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Bela Vista-MS Quarta-Feira, 11 de Março de 2026
Humorista traz espetáculo “Nói que é Pobre” para Campo Grande

Humorista traz espetáculo “Nói que é Pobre” para Campo Grande

Cleber Rosa leva aos palcos seu grande sucesso da internet, com mais de 700 milhões de visualizações

Está chegando a Campo Grande um show inédito, mas que já é um grande sucesso na internet. Realizado pelo humorista Cleber Rosa, “Nói que é Pobre” leva aos palcos os esquetes que se popularizaram no canal Reclamação do Dia, que conta com mais de 700 milhões de visualização e 3,5 milhões de seguidores nas redes sociais. Agora os campo-grandenses poderão ver ao vivo o personagem Chico da Tiana, com seus causos engraçadíssimos, e outros personagens como o romântico locutor Priscilo, no dia 15 de fevereiro (sábado), às 20 horas, no Teatro Dom Bosco.

No show, de aproximadamente 1h30, Cleber Rosa incorpora o caipira mais querido da internet, e faz um stand up com suas reclamações bem-humoradas e situações cômicas da vida do pobre, envolvendo casamento, família, causos de bar e também temas atuais, contados na visão do personagem. “É um desafio falar de temas atuais de uma forma que encaixe na realidade do personagem, mas ele está atento a tudo, seja política, futebol, polêmicas, fofocas, assuntos dos famosos, sempre que surge algum assunto novo o Chico da Tiana já aparece dando a sua opinião”, brinca Cleber.

Um dos diferenciais do show “Nói que é Pobre” é que ele tem classificação livre, e foi pensado para toda a família. Usando textos simples e de fácil entendimento, os quadros não têm palavrões e nem piadas de duplo sentido, atingindo assim crianças, jovens, adultos e idosos. “Uma coisa que vem chamando muita atenção por onde a gente passa é o fato do show não ter nenhum palavrão. A gente faz humor de fácil entendimento, nas nossas apresentações tem de crianças de 4 anos a senhorzinhos de 90 e todo mundo ri junto, entende as piadas de uma forma muito rápida e fácil”, afirma o humorista.

Serviço: O show “Nói que é Pobre” será realizado em Campo Grande no dia 15 de fevereiro, às 20 horas no Teatro Dom Bosco, localizado na Avenida Mato Grosso, 225 – Centro.Ingressos promocionais podem ser comprados pelo site:www.gravidadezeroeventos.com.br.

Coordenadora Geral da Casa da Mulher Brasileira alerta que ‘O Silêncio Mata’

Coordenadora Geral da Casa da Mulher Brasileira alerta que ‘O Silêncio Mata’

Tai Loschi chamou a atenção também para a frase:  ‘se você não for minha, não vai ser de mais ninguém’, que representa uma sentença de morte para a mulher

A coordenadora Geral da Casa da Mulher Brasileira de Campo Grande, Elza Maria Verlangieri Loschi, mais conhecida como Tai Loschi, disse que quando a vítima de violência doméstica e familiar fala que o homem que a agrediu fez ameaças com a citação: ‘se você não ficar comigo, não vai ficar com mais ninguém’, as técnicas do bloco do psicossocial tremem. “É uma frase que mostra que já está no psíquico dele que vai eliminar ela. Diante da situação, temos que orientá-la da melhor maneira possível, deixando-a em estado de alerta”, afirmou.

Ao destacar a frase “O Silêncio Mata”, Tai Loschi advertiu que combater a violência contra a mulher é responsabilidade de toda a sociedade, pois se tornou uma questão de saúde pública. Conforme a Coordenadora, a vizinha que estiver ouvindo o quebra-pau na frente ou ao lado da casa dela tem que ligar para a polícia [190], inclusive a denúncia pode ser anônima. “Basta dizer o nome da rua, número da residência e o bairro. A sociedade tem que tomar atitude e denunciar”.

As mulheres podem buscar ajuda também, informou a Coordenadora, ligando para o 180, que é uma ligação gratuita nacional; e para a Patrulha Maria da Penha, que funciona na Casa da Mulher Brasileira, pelo número 153.

Especialista em políticas públicas para a mulher, Tai Loschi alerta que a violência doméstica e familiar está instalada no mundo todo, e a Casa da Mulher Brasileira foi criada para dar um atendimento humanizado. Em Campo Grande são aproximadamente 1.300 mulheres atendidas mensalmente.

Conforme Tai Loschi, existem estudos que apontam que o homem além de matar a mulher, está se matando, “e isso acontece porque ele não aceita que tem que mudar”. Ela aponta o machismo como a causa principal desse ciclo de violência, potencializada em muitos casos pelo uso do álcool e da droga.

