mar 3, 2022 | Diversos
Doença provoca dores intensas, diminui a qualidade de vida da mulher e pode causar infertilidade.
“Sentia dores tão fortes no meu abdômen, antes e após a menstruação, que muitas vezes, fui parar no hospital. Só descobri o diagnóstico dois anos depois.” Tayane Mafra, que passou por cirurgia há 21 dias.
“Conviver com tanta dor e não saber o motivo é a parte mais difícil. A mulher, que tem cólica intensa, precisa desconfiar e pedir ajuda. No meu caso, a doença já havia atingido outros órgãos, como intestino e trompas.” Patrícia Malheiro.
Tayane Mafra e Patrícia Malheiro estão entre as seis milhões de mulheres com endometriose no Brasil.
A doença ginecológica, caracterizada pelo crescimento do endométrio, tecido que reveste a parte interna do útero, fora da cavidade uterina, em locais como as trompas, ovários, intestinos, reto e bexiga, é comum em mulheres em idade reprodutiva.
Estima-se que uma a cada dez mulheres terão a doença. Muitas delas, passarão anos convivendo com a dores intensas, até receberem o diagnóstico, que além de comprometer a qualidade de vida da paciente, também pode provocar infertilidade.
Para levar informação sobre a saúde da mulher, o laboratório Fertliv participa do Movendo, um movimento nacional, com diversas forças, eventos e debates sobre o tema, para propagar a conscientização da endometriose, seus sintomas e tratamentos. A ação reforça as atividades do Março amarelo, mês dedicado a conscientização sobre a doença.
O médico ginecologista e especialista em reprodução assistida da Fertliv, Vitor Kussumoto, explica que o principal desafio é o diagnóstico tardio.
“ Como é comum que a mulher tenha cólica no período menstrual, às vezes o diagnóstico demora demais. Estudos mostram que pacientes chegam a ficar até nove anos sentindo dores intensas e incapacitantes”, alerta o médico.
Principais sintomas da endometriose:
Cólica muito intensa no período menstrual;⠀
Dismenorreia: Dor pélvica, que aumenta de intensidade e pode incapacitar a mulher de exercer suas atividades habituais;
Diarreia ou dor para evacuar ou urinar, durante o período menstrual;
Dor durante as relações sexuais
Distensão e estufamento abdominal;⠀
Infertilidade, independentemente de sintomas dolorosos.
Endometriose e infertilidade
A endometriose é a principal causa de infertilidade feminina. Quando o endométrio começa a crescer em locais como tubas e ovário, há inflamação e um processo espontâneo de cicatrização, o que acaba gerando mudanças anatômicas que impedem o pleno funcionamento das tubas, responsáveis pelos primeiros acontecimentos da fecundação. Além disso, as células inflamatórias podem afetar a qualidade do óvulo e do espermatozoide.
Tipos de endometriose:
A médica ginecologista e especialista em reprodução assistida, Suely Resende, conta que existem três tipos de endometriose:
Peritoneal: Os focos da doença estão localizados apenas no peritônio e as lesões ainda são rasas e planas;
Ovariana: Geralmente se formam endometriomas, um tipo de cisto ovariano composto por tecido endometrial e sangue, além de aderências isoladas e menos densas;
Profunda: Nesse tipo de endometriose, os implantes já invadiram diversas regiões ao mesmo tempo e, além de muitos, são mais profundos.
“Mulheres com endometriose infiltrativa normalmente também possuem os outros dois tipos. Ou seja, lesões mais rasas e endometriomas”, orienta a especialista.
Há cura para a endometriose?
“Não há cura definitiva para a endometriose, mas existem tratamentos que podem melhorar a qualidade de vida da mulher, prevenir a eventual progressão da doença e preservar a sua fertilidade. A cirurgia é mais indicada para pacientes com endometriose mais avançada, que em muitos casos leva a dores pélvica intensas.
fev 19, 2022 | Diversos
Mais magra, a carne de frango é uma das queridinhas na hora de preparar uma receita
Sempre que pensamos em alimentação saudável, um dos primeiros ingredientes a compor nossa lista de compras é, sem dúvida, a carne de frango. Muito versátil, além de propiciar inúmeras receitas, desde as mais elaboradas as mais simples e práticas, a carne é também uma proteína mais magra, e por isso uma das queridinhas.
