(67) 99634-2150 |
Bela Vista-MS Segunda-Feira, 29 de Junho de 2026
Senador infectado com coronavírus está internado em Brasília

Senador infectado com coronavírus está internado em Brasília

O senador Nelsinho Trad (PSD-MS), infectado pelo novo coronavírus, está internado no hospital Sírio-Libanês, em Brasília. Segundo informações da assessoria do parlamentar, seu quadro de saúde é estável.

“O senador Nelsinho Trad está sob observação médica numa ala do Sírio Libanês, em Brasília. O quadro é estável e permanece isolado para evitar a proliferação do coronavírus”, diz a nota publicado em suas redes sociais.

Nelsinho Trad é uma das dezessete pessoas que participaram da viagem do presidente Jair Bolsonaro aos Estados Unidos que estão com o coronavírus. Nesta quarta-feira, os ministros do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, e de Minas e Energia, almirante Bento Albuquerque, testaram positivo para a infecção. Na terça-feira 17, a contraprova realizada pelo deputado federal Daniel Freitas (PSL-SC) resultou positivo.

Além dos ministros e dos dois parlamentares, testaram positivo Flavio Roscoe, presidente da Federação das Indústria do Estado de Minas Gerais (Fiemg); Marcos Troyjo, secretário especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia; Robson Braga de Andrade, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI); Fabio Wajngarten, secretário de Comunicação da Presidência da República (Secom); Nestor Forster, encarregado de negócios do Brasil nos Estados Unidos; Samy Liberman, secretário Especial Adjunto de Comunicação Social da Presidência; Francis Suarez, prefeito de Miami; Sérgio Lima, publicitário que trabalha com a família Bolsonaro na criação do partido Aliança pelo Brasil; Karina Kufa, advogada de Jair Bolsonaro; e quatro integrantes da equipe de apoio da comitiva.

Fonte: Veja

Polícia Militar Ambiental completa 33 anos e comemora sua importância na redução de crimes, infrações e degradações ambientais no Estado

Polícia Militar Ambiental completa 33 anos e comemora sua importância na redução de crimes, infrações e degradações ambientais no Estado

Campo Grande (MS) – Em 33 anos que completará amanhã (19/3), a Polícia Militar Ambiental de Mato Grosso do Sul demonstrou que foi fundamental para a conservação ambiental no Estado, com várias ações decisivas de repressão e prevenção contra os crimes e infrações ambientais, com números que confirmam sua importância para a conservação ambiental ao conseguir reduzir desmatamentos e outros crimes contra a flora, tráfico de animais silvestres, caça ilegal e outros crimes contra a fauna, a pesca predatória, poluição, degradação dos recursos hídricos, entre outros, e se firmou como o órgão de mais ação contra os crimes e infrações ambientais no Estado. Para a população sul-mato-grossense, quando se fala em fiscalização ambiental é o órgão lembrado instantaneamente.

As comemorações em todos os anos têm sido com atividades que são prioritárias nos seus trabalhos que são os eventos de Educação Ambiental. Na semana da Água, que coincide com a semana do aniversário da PMA, o Projeto Florestinha atenderia nesta semana aproximadamente 2.000 alunos em escolas de Campo Grande e da zona urbana e rural de Porto Murtinho, porém, devido ao cancelamento das aulas em razão do COVID19, os trabalhos foram cancelados.

HISTÓRIA

A Polícia Militar Ambiental de Mato Grosso do Sul foi criada, a partir da extinção, pela Lei Estadual n° 702, de 12 de Fevereiro de 1987, do Instituto de Controle Ambiental (INAMB), órgão responsável, à época, pela fiscalização ambiental no Estado. As atribuições relativas à fiscalização administrativa do órgão extinto foram assumidas pela então Polícia Militar Florestal – CIPMFlo (FOTO 1).