Perdoar pode ser fatal

Existem casos de mulheres, mesmo sendo vítimas de um grave histórico de violência doméstica, que acabam perdoando o homem agressor diante da promessa de mudança de comportamento.

Para Tai Loschi, esse ato de perdoar pode ser um erro fatal, visto que o homem que praticou todo tipo de violência contra a sua companheira não muda de um dia para o outro e precisa de ajuda, mas esse amparo não é aconselhável que parta da própria vítima. “Quem tem que ajudar é a família dele; ou por meio de uma assistência de um médico psiquiatra. A violência é um ciclo, passando por tensões, brigas, e depois de perdoado, ele pode voltar a cometer as agressões novamente, tornando-se inclusive muito mais violento, até chegar as vias de fato”.

O crime de ódio pode chegar a tal ponto, detalhou Tai Loschi, que a parte do corpo da mulher que o assassino mais admira é a que vai ficar mais desconfigurada.

Violência patrimonial

Além da violência física e psicológica, existe também a patrimonial. Tai Loschi explica que esse tipo de violência não se limita ao fato de o agressor se apossar do dinheiro e bens da mulher. O ato de ele, por exemplo, chutar a bicleta dela; rasgar ou queimar os documentos  também configuram uma agressão patrimonial.

Com relação à medida protetiva, Tai orientou que a mulher deve comunicar aos seus familiares sobre o documento que tem em mãos. “Ela precisa anunciar para os vizinhos, nos lugares onde costuma frequentar, e se souber que está sendo perseguida tem que avisar imediatamente à polícia, porque assim o agressor vai ser preso na hora por descumprir a Lei”.

Atualmente, a Casa da Mulher Brasileira é composta por 250 funcionários, “agregando os poderes da Justiça, Promotoria, Defensoria, 10 delegadas, equipe de inteligência, psicólogas, assistentes sociais, e equipe de apoio, todos sempre procurando trabalhar em harmonia para receber, da melhor forma possível, a mulher que decide romper o silêncio. A mulher chega aqui acabada, com vergonha, medo e até com sentimento de culpa. A mulher tem que entender que a culpa não é dela e sim de seu agressor. Para a violência contra mulher, a tolerância é zero”.

Colaboração jornalista Cristina Gomes

Nova diretoria do Conselho de Farmácia de MS toma posse dia 16 de janeiro

Nova diretoria do Conselho de Farmácia de MS toma posse dia 16 de janeiro

A posse da nova diretoria do CRF/MS (Conselho Regional de Farmácia de MS) e Conselheiros será no dia 16 de janeiro deste ano no auditório do Sebrae, em Campo Grande-MS, às 19h.

A nova diretoria foi eleita com 80,7% dos votos válidos, na eleição realizada em outubro de 2019. O mandato é de dois anos.

A chapa “Farmacêuticos Unidos – CRF forte”, iniciou os trabalhos no dia 1 de janeiro.

Presidente: Dr. Flávio Shinzato
Vice-Presidente: Dr. Renato Finotti Junior
Secretária Geral: Dra. Fabiana Vicente de Paula
Tesoureira: Dra. Kelle de Cássia Luz Slavec

O presidente eleito, Flávio Shinzato, destaca que a nova gestão acompanhará o ritmo das constantes mudanças tecnológicas que têm ocorrido na profissão farmacêutica e em muitas outras áreas da saúde. “Vamos ampliar nosso trabalho para facilitar a atuação dos farmacêuticos. O momento é de muitos desafios, mas sabemos que a população precisa de mais acesso a uma saúde de qualidade e nós podemos fazer a diferença nesse sentido”, aponta o presidente, já mencionando a necessidade de cumprir integralmente a legislação vigente.

Todos os diretores eleitos trabalham normalmente no segmento farmacêutico, em setores distintos, e conciliam o trabalho diário com a atuação no Conselho. Por isso sabem ao certo a atenção que cada setor precisa. “Temos muitas conquistas na profissão a serem comemoradas ao longo dos últimos anos, e vamos continuar lutando por mais delas. Seja para o farmacêutico que trabalha como colaborador em uma empresa, ou para o farmacêutico empreendedor. Queremos que os colegas nos vejam como parceiros da profissão, pois é isso que somos”, ressalta Dr Flávio Shinzato, presidente do CRF/MS.

Em outubro os farmacêuticos também elegeram os Conselheiros efetivos e suplentes para o mandato de 2020/2023.

Conselheiros Efetivos eleitos:
Letícia Castellani Duarte
Maria de Lourdes Oshiro
Fabiana Vicente de Paula
Fábio Luiz Miotto
Wilson Hiroshi

Conselheiros Suplentes Eleitos:
Cleber Massato Toda
Alexandre Corrêa

Serviço

Solenidade de Posse
Data: 16/01/20 – quinta-feira
Horário: 19h
Local: Auditório do Sebrae/MS (Av. Mato Grosso, 1662, Campo Grande-MS)

Confirmação de presença: eventos@crfms.org.br.

