nov 29, 2019 | Destaques

Presidente do PODEMOS, vereador Xetinho e pré-candidato Gato.
De tradicional família bela-vistense, Luis Sergio Freitas – popular Gato anunciou que e pré-candidato a vereador em 2020 pelo partido PODEMOS. Conhecido pela classe política, Gato revelou que tentará uma vaga no legislativo municipal.
Cobrado por parentes e amigos que conhecem seu potencial, ele recebeu o pedido e declarou que vai entrar na disputa.
O vereador e presidente do PODEMOS, Xetinho abonou a ficha de filiação do líder comunitário.
Morador no Bairro Costa e Silva conhece de perto a realidade dos bairros da cidade e os anseios da população. Gato e filho do saudoso Aureliano Freitas e Rufina Avalos Freitas (In memória). Tem nove irmãos, casado e tem um filho.
A família e esportistas, Gato e considerado um dos melhores goleiros do futebol bela-vistense e defendeu vários clubes em Bela Vista como; Grêmio União, AABB, Primavera e durante 15 anos defendeu o Independente de Bella Vista Norte Paraguai.
Atualmente Gato e proprietário do tradicional “Bar do Gato”, um Bar dos mais antigos do município, há 25 anos no Bairro Costa e Silva.
“Sempre trabalhei e estou pronto para estender as mãos para quem precisa, agora vamos dar um pulo maior, colocar meu nome a apreciação da população’.

Gato assina filiação no PODEMOS
Redação – Fronteira News
nov 27, 2019 | Destaques

Secretário de Governo Eduardo Riedel é destaque em publicação internacional
O caderno “Brazil Business Feature” do jornal Economic Observer (grupo The Reporter Company), deu destaque especial para as relações comerciais entre Brasil e China. Na edição desta semana, a publicação sino-americana exibiu uma entrevista com o secretário de Governo de MS, Eduardo Riedel e o crescente interesse desse país asiático no agronegócio e turismo regional, além do fortalecimento das relações econômicas entre ambos. Riedel explicou a respeito do processo de modernização que Mato Grosso do Sul vem passando e porque o mercado com a China é tão importante para os produtores brasileiros.
Qual é a conexão entre as economias do Brasil e da China?
Eu acho que é um casamento perfeito do ponto de vista econômico. A população da China é de quase 1,5 bilhão, dos quais 750 milhões não vivem em cidades, mas pelo menos em parte migram para aumentar sua renda. Essas pessoas vão exigir muita comida. E não é apenas a China; esse mesmo processo está apenas começando na Índia. As duas economias são muito complementares: nosso setor agrícola é altamente eficiente, assim como a produção de insumos e a industrialização de nossas cadeias produtivas. Esse é o tipo de coisa que a China exige, e nós crescemos muito por causa dessa demanda. Incorporamos com competência a tecnologia adequada e desenvolvemos um modelo econômico vencedor com baixo impacto ambiental. É importante ressaltar esse ponto, porque muitas pessoas vinculam o setor agrícola à degradação ambiental, o que simplesmente não é verdade. Quanto à infraestrutura, a China é um participante importante, se não o mais importante. Tenho visto o interesse de empresários chineses, funcionários do governo e outros líderes, mas existe a questão prática de poder transpor nossas barreiras naturais.
A China tem feito isso com bastante sucesso na África, onde leva seu conhecimento e seus trabalhadores. Por que isso não pode acontecer no Brasil?
Aqui temos fortes leis ambientais, trabalhistas e tributárias. O primeiro problema que o Grupo BBCA, uma empresa chinesa de alta tecnologia, encontrou foi quando tentou trazer 50 trabalhadores da China, mas não conseguiu. Não quero dizer que, como crítica, é apenas uma análise dos fatos. Com base no pouco que sei sobre o povo chinês, sei que eles são muito pacientes e tolerantes, e acho que estão aprendendo a lidar com o Brasil. Ao mesmo tempo, nós mesmos estamos entendendo sua própria cultura e costumes. Eu acho que tudo isso faz parte do processo de reunir duas culturas muito diferentes. O problema é que nosso ambiente de negócios não é tão competitivo para investimentos. Isso faz parte do que precisamos fazer para tornar o clima de negócios mais amigável.