Em 19 de Março de 1987, a Companhia Independente de Polícia Militar Florestal (CIPMFlo) foi criada pelo Comando Geral da Polícia Militar. Com sede em Corumbá, iniciou suas atividades com apenas 80 policiais militares. Basicamente, o policiamento e a fiscalização destinavam-se a coibir, de forma repressiva, a caça ao jacaré, no pantanal sul-mato-grossense, crime ambiental amplamente divulgado pela mídia local, nacional e até internacional, que colocava em dúvida o poder do Estado em manter a ordem no que se referia aos crimes ambientais, pois o órgão anterior perdera a guerra para os chamados “coureiros” (FOTO 2 e 2A).

Considerou-se uma guerra, haja vista que, depois da criação da Polícia Militar Florestal, ocorreram muitos tiroteios durante as fiscalizações no Pantanal, quando alguns policiais perderam suas vidas ou foram feridos. Com muita determinação os policiais conseguiram extirpar a matança de jacarés no Estado, a ponto de alguns estudiosos já apontarem para a superpopulação da espécie no Pantanal. Conclusão que não é unânime entre todos que estudam a fauna da região, porém, até hoje a caça para aproveitamento da pele do animal deixou de existir desde àquele tempo.

Em 2000, o nome da Unidade foi alterado de Companhia Independente de Polícia Militar Florestal para Ambiental, por meio do Decreto Estadual 9773/2000, nome mais abrangente que combinava com a fiscalização que sempre fora exercida desde a criação, ou seja, todas as infrações e crimes relacionados ao meio ambiente (FOTO 3).

Atualmente enfrentam-se entre outras infrações e crimes ambientais como, a pesca predatória, que foi combatida já na década de 1990, depois de vencida a questão da matança do jacaré. Esse problema, a PMA colocou sob controle, com ótimo desempenho preventivo durante a fiscalização, especialmente, em período de piracema e quando a pesca se encontra aberta, fazendo com que os números de apreensões diminuam a cada ano. São em média 1200 autos de infrações administrativos efetuados por ano no Estado relativamente as mais diversas infrações ambientais.

        Em 2002, a Companhia passou a Batalhão, (DECRETO Nº 10.848 DE 08 DE JULHO DE 2002) – (Diário Oficial nº 5789, de 9 de Julho de 2002), sendo denominado 15º Batalhão de Polícia Militar Ambiental e, Atualmente, somente Batalhão de Polícia Militar Ambiental.

A Polícia Militar Ambiental de Mato Grosso do Sul é referência para polícias de outros Estados e para a população sul-mato-grossense, que a respeita e sempre confia a fiscalização ambiental à Unidade, apesar de haver outros órgãos que exercem este tipo de fiscalização. Devido a importância e respeito angariados ao longo do tempo, a PMA recebeu homenagem com o Prêmio Ecologia e Ambientalismo, da Câmara Municipal de Campo Grande em 2007 e vários outros prêmios e moções no Estado e, ainda, a Assembleia Legislativa (MS) aprovou a Lei 3.408, de 01 de agosto de 2007, criando o dia 19 de março, como o dia da Polícia Militar Ambiental.

Além das atividades repressivas, a PMA desenvolve projetos de extrema importância na área socioambiental e de Educação Ambiental, tais como: o “Projeto Florestinha e o Núcleo de Educação Ambiental”.

HISTÓRICO DO PROJETO FLORESTINHA, OBJETIVOS E TRABALHOS DESENVOLVIDOS

O Projeto Florestinha é um trabalho social e ambiental desenvolvido pela Polícia Militar Ambiental, o qual trabalha com crianças e adolescentes carentes de 7 a 16 anos, tirando-lhes ou evitando que caiam nas ruas, dando-lhes a chance de ter uma profissão e ensinando-lhes a serem cidadãos com sensibilidade ambiental. O Projeto iniciou-se em 23 de novembro de 1992, no município de Campo Grande (MS) com 50 crianças, em instalações localizadas em uma reserva ambiental de 180 hectares, no bairro Jardim Presidente, denominada Matas do Segredo.

