. Com o triunfo, o atual campeão soma os primeiros três pontos no certame. O Rubro-Negro volta a campo no dia 1º de fevereiro, frente ao Comercial, em Campo Grande. Também na Capital, a Pontaporanense tem compromisso marcado no dia seguinte, contra o Operário.
A primeira rodada terá continuação no domingo (26.01), às 15h, com o embate entre Corumbaense e Maracaju, no Estádio Arthur Marinho, em Corumbá. No dia 1º de fevereiro (sábado), o Aquidauanense receberá a Serc de Chapadão do Sul, às 15h, no Estádio Municipal de Aquidauana “Mário Pinto de Souza”, o Noroeste. Uma hora depois, o Nova Andradina enfrenta o Costa Rica fora de casa, no Estádio Municipal Laerte Paes Coelho, o Laertão.
jan 22, 2020 | Esporte
Começa nesta quarta-feira (22.01) a 42ª edição do Campeonato Sul-Mato-Grossense de Futebol Profissional Série A. O atual campeão, Esporte Clube Águia Negra, recebe a Sociedade Esportiva Pontaporanense, detentora do título da segunda divisão estadual no ano passado. A bola vai rolar no Estádio Prefeito Iliê Vidal, o Ninho da Águia, em Rio Brilhante, às 20h15.
A competição tem o apoio do Governo do Estado, por intermédio da Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul (Fundesporte). Neste ano, o governador Reinaldo Azambuja definiu R$ 822.699,00 de aporte financeiro, do Fundo de Investimento Esportivo (FIE), aos 10 clubes que vão participar do certame.
O montante é 30% maior frente aos R$ 622.720,00 de 2019 e auxiliará nas despesas da competição, como taxa de arbitragem (árbitros, delegado da partida e observador de arbitragem), hospedagem e alimentação nos jogos fora de casa e no custeio de materiais esportivos (uniformes de jogo e de passeio/viagem aos jogadores e membros da comissão técnica, e instrumentos a serem utilizados nos treinamentos).
A primeira rodada terá continuação no domingo (26.01), às 15h, com o embate entre Corumbaense e Maracaju, no Estádio Arthur Marinho, em Corumbá. No dia 1º de fevereiro (sábado), o Aquidauanense receberá a Serc de Chapadão do Sul, às 15h, no Estádio Municipal de Aquidauana “Mário Pinto de Souza”, o Noroeste. Uma hora depois, o Nova Andradina enfrenta o Costa Rica fora de casa, no Estádio Municipal Laerte Paes Coelho, o Laertão.
Confira a tabela completa de jogos aqui.
Sistema de disputa
Esporte Clube Comercial, Aquidauanense Futebol Clube, Costa Rica Esporte Clube, Operário Futebol Clube, Sociedade Esportiva Pontaporanense, Sociedade Esportiva Recreativa Chapadão (Serc), Esporte Clube Águia Negra, Corumbaense Futebol Clube, Clube Esportivo Nova Andradina e Maracaju Atlético Clube enfrentam-se em turno único (Grupo A).
Classificam-se às quartas de final (segunda fase) os oito melhores, sendo que os que tiverem melhor campanha jogam por dois resultados iguais. Conforme o regulamento da Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul (FFMS), nesta fase as equipes serão divididas em quatro grupos de dois times cada: Grupo B (1º A e 8º A), Grupo C (2º A e 7º A), Grupo D (3º A e 6º A) e Grupo E (4º A e 5º A), que jogarão entre si, com duelos de ida e volta, dentro da própria chave. Avançam à semifinal os primeiros colocados de cada grupo.
Os dois últimos colocados na primeira fase (classificatória) serão rebaixados ao Campeonato Sul-Mato-Grossense Série B. O campeão do Estadual Série A 2020 representará Mato Grosso do Sul no Campeonato Brasileiro Série D 2021. Na Copa do Brasil do ano que vem, participarão o campeão e vice.
jan 13, 2020 | Esporte
O judoca Luan Simões Pimentel, natural de Camapuã, conquistou a medalha de ouro do 2020 IBSA Judo American Championship, considerado o Parapan-Americano da modalidade para atletas com deficiência visual. A competição, organizada pela Federação Internacional dos Desportos para Cegos (IBSA), foi realizada em Montreal, no Canadá, de 10 a 12 de janeiro.
