mar 1, 2021 | Campo Grande
Iniciativa visa trazer mais segurança e praticidade aos pacientes
Sempre prezando pelo atendimento humanizado e seguro aos seus pacientes, a Imunitá terá drive thru de vacinas no estacionamento do Shopping Campo Grande a partir do dia 01 de março. A tenda funcionará durante o horário do shopping e o atendimento será por agendamento pelo celular (67) 99948-6206.
“Iremos oferecer todos os tipos de vacinas disponíveis no mercado para todas as faixas etárias no drive thru. É uma opção segura e prática para os pacientes se imunizarem. Neste período, mais do que nunca temos que ter nossa carteira de vacinas em dia”, explica Dr. Alberto Jorge Félix Costa CRM-MS 1266, médico e diretor técnico responsável da Imunitá.
A clínica já realiza drive thru na sede da Rua Pedro Celestino, durante a campanha da gripe. Esse ponto no shopping será mais uma opção, facilitando a imunização da população.
fev 26, 2021 | Campo Grande

Raio de luz do sol, que atravessou as nuvens, produziu uma imagem exuberante, em Campo Grande. O que chamou a atenção é que a luz recaiu exatamente sobre uma igreja evangélica, na avenida Guaicurus, fenômeno que foi interpretado como um sinal ‘’extraordinário de Deus’’.
A imagem vem correndo as redes sociais. A igreja em questão é o Ministério Apostólico do Resgate.
Conforme a foto, o céu estava nublado na ocasião, mas uma abertura entre as nuvens produziu uma espécie de dois raios de luz, sendo que um deles, o mais visível, atingiu exatamente o perímetro do teto da igreja.
Na rede social, o perfil da igreja classificou o fenômeno meteorológico como uma manifestação de Deus e garantiu que ‘’estamos vivendo o extraordinário de Deus em nossa igreja’’.
A foto chegou ao TopMídiaNews por meio de alguns evangélicos, mas o autor da foto ainda é desconhecido.
E para você, trata-se de um mero fenômeno climático ou o poder de Deus se manifestando?
Entramos em contato com o Ministério Apostólico do Resgate, mas não houve retorno.
fev 25, 2021 | Campo Grande
O Instituto Luther King, que prepara gratuitamente dezenas de alunos anualmente para o vestibular e Enem, está passando por sérias dificuldades financeira. Ele precisa de ajuda da comunidade para manutenção das suas instalações em Campo Grande e até para o pagamento da folha salarial de seus colaboradores.
Responsável pelo ingresso de centenas de alunos nas melhores faculdades do país, o Instituto tem enfrentado dificuldades para continuar esse trabalho. Daí o apelo e o pedido de ajuda especialmente de empresários de Mato Grosso do Sul.
Devido à pandemia a instituição não pode mais realizar rifas, festa junina e outras atividades, que serviam para arrecadar fundos para se manter. Como não mantêm nenhum convênio para o fornecimento de recursos que poderiam ser usados no pagamento da folha salarial e outros gastos de manutenção de sua estrutura, ficou muito mais difícil sua sobrevivência. Daí a necessidade da ajuda da comunidade.
O Instituto Luther King foi fundado pelo juiz aposentado Aleixo Paraguassu Neto. A direção da instituição está desenvolvendo uma campanha de doação que pode ser feita por qualquer cidadão nos valores de R$ 20,00/R$ 40,00/ R$ 60,00/ R$ 100,00/ R$ 200,00 ou qualquer outro valor que o contribuinte desejar doar para a seguinte conta:
BANCO DO BRASIL
AGÊNCIA: 2916-5
CONTA CORRENTE: 216.604-6
PIX: 05.530.281/0001-08
fev 22, 2021 | Campo Grande
Um casal de surdos com três crianças, vindos do interior de Mato Grosso do Sul, chegou na semana passada ao Aeroporto Internacional de Campo Grande, com passagens para Recife, onde passariam a morar, junto com outros parentes, por conta das grandes dificuldades econômicas que tiveram nesse período de pandemia em MS, com desemprego, entre outros problemas. Para surpresa e desespero de todos eles, as passagens eram falsas. Provavelmente teriam sido compradas de golpistas que armam suas teias na internet. Felizmente tudo terminou bem porque um bom samaritano agiu.
Trata-se do próprio funcionário da companhia aérea, a Azul que atendeu a família. Ele é Raphael Cavaleiro, profissional dedicado e membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Emocionado com o drama da família ele usou o próprio cartão de crédito para efetuar o pagamento das passagens.
Ele conta que a família, muito humilde, chegou ao guichê com os papéis referentes à passagem. “Logo vi que tinha alguma coisa errada. O papel não tinha localizador. Tentei procurar por nome em todos os voos, um dia antes, um dia depois, e nada. Procurei pelo sistema de nomes para ver se emitiram com alguma data errada e também nada. Depois de esgotar qualquer outra possibilidade, estava claro que a família havia sido vítima de um golpe”, afirmou Raphael.
Com um aperto muito grande no coração, ele voltou-se para a filha do casal, a mais velha, uma menina de 9 anos, que parecia ter muito mais pela sua seriedade, preocupação e intermediação de todo o processo em lugar dos pais, surdos, para pedir que transmitesse aos pais o terrível fato de que haviam caído num golpe durante o processo de compra das passagens. A menina se desesperou e disse que a família não tinha mais dinheiro e que haviam vendido tudo o que tinham para fazer essa viagem de volta ao Recife porque o pai estava desempregado e eles estavam vivendo com muita dificuldade financeira.
Quando viu a menina conversando com os pais, em libras, os olhos entristecidos e desesperados dos pais começaram a jorrar lágrimas silenciosas. Nesse instante Raphel pediu licença e se retirou temporariamente para uma área restrita aos funcionários, onde também chorou. Pai de duas meninas de 11 e 12 anos, Raphael conta que se perguntava: “Por que as