         No início recebeu a denominação de Guarda Florestal Mirim, que em convênio com o PROMOSUL (Secretaria de Promoção Social do MS), foi possível melhorar o atendimento das crianças. Além das aulas de Educação Ambiental, reforço escolar e treinamentos que eram ministrados por policiais, passaram a receber acompanhamento psicológico, odontológico, reforço alimentar, vale transporte e orientação profissional, que era feita por profissionais da Promossul, sempre em conjunto com os Policiais Ambientais.

         Em 2009 foram municipalizadas as ações sociais, passando a ser a parceria no projeto na Capital com a Secretaria Municipal de Ação Social-SAS.  Esta Secretaria desenvolve as atribuições a ela pertinentes, ou seja, contribuindo com funcionários da área de Educação e de assistência social, os quais proporcionam às crianças acompanhamento escolar e demais atividades educacionais, além de reforço alimentar. A Polícia Militar Ambiental contribui efetivamente com o aprimoramento do caráter, da disciplina e do senso de responsabilidade das crianças, ministrando-lhes instruções de Moral e Cívica e, especialmente, de Educação Ambiental.

         Em 1998, a partir de parcerias com Prefeituras e outros órgãos, a PMA pôde implantar o Projeto em mais quatro municípios: Corumbá, Três Lagoas, Bataguassu e Bonito, onde foi fundada pela prefeitura, a “Praça do Florestinha” de Bonito, localizada na Avenida principal daquela cidade, onde há uma estátua de bronze de uma criança fardada.

         Em 2006, em parcerias com as prefeituras de Jardim e Guia Lopes da Laguna foi possível implantar o projeto nestes municípios e atender mais 100 crianças. Em 2008 foi implantado com 200 crianças em Três Lagoas. Em 2009 foi implantado em Aquidauana e Anastácio, com mais 120 crianças. Em 2010 foi implantado o projeto em Coxim.

         Em abril de 2015, a PMA, a Secretaria Municipal de Assistência Social (SAS) e Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) iniciaram atendimentos para mais 60 alunos, em prédio novo, construído para o Projeto Florestinha. O prédio está localizado no Parque Estadual Matas do Segredo, onde as atividades do Projeto iniciaram-se em 1992, no Jardim Presidente e possui espaço amplo e quadra de esportes.

         Também em 2015, o Projeto iniciou atividades em Costa Rica, com 50 crianças e, em 2017, as atividades começaram em Dourados, também com 50 florestinhas. No dia 10 de março de 2020, inaugura-se mais uma Unida do Projeto, com 60 crianças no Distrito de Nova Porto XV, no município de Bataguassu, em prédio construído com apoio da Justiça e Ministério Público do Trabalho e mobília adquirida pela Prefeitura Municipal, que é parceira no Projeto (figura 4).

         O Projeto Florestinha é reconhecido pela UNICEF e foi homenageado pela Câmara Municipal de Campo Grande, com o prêmio “Ecologia e Ambientalismo”. Várias crianças que por ele passaram tornaram-se jornalistas, geógrafos, advogados, engenheiros, biólogos, empresários e vários outros profissionais que reconhecidamente admitem a influência do projeto no encaminhamento de suas vidas.

         O projeto visa, entre outras coisas, a enfrentar o problema da marginalidade e da criminalidade crescente entre os jovens de bairros periféricos, uma vez que eles são expostos a essas mazelas da sociedade. A proposta é de não deixar que os atendidos pelo projeto venham a fazer parte dessas estatísticas. A educação, desenvolvimento artístico e cultural e recreação oferecida aos assistidos constituem as bases do projeto que, além de sociabilidade entre eles, cria também o significado de hierarquia militar e respeito ao próximo.

         As crianças utilizam o mesmo fardamento dos policiais militares ambientais, inclusive, são instituídas as promoções como na carreira militar (de Soldado a Coronel), tendo como critérios principais para alcançá-las, as notas escolares, comportamento e antiguidade no Projeto. As promoções são importantes para a autodisciplina. Ou seja, um Oficial não se comportará com indisciplina próximo de um florestinha de posto ou graduação inferior.

