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Bela Vista-MS Domingo, 12 de Julho de 2026
Troque o pão pela mandioca – e você vai ter todos estes benefícios de saúde.

Troque o pão pela mandioca – e você vai ter todos estes benefícios de saúde.

A mandioca, que também é conhecida em algumas regiões como aipim ou macaxeira, é um dos alimentos mais consumidos na América do Sul.

Além de ser deliciosa, suas propriedades medicinais são incríveis.

Nesta matéria, separamos alguns benefícios desse alimento.

Confira:

– Fornece energia

– É boa fonte de zinco, magnésio e cobre

– Ajuda a perder peso, graças ao baixo teor de gordura

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– Controla os níveis de colesterol no sangue diminui altos níveis de triglicérides. Isso porque é rica em fibras

– Beneficia o sistema nervoso

– Diminui a ansiedade

– Combate o desconforto produzido pelo intestino irritável

– Contribui para a formação de massa óssea, graças à boa quantidade de vitamina K

– Fortalece os cabelos porque é fonte de vitaminas B, B-6, folato, tiamina, riboflavina e ácido pantotênico.

– É fonte de potássio, por isso ajudar a regula frequência cardíaca e pressão arterial

– Trata diarreia, gripe, algumas inflamações e conjuntivite

– Substitui com vantagem o pão no café da manhã ou jantar

Sabe como preparar mandioca?

É bem simples.

Confira:

  1. Descasque a mandioca
  1. Corte em pedaços e coloque numa panela (pode ser numa panela de pressão, é até mais rápido)
  2. Encha a panela com água, a fim de cobrir o alimento
  1. Acrescente sal, tampe a panela e cozinhe por 30 minutos ou até que a mandioca amoleça.
  1. Desligue o fogo, escorra a água e aproveite!

 

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Pessoas com mais de 40 anos devem trabalhar apenas 3 dias por semana.

Pessoas com mais de 40 anos devem trabalhar apenas 3 dias por semana.

Se você tem mais de 40 anos e começa a pensar que não é plenamente capaz de se concentrar e lembrar de fatos, você poderia apontar seu trabalho como um fator contribuinte.

Um estudo de pesquisa recente conduzido por especialistas no Melbourne Institute produziu conclusões interessantes. Enquanto o trabalho for até 30 horas por semana, será bom para a função cognitiva na quarta década da vida, qualquer carga extra reduz o desempenho.

Na verdade, as pessoas que trabalham 55 horas por semana ou mais têm o maior declínio cognitivo do que aqueles que não tiveram emprego, se aposentaram ou trabalharam em absoluto.

A pesquisa incluiu 3.500 mulheres e 3.000 indivíduos do sexo masculino com 40 anos de idade. Enquanto os sujeitos realizavam testes de função cognitiva, seu desempenho no trabalho estava sendo monitorado.

O teste conhecido como Renda Doméstica e Dinâmica do trabalho mediu o quanto eles eram capazes de ler as palavras em voz alta, combinar letras e números em testes de velocidade e recitar listas de números. O autor deste estudo, o professor Colin McKenzie da Universidade de Melbourne, afirma que tanto “conhecer” como “pensar” são indicadores significativos. Os testes de leitura são o elemento “conhecedor” da capacidade, enquanto o “pensamento” compreende o raciocínio da memória, a execução e a abstração.

Embora se acredite que certo grau de estimulação intelectual beneficia da retenção da função cognitiva em idade avançada, com enigmas cerebrais como palavras cruzadas e sudokus que preservam a capacidade cerebral em pessoas maiores, a estimulação excessiva tem o efeito oposto.

O professor McKenzie disse ao jornal britânico The Times que muitos países procuram elevar a idade da aposentadoria, forçando as pessoas a trabalharem mais tempo porque não poderão reivindicar benefícios até a velhice. Sua opinião é que a quantidade de trabalho pode ter uma importância significativa nisso.

O grau de estimulação intelectual pode depender das horas de trabalho. O trabalho pode ser uma espada de ponta dupla. Por um lado, pode desencadear a atividade do cérebro, mas, ao mesmo tempo, trabalhar muito tempo pode levar à fadiga e ao estresse, potencialmente danificando funções cognitivas.

McKenzie acredita que o trabalho a tempo parcial pode beneficiar na preservação da função cerebral nas idades média e avançada. Então, a questão se coloca, as pessoas que podem paga-lo deveriam reduzir suas horas de trabalho? E que tipo de trabalho representa um fator?

