maio 9, 2017 | Diversos
As inscrições para a 4ª edição do Prêmio MPT de Jornalismo, do Ministério Público do Trabalho, foram prorrogadas até o dia 12 de maio, às 18h. Jornalistas, repórteres fotográficos, repórteres cinematográficos e universitários de todo o país podem inscrever matérias e imagens que destacam a investigação e a denúncia de irregularidades trabalhistas, informou a ABI.
São oito categorias em disputa: jornal impresso, revista impressa, radiojornalismo, telejornalismo, webjornalismo, fotojornalismo, universitário e repórter cinematográfico. Serão consideradas válidas as reportagens veiculadas entre 2 de maio de 2016 e de 12 maio de 2017. Ao todo, serão distribuídos R$ 400 mil em prêmios: R$ 5 mil para cada categoria regional, categorias nacionais R$ 10 mil e R$ 15 mil, conforme a categoria, além de dois prêmios especiais – Fraudes Trabalhistas e MPT de Jornalismo (R$ 45 mil cada), destacou o jornalista Lile Corrêa, ao vivo na emissora Líder FM 104,9.
As inscrições devem ser realizadas no site premiomptdejornalismo.com.br, onde estão disponíveis o regulamento completo, notícias e outras informações. Criado em 2014 pelo Ministério Público do Trabalho, o prêmio já reconheceu mais de duas mil reportagens publicadas em jornais impressos, televisão, rádio, internet e universidades de todo o país.
A cada ano, o concurso amplia o alcance de denúncias de veículos regionais, unindo diferentes mídias dedicadas a informar à sociedade sobre a proteção de direitos diante de ilegalidades, como o trabalho escravo, o trabalho infantil, a discriminação, as fraudes, as práticas antissindicais e o desrespeito à saúde do trabalhador e à segurança no trabalho. Os recursos financeiros vêm do acordo judicial na Ação Civil Pública nº 1.040/2012, da 11ª Vara do Trabalho de Recife. Por meio dela, a atuação do MPT ajudou a corrigir sérias fraudes trabalhistas cometidas por uma empresa multinacional. Mais informações no site oficial do prêmio (premiomptdejornalismo.com.br) e na página oficial do Facebook (facebook.com/premiompt)
maio 9, 2017 | Diversos
Índice do grupo ficou em 1,12%, segundo o Núcleo de Estudos e Pesquisas Econômicas e Sociais da Uniderp
Campo Grande (MS) – Em abril, a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor de Campo Grande (IPC/CG) fechou em 0,31%, 0,01% menor que o mês de março. No comparativo entre a série histórica dos meses de abril, é a menor taxa desde 2013 (0,30%), segundo o Núcleo de Estudos e Pesquisas Econômicas e Sociais (Nepes) da Uniderp.
Novamente, o preço da Alimentação foi o principal responsável pelo resultado. De acordo com o coordenador do Núcleo, Celso Correia de Souza, o grupo teve a maior taxa entre os demais grupos pesquisados, ou seja, índice 1,12% e contribuição de 0,23%. “Os produtos: batata, tomate, laranja e ovo, fizeram com que o índice do grupo Alimentação se elevasse, podendo colocar em risco a meta do Conselho Monetário Nacional (CMN), de que a inflação fique em torno de 4,5%. O clima não tem favorecido a produção desses hortifrútis, mas a carne bovina e o leite pasteurizado, que estiveram muito caros no final do ano passado, agora começam a ceder de preços e, por trás disso, uma cadeia de produtos pode baixar seus preços, ajudando no controle da inflação”, explica. Seguido no ranking de aumentos aparece o grupo Vestuário, com alta de 1,38% e contribuição de 0,21%.
O professor ainda explica que, em compensação às altas, “o grupo Habitação teve uma deflação de -0,59% e colaboração de -0,19%, o que ajudou a segurar a inflação na cidade”.
Acumulado
A inflação acumulada nos últimos doze meses, em Campo Grande, é de 4,44%, índice abaixo do centro da meta estabelecida pelo CMN, que é de 4,5%. Registraram os maiores índices no período Vestuário (13,55%) e Transportes (5,48%).