O sul-mato-grossense era o atual campeão do torneio continental, na categoria sênior leve, até 73 quilogramas. A seleção brasileira de judô, composta por 12 atletas, ainda assegurou mais oito medalhas, das quais quatro foram de ouro, três de prata e uma de bronze.
O evento no país norte-americano foi primeiro do ano contando pontos para o ranking mundial, que serve como base para definir os participantes brasileiros nos Jogos Paralímpicos de Verão 2020, em Tóquio, no Japão. O evento multiesportivo acontecerá de 25 de agosto a 6 de setembro. Na última lista, divulgada em outubro do ano passado, Pimentel aparecia na 14ª posição. Apenas 12 farão parte da delegação verde e amarela.
“Essa competição foi muito importante para mim, estava precisando de bastante pontos no ranking para subir o mais rápido possível. Consegui a medalha de ouro e vou continuar na briga pela vaga”, destacou Pimentel, judoca que representa o Instituto Sul-Mato-Grossense para Cegos “Florivaldo Vargas” (Ismac), de Campo Grande.
Para alcançar o lugar mais alto do pódio em Montreal, Pimentel encarou – e derrotou – três adversários que já havia superado nos Jogos Parapan-Americanos 2019 de Lima, no Peru, para garantir mais uma condecoração dourada para o currículo. Assim como na capital peruana, seu oponente na final foi o argentino Rodolfo Fabian Ramirez, novamente derrotado por ippon. Na trajetória rumo ao ouro, o camapuanense ainda venceu o mexicano Abraham Ortiz e Anthony Ferraro, dos Estados Unidos.
O 2020 IBSA Judo American Championship foi a última competição do continente americano antes das Olimpíadas de Tóquio. Além da parada no Canadá, as etapas da Inglaterra (em abril) e Azerbaijão (em maio) do Grand Prix, da IBSA, também somarão pontos na disputa pelas vagas paralímpicas no judô.
Luan Pimentel tem baixa visão (classe B3) devido ao albinismo. O atleta de Camapuã é um dos contemplados pelo programa Bolsa-Atleta, na categoria pódio complementar, criado e oferecido pelo Governo do Estado, por intermédio da Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul (Fundesporte). No dia 30 de dezembro, Pimentel também foi selecionado pelo Bolsa-Atleta federal, na categoria internacional, da Secretaria Especial do Esporte e é um dos 93 sul-mato-grossenses beneficiados.
jan 10, 2020 | Esporte
Desde julho de 2017, a Escola Pública de Ciclismo “Marlus de Souza Freitas” atende cerca de 45 crianças e jovens, de seis a 17 anos de idade, no Parque Ayrton Senna, localizado no Aero Rancho, bairro mais populoso de Campo Grande. O objetivo é oferecer opção de lazer no contraturno das aulas, incentivar a prática do ciclismo de estrada e mountain bike (de montanha) com aulas especializadas e fomentar as categorias de base do Estado. O projeto é realizado pela Fundação Municipal de Esporte da Capital (Funesp) e tem o apoio do Governo do Estado, por meio da Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul (Fundesporte).
As aulas acontecem quatro vezes por semana, às segundas, quartas e sextas-feiras à tarde e aos sábados pela manhã, com alunos nas categorias kids (seis a oito anos), B (nove a 12 anos) e A (13 a 17 anos). “Nosso projeto é embrionariamente social e, por consequência, de rendimento. Então, fomentamos a categoria de base, mas a ideia é colocar essas crianças para praticar esporte, dar alguma ocupação para que não fiquem perdidas pelas ruas sem ter o que fazer. Das crianças que temos, quase todas competem”, avalia a coordenadora do projeto, Patrícia Martinez.