O professor McKenzie analisa: “É muito difícil identificar os efeitos causais do tipo de trabalho nas funções cognitivas. Os indivíduos podem ser selecionados em determinadas ocupações de acordo com suas habilidades cognitivas. “Certamente, profissões que envolvem trabalhar muito tempo sob o estresse, em áreas competitivas e exigentes, geralmente prejudicam a saúde”.

Como a maioria de nós somos forçado a continuar trabalhando após os 40 anos, cuidar da saúde, passar férias tranquilas e prolongar o tempo de inatividade torna-se essencial. O professor McKenzie sugere que “trabalhar em tempo integral – mais de 40 horas por semana – é ainda melhor que nenhum trabalho em termos de Ca função cognitiva, porém não maximiza os efeitos potenciais do trabalho”.

O equilíbrio é aparentemente necessário, especialmente porque os governos de alguns países pretendem introduzir os requisitos de trabalho a  tempo integral até a idade de 70 anos.

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Lavar louças, varrer e dobrar roupas prolonga a vida, segundo estudo

Lavar louças, varrer e dobrar roupas prolonga a vida, segundo estudo

Muitas pessoas consideram que lavar pratos pode ser uma tarefa muito chata e até mesmo desagradável, mas o que um estudo revelou pode fazê-los mudar de ideia.

A Universidade Estadual da Flórida conduziu uma pesquisa que mostra que lavar pratos ou fazer uma atividade semelhante, como dobrar roupas, varrer ou esfregar, pode trazer grandes benefícios à saúde, pode até mesmo nos ajudar a viver mais.

Para realizar o estudo, participaram 6.000 mulheres, entre 65 e 99 anos, determinando que dedicar pelo menos 30 minutos do dia a esse tipo de atividade pode ajudar a aumentar a probabilidade de vida em 12%. Você pode acreditar?

As pessoas que realizam esse tipo de atividade por mais de 30 minutos podem aumentar esse percentual para 39%. Este estudo foi realizado por 3 anos, onde a saúde dos participantes foi monitorada.

De acordo com Andrea Z. LaCroix, que liderou este estudo, lavar pratos pode ajudar a reduzir os níveis de estresse e impulsionar o sistema imunológico.

LaCroix explicou o seguinte:  “Aumento dos níveis de atividade física, leve e moderada, poderia ser quase tão eficaz quanto o exercício regular rigoroso na prevenção de uma doença crônica importante. Nós não temos que correr maratonas para nos manter saudáveis. ”

Então você sabe, se você não é uma pessoa que gosta de ajudar nas tarefas domésticas, talvez este estudo possa lhe dar um pouco de motivação, finalmente sua saúde lhe agradecerá.

Fonte: Enterate de algo

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Não existe criança difícil, difícil é ser criança em um mundo de pessoas cansadas

Não existe criança difícil, difícil é ser criança em um mundo de pessoas cansadas

Não existe criança difícil, difícil é ser criança em um mundo de pessoas cansadas

Não existe criança difícil, o difícil é ser criança em um mundo de pessoas cansadas, ocupadas, sem paciência e com pressa. Existem pais, professores e tutores que se esquecem de um dos compromissos mais importantes da educação de uma criança: o de oferecer aventuras infantis.

Este é um problema tão real que, por vezes, podemos ficar preocupados pelo simples fato de uma criança ser inquieta, barulhenta, alegre, emotiva e enérgica. Há pais e profissionais que não querem crianças, querem robôs.

O normal é que uma criança corra, voe, grite, experimente, e faça do seu ambiente um parque de diversões. O normal é que uma criança, pelo menos nas idades prematuras, se mostre como ela é, e não como os adultos querem que ela seja.

Mas para conseguir isso, é importante entender duas coisas fundamentais:

A agitação não é uma doença: queremos um autocontrole que nem a a natureza nem a sociedade fomenta.
Fazemos uma favor às crianças se as deixarmos ficar aborrecidas e evitarmos a superestimulação.

Doenças? Medicação para as crianças? Por quê?

Mesmo estando muito na moda no setor de saúde e escolar, a verdadeira existência do Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é muito questionável, pelo menos da forma exata como está concebido. Atualmente considera-se que este transtorno é uma caixa onde se amontoam casos diversos, que vão desde problemas neurológicos até problemas de comportamento ou de falta de recursos e habilidades para encarar o dia a dia.