Onde os investimentos chineses podem ser mais bem-sucedidos?
Eu acho que há um grande potencial nas empresas que processam insumos agrícolas. Poderíamos falar do processamento de etanol a partir do milho, e também há o investimento do BBCA em uma linha de processamento de ácido milho-ácido lático-ácido polilático, um bioplástico feito de milho. Eventualmente, acredito que também poderia haver capital chinês na indústria de carne, a saber, carne bovina e suína. Recebo telefonemas toda semana de um amigo que me diz: “Estou na China e conversei com um empresário aqui que disse que quer algumas milhares de toneladas de frango”. Esse tipo de coisa acontece o tempo todo e prova que há uma demanda latente. Os canais estão lá e estão abertos. Não precisa necessariamente passar por grandes exportadores.
Os diplomatas estão promovendo o agronegócio brasileiro na China, e o feedback deles é que as pessoas ainda sabem muito pouco sobre o Brasil. O que você acha que está falhando na comunicação com a China?
Acho que devemos ter uma postura mais agressiva, tanto em público quanto em privado. Acho que algumas empresas conseguiram vender seus produtos, mas não foram lá para vendê-los. Tem sido um processo muito passivo: alguém bateu à sua porta. Ainda não estabelecemos uma estratégia de vendas mais estruturada. Acho que nosso relacionamento com a China é relativamente novo, mas está avançando. Por exemplo, agora temos escritórios de advocacia brasileiros na China e escritórios chineses aqui. Isso desencadeia o surgimento de um mundo que desconhecíamos completamente há apenas 15 anos.
O peso que a China tem na economia do Mato Grosso do Sul é tal que algumas pessoas estão preocupadas. Costuma-se dizer que, se um parceiro espirra, o menor fica resfriado. Você tem alguma preocupação em estender ainda mais essa parceria com a China?
Não. Eu costumava ter essa preocupação, mas o Mato Grosso do Sul diversificou sua economia, e isso ocorreu em parte por causa da demanda chinesa. Por exemplo, a cadeia de produção de papel e celulose se desenvolveu enormemente em Três Lagoas, lar de duas das maiores fábricas de celulose do mundo e agora a capital da celulose no Brasil. E um terceiro moinho está a caminho. Para onde vai toda essa celulose? Uma grande porcentagem vai para a China. Portanto, existe um nível de dependência, mas sem a demanda deles, não teríamos tido os investimentos em primeiro lugar. A demanda chinesa permitiu nosso desenvolvimento e crescimento, e éramos competitivos e capazes o suficiente para estruturar isso. Se algo acontecer com a China, nossa capacidade de gerenciamento terá que lidar com isso, mas não considero isso um fator determinante. Se a China espirrar, o mundo inteiro ficará resfriado.
Uma nova geração de jovens agricultores está usando novas tecnologias criadas especialmente para a agricultura. Como você acha que a inovação pode ajudar o desenvolvimento do Mato Grosso do Sul?
A tecnologia terá um impacto fenomenal no setor agrícola, como em todos os outros setores. Na verdade, já existe. Todas essas idéias – como a Internet das Coisas, inteligência artificial, automação etc. – estão sendo aplicadas ao setor agrícola em maior ou menor grau. Os sistemas agrícolas no Brasil são altamente heterogêneos em tamanho, insumo, modernização e renda. Embora muitos produtores não pareçam ter renda suficiente para absorver tecnologias disruptivas, no entanto, a mudança está acontecendo. Vemos exemplos disso o tempo todo nas diferentes cadeias de produção: gado, leite, frango, porco, agricultura. Até 10 anos atrás, não havia eletricidade nas fazendas, mas hoje as fazendas modernas têm as tecnologias mais modernas e atualizadas que estão tirando os agricultores de um mundo de dúvidas: Ao analisar dados coletados de sensores, satélites, drones, aplicativos e previsões meteorológicas localizadas, os agricultores podem rastrear a saúde das culturas, tomar decisões de plantio ou direcionar o uso de fertilizantes para melhorar a eficiência e diminuir o impacto no meio ambiente. Os agricultores estão conectados hoje, e isso tornará suas vidas muito mais fáceis. Se você visitar uma fazenda moderna aqui no Mato Grosso do Sul, verá que elas estão conectadas.