Além disso, possui aminoácidos importantes para o organismo, de digestão mais rápida e fácil do que a carne bovina, por exemplo, é também fonte de Vitamina B, ferro, selênio e fósforo.
E para fazer jus a boa fama da carne de frango, hoje, o colaborador da Unimed Campo Grande Thiago Souza Arce compartilha uma receita de suflê muito saborosa. O prato é leve e não leva farinhas de trigo, mas é feito à base de ovos, portanto, bastante proteico. Confira!
Suflê de Frango
Ingredientes:
-100g de frango desfiado
-1 ovo inteiro
-1 colher de sopa queijo
-1 colher de sopa de tomate cortado em cubinhos
– queijo parmesão ralado
-sal, pimenta do reino, orégano a gosto
Modo de preparo:
-Bata a clara em neve, em seguida acrescente a gema e misture bem
-Junte o frango, o tomate em cubinhos e os temperos
-Coloque a mistura em uma travessa pequena, polvilhe com queijo parmesão
-Leve ao forno e só retire quando estiver dourado
fev 15, 2022 | Diversos
Pilates foi a modalidade de exercício escolhida por Adriano para sair da rotina
Que as atividades físicas são essenciais, disso já sabemos. Que o desempenho regular de exercícios e a inclusão de hábitos saudáveis na rotina são necessários, também é de nosso conhecimento. Porém, mais do que compreender, é importante colocar em prática este plano. E quando tudo isso é aliado ao amor por alguma modalidade, fica mais fácil.
Adriano Pereira de Souza Filho que o diga. Ele é colaborador da Central de Regulação Assistencial, da Unimed Campo Grande, e revela que descobriu no pilates uma forma de manter-se sempre motivado a superar obstáculos. “O pilates foi agradado à minha rotina. Já havia tentado antes, sempre iniciava e parava, porém, em setembro de 2021 eu realmente me apaixonei e descobri o quanto é incrível”.
Ainda sobre as idas e vindas, Adriano conta que para sua decisão definitiva outra situação foi determinante. “Já tinha tentado fazer pilates antes, mas dessa vez foi diferente. Além da determinação a maneira como fui recebido pelos profissionais fez toda a diferença. Claro que o primeiro dia é tudo mais fácil, mas a cada aula me sinto desafiado, o que me faz amar cada dia mais as aulas”.
Pilates ainda é uma espécie de exercício que muitas pessoas têm um conceito incompleto, sendo, muitas vezes, resumido apenas como algo que minimize dores ou atrelada à reabilitação. Porém, seus benefícios vão além.
“Temos um mau hábito de ter um pré-julgamento do pilates, de dizer que é uma modalidade de baixo impacto e que tem fins somente terapêuticos, mas na verdade usamos a força e o peso do nosso próprio corpo, tudo supervisionado e acompanhado por profissionais capacitados. Tem dias que até chego a pensar que estou em um treino funcional”, brinca o colaborador.
O que não deixa mentir são as dezenas de fotos que Adriano coleciona de suas conquistas. Têm acrobacias, fotos de ponta cabeça e por aí vai. Mais que um hábito de vida saudável, a modalidade é um exemplo de superação diária para ele. “Apesar do desafio de cada exercício é a construção dele que o torna incrível e quando conseguimos fazer e testar os limites do nosso corpo não há sensação melhor, é satisfatório demais. Tem as fotos que não me deixam mentir, queremos sempre registrar nossas pequenas conquistas”.
E é em meio aos avanços que surgem também alguns receios, mas nenhum deles abala o colaborador. “Ainda tenho um pouco de dificuldade em confiar e medo de cair, por conta disso me sinto travado ao realizar alguns exercícios, mas é um medo que supero a cada dia e tem sido perceptível a evolução que tenho tido”.
Como “recompensa” ao seu comprometimento, o ‘pilateiro’ enumera suas melhoras: “sinto-me mais flexível, não sinto mais dores na coluna e consigo me concentrar com mais facilidade, o que tem melhorado meu rendimento no trabalho e no dia a dia”, pontua.
E não para por aí. A paixão pelo pilates é declarada, mas a semana de Adriano é ainda mais agitada. “Faço aulas aeróbicas também, como fit dance, e aulas na academia”.