As estatísticas são esmagadoras. Segundo dados do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais IV- TR (DSM-IV TR), a prevalência do TDAH nas crianças é de 3 a 7 casos por cada 100 meninos e meninas. O que preocupa é que a hipótese biológica subjacente a isto é simplesmente isso, uma hipótese que é comprovada por ensaio e erro com raciocínios que começam por “parece que isto ocorre porque…“.

Enquanto isso, estamos supermedicando as crianças que vivem conosco porque elas mostram comportamentos perturbadores, porque não nos mostram atenção e porque parecem não pensar quando realizam as suas tarefas. É um tema delicado, por isso temos que ser devidamente cautelosos e responsáveis, consultando bons psiquiatras e psicólogos infantis.

Partindo desta base, devemos destacar que não existe um exame clínico nem psicológico que determine de forma objetiva a existência do TDAH. Sem dúvida os exames são realizados com base em impressões e realização de provas distintas. O diagnóstico é determinado com base no momento em que são realizadas e na impressão subjetiva destas provas. Inquietante, não é?

Não podemos esquecer que estamos medicando as crianças com anfetaminas, antipsicóticos e ansiolíticos, os quais podem causar consequências nefastas no desenvolvimento neurológico delas. Não sabemos qual vai ser a repercussão deste medicamento e muito menos do uso excessivo do mesmo. Um medicamento que apenas vai reduzir a sintomatologia, mas que não reverte de forma alguma o problema.

Parece uma selvageria, mas… Por que isso continua? Provavelmente um dos motivos é o financeiro, pois a indústria farmacêutica move bilhões graças ao tratamento farmacológico administrado às crianças. Por outro lado está a filosofia do “melhor isto do que nada”. O autoengano da pílula da felicidade é um fator comum em muitas patologias.

Deixando de lado rótulos e diagnósticos que, na proporção em que se dão, tornam-se questionáveis, devemos colocar os freios e ter consciência de que muitas vezes os que estão doentes são os adultos, e que o principal sintoma é a má gestão das políticas educativas e das escolas.

Cada vez mais especialistas estão tomando consciência disto e procuram impor restrições a pais e a profissionais que sentem a necessidade de colocar a etiqueta de TDAH em problemas que, muitas vezes, provêm principalmente do meio familiar e da falta de oportunidades dadas à criança para desenvolver as suas capacidades.

Como afirma Marino Pérez Álvarez, especialista em Psicologia Clínica e professor de Psicopatologia e Técnicas de Intervenção na Universidade de Oviedo, o TDAH nada mais é que um rótulo para comportamentos problemáticos de crianças que não têm uma base científica neurológica sólida como é regularmente apresentada. Ele existe como um rótulo infeliz que engloba problemas ou aspetos incômodos que efetivamente estão dentro da normalidade.

“Não existe. O TDAH é um diagnóstico que carece de identidade clínica, e a medicação, longe de ser propriamente um tratamento, é na realidade doping”, afirma Marino. Generalizou-se a ideia de que o desequilíbrio neurológico é a causa de vários problemas, mas não há certeza de que ele seja causa ou consequência. Isto é, os desequilíbrios neuroquímicos também podem ser gerados na relação com o que rodeia a criança.

Ou seja, a pergunta adequada é a seguinte: o TDAH é ciência ou ideologia? Convém sermos críticos e olharmos para um mundo que fomenta o cerebrocentrismo e que procura as causas materiais de tudo sem parar para pensar sobre o que é a causa e o que é a consequência.

Partindo desta base, deveríamos pensar em quais são as necessidades e quais são os pontos fortes de cada criança e de cada adulto suscetível a ser diagnosticado. Abordar isto de maneira individual proporcionará mais saúde e bem-estar, tanto dos pequenos como da sociedade em geral. Então, a primeira coisa que devemos fazer é uma análise crítica de nós mesmos.

TEXTO ORIGINAL DE A MENTE É MARAVILHOSA

Caminhar torna o cérebro mais criativo e cura as tristezas!

Caminhar torna o cérebro mais criativo e cura as tristezas!

Caminhar torna o cérebro mais criativo e cura as tristezas!

Pode ser difícil acreditar, mas caminhar, realmente, pode nos tornar mais criativos e eliminar o foco nas tristezas da vida. Quem diz isso são profissionais de saúde, médicos e neurologistas.

Um dos defensores desse pensamento é José Ángel Obeso, neurologista e diretor do Centro Integral de Neurociências de Madri, na Espanha. Ele trabalha em hospitais com pessoas que sofrem de depressão, e foi capaz de concluir que uma hora de caminhada por dia, principalmente em ambientes naturais, é terapêutico e aumenta a qualidade de vida.