Nos próximos anos, o Brasil terá uma demanda crescente por energia. Como você vai lidar com isso no Mato Grosso do Sul?
Eu acho que a energia solar é uma das possíveis soluções para o desenvolvimento de energia. Já é uma realidade em nosso estado, onde as condições para a energia solar são ótimas. Também é muito interessante do ponto de vista do retorno do investimento. Tenho certeza de que haverá muitas pequenas usinas solares em fazendas no Mato Grosso do Sul para alimentar seu consumo de energia. São principalmente pequenas unidades que produzem energia suficiente para esse negócio específico.
Como você diferenciaria seu estado dos outros?
Nosso estado possui abundantes recursos naturais e sistemas de produção muito modernos e sustentáveis. Do ponto de vista tecnológico, somos capazes de produzir e manter esses recursos naturais. Temos três biomas diferentes: Pantanal, Cerrado e Mata Atlântica, e outro setor que poderia representar uma grande oportunidade para a China é o turismo. Campo Grande é a porta de entrada para a região do Pantanal e Bonito. Há potencial no agroturismo: viajar pelo estado visitando as fazendas e aprendendo sobre nossa cultura e estilo de vida. Muitas pessoas querem saber sobre isso, e algumas fazendas já se especializam nisso.
É um pouco como as diferentes culturas que podemos encontrar no Corredor Bioceânico?
Sim. “67” é o código de área para Mato Grosso do Sul, e lançaremos a Rota 67, que é a rodovia bioceânica, começando em Campo Grande. De lá, você dirige para Porto Murtinho, atravessa a ponte para o Paraguai, atravessa o norte do Paraguai, atravessa a Argentina e sobe os Andes. Esta é uma rota maravilhosa que leva você a diferentes culturas, música e comida em algo como dois dias.
O que você acha que o futuro reserva para o seu estado?
Eu sou muito otimista. Passamos pela crise econômica mais importante da história brasileira durante o primeiro mandato do governador Reinaldo e conseguimos sobreviver. Atualmente, o agronegócio é o grande impulsionador da economia brasileira, e nos destacamos nisso. Quando você olha para os números, São Paulo e Rio de Janeiro perdem proporcionalmente muito mais do que perdemos. Mas perdemos e nossa economia sofreu. As taxas de juros foram baixas, faltaram investimentos, o consumo caiu. Talvez um dos nossos maiores problemas que temos aqui é que a população do estado é pequena, portanto nosso consumo interno é baixo. Isso significa que precisamos atrair mais pessoas aqui, pois continuamos exportando produtos, matérias-primas, turismo e serviços.
Se as pessoas quiserem vir trabalhar aqui, serão bem-vindas?
Sim. Eles serão muito bem-vindos aqui. Somos 2,7 milhões de pessoas vivendo no estado, pouco mais de 1% da população brasileira. O estado de São Paulo, em comparação, tem 40 milhões de pessoas. Nossa população é muito baixa, então nosso nível de consumo também é baixo. No entanto, nosso Índice de Desenvolvimento Humano é bom e desfrutamos de muito boa qualidade de vida, ar puro, boas condições de trabalho e serviços e muito mais. Fizemos a lição de casa e a economia está voltando à vida agora.
Para quais tipos de projetos você está buscando investimento?
Temos muitos projetos em andamento com investidores privados que ajudarão o estado a se desenvolver ainda mais. Também temos um importante pacote de desenvolvimento de infraestrutura, e é aí que entra nossa estratégia de atrair capital privado. Nossa empresa de saneamento começará no próximo ano por meio de um contrato de parceria público-privada (PPP), que representa R $ 1 bilhão em investimentos. Ainda não há rodovias com pedágio, mas isso mudará em breve; nossa primeira concessão de rodovia, B3, será anunciada em dezembro na Bolsa de Valores de São Paulo. Esta é uma oportunidade para os investidores: é uma concessão de 30 anos para um trecho de 220 km de uma rodovia que poderia interessar chineses, americanos ou europeus ou uma combinação deles, seja com o parceiro certo aqui no Brasil ou por si mesmos. E há muitas outras oportunidades também. Por exemplo, os portos estão nas mãos do setor privado porque acreditamos que o Estado não precisa criá-los e operá-los. O objetivo de nossa administração é criar as condições para o setor privado florescer.