         Desde o ano de 2001, as crianças do Projeto da Capital desenvolvem nas escolas públicas e privadas atividades de Educação Ambiental, por meio do teatro de fantoches, com peças sobre vários temas ambientais, além de se apresentarem nos mais diversos locais do Estado de Mato Grosso do Sul.

Realizam também palestras em forma de oficinas com os seguintes temas: Plantio de Mudas, com palestra sobre desmatamento, erosões e importância da flora, etc. Reciclagem de papel, com palestra sobre os problemas relacionados aos resíduos sólidos. Visitação ao museu de animais e peixes taxidermizados (empalhados), com palestra sobre fauna, pesca, atropelamentos de animais silvestres. Ciclo da Água, com palestras sobre o uso sustentável, poluição e escassez dos recursos hídricos). Casa da Energia. Trata-se de uma maquete de uma residência com todos os locais de consumo de energia (lâmpadas, chuveiros, ar condicionado, geladeira, micro-ondas etc.). Com esta oficina é realizada a discussão e informação sobre os tipos de energia e a importância ambiental de se economizar este recurso. Atualmente estão sendo atendidas 570 crianças em sete municípios (FOTO 5 e 5a).

EDUCAÇÃO AMBIENTAL – GRANDE ARMA DA PMA PARA MINIMIZAR OS CRIMES E INFRAÇÕES AMBIENTAIS.

        A Educação Ambiental da PMA é desenvolvida, desde o primeiro ano de sua existência (19/3/1987), porém, passou a ser intensificada, a partir da criação do Núcleo de Educação Ambiental na sede, em Campo Grande, em 1992. O Projeto foi desenvolvido até o ano de 2015, o qual era constituído basicamente por exposição de “banners”, fotografias e um museu com animais empalhados (taxidermizados), além de informações sobre legislações ambientais. O trabalho era praticamente destinado a exposição do material, sendo palestras desenvolvidas esporadicamente (Foto 6 e 6A).

      A partir de 1998, o Núcleo de Educação Ambiental tornou-se itinerante e, além das exposições tinha como prioridade a Educação Ambiental nas escolas. Embora a Lei da Política Nacional de Educação Ambiental (Lei Federal nº 9.795/1999) institua como uma das metas a transversalidade do tema, em todos os níveis de ensino, público e privado, formal e não formal, a PMA percebeu que isso não estava ocorrendo e, as escolas ainda dependem de outras instituições parceiras para conseguir este objetivo. Por esse motivo, A Unidade recebe solicitações diárias das escolas públicas e privadas para desenvolver palestras sobre os diversos temas ambientais e tem sido atendido diversas escolas no Estado anualmente.

Ao perceber que somente palestras não atraíam totalmente a atenção dos alunos para os temas discutidos, o Núcleo de Educação Ambiental passou a trabalhar as atividades de Educação Ambiental em forma de oficinas temáticas, versando sobre temas ambientais atuais, dividindo os alunos em grupos, os quais passam pelas oficinas. Sendo elas:

1.    Reciclagem de papel, com palestra sobre os problemas relacionados aos resíduos sólidos.

2.    Visitação ao museu de animais e peixes taxidermizados e materiais utilizados em crimes ambientais (empalhados), com palestra sobre fauna, pesca, atropelamentos de animais silvestres, etc.

3.    Apresentação do teatro de fantoches, com peças sobre as questões ambientais, como: desmatamentos, incêndios florestais e resíduos sólidos, etc.

4.  Ciclo da Água, com palestras sobre o ciclo, uso sustentável, poluição e escassez dos recursos hídricos.

5.  Casa da Energia – Trata-se de uma maquete de uma residência com todos os locais de consumo de energia (lâmpadas, chuveiros, ar condicionado, geladeira, micro-ondas etc.). Com esta oficina é realizada a discussão e informação sobre os tipos de energia e a importância ambiental de se economizar este recurso.

6. Plantio de mudas nativas, com palestra sobre flora (Desmatamento, erosão de solos, controle de poluição, assoreamento), preservação, conservação e uso racional dos recursos hídricos.