Quando vivemos longos períodos em estados de depressão e ansiedade, somos prejudicados nos processos cognitivos, como memória, criatividade, assimilação e compreensão do mundo ao nosso redor. As caminhadas podem ajudar uma pessoa a se livrar dos efeitos negativos da depressão e ansiedade, ampliando sua visão e perspectivas.

A infelicidade causada pelo costume do “automático”

Cada vez mais nossos hábitos estão automatizando nossos cérebros, o que favorece o estresse e contribui para a infelicidade. A rotina, muitas vezes entediante e sem perspectivas, coloca-nos em uma espiral de depressão e desânimo. Dessa maneira, nossos cérebros tornam-se mais preguiçosos e lentos, porque não há nada novo para despertar sua atenção, nenhum estímulo que, verdadeiramente, valha a pena. Experimentamos perdas de memória, causadas pela motivação praticamente inexistente e menos conexões neurais.

Essa realidade é muito perigosa e para nossa qualidade de vida, pois nossa rotina resume-se à mesmice, não existem novidades ou coisas que despertem sentimentos de prazer, criatividade, alegria e motivação. Tudo funciona de forma mecânica.

O Dr. José Ángel Obeso, defende que a decorrência dessa automatização dos processos cerebrais é mais frequente em grandes polos, nos quais vivem pessoas que raramente dedicam tempo as suas necessidades, e vivem em ambientes poluídos e tóxicos, com um grande nível de estresse e ansiedade.

As caminhadas como uma forma de libertação

É importante que o hábito de caminhar não seja visto como uma obrigação, mas como um compromisso pessoal de libertação. Os efeitos positivos dessa prática não são sentidos logo no primeiro dia, mas após cerca de uma semana, já se torna um hábito, e a partir daí conseguimos identificar os benefícios, segundo José Ángel Obeso.

Os benefícios principais das caminhadas são:

Eliminação das preocupações: enquanto caminhamos, nossas mentes não precisam estar focadas nos problemas ou preocupações da vida. É uma atividade tranquila e fácil de ser realizada, que nos relaxa e permite a entrada de ar puro no corpo, que nos renova. Esse relaxamento estimula o lobo frontal, parte do cérebro responsável pela criatividade e humor. Isso, aliado a liberação de endorfinas, cria a situação perfeita para a transformação corporal que nos torna mais otimistas e criativos.

Melhora do estado de espírito: Durante as caminhadas, o cortisol, hormônio de resposta ao estresse, some e leva consigo os fatores que nos causam negatividade. A partir dessa mudança, começamos a enxergar as coisas com mais entusiasmo, confiança e otimismo.

Contato com a natureza:

Estamos acostumados a nos espremer em espaços fechados durante todas as nossas vidas: casas, empresas, supermercados, shoppings, e essa constante limitação pode nos sobrecarregar. No entanto, quando praticamos nossas caminhadas em espaços naturais, sentimos verdadeira liberdade e oportunidade de expansão. Por esse motivo, José Ángel Obeso, defende que devemos buscar proximidade com a natureza.

A conexão com o natural é uma necessidade humana para melhoria de vida, pois proporciona absorção de oxigênio puro, novos estímulos, perspectivas e paisagens.

Faça dessa leitura uma motivação para começar a caminhar todos os dias, mesmo que por pouco tempo. Comece devagar, mas comprometa-se consigo mesmo e sua plenitude de vida!

Vá  a parques, lagos, florestas, praias. Você notará uma grande mudança em sua saúde  física e emocional.

Fonte:O Segredo

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Polícia Militar prende em flagrante autor de Disparo de Arma de Fogo e apreende revólver em Bela Vista

Polícia Militar prende em flagrante autor de Disparo de Arma de Fogo e apreende revólver em Bela Vista

Polícia Militar prende em flagrante autor de Disparo de Arma de Fogo e apreende revólver em Bela Vista

Bela vista (MS) – Às 12h40 de ontem (24), a guarnição de serviço da Polícia Militar em Bela Vista foi acionada para atender a uma ocorrência de disparo de arma de fogo.

Imediatamente, a guarnição se deslocou até o local, onde o autor, um homem de 39 anos, estava sendo contido por populares. Uma testemunha entregou aos Policiais a arma de fogo utilizada pelo autor, um revólver calibre .22, com quatro munições intactas e três deflagradas.

Diante dos fatos, o autor foi preso em flagrante e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil, juntamente com a arma de fogo apreendida, para as providências cabíveis.