No acumulado de 2017, ou seja, em quatro meses, a inflação registrada foi de 1,34%, taxa ainda baixa quando comparada com anos anteriores.
Maiores e menores contribuições
Os dez “vilões” da inflação,em abril, foram:
- Calça comprida masculina, com inflação de 6% e contribuição de 0,10%;
- Batata, com inflação de 25,29% e contribuição de 0,07%;
- Tomate de som, inflação de 41,79% e participação de 0,07%;
- Laranja pera, com variação de 36,72% e colaboração de 0,06%;
- Ovos, com acréscimo de 19,55% e contribuição de 0,04%;
- Blusa, com aumento de 4,32% e participação de 0,04%;
- Frango congelado, com variação de 5,68% e colaboração de 0,04%;
- Calça comprida feminina, com acréscimo de 3,12% e contribuição de 0,04%;
- Gasolina, com reajuste de 0,63% e participação de 0,02%;
- Bebidas não alcóolicas, com elevação de 1,89% e colaboração de 0,02%.
Já os 10 itens que auxiliaram a reter a inflação no período, com contribuições negativas, foram:
- Computador, com deflação de –5.89% e contribuição de -0,13%,
- Leite pasteurizado, com redução de -2,34% e colaboração de -0,03%;
- Costela, com diminuição de -4,34% e participação de -0,02%;
- Carne seca/charque, com decréscimo de -11,01% e contribuição de -0,02%;
- Óleo de soja, com baixa de -4,48% e colaboração de -0,02%;
- Refrigerador, com diminuição de -3.19% e participação de -0,02%;
- Açúcar, com redução de -3,20% e contribuição de -0,02%;
- Sabonete, com decréscimo de -2,67% e colaboração de -0,01%;
- Máquina de lavar roupa, com queda -7,17% e participação de -0,01%;
- Energia elétrica com baixa -0,25% e contribuição de -0,01%.
Segmentos
Em abril, o grupo Habitação apresentou deflação de -0,59%, em relação ao mês de março, com quedas de preços de vários eletrodomésticos e eletroeletrônicos. Os principais produtos com aumentos de preços nesse grupo foram: lustra móveis (5,85%), limpa vidros (5,34%), inseticida (2,29%), entre outros. Quedas de preços ocorreram com: máquina de lavar roupas (-7,17%), freezer (-6,52%), computador (-5,89%), entre outros.
O grupo Alimentação apresentou forte alta, fechando o mês em 1,12%. As maiores elevações de preços ocorreram com: tomate (41,79%), laranja pera (36,72%), batata (25,29%), entre outros. Reduções de preços ocorreram com: chuchu (-25,19%), melão (-19,80), abacaxi (-17,32%), entre outros.
De acordo com o coordenador do Nepes da Uniderp, esse grupo, que sofre influência de fatores climáticos e da sazonalidade de alimentos como verduras, frutas e legumes, vem surpreendendo, e reverteu a tendência de queda que aconteceu até janeiro de 2017. “Desde o mês de fevereiro, vemos um comportamento de alta que, se continuar, pode atrapalhar os objetivos do governo”, avalia.
Dos 15 cortes de carnes bovina pesquisados pelo Nepes da Uniderp, 11 deles apresentaram quedas de preços e dois ficaram estáveis. São eles: picanha (-5,34%), costela (-4,34%), coxão mole (-3,15%), fígado (-2,99%), patinho (-2.89%), paleta (-1.04%), vísceras de boi (-0.89%), filé mignon (-0,63%), peito (0,59%), músculo (-0,48%) e acém (-0,43%). Cupim e alcatra permaneceram com preços estáveis. Já os que tiveram aumento de valor foram lagarto (2,07%) e contrafilé (0,13%).
Já aos cortes de carne suína, foram registradasapenas quedas de preços entre os cortes pesquisados: pernil (-6,09%), costeleta (-1,12%) e bisteca (-0,99%). O frango congelado teve aumento de 5,68% no preço e os miúdos de frango 0,28%.
Além da alimentação, o grupo Transporte apresentou elevação de 0,39%, motivado por altas nas passagens de ônibus intermunicipal (1,69%), etanol (0,85%), gasolina (0,63%), entre outros. Passagens de ônibus interestadual tiveram baixa de -0,12%.
