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Bela Vista-MS Terça-Feira, 07 de Julho de 2026
Júlia e Rafaela param Dourados e anunciam gravação de novo hit na Expoagro

Júlia e Rafaela param Dourados e anunciam gravação de novo hit na Expoagro

A cidade de Dourados viveu um verdadeiro estouro no último dia 6 de maio. A dupla Júlia e Rafaela, conhecidas como “As Igual”, arrastou uma multidão de mais de mil universitários para o Bar do BIG, durante uma edição especial do evento Tendel. O movimento em plena terça-feira foi tão intenso que trouxe à memória os tempos de ouro da música sertaneja no estado, comparável apenas com a dupla Munhoz e Mariano.

As novas moradoras de Campo Grande,  Júlia e Rafaela vêm dominando o cenário musical sul-mato-grossense com carisma, talento e presença de palco. A apresentação em Dourados marcou um novo capítulo na trajetória da dupla, que se consolida como um dos nomes mais promissores do sertanejo universitário.

A próxima grande novidade será a gravação da nova música de trabalho, intitulada “Pilantra”, que acontecerá neste sábado, dia 10 de maio, durante a Expoagro, novamente em Dourados, dentro do espaço Tendel. A expectativa é de mais um público recorde e, claro, muita música boa.

A agenda agitada e o sucesso crescente mostram que elas não vieram para brincar. Elas estão mudando o cenário musical de Mato Grosso do Sul com irreverência, talento e muito público.

Serviço–  Contato para shows pelo telefone (67) 9 9835-7496, falar com Joca.

Família Acolhedora: transformando vidas com amor e esperança

Família Acolhedora: transformando vidas com amor e esperança

Acolher é mais do que oferecer um lar – é proporcionar proteção, refúgio e conforto a quem mais precisa. Essa é a essência do Família Acolhedora, uma política pública de proteção à criança e ao adolescente, acompanhada pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), por meio da 46ª Promotoria de Justiça. O serviço tem como objetivo oferecer um lar temporário, amparo e afeto a crianças e adolescentes em situações de vulnerabilidade, criando possibilidades de um futuro mais promissor.

Histórias de transformação e afeto

Entre as muitas histórias que emocionam, destaca-se a de Arielle Jheniffer Lima do Nascimento e Bruno Augusto Gonçalves dos Reis, um casal de Campo Grande, pais de dois filhos biológicos e que, há mais de um ano, acolhem dois irmãos afastados de sua família de origem. Para eles, o projeto é um sonho realizado: “Sempre quisemos uma família maior e, ao conhecer o Família Acolhedora, percebemos que poderíamos oferecer uma base sólida e transformadora para essas crianças. É uma experiência profundamente gratificante”, revela Arielle.

Bruno, comovido, compartilha a motivação por trás de sua decisão: “Cresci em uma família humilde e sei o quanto é difícil enfrentar desafios desde cedo. Ver crianças enfrentando situações ainda mais difíceis me motivou. Para mim, isso é mais do que um gesto material; é uma missão espiritual. Queremos mostrar que é possível superar as dificuldades e acreditar em um futuro melhor.”

O casal enfatiza que o objetivo do projeto não é substituir os pais biológicos, mas oferecer suporte enquanto eles enfrentam suas adversidades. “Nosso papel é cuidar, proteger e oferecer uma chance real de um futuro melhor”, afirmam.

Despedidas com amor e compreensão

A despedida, inevitável ao fim de cada acolhimento, é tratada com serenidade pelo casal. “Sempre deixamos claro que o acolhimento é temporário. Apesar dos desafios diários, cada momento junto tem sido enriquecedor. Mantemos a individualidade das crianças e plantamos amor, mesmo nas diferenças”, relatam.

Outro exemplo de dedicação vem de Aguinaldo Belina Moreira e Maria de Lourdes Correa Belina, uma família de Campo Grande que participa do Família Acolhedora desde sua criação. Eles já acolheram 16 crianças ao longo dos anos, oferecendo amor, segurança e uma base sólida para quem mais precisa.