7 – Trilha ecológica – desenvolvida nos Parques, onde funcionam os Projetos na Capital.

Ao final dos trabalhos são entregues aos professores, folhetos com os temas discutidos nas oficinas, para que eles deem continuidade às informações, por meio da Educação Ambiental formal. A ideia é que os alunos entendam que o ambiente é um sistema complexo, integrado e interativo, em que qualquer ente afetado, prejudica outros em cadeia, gerando desequilíbrios que vão interferir diretamente na qualidade de vida do ser humano.

      A taxidermia nos animais utilizados na oficina do museu de fauna é realizada pelos próprios policiais com animais atropelados e recolhidos pelas equipes de fiscalização nas rodovias, bem como os mortos no Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (CRAS) (foto 7 – Curso de Taxidermia).

Os trabalhos de Educação têm sido prioritários para a Polícia Militar Ambiental. O Núcleo de Educação Ambiental atendeu, desde que passou a atuar diretamente em escolas entre 1999 a 2015, um total de 229.080 alunos. Atualmente, essas atividades são desenvolvidas pelas crianças e adolescentes do Projeto Florestinha, que foram treinados pelos Policiais do Núcleo, os quais passaram a cuidar das novas Unidades inauguradas do Projeto. Até 2019, as crianças e adolescentes do Projeto atenderam 159.589 alunos, não inclusas, algumas exposições, sempre supervisionadas por Policiais.

      Todas as 26 Subunidades da PMA no Estado desenvolvem sua missão voltada à Educação Ambiental. Algumas somente com palestras e outras com um Núcleo de Educação Ambiental melhor estruturado, a exemplo, a unidade de Dourados com o “LABIRINTO AMBIENTAL” – labirinto em que as crianças visitam e deparam com os ambientes montados com os problemas ambientais atuais e, Corumbá com a Lancha de Educação Ambiental e palestras (figura 8 e 8A).

      A PMA investe em Educação Ambiental, por entender a necessidade de formar multiplicadores na busca da tão esperada transversalidade do tema, pois sabe que a prevenção por meio da Educação Ambiental é o caminho para a proteção dos recursos naturais em todo o mundo. Nas escolas, a difusão das ideias é mais fluente e rápida, pois, se se quer mudar cultura, faz-se por meio das crianças e adolescentes. O resultado virá em um futuro próximo, pois essas crianças e adolescentes estarão em pouco tempo comandando os mais altos postos da Política Municipal, Estadual e Federal, ou se não, poderão ser simplesmente os cidadãos que conservarão os recursos naturais, sabedores da importância destes recursos para a vida no planeta.

      A Educação Ambiental é a principal arma para a diminuição das infrações e crimes ambientais. A repressão sempre será necessária em virtude da ganância humana, mas com este trabalho a necessidade de reprimir será sempre menor e consequentemente a geração atual e futura desfrutará de um meio ambiente equilibrado e melhor qualidade de vida.

      A Educação Ambiental realizada pela PMA não se resume às datas comemorativas relacionadas aos temas ambientais, mas sim, é um trabalho continuado que visa a mudança cultural, mostrando que o ambiente é um complexo sistema e buscando à sensibilização pública, sobre a importância do equilíbrio ambiental como forma de manter os serviços ambientais com alta qualidade, como forma de gerar e manter qualidade de vida.

O Comando da PMA considera extremamente prioritário o trabalho de Educação Ambiental, haja vista, toda a movimentação criada no seio da população em defesa das questões ambientais. O Comando acredita que, só por meio da Educação Ambiental, com crianças e adolescentes, as infrações e crimes ambientais diminuirão e, as decisões deles, que no futuro estarão no Comando das ações no País, com certeza, serão mais planejadas e acertadas, do que estão sendo agora. Na verdade, quando se realiza Educação Ambiental, está-se fiscalizando o futuro, com a prevenção.

Os números demonstram a importância que a PMA dá à Educação Ambiental. Só o Núcleo de Educação ambiental e o Projeto Florestinha da sede (Capital) já atenderam 318.669 alunos de escolas públicas e privadas no Estado (tabelas abaixo).