Por fim, aos que buscam ter um olhar mais atento para si, mudando um hábito, Adriano garante que a chave é “força de vontade e persistência”. “Acredito que começar é o maior desafio e tudo que é novo representa medo e receio. Não é fácil sair da zona de conforto, devemos transformar desafios em oportunidades de aprendizado e crescimento, os ingredientes principais são: força de vontade e persistência”, aconselha.
fev 11, 2022 | Diversos
Prato fica pronto em pouquíssimo tempo
Muito ouvimos falar em receitas que levam batata-doce por pessoas adeptas a dietas mais saudáveis e até restritivas, embora esta última não seja uma boa alternativa para quem almeja perder peso.
Mas o fato é que o tubérculo, como é conhecida, nos possibilita variadas opções de preparo, além de ser uma ótima fonte de energia, pois possui alto teor de carboidratos e ainda é rica em fibras, vitaminas do complexo B, vitamina A, vitamina C e minerais.
Pensando nisso, a nutricionista do Programa Viver Bem da Unimed Campo Grande Lívia Maria Torres compartilha hoje uma receita deliciosa de batata-doce recheada. “A batata-doce é um carboidrato que é absorvido mais lentamente pelo organismo, o que dá a sensação de saciedade, tem ação antioxidante, fortalecendo o sistema imunológico e prevenindo doenças como gripes e resfriados, além de melhorar a cicatrização de feridas”, comenta a nutricionista.
Agora que você conhece alguns benefícios desse alimento, é só anotar a receita e colocar a mão na massa.
Batata-doce recheada
Ingredientes
-2 batatas-doces médias
-100g de frango desfiado
-1 tomate
-½ cebola
-½ xícara de azeitona
-½ xícara de milho
-2 colheres de sopa de muçarela ralada
– sal, pimenta e orégano a gosto
Modo de preparo:
-Cozinhe as batatas até ficarem bem macias
– Retire a polpa das batatas
-Misture bem o frango desfiado, o milho, a azeitona, o tomate, a cebola e os temperos
-Recheie as batatas e as cubra com a muçarela
-Leve ao forno por aproximadamente 15 minutos ou até que o queijo esteja gratinado e pronto, é só servir.
Dica: aproveite a polpa das batatas para fazer outras receitas.
fev 7, 2022 | Diversos
Ao que tudo indica a palavra Metaverso é o termo da vez. Em qualquer conversa que aborde tecnologia ou inovação lá está ela. Formalmente, o termo Metaverso representa um espaço virtual compartilhado, que mistura a realidade física com a possível. Este espaço é potencializado por tecnologias como a da realidade aumentada, inteligência artificial e a internet. Em resumo, metaverso é a reunião do virtual com o real. É a possibilidade de uma pessoa, poder circular por ambientes virtuais, da maneira mais plena que quando transita pelo espaço físico; interagindo social e comercialmente, sem limitações de distância ou de tempo. Talvez a Copa do Mundo de 2030, possa ser assistida através do Metaverso. Imagine-se dentro de um estádio, de forma virtual, sendo representado por meio de um avatar, assistindo, junto com pessoas reais, a final dessa copa. Você, na sua casa, vestindo óculos de realidade virtual (VR), luvas e roupas com sensores interagindo com pessoas de carne e osso como se estivesse no próprio estádio!
Da forma como é tratada atualmente, a palavra Metaverso surgiu pela primeira vez na novela cyberpunk, Snow Crash (Nevasca), de Neal Stephenson, lançada em 1992. Naquela época a internet comercial estava na sua versão inicial, os computadores ainda não estavam preparados para a virtualidade e todas as relações econômicas e sociais eram feitas de forma analógica.
Após duas décadas, se discute sobre a iminência da aplicação desse conceito nos negócios e nos relacionamentos. A ficção científica pode virar realidade virtual e real.
O impacto do metaverso é diverso. O namoro virtual comporta desde um espaço para encontros de pessoas reais que irão se conhecer depois até os relacionamentos de seres humanos com programas de computador e namoradas ou namorados 100% digitais. Quem poderá dizer o que será considerado normal?