Maria Belina compartilha sua história pessoal, que a motiva a continuar no projeto: “Fui abandonada por minha mãe quando tinha somente seis meses, e fui acolhida por uma família japonesa que me deu a chance de me tornar quem sou hoje. Quero retribuir esse amor, dando a essas crianças a oportunidade de também se tornarem alguém na vida”, diz emocionada.

Ela ressalta que a verdadeira essência do Família Acolhedora é o amor. “As crianças chegam muito machucadas emocionalmente, mas o acolhimento muda isso. Ensinar respeito, carinho e a importância do amor é essencial. Quando elas se despedem, choramos, mas sabemos que deixamos nelas um pedacinho de nossa história, capaz de inspirar um futuro diferente.”

Para Aguinaldo, que não tem filhos biológicos, a experiência é indescritível: “É uma alegria enorme ter a casa cheia, especialmente com meninos, porque adoro brincar com eles. Crianças são incríveis”, afirma. Ele acredita que o impacto do projeto vai muito além do acolhimento temporário: “As crianças se espelham nos adultos. Por isso, seguimos firmes no Família Acolhedora. Quando elas precisam, o projeto é quem faz a diferença.”

Coragem para transformar vidas

Daniela Matos dos Reis, que também participa do projeto, revela como a decisão de acolher foi tomada após um pedido de sua filha. “Pesquisei sobre o Família Acolhedora e percebi que seria uma oportunidade única para minha família. Já estou no segundo acolhimento com um casal de irmãos, e ver o desenvolvimento deles é uma experiência incrível”, compartilha.

Ela destaca o crescimento pessoal e espiritual que a vivência proporciona. “O mais desafiador é o início, pois as crianças chegam com traumas. Mas, quando superamos essa fase, é maravilhoso ver o sorriso e a alegria delas. Para mim e minha família, cada acolhimento é uma oportunidade de aprendizado, de paciência, de perseverança e de amor.”

Daniela também acredita que mais famílias precisam se engajar nesse processo de transformação: “As pessoas precisam perder o medo. O primeiro acolhimento é o mais difícil, mas depois elas não vão querer parar. Muitas crianças precisam de um Família Acolhedora.”

O papel do MPMS

Segundo o Promotor de Justiça Oscar Bessa Filho, o Família Acolhedora é um serviço prestado pela Assistência Social, visando capacitar, acolher e orientar as crianças, oferecendo um lar temporário e seguro. “O MPMS não só fiscaliza o serviço, mas também tem um papel fundamental em expandir o programa, garantindo que mais crianças recebam o cuidado e amor que merecem”, explica.

Ele destaca o grande desafio de mudar o paradigma do acolhimento institucional  — no qual uma única pessoa cuida de muitas crianças — para um modelo de acolhimento familiar, onde cada criança recebe a atenção, o afeto e o carinho de uma família. “O Família Acolhedora é uma verdadeira revolução, pois oferece à criança a oportunidade de crescer em um ambiente familiar, com vínculos afetivos reais”, finaliza.

Saiba mais

O serviço de acolhimento familiar é prestado pelo município (através da modalidade de Alta Complexidade da Assistência Social). Atualmente, ele existe em 23 municípios de Mato Grosso do Sul. Desde sua implantação, em 2018, em Campo Grande, 62 crianças e adolescentes passaram pelo serviço. A Capital possui, atualmente, 11 famílias acolhedoras cadastradas e nove crianças e adolescentes acolhidos.

Para participar do serviço, é preciso ter idade entre 21 e 60 anos e não ter a intenção de adoção. O período de acolhimento é de, no máximo, 18 meses. Além disso, independentemente da condição econômica, a família tem a garantia de recebimento de bolsa-auxílio no valor de um salário-mínimo por acolhido.

O Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora (SFA) está amparado no ECA, conforme o Art. 34, caput e § 1º: Art. 34  O poder público estimulará, por meio de assistência jurídica, incentivos fiscais e subsídios, o acolhimento, sob a forma de guarda, de criança ou adolescente afastado do convívio familiar. § 1º A inclusão da criança ou adolescente em programas de acolhimento familiar terá preferência a seu acolhimento institucional, observado, em qualquer caso, o caráter temporário e excepcional da medida, nos termos desta Lei.

Na Capital, mais informações podem ser obtidas pelos telefones (67) 3314-4482, ramal 6154, e celular (67) 99668-1448. No interior, procure a Secretaria Municipal de Assistência Social da sua cidade.

Texto: Karla Tatiane
Imagem: Assecom MPMS
Revisão: Anderson Barbosa

Milagre da vida: após dias em coma, Janaina renasceu e celebrará o Dia das Mães junto dos quatro filhos

Milagre da vida: após dias em coma, Janaina renasceu e celebrará o Dia das Mães junto dos quatro filhos

Mesmo com apenas 1% de chance de sobreviver, equipe médica não desistiu e com trabalho coordenado, fez tudo para salvar sua vida. Junto, uma corrente de oração se manteve firme durante todos os dias de sua internação

Neste Dia das Mães, há muitas histórias para contar, mas a de Janaina Vargas Corrente Bonfá, 38 anos, é sobre maternidade em sua forma mais pura: amor, sacrifício, entrega e renascimento. Um verdadeiro testemunho sobre o milagre da vida que, às vezes, acontece da maneira mais improvável e quando menos se espera.

Ela e o esposo João, casados há 19 anos, já eram pais de três filhos: João Vitor (18), Lorenzo (13) e Maria Clara (10), mas Deus, segundo ela, que tem a vida guiada pela fé, mostrou que eles teriam mais um. “Decidimos nos abrir à vida, ao que Deus havia colocado em nossos corações, e logo veio a gestação da Ana”, conta. A gestação começou tranquila, mas, às 12 semanas, veio o primeiro susto: um descolamento de placenta, hemorragia e hematomas que significavam riscos sérios. Mas a pequena Ana seguiu firme, crescendo saudável em seu ventre, sob o cuidado da mãe, que passou meses em repouso absoluto.

Celebracao 1 mes de vida da Ana – e 3 dias de Janaina de volta pra casa

Já no fim da gravidez, o diagnóstico de placenta prévia total, condição que impedia o parto normal fez sua obstetra optar pela cesariana com toda a estrutura de suporte, no Hospital Unimed Campo Grande. No dia 28 de fevereiro, Ana nasceu. Forte, saudável, com 37 semanas e 4 dias. Mas, quando tudo parecia bem, começou a luta pela vida de Janaina. “Ao mesmo tempo que dei à luz a uma vida, começou a minha luta pela minha vida”.

Complicações graves no pós-parto levaram Janaina à Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Mais hemorragias, quatro cirurgias, sendo uma histerectomia de emergência e, no total, 13 dias de intubação, em coma. O caso era gravíssimo. Os médicos, junto à equipe assistencial, faziam de tudo para salvá-la. Aliada à medicina, uma corrente de oração se formou pela sua vida durante os dias de internação. Amigos, familiares e até desconhecidos se revezavam, 24 horas por dia e, todos os dias, à noite, também se reuniam no estacionamento do hospital, pedindo pela vida dela e pelos outros pacientes. “Mesmo quando via apenas 1% de vida em mim, a equipe médica não desistiu e junto dela, pessoas oravam a todo tempo por mim. Isso me emociona profundamente até hoje”, lembra Janaina.

No dia 10 de março, uma segunda-feira, Janaina despertou do coma. Estava lúcida, reconhecendo a todos ao redor — um verdadeiro milagre, reconhecido pela própria equipe de saúde. “Foi lindo ver a alegria dos médicos, do Dr. João Ricardo, Dr. Alexandre Cabral, minha obstetra, Dra.  Meire do Rosário, e tantos outros que também cuidaram de mim junto com enfermeiros, técnicos. Então a gente sabe que foi um milagre sair dali com vida e sem nenhuma sequela”, relembra bastante emocionada.