Detran-MS realiza ‘Projeto Verão no Parque’ com atração cultural, atividades infantis e dicas de segurança no trânsito

O Detran-MS (Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul) em parceria com a Fundação da Cultura, dará início neste domingo, (12) a um grande projeto que promete movimentar as manhãs de domingo no Parque dos Poderes. Com atividades culturais, lazer e dicas de segurança no trânsito, o “Projeto Verão no Parque”,  acontecerá aos domingos de janeiro e fevereiro e visa proporcionar entretenimento, qualidade de vida à população e um trânsito mais seguro.

Durante a ação, a equipe de educação de trânsito e o setor de fiscalização Departamento estará realizando atividades infantis e dicas de trânsito a respeito dos equipamentos obrigatórios. Haverá também apresentações de muita música com artístas culturais.

Conforme a agente de fiscalização de trânsito, Claudia Roberta, durante a ação os agentes irão abordar sobre dicas de segurança e o uso correto do transbike. “Além disso, ressaltar as boas práticas de circulação”, comenta.

O simulador de embriaguez fará parte da ação, o equipamento possui dois tipos de lentes que demonstram os efeitos da bebida alcoólica em baixo e alto teor,  abordando os riscos de ingerir bebida alcoólica associado a condução de veículo automotor e também  orientarão a população sobre o uso correto da bicicleta na rua e seus equipamentos. A diretora de Educação para o Trânsito do Detran-MS, Elijane coelho, explica que além dos simuladores também será realizado um circuito de bicicleta. “O circuito é voltado para crianças de 6 a 12 anos, com o intuito de orientar o comportamento seguro dos ciclistas”, comenta.

Elijane ressalta a importância do projeto. “Toda população está convidada para participar deste importante momento, além do lazer com a família, todos sairão informados sobre a segurança no trânsito, que irá gerar reflexão e mudança de comportamento”.

A ação acontece das 8h às 11h30 no Parque dos Poderes, localizado na Avenida do Poeta em frente à água de coco.-

Debate indica a potencialização genética  como futuro da agropecuária  tropical

Debate indica a potencialização genética como futuro da agropecuária tropical

Debate reuniu técnicos e convidados no centro de eventos do Hotel Royal Palm Tower em Indaiatuba, SP (Fotos: Ariosto Mesquita)

Temperaturas um grau centígrado em média mais alta nos últimos anos estão exigindo desenvolvimento de novas opções de cultivares adaptadas a ambientes de alta variação térmica, em geral mais quentes e secos.  Debate ocorrido nesta quarta-feira (11.12) pela manhã, durante a programação da Agri Contech, em Indaiatuba, SP, apontou que este caminho deve ser seguido não só pela agricultura, mas também pela pecuária de corte, de leite e outras cadeias produtivas tropicais.

De acordo com Jean Landivar, diretor da Agricomseeds, multinacional latino-americana produtora de sementes, a genética tem de se adaptar a uma realidade de aquecimento global. “Este é o grande desafio das atividades produtivas rurais nos trópicos”, observa. Ele cita como exemplo, o desempenho do milho em diferentes ambientes, como no Brasil, onde a produtividade dificilmente ultrapassa a casa de seis toneladas (t) por hectare (ha) enquanto a Argentina registra em torno de 8 t/ha e os EUA atingem perto de 11 t/ha.

Pensando neste aspecto, a empresa, com sede em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, e presente em 14 países, pretende aumentar a oferta e apresentar novas cultivares de milho e sorgo, com propriedades das mais diversas, e não transgênicas. Dentre eles híbridos rústicos e tolerantes a estresse hídrico, grãos de maior tamanho e espigas com maior número de fileiras em relação ao milho convencional. A tecnologia Leadgrain, por exemplo, já é disponível no Brasil e permite o desenvolvimento de espigas com 50% a mais de fileiras de grãos (de 16 para 24 linhas).

O debate durante a Agri Contech, que reúne até agora técnicos e representantes da Agricomseeds e convidados de  cinco países (Brasil, Paraguai, Colômbia, Bolívia e Uruguai.), apresentou relatos de experiências de utilização da tecnologia boliviana (sorgo e milho) para diversos fins pelo Brasil. Dentre eles na oferta de volumoso para bovinocultura de corte, cobertura (palhada) para a agricultura, na melhoria da qualidade do solo, na produção de energia e até mesmo na fruticultura (estruturação de áreas para cultivo de melão). Também começa a ser estudada a possibilidade de uso do sorgo gigante boliviano (Agri 002E) para o pastejo direto de bovinos.