Tabela 1 – Quantidade de alunos atendidos pelo NEAM entre 1999 a 2015

Ano

Atendidos Total

1999

7110

2000

7190

2001

38565

2002

14598

2003

9204

2004

8041

2005

6760

2006

5025

2007

13328

2008

13012

2009

24531

2010

20482

2011

15938

2012

10474

2013

5703

2014

25919

2015

3200

229.080.

Portaria prevê prisão de quem descumprir quarentena em razão da Covid-19

Portaria prevê prisão de quem descumprir quarentena em razão da Covid-19

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta: reunião em Comissão Geral para atualização da situação nacional do coronavírus Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Os ministros Luiz Henrique Mandetta (Saúde) e Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública) editaram, nesta terça-feira, 17, uma portaria interministerial com determinações sobre a obrigatoriedade no cumprimento das medidas anunciadas pelo governo federal para conter a pandemia do novo coronavírus. Uma das decisões permite que o indivíduo que descumprir as recomendações poderá ser preso.

A portaria leva em consideração dois artigos do Código Penal (Decreto-lei 2.848, de 7 de dezembro de 1940): o 268 e o 330. O primeiro afirma que é crime contra a saúde pública “infringir determinação do poder público, destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa” – neste caso, a pena é detenção, de um mês a um ano, e multa. O segundo artigo, por sua vez, estabelece que é crime “desobedecer a ordem legal de funcionário público”, com pena de detenção, de quinze dias a seis meses, e multa.

Segundo o texto assinado pelos ministros, os profissionais da área da saúde poderão “solicitar o auxílio de força policial nos casos de recusa ou desobediência” de pacientes que precisem ficar em isolamento ou quarentena. A portaria também prevê que “a autoridade policial poderá encaminhar o agente à sua residência ou estabelecimento hospitalar para o cumprimento das medidas”. Há, ainda, a possibilidade de o indivíduo ser encaminhado a um estabelecimento prisional em cela isolada dos demais – esta hipótese, contudo, só é cogitada em casos excepcionais.

O documento também prevê que, caso o governo passe a determinar o isolamento compulsório de pacientes, o que, por ora não ocorre, deve haver indicação médica e a medida precisa ser informada previamente às autoridades.

Impeachment

Por ironia, um dos artigos do Código Penal usados pelos ministros na portaria – o 268 – também será utilizado pelo deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP) no pedido de impeachment do presidente Jair Bolsonaro que apresentará ao Congresso Nacional. O documento seria protocolado nesta terça-feira, mas foi adiado em razão da suspensão das atividades da Câmara por causa do coronavírus. No seu pedido, o tucano – que já foi aliado de Bolsonaro – diz que o presidente infringiu esse artigo ao cumprimentar manifestantes durante aglomeração em frente ao Palácio do Planalto em apoio ao seu governo.

Fonte: Veja

Bela Vista: Paraguai fecha fronteira e adota toque de recolher contra vírus

Bela Vista: Paraguai fecha fronteira e adota toque de recolher contra vírus

Bela Vista: Paraguai fecha fronteira e adota toque de recolher contra vírus

Vizinho de Bela Vista, com quem divide as duas cidades atraves da Ponte Internacional, o Paraguai decidiu fechar suas fronteiras por 15 dias para conter a pandemia do novo coronavírus. Com oito casos confirmados da Covid-19, o país vizinho decidiu restringir a circulação de pessoas e veículos de 20h até 4h da madrugada.

Na manha desta terca-feira (17) de março foi fechada a ponte Internacional Rio Apa para passagens de pessoas que vão a Bella Vista Paraguai, segundo as autoridades do Paraguai a medida é necessária para evitar a circulação do Covid 19 .

Estudante que frequentam as escolas de Bela Vista é para retornar e trabalhadores devem regressar para suas casas imediatamente.

O presidente do Paraguai Mario Benites anunciou no sábado medidas que incluem cancelamento de shows, celebrações religiosas e jogos de futebol estão momentaneamente suspensos.