“Esse foi um caso muito desafiador, do ponto de vista técnico. Um caso gravíssimo, com chance de sobrevivência muito baixa, que exigiu um trabalho em conjunto com outros médicos, de forma coordenada. E ver ela viva foi um momento de muita alegria e de esperança renovada, porque no fim das contas esse é o nosso propósito: cuidar das pessoas, trazer saúde, devolver aos seus entes queridos, e a Janaina é reflexo de tudo o que nos esforçamos todos os dias para entregar aos nossos pacientes”, ponderou emocionado, Dr. Alexandre Cabral, nefrologista da Unimed Campo Grande.

Depois de 21 dias, Janaina e a filha, enfim, se reencontraram. Um momento carregado de emoção e gratidão. Ana, uma menina linda, saudável, com olhos que transmitem alegria, como quem veio ao mundo para trazer ainda mais força e amor à sua mamãe.

Ao todo, foram 25 dias de internação. Hoje, cercada pelos filhos e pelo marido, ainda se cuidando depois de tanta luta, Janaina vai celebrar este Dia das Mães com uma nova perspectiva. “Sou grata a Deus por estar viva, com saúde, cuidando da minha família, da minha bebê. Esse Dia das Mães representa o dom da vida, o amor de Deus, a força que uma mãe tem. Esse ano é ainda mais especial, pelo privilégio de estar aqui contando a minha história”.

Suplementação no tratamento do câncer é tema de live multiplataforma de especialista

Suplementação no tratamento do câncer é tema de live multiplataforma de especialista

Receber um diagnóstico de câncer é, para muitos, como ter o chão arrancado debaixo dos pés. Além do susto e do medo da doença, vem também a preocupação com os efeitos colaterais do tratamento – especialmente da quimioterapia. Foi justamente pensando nisso que o médico Dr. João Jackson Duarte dedicou a primeira live da nova fase de seu projeto semanal ao tema: como ajudar o paciente com câncer a passar pela quimioterapia com mais força e qualidade de vida.

A transmissão, que antes acontecia apenas no Instagram, agora também é exibida no Facebook e no YouTube, permitindo que mais pessoas tenham acesso a conteúdos de saúde confiáveis e de fácil compreensão. “O objetivo é cuidar não só da doença, mas da pessoa que está com a doença. A quimioterapia é necessária, mas afeta também partes saudáveis do corpo. A gente precisa proteger essas partes”, explicou o médico durante a live.

Dr. João destacou que muitos dos sintomas que deixam o paciente fragilizado – como fraqueza, falta de apetite, perda de peso e queda de cabelo – acontecem porque o tratamento atinge células boas que também se multiplicam rápido, como as do intestino, do sangue e do couro cabeludo. Por isso, segundo ele, é fundamental oferecer ao corpo os nutrientes certos, na hora certa, para que o paciente consiga manter energia e resistência ao longo dos ciclos de quimioterapia.

Durante a conversa, ele contou o caso de uma paciente que, após a primeira sessão de quimioterapia, passou três dias sem conseguir sair do sofá. Com um plano de suplementação feito sob medida, incluindo soro com vitaminas na veia, ela conseguiu seguir o tratamento com mais disposição, sem perder peso e sem os efeitos mais pesados da quimio. “Claro que não é milagre, nem substitui a quimioterapia. Mas quando você cuida do corpo de forma certa, o resultado do tratamento melhora muito”, afirmou.

Entre as recomendações, ele destacou a importância de uma alimentação natural, rica em legumes, frutas, grãos e alimentos de verdade – como na dieta mediterrânea, considerada a mais estudada e benéfica para quem enfrenta doenças crônicas. Também falou sobre a necessidade de um sono de qualidade, da saúde emocional e de ajustar os horários e doses de suplementos para que não atrapalhem o tratamento.

“Tem paciente que toma cápsulas demais e o corpo nem consegue absorver, porque a quimioterapia já está machucando o estômago e o intestino. Às vezes, fazer um soro na veia, com os nutrientes certos, é o que realmente faz diferença”, explicou.