Você tem alguma mensagem específica que gostaria de enviar para a China?
Conheça melhor o Mato Grosso do Sul. Venha nos visitar. Eles são e sempre serão bem-vindos aqui, e podemos desenvolver muitas oportunidades juntos.
Link original: http://brazil.the-report.com/interview/eduardo-riedel/.
nov 27, 2019 | Destaques

Secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, Antônio Carlos Videira – Foto: Foto: Valdenir Rezende/Correio do Estado
A emissão da nova versão da Carteira de Identidade, também conhecida como Registro Geral (RG), deve começar em 2020, segundo o titular da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), Antônio Carlos Videira. “No início do próximo ano, devemos disponibilizar. Dependemos ainda da Casa da Moeda emitir os espelhos no novo modelo”, afirmou, durante a inauguração da Penitenciária Estadual Masculina de Regime Fechado da Gameleira.
A nova carteira de identidade contém mais informações, como registros do título de eleitor, numeração da Carteira de Trabalho e Previdência Social, certificado militar, Carteira Nacional de Habilitação, documento de identidade profissional, carteira nacional de saúde e números de NIS/PIS/Pasep. Também poderá ser incluído o nome social sem a necessidade de alteração no registro civil.
Sobre a fila para emissão do RG, conforme noticiou o Correio do Estado na edição de hoje, Videira explicou que a Casa da Moeda está atrasando o envio de papel-moeda para a empresa contratada pelo estado para emitir o documento. “Estamos mantendo o agendamento e a captura de imagens e de dados. Todavia, a emissão depende do papel-moeda”, disse. Com esse atraso e o crescimento da demanda para a expedição, o serviço só deve ser regularizado em 2 de dezembro.
Atualmente, 11 mil pessoas aguardam pela emissão da Carteira de Identidade. Desde o início do mês de novembro a Sejusp está sem o material, que é fornecido exclusivamente pela Casa da Moeda do Brasil. Apesar de não suspender os agendamentos para emissão do documento, a impressão do RG não é realizada. Com isso, quem precisa do documento vai ter de esperar, pelo menos, até dezembro.
Em média, o cidadão aguarda por uma semana para receber o RG, após realizar a coleta de dados. Com a falta de material, os servidores dos postos de identificação estão agendando a retirada do documento após a segunda quinzena de dezembro.
nov 26, 2019 | Destaques

Na Bolsa de Valores de São Paulo, Mato Grosso do Sul é um dos Estados que oferecem grandes oportunidades de investimentos para o mercado
Campo Grande (MS) – Campo Grande (MS) – Mato Grosso do Sul é um dos protagonistas do 2º Café com Mercado que acontece nesta quarta-feira (27), na B3 – Brasil, Bolsa, Balcão, em São Paulo. No coração financeiro do País, onde são realizados os maiores volumes de negócios do Brasil, o governador Reinaldo Azambuja vai apresentar as potencialidades do Estado com um único objetivo: atrair investimentos para fomentar ainda mais a economia sul-mato-grossense.
Na pauta do evento, o Estado apresentará o projeto de concessão da Rodovia MS- 306, os projetos de parceria público-privada (PPP) de Esgotamento Sanitário e Infovia Digital, o projeto de desestatização da MSGÁS e a Rota Bioceânica.
Vale lembrar que três destes projetos citados já estão bem avançados. A concessão da MS-306 está com edital de licitação publicado e vai a leilão no dia 5 do próximo mês, também na B3, em São Paulo. O projeto de PPP de Esgotamento Sanitário está concluído e seguirá nos próximos dias para aprovação do Conselho Gestor de PPP do Estado e posterior abertura de Consulta Pública.