O Agri Contech está sendo realizado esta semana em duas sedes. Até esta quarta-feira  (11.12) em Indaiatuba, SP e dias 12 e 13/12 (quinta e sexta) em Leme, SP, mais precisamente no Campo de Demonstração da Agricomseeds, onde ficam áreas experimentais cultivadas com dezenas de variedades de milho e sorgo. A organização é da Latina Sementes, subsidiária do grupo boliviano para os mercados brasileiro e paraguaio.

Preço da carne aumenta e picanha chega a custar R$ 71 na Capital

Preço da carne aumenta e picanha chega a custar R$ 71 na Capital

A alta no preço da arroba do boi chegou aos consumidores de forma expressiva. Em Campo Grande, a carne bovina apresentou alta de 30% nos últimos 30 dias. Nos açougues da Capital é possível encontrar o quilo do coxão mole custando R$ 30, em média. Há um mês, o quilo era comercializado a R$ 20.

Dados da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul) indicam que a arroba da vaca subiu 32% desde o dia 28 de outubro. Cortes mais nobres, como a picanha, chegam a variar mais de 80% nos estabelecimentos de Campo Grande. Conforme apurado pelo Correio do Estado, na sexta-feira (29) o quilo da carne era vendido a R$ 39,90 em um supermercado e a R$ 71,98 em um açougue.

De acordo com a comerciante da Casa de Carnes Dib, Najla Machado Dib, já diminuiu o movimento de clientes. “Está muito mais caro para comprarmos, diminuiu um pouco o movimento. A maior mudança que a gente percebeu foi a redução da compra. Por exemplo, a pessoa vinha e comprava três quilos. Hoje, ela só está levando um quilo. Não perdemos em número de clientes, mas na quantidade que esses clientes compram. Não há previsão de baixa, essa é a maior alta repentina e a gente que revende não tem o que fazer”, disse Najla.

Outro que apontou retração foi o empresário Ronald Kanashiro, que está há mais de 20 anos no ramo. “O aumento foi muito expressivo, está muito mais caro para nós comprarmos. Acho que foi uma junção de fatores: primeiro a questão da estiagem, depois o aumento da exportação para a China. A gente sente que o consumidor está mais cauteloso. Acho que, nesses 20 anos, é a alta mais impactante, mas não acredito que vai subir mais. Com essa retração do consumo, os valores vão ter de se manter”, afirmou.

Para o presidente da Associação de Matadouros, Frigoríficos e Distribuidores de Carne (Assocarnes-MS), Sérgio Capuci, a formação do preço da arroba está tanto ligada à falta de animais no País quanto à exportação para a China. “Se a gente for calcular os impactos na formação do preço da arroba e, consequentemente, do aumento da carne para o consumidor, a exportação para a China representaria uns 30%. Os outros 70%, por causa da baixa oferta de animais. Principalmente por conta do período de estiagem”, explicou.

CONSUMIDORES

Entre os preços repassados ao consumidor, a variação é grande nos locais visitados. O quilo de músculo custava, na sexta-feira, entre R$19,80 e R$22,20. O patinho ficou entre R$ 27,90 e R$ 31,98. O quilo da ponta de peito foi de R$ 20,90 a R$ 24,40. Entre os cortes mais caros, o quilo do filé-mignon variou 57,84%, custando R$ 39,90 no local mais barato e R$ 62,98 no mais caro. O contrafilé foi de R$ 29,80 a R$ 35,90. E o coxão duro estava cotado entre R$ 25,90 e R$ 31,99.

O comerciante José Sebastião de Oliveira, 70 anos, disse que é um absurdo o valor atual da carne bovina. “É a carne mais cara de Natal. Não está nada bom, é um absurdo esse valor. Agora vamos esperar para ver como vai ser daqui para a frente, temos de aguardar”, afirmou.

A dona de casa Sara Pereira da Silva, 43, já optou pelas substituições. “Tá bem difícil comprar carne, a gente precisa inventar. Faz um picadinho com bastante legumes e outros pratos que levem menos carne. Já comecei a comprar mais frango, ovos e verduras porque tá muito caro comprar carne vermelha”, lamentou.

Quem também já optou pelas substituições é a contabilista Irene Fernandes, 47 anos. “Está péssimo! Estou pesquisando e comprando o que está mais em conta, que geralmente é o frango”.

A empresária Lidiane Lima, 34, tem um food truck de lanches e disse que a solução foi reduzir a margem de lucro. “Eu pagava R$ 12,99 no quilo da carne para produzir os hambúrgueres. Em uma semana, subiu três vezes valor. Não tivemos como repassar isso para os nossos clientes. A solução foi reduzir a margem de lucro”.