Outro ponto importante foi a explicação sobre como o câncer surge, com exemplos simples: o que acontece quando a célula do corpo sofre muito com má alimentação, estresse, falta de sono e excesso de açúcar. “A célula saudável tenta se recuperar. Se não consegue, ela tenta ‘se suicidar’. Se nem isso dá certo, ela vira uma célula velha. Se nada disso funciona, ela vira uma célula rebelde, que é o câncer”, disse.

O médico reforçou que a suplementação em pacientes com câncer deve ser sempre orientada por um profissional experiente e, de preferência, em parceria com o oncologista responsável. “Não dá pra sair tomando qualquer coisa achando que vai ajudar. Mas quando feito com responsabilidade, pode mudar completamente a forma como a pessoa vive esse momento tão difícil.”

A live completa está disponível no canal do YouTube Dr. João Jackson Duarte e marca o início de uma nova fase do projeto do médico, que promete trazer, todas as quartas-feiras, temas atuais de saúde e bem-estar com linguagem simples, prática e sem rodeios.

Para assistir as próximas lives e enviar perguntas ao vivo, acompanhe:

YouTube: Dr. João Jackson Duarte
Instagram: @drjoaojacksonduarte
Facebook: Dr. João Jackson Duarte

Entre bens de consumo, perfumes e cosméticos são a categoria mais desejada para o presente de Dia das Mães, revela pesquisa**

Entre bens de consumo, perfumes e cosméticos são a categoria mais desejada para o presente de Dia das Mães, revela pesquisa**

Natura, marca número 1 em presentes de beleza e cosméticos no Brasil*, aposta em produtos que atendam aos desejos das mães e promovam momentos de bem-estar e autocuidado

Uma pesquisa realizada pela Globo, com brasileiros de todo país, aponta que 82% dos brasileiros pretendem comemorar o Dia das Mães este ano, com um aumento significativo na intenção de presentear, que atinge 71% (contra 58% em 2024). A categoria mais desejada entre os bens de consumo são perfumes e cosméticos (22%). Mais da metade dos consumidores (52%) afirmam que a mãe – ou pessoa responsável por seu cuidado – já sabe o que quer ganhar no Dia das Mães e deve seguir as dicas para não errar na escolha do presente.

A Natura, líder no mercado brasileiro de presentes de beleza e cosméticos, detém aproximadamente 36% do share de valor dos presentes cosméticos nos lares brasileiros, segundo levantamento consolidado de 2024 do Kantar Worldpanel*. Isso significa que, de todo o valor gasto em presentes de cosméticos adquiridos para presentear dentro dos lares brasileiros, mais de um terço foi direcionado aos produtos da marca Natura, demonstrando a forte preferência e presença da marca como escolha no segmento.

A Kantar ainda aponta que, em 2024, a marca teve forte aceleração no crescimento ao consolidar sua liderança absoluta no setor de Cosméticos, Fragrâncias e Higiene Pessoal (CFT) no país, alcançando 18,3% de share de valor. Esse crescimento foi impulsionado pela performance positiva de todos os canais de vendas e pela contribuição de categorias como Perfumaria e Sabonetes, bem como sua posição como a maior marca em Presentes.

“Para a Natura, ser a marca número um em presentes de beleza e cosméticos no Brasil vai além de oferecer produtos de qualidade. Significa compreender profundamente as necessidades e os desafios das mães, oferecendo não apenas produtos desejados, mas também mensagens e iniciativas que validam suas experiências e promovem momentos de bem-estar e autocuidado”, explica Denise Coutinha, diretora de marketing da Natura.

Erica Vieira, diretora global de datas comemorativas da Natura, complementa não apenas as mães recebem presentes nesta data, mas também quem desempenha papel afetivo maternal ou de criação – como sogras e avós. A executiva ainda explica que, neste ano, a Natura se conecta com a realidade multifacetada da maternidade, ao trazer irreverência em sua campanha publicitária.  Sob o mote “A maternidade é uma caixinha de surpresas. E se uma delas for um presente Natura?”, a marca propõe um olhar leve para a jornada da maternidade, mostrando que em meio aos imprevistos e travessuras das crianças, também há espaço para o carinho e conexão. O filme da campanha é protagonizado pela influenciadora Tata Estaniecki e sua filha Beatriz.