O grupo Educação teve uma pequena baixa em seu índice: -0,06%, devido a quedas nos preços de produtos de papelaria (-0,52%).
O grupo Despesas Pessoais fechou em 0,02%. Os maiores aumentos diagnosticados foram com protetor solar (3,87%), hidratante (3,16%) e papel higiênico (2,59%). Quedas ocorreram com: creme dental (-3,62%), sabonete (-2,67%), cinema (-1,38%), entre outros.
O grupo Saúde também registrou alta, 0,09%, devido ao aumento de valor em itens como: material para curativo (3,22%), analgésico e antitérmico (0,10%) e antidiabético (0,02%).
Completando o estudo, o Vestuário encerrou o mês de abril com 1,38%. Entre os principais aumentos, destaque para calça comprida masculina (6%), camiseta masculina (5,02%) e blusa (4,32%). Quedas de preços ocorreram com: sandália/chinelo masculino (-5,13%), sandália/chinelo feminino (-2,57%), lingerie (-1,97%), entre outros.
IPC/CG
O Índice de Preços ao Consumidor de Campo Grande (IPC/CG) é um indicador da evolução do custo de vida das famílias dentro do padrão de vida e do comportamento racional de consumo. O IPC busca medir o nível de variação dos preços mensais do consumo de bens e serviços, a partir da comparação da situação de consumo do mês atual em relação ao mês anterior, de famílias com renda mensal de 1 a 40 salários mínimos. A Uniderp divulga mensalmente o IPC/CG.
maio 4, 2017 | Diversos

Estado fecha o primeiro quadrimestre de 2017 sem registro de casos de H1N1
Campo Grande (MS) – Mato Grosso do Sul registrou neste primeiro quadrimestre queda do numero de casos confirmados de Influenza A H1N1 em comparação ao ano passado, considerado epidêmico para a doença. Os dados foram publicados nesta quarta-feira (3) no boletim epidemiológico da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul. De acordo com o boletim, em 2016, no período da semana 1 a semana 18, foram registradas 227 notificações de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), sendo 42 confirmadas para H1N1. Este ano, no mesmo período, foram registradas 209 notificações de SRAG, porém nenhum caso confirmado de H1N1.
Ainda em 2016 e no mesmo período, das 510 amostras analisadas pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-MS), 117 foram confirmadas com a influenza A H1N1. Já este ano, de 400 amostras analisadas, nenhuma foi confirmada com H1N1. Em relação aos óbitos, em 2016 foram registrados, no primeiro quadrimestre, nove óbitos, enquanto este, apenas um óbito, o de uma criança de 1 ano, que morava em Campo Grande. Ela faz parte do grupo de risco, apresentou sintomas no dia 26 de abril e morreu no dia 30, acometida da gripe H3N2. Os dados mostram uma queda significativa no registro de casos graves da doença em todo o estado, além do fortalecimento das ações em saúde na capacitação dos profissionais de saúde nos cuidados e orientações à população sobre os riscos do vírus Influenza.
Mesmo com a queda dos números, a Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul reforça os cuidados não apenas direcionados à Influenza A H1N1, como também ao seu tipo sazonal H3N2. Para isso é importante que a população continue adotando as medidas básicas de cuidados aos primeiros sintomas da doença e também procurando as unidades de saúde para se vacinar, caso façam parte do público-alvo.
Vacinação – Desde o dia 17 de abril está ocorrendo em todas as unidades básicas de saúde dos municípios, a Campanha de Vacinação contra a Influenza, que continua sendo o método mais eficaz para evitar o agravo da doença. Para este ano foram incluídos os profissionais de educação da rede de ensino básico (Ensino Regular, Especial e Educação de Jovens e Adultos – EJA) e superior das escolas públicas e privadas. A inclusão no público-alvo foi um dos principais debates em 2016, devido aos números de casos registrados, sendo Mato Grosso do Sul, um dos principais estados a se mobilizar para a inclusão dos profissionais da rede de ensino.