Com apenas dois anos e meio de existência, os resultados já começaram a aparecer em competições estaduais, dentre elas os Jogos Escolares da Juventude, promovido pela Fundesporte. Além das técnicas e fundamentos na pista, a Escola Pública proporciona oficinas de equilíbrio, reforço muscular e consertos de bicicleta, para que os próprios alunos possam fazer pequenos reparos quando necessário.
A profissional de educação física Angélica Couto é uma das professoras do projeto. Ela integra o Programa MS Desporto Escolar da Fundesporte e está lotada na Escola Estadual Professora Neyder Suelly Costa. “Quando fui trabalhar no projeto, não sabia o que ia encontrar, mas no decorrer do tempo fui me adaptando. Hoje, tenho a percepção de cada aluno e suas dificuldades. No projeto social, não tem como não se doar. Consigo olhar para cada criança e identificar humor, qualquer alteração física e psicológica, porque temos uma cumplicidade aluno-professor muito grande”.
Segundo Angélica Couto, os alunos não faltam às aulas, faça chuva, sol ou frio. “Em primeiro lugar, a criança precisa se sentir amada e, depois, motivada e saber que é capaz de vencer nas provas e na vida. Isso que eu procuro ensiná-los todos os dias. Gosto de trabalhar em projeto social porque conseguimos introduzir a criança na sociedade e fazer com que ela entenda a importância que tem”.
Homem de Ferro
O projeto no Ayrton Senna trabalha com ações de prevenção e contenção ao bullying, conscientizando os alunos-atletas sobre o respeito às diversidades de gênero, raça, etnia, religião ou comportamento. João Alexsander Lima, de 13 anos, nasceu com uma alteração do comprimento dos membros inferiores. Após cirurgia, inseriu uma haste de sustentação na perna direita, reduzindo a probabilidade de fratura e de outras lesões originadas com o esforço físico.
No começo, João Alexsander sofreu bullying, até que o professor Lucas Meira passou a chamá-lo de Homem de Ferro, com referência ao personagem fictício (super-herói) dos quadrinhos publicados pela Marvel Comics, criado por Stan Lee. “O professor Lucas começou com isso e eu gostei bastante, porque tenho o ferro na perna e é muito legal ser apelidado disso, é como se fosse um reconhecimento de todos. Já passei por bullying, mas hoje em dia sou bem amigo de todo mundo”, relata o atleta, que sonha em ser um ciclista profissional.
“Eu passei por muitas cirurgias e perdi muito músculo, minha perna ficou atrofiada por não ter feito muita atividade física. Quando entrei no projeto, percebi a diferença. O meu dia a dia foi melhorando. Antes, eu ficava bem triste porque não fazia nada, vim para cá e fiquei mais feliz, ganhei músculo e força. No começo, eu tinha um pouco de medo, mas fui superando”, completa João Alexsander.
jan 8, 2020 | Esporte
Goiás e Flamengo não chegaram a um acordo na primeira reunião que discutiu a possível venda de Michael, na manhã desta quarta-feira, em um hotel no Rio de janeiro. Questões financeiras envolvendo o Goianésia, ex-clube do atacante, e o empresário Eduardo Maluf, agente do jogador, foram o principal entrave na negociação.
A conversa entre os clubes, porém, não está encerrada. De acordo com Edminho Pinheiro, responsável por representar o Goiás na tratativa, as duas partes podem voltar a se reunir, desde que o Flamengo sinalize que aceita as condições esmeraldinas, disse ele à Rádio Sagres.
Edminho revelou que a proposta do Flamengo, de cerca de 7,5 milhões de euros, não contempla os 5% dos direitos econômicos de Michael que pertencem ao Goianésia. Desta forma, o Goiás, que possui 75%, não aceita a oferta e exige 8 milhões de euros. Segundo ele, Maluf teria repassado informações diferentes à diretoria rubro-negra, que também recuou diante desse cenário. Novo encontro não está descartado.