*Kantar, Divisão Worldpanel | Painel de Consumidores | Participação do Mercado em Valor, Volume e Penetração | Presentes | Período: FY2024 | Total Brasil | (Cosméticos: Sabonetes, Creme Facial, Creme Corporal e Óleo Corporal, Desodorantes, Cabelos, Perfumaria, Maquiagem, Proteção Solar e Produtos para Barba).

**Pesquisa Globo: Pesquisa Proprietária Globo | Sales Excellence Insights | Dia das Mães 2025 | Período de campo: janeiro 2025 | Amostra: 1089 pessoas | Campo realizado pela PiniOn

 

Saúde Mental Materna: Chamado para o Cuidado e o Respeito no Maio Furta-Cor

Saúde Mental Materna: Chamado para o Cuidado e o Respeito no Maio Furta-Cor

A sociedade costuma idealizar a mãe como uma figura sempre amorosa, paciente e realizada. Quando demonstra cansaço, tristeza, dúvidas e ansiedade, a mulher é muitas vezes julgada como descontrolada, surtada, exagerada ou fraca, já que foge do ideal enraizado pelo machismo e pelas pressões culturais. Todo este estigma impede que milhares de mães recebam o cuidado necessário.

Dados da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) mostram que cerca de 1 em cada 4 mulheres desenvolve sintomas de ansiedade ou depressão no período gestacional ou pós-parto. Muitas jamais são diagnosticadas. Outras até desconfiam, mas preferem se calar para não serem vistas como “loucas”. Foi o que aconteceu com A.P, ao dar à luz ao primeiro filho.

“Quando meu bebê tinha seis meses, percebi que havia algo errado. Eu estava prostrada e cansada. Dava de mamar, fazia arrotar e ninava no automático. Quando tomava banho, chorava muito. Tinha vergonha de me abrir com alguém e ser julgada. Tinha uma culpa enorme por sentir uma tristeza profunda. Hoje, lembrando esses momentos, percebo o quanto é cruel o silêncio que cerca a saúde mental das mães”, disse.

O relato de A.P. ecoa o de tantas outras que enfrentam batalhas invisíveis. A pressão para corresponder a um ideal de maternidade inalcançável, tem calado as dores e isolado mães em um sofrimento que poderia ser tratado. “Muitas mulheres acabam desenvolvendo quadros depressivos e acham que os sintomas são típicos do período do puerpério. Sem conseguir fazer o autocuidado, ela pode ter raiva do bebê ou não consegue oferecer os cuidados básicos dessa criança. Em casos mais graves, chega até mesmo a ter quadros de psicose. É preciso ficar atenta a qualquer sinal que possa ser de quadro depressivo”, destacou a médica psiquiatra Carolina Gomes da Silva.

Campanha Maio Furta-Cor

Diante de tantos silêncios e diagnósticos tardios, tornou-se urgente romper com a ideia de que o sofrimento faz parte da maternidade e, mais do que isso, garantir que essas mulheres sejam vistas, acolhidas e cuidadas. Foi com esse propósito que nasceu a Campanha Maio Furta-Cor, instituída oficialmente em Mato Grosso do Sul pela Lei 6.121 de 2023.

A norma, de autoria do deputado Pedro Kemp (PT), prevê a realização de palestras, cursos, oficinas, seminários, distribuição de material informativo como forma de conscientização da população sobre a saúde mental materna. “A campanha visa dar visibilidade às diferentes nuances da maternidade que, assim como a cor que lhe dá nome, muda de acordo com a luz. Ser mãe é uma experiência intensa e merece ser tratada com empatia e responsabilidade”.

Por: Heloíse Gimenes   Foto: Imagem gerada por IA