Da mesma forma que assistimos pessoas viajando através de mapas virtuais e “street views” durante a Pandemia, quando ficaram impossibilitadas de viajar, já podemos vislumbrar pacotes de viagens sem sair de casa entre os possíveis produtos do Metaverso. Experiências desse tipo já existem em grandes parques temáticos e atrações turísticas pelo mundo – e serão potencializadas. Explorar o corpo humano através de realidade virtual (quem sabe navegar dentro dele), participar de experiências “de campo” sem sair de casa ou das salas de aulas serão ferramentas de aprendizagem disponíveis na maioria das escolas e Universidades. Para complementar tudo isso, a inserção paulatina das criptomoedas e do conceito de blockchain, dão toda a chancela necessária do ponto de vista monetário para completar a integração necessária desse ecossistema.
No início da década de 2000, o lançamento do jogo digital Second Life, que propunha para seu jogador inseri-lo em uma realidade virtual como se fosse uma segunda vida, já dava sinais de que havia interesse da indústria na criação de um Metaverso. Posteriormente, o lançamento de aparelhos como óculos de realidade virtual, câmeras fotográficas de 360 graus, relógios inteligentes, dentre outros, possibilitaria o fortalecimento desse conceito.
Atualmente, o que permite acreditar que o metaverso seja uma tendência provável são os grandes investimentos realizados para desenvolver uma série de negócios ligados ao conceito. Recentemente, Mark Zuckerberg, criador do Facebook, anunciou empreendimentos ligados ao desenvolvimento do metaverso. Entre eles, aparelhos de realidade virtual, softwares específicos, pesquisa e desenvolvimento e até a mudança do nome da controladora das suas empresas, que agora se chama Meta. Com o mesmo objetivo, porém seguindo um caminho tecnológico diferente, Elon Musk, CEO de empresas como Tesla, SpaceX, pretende, através da sua empresa Neuralink, desenvolver chips que, inseridos dentro dos humanos, possibilitariam que estes experimentem realidades virtuais a partir do próprio corpo.
O quê de tudo isto vai dar certo? É uma pergunta difícil de responder, o fato é que, assim como os grandes interesses se juntaram para fazer possível que o homem chegue à lua, atualmente, um volume parecido ou até maior de capital está apostando no Metaverso.
Acha que apostar no Metaverso é sonhar demais? Há pouco mais de uma década, Steve Jobs popularizava seu Smartphone e loja de aplicativos, que rapidamente foi copiado por concorrentes sendo disseminado em longa escala. Desde então, o Capitalismo mudou. Foi uma Revolução. E é algo assim o que se espera para o Metaverso que ainda está na sua fase “discada”.
Hugo Eduardo Meza Pinto – Economista, professor da Estácio e sócio na empresa criativa Amauta
José Guilherme Silva Vieira – Economista, Doutor, professor e chefe de Departamento de Economia da Universidade Federal do Paraná
jan 28, 2022 | Diversos
Receita é fácil, nutritiva e muito saborosa
Visualize a cena: fim de semana, cedinho, um cafezinho e um pão de queijo. Tem coisa mais satisfatória do que acordar já desta forma? Mas não é um pão de queijo qualquer, é o “Pão de Quê?”, uma receita saudável e super saborosa, o que torna este momento ainda melhor.
Jackeline Stacy Ponciano de Alcantara que o diga. Ela não tira esse prato de seu cardápio por nada. “O ‘Pão de Quê?’ é uma ótima opção de lanche rápido, menos calórico, com uma receita fácil, deliciosa, além de ser sem glúten, vegano e muito nutritivo”, explica.
Para não deixar ninguém com vontade, claro que ela compartilhou a receita. Confira!
Pão de Quê?
Ingredientes
– 1 xícara de batata doce cozida e bem amassada
– 1 xícara e 1/2 de polvilho doce
– 1 colher rasa de sal de sobremesa
– 6 colheres de sopa de óleo vegetal
– 1 colher de sopa de chia (opcional)
Modo de preparo
– Em uma tigela misture todos os ingredientes
– Misture tudo com as mãos até formar uma massa homogênea e quando não grudar mais nos dedos está no ponto
– Faça bolinhas do tamanho de sua preferência
– Pré-aqueça o forno por 10 minutos a 200ºC
– Coloque as bolinhas no forno e deixe que assem de 15 a 20 minutos, até começar a dourar
– Está pronto