Também fazem parte do público alvo: Pessoas com 60 anos ou mais de idade, crianças na faixa etária de seis meses a menores de cinco anos de idade (quatro anos, 11 meses e 29 dias), gestantes puérperas (até 45 dias após o parto), trabalhadores de saúde, povos indígenas, grupos portadores de doenças crônicas e outras condições clínicas, população privada de liberdade e profissionais do sistema prisional.
Em Mato Grosso do Sul serão aplicadas aproximadamente 750 mil doses que serão distribuídas aos 79 municípios. A mobilização é coordenada pela Secretaria de Estado de Saúde, através da Superintendência Estadual de Vigilância em Saúde em parceria com as coordenadorias de imunização dos municípios, sendo a meta 90% do público-alvo.
Jeferson Gonçalves – SES
Romilda Herebia
Subsecretaria de Comunicação
maio 2, 2017 | Diversos

Pescador fisga jaú de 40 quilos no Rio Taquari em Mato Grosso do Sul
Coxim (MS) – Um pescador, de 39 anos, fisgou jaú de 40 quilos no final da noite deste domingo (30) no Rio Taquari, próximo a ponte nova em Coxim, cidade a 258 quilômetros de Campo Grande. De acordo com o irmão do pescador, ele utilizou uma linha 120, anzol barra 8 e minhocuçu como isca para pescar o jaú. De acordo com o site Idest, o peixe foi vendido para uma peixaria da cidade.
O jaú é um peixe de grande porte, podendo alcançar até 1,5 metros de comprimento total e 120 quilogramas. O corpo é grosso e curto; a cabeça grande e achatada. A coloração varia do pardo-esverdeado-claro a pardo-esverdeado-escuro, com manchas, no dorso, mas o ventre é branco. O indivíduo jovem, chamado jaupoca, apresenta pintas violáceas espalhadas pelo dorso amarelado.
É uma espécie piscívora. Vive no canal do rio, principalmente nos poços das cachoeiras, para onde vai no período de água baixa acompanhando os cardumes de curimbatá que migram rio acima.
Fonte: Midiamax – Por: Diego Alves
abr 28, 2017 | Diversos
As transformações da puberdade, que sabemos que são naturais, representam um grande desconforto para a maioria das adolescentes. Na verdade, elas costumam se sentir pouco à vontade com a nova imagem que se forma.
Nesse contexto, os pelos costumam ser um problema a mais, especialmente porque eles engrossam e se tornam mais visíveis. E se antes levantar o braço ou colocar um biquíni não exigia nenhum preparo, a situação começa a se tornar um pouco diferente.
O fato é que, embora não exista uma idade indicada para iniciar a depilação, o importante é começar quando a menina se sentir incomodada por causa dos pelos.
“Assim, além de proporcionar mais conforto e higiene, a depilação na adolescência elimina um problema e uma fonte de descontentamento. Um motivo a menos para a adolescente se sentir desconfortável com a própria aparência e um ponto a mais para a autoestima!”, afirma Maria Muniz proprietária da Depyl Action do Shopping Campo Grande. Ela ainda explica que nessa fase ainda são pouco pelos e finos para reduzir a quantidade, ao invés de engrossar pelo uso de lâminas e depois querer afinar com cera.
Depilação da sobrancelha
Além de procurar um serviço profissional para depilar pernas, axilas e virilha, outro cuidado importante é com as sobrancelhas.
Com as mudanças do corpo, é normal que a menina passe a querer depilar a sobrancelha para obter um contorno mais desenhado. Porém, ao fazerem isso de forma amadora, as adolescentes correm o risco de cometer erros e alterar o desenho da sobrancelha de forma inadequada.
O resultado disso são sobrancelhas tortas, com desenho desproporcional ao rosto. E se o processo errado é feito por um período longo de tempo e os folículos forem danificados, pode ser difícil ou até impossível reverter os danos.
Por isso, é fundamental que a adolescente procure, desde o primeiro momento, profissionais que possam depilar a sobrancelha de forma correta.
Métodos indicados para a depilação na adolescência
As técnicas apropriadas para a depilação na adolescência são as mesmas que para as mulheres em geral. Porém, como cada pele possui características peculiares, é importante observar a reação de cada uma.