A titular da Direção Geral de Migrações Ángeles Arriola informou também que as restrições proíbem a entrada de estrangeiros que não são residentes no Paraguai. Segundo ela, dos 43 pontos de entrada e saída nas fronteiras paraguaias, apenas 13 continuarão habilitados para trânsito de pessoas.

O maior desafio do governo paraguaio é controlar a fronteira com Mato Grosso do Sul. Nesta segunda-feira há barreira da Polícia Nacional na ligação entre Bella Vista Norte e Bela Vista (MS) para impedir a entrada de sul-mato-grossenses.

A decisão do governo foi anunciado a pouco pelo comandante Silva da Policia Nacional de Bella Vista Paraguai.

Redação – Fronteira News – com informações Armando Loureiro

 

Câmara Municipal de Bela Vista cria Ouvidoria para atender população

Câmara Municipal de Bela Vista cria Ouvidoria para atender população

Câmara Municipal de Bela Vista cria Ouvidoria para atender população. (Foto. Ademir Mendonça)

Com a finalidade de ampliar os canais de participação do cidadão em geral, a Câmara Municipal de Bela Vista criou o Serviço de Ouvidoria. A Mesa Diretora liderada pelo presidente,  Demecio Takeshi Higa (PODEMOS) atende a uma recomendação do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul (TCE-MS).

De acordo com o presidente da câmara, Xetinho – o Serviço de Ouvidoria terá como atribuições, entre outras, receber, examinar e encaminhar aos órgãos competentes denúncias, reclamações, representações, sugestões, críticas, elogios, pedidos de informações ou quaisquer manifestações da sociedade.

Na prática, o órgão trabalhará para aumentar ainda mais a transparência no cotidiano da Casa assegurando assim de modo permanente e eficaz a preservação dos princípios de legalidade, moralidade e eficiência de agentes públicos. O presidente Xetinho considera muito importante o trabalho da Ouvidoria.

Caso solicitado, o órgão interno manterá o sigilo sobre as denúncias e reclamações que receber, bem como, a sua fonte garantindo desta forma a proteção de dados dos denunciantes.

Link para acessar:  http://portaltransparenciabelavista-camara.ddns.com.br:8080/Cidadao/FaleConosco.aspx

Marinha Paraguaia monitora fronteira entre Carmelo Peralta e Porto Murtinho

Marinha Paraguaia monitora fronteira entre Carmelo Peralta e Porto Murtinho

Foto. Edicarlos

Desde a meia-noite, a fronteira está parcialmente fechada, por decisão do governo anunciada no último sábado pelo presidente Mario Abdo, que limitará a entrada e saída de pessoas pelos postos fronteiriços, a fim de ter maior controle sobre a expansão do coronavírus (Covid -19).

Militares da marinha do Paraguai estão em patrulha no Rio Paraguai, fronteira entre os municípios de Porto Murtinho (Brasil) e Carmelo Peralta (Paraguai) orientando que “Nenhuma” embarcação está permitida a cruzar a fronteira. Até mesmo a balsa de uma empresa que transporta veículos pelo rio está proibido de fazer a travessia.

Os militares estão cumprindo uma determinação do governo Mário Abdo para evitar a propagação do novo Coronavírus no país.

Nesse sentido, as migrações apresentarão um plano de ação hoje. Com base na proposta do Conselho de Segurança, de fechar vários cargos e concentrar a vigilância em apenas alguns, a Diretoria Geral de Migrações propôs reduzir os pontos de renda para 30%.

Desde o dia do decreto presidencial que prevê a implementação de ações preventivas, foram estabelecidos controles de fronteira.

Na início da noite de ontem, o ministro da Saúde Pública, Julio Mazzoleni, confirmou um novo caso de coronavírus no Paraguai.

A pessoa afetada teve contato com o homem que chegou da Argentina e deu positivo Em Ciudad del Este, o trabalho é acelerado, onde pacientes com sintomas graves serão admitidos.

Fonte: Portomurtinhonoticias