Trecho pavimentado em Carmelo Peralta
O trançado da Bioceânica já ganhou contornos com a entrega do primeiro trecho do lado do Paraguai. No último dia 22, foram inaugurados 40 quilômetros da Transchaco, rodovia vital para a Bioceânica. A entrega antes do prazo determinado torna a rota – que unirá o Oceano Atlântico ao Pacífico, via Mato Grosso do Sul – mais consolidada.
Além da presença do Governador do Estado de MS, Reinaldo Azambuja, o 2º Café com Mercado contará ainda com as presenças dos governadores Ratinho Júnior, do Paraná e Renato Casagrande, do Espírito Santo.Concessão MS- 306
Rodovia MS-306 será a primeira concessão rodoviária do Estado. O objetivo é acelerar investimentos nessa importante rota de escoamento da produção, garantindo melhores condições de trafegabilidade e segurança aos seus usuários.
O projeto prevê, dentre outras obras a serem realizadas, a implantação de acostamento ao longo de toda rodovia, construção de terceira faixa em segmentos críticos, adequação das interseções existentes e construção de novas rotatórias; implantação de retornos e adequação de pontes e viadutos.

Recuperação da MS-306, importante via de escoamento do Centro-Oeste
Para o governador Reinaldo Azambuja, a MS-306 é polo de integração comercial entre MS, MT, SP, GO e MG, sendo rota de escoamento de produção de açúcar, álcool, algodão, soja e milho. “É evidente a necessidade de realização de grandes melhorias nas condições de sua trafegabilidade, em razão do tráfego intenso de veículos comerciais, bem como da necessidade de garantir a segurança dos usuários, diante dos elevados índices de acidentes”, ponderou.
O secretário estadual de Governo, Eduardo Riedel, avalia que a modelagem da concessão apresentada ao mercado garante os investimentos integrais previstos para a rodovia. “O projeto apresentado ao mercado foi amplamente discutido e garante os investimentos integrais previstos para a rodovia”
A concessão da rodovia irá disponibilizar aos usuários impor tantes serviços, dentre os quais podem ser citados: socorro mecânico, socorro médico, inspeção de tráfego, postos de atendimento aos usuários e um moderno Centro de Controle Operacional (CCO) que realizará a cobertura de 100% da rodovia, 24 h por dia, em tempo real.
A licitação da rodovia, que ocorrerá no próximo dia 05 de dezembro, adotará o critério de julgamento de maior oferta de outorga. Esses recursos serão revertidos ao Fundersul para manutenção da malha rodoviária estadual e servirão como instrumento de gestão do contrato, especialmente para modicidade tarifária.A concorrência adotará o critério de maior valor de oferta.
Beatricce Bruno – Subsecretaria de Comunicação – Subcom
Fotos: Edemir Rodrigues/arquivo Subcom
nov 25, 2019 | Destaques

Fábricas terão capacidade de produzir 8,5 garrafas de óleo de soja por segundo e vão gerar mais de 300 empregos diretos em Dourados
Dourados (MS) – O governador Reinaldo Azambuja, o vice Murilo Zauith e a ministra da Agricultura, Tereza Cristina Corrêa da Costa, participam nesta segunda-feira (25.11), às 9h, da inauguração do complexo industrial da Coamo, em Dourados. As indústrias de processamento e refino de soja vão agregar valor à produção de Mato Grosso do Sul e garantir a geração de 300 empregos direitos. O investimento foi de R$ 750 milhões.
O complexo terá capacidade de processamento de 3 mil toneladas de soja por dia e de refino de 720 toneladas de óleo de soja/dia. Serão produzidas 11 milhões de caixas de óleo refinado por ano, o que dá uma média de 8,5 garrafas por segundo.
Uma das metas da cooperativa com a nova planta é facilitar a chegada de produtos com sua marca até clientes finais de estados do Centro-Oeste e Sudeste. A Cooperativa Agroindustrial conta com instalações em três estados – Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul – e tem um quadro de oito mil funcionários.
Serviço – A inauguração será na rodovia BR 163, km 247, no Parque das Nações.
Paulo Fernandes – Subsecretaria de Comunicação
Foto: Chico Ribeiro