A seguir, confira os benefícios e as eventuais desvantagens de cada método:
Cera Morna
Por arrancarem os fios desde a raiz, as ceras são opções muito indicadas. A tração enfraquece os fios, deixando-os mais finos. Resultado? Pele lisa por mais tempo.
Entre as desvantagens, estão a dor e a possibilidade de aparecimento de vasinhos no futuro.
Lâmina
Muito prática, pois pode ser usada em casa, e indolor, a lâmina é um método barato e bastante utilizado. Porém, para quem pensa que esse método é totalmente livre de problemas, isso é um engano.
Para uma depilação segura, as lâminas devem ser sempre novas e de uso individual. Quando isso não acontece, existem sérios riscos de contaminação. Se expostas à umidade, elas podem enferrujar e causar problemas graves.
Como cortam o fio no ponto rente à pele, os pelos nascem mais rápido e já com a aparência de fio grosso, o que é uma desvantagem. Isso faz com que a utilização da lâmina seja mais frequente, podendo causar alergias e encravamento de pelos.
Além disso, há áreas sensíveis que precisam de muita atenção durante a depilação. Na região do tornozelo, por exemplo, um pequeno corte pode causar um sangramento considerável e bastante dor.
Linha
Muito utilizada para eliminar a penugem que surge no buço, costuma não causar irritação ou alergia. E mais uma vantagem: seus resultados duram cerca de 20 dias.
Porém, o procedimento pode ser doloroso. Por isso, indica-se a utilização de uma pomada anestésica com cerca de meia hora de antecedência.
Depilador elétrico
O mercado oferece modelos de depiladores que arrancam os fios pela raiz. Costumam ser práticos, mas nem sempre o procedimento é indolor. O conforto para a utilização pode depender da quantidade e da espessura dos pelos.
Há cuidados para a utilização: o depilador deve ser passado de baixo para cima, no sentido contrário ao do crescimento dos pelos. No entanto, o procedimento exige atenção, pois, nem sempre, o sentido de todos os pelos será igual.
A grande vantagem é que, por eliminar os pelos pela raiz, é possível utilizar o depilador elétrico em intervalos maiores de tempo. Porém, a desvantagem é que, em alguns modelos, para os pelos serem cortados, é preciso que o fio tenha um comprimento mínimo, e nem sempre a adolescente quer permanecer com os pelos enquanto espera o tempo de crescimento.
Fotodepilação e laser
Não são métodos definitivos, mas sim duradouros, pouco dolorosos e que podem ser realizados uma vez por mês. Por esses motivos, são cada vez mais procurados por adolescentes.
Para realizar o procedimento, é necessária a autorização do responsável.
abr 25, 2017 | Diversos
Campo Grande (MS) – A partir desta segunda-feira (24), os acadêmicos indígenas da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (Uems) já podem se inscrever no Programa Vale Universidade Indígena, que tem como objetivo dar oportunidade ao estudante indígena e também apoiar a permanência na instituição, mediante a concessão de benefício social, coordenado pela Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho (Sedhast), por meio da Superintendência de Projetos Especiais.
Para a titular da Sedhast, Elisa Cleia Nobre, a abertura do processo seletivo demonstra o compromisso do Governo do Estado com os povos indígenas de MS. “A garantia de darmos oportunidade para a população indígena, faz com que a cada ano o Vale Universidade Indígena se consolide ainda mais e tenha muito mais procura pelos acadêmicos. Sem dúvida é um apoio que pode fazer a diferença entre a permanência ou não do estudante em seu curso”, disse.
Entre as condicionalidades estabelecidas, poderá se inscrever no Programa Vale Universidade Indígena o acadêmico que comprove ter renda familiar até três salários mínimos. A inscrição deve ser realizada por meio do site, das 8h do dia 24 de abril até às 16h do dia oito de maio de 2017. O não preenchimento de qualquer uma das informações solicitadas no cadastro não permitirá a finalização da inscrição.
Mais informações sobre a documentação necessária e demais condições para inscrição podem ser obtidas neste link.
Leomar Alves Rosa – Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho (Sedhast)
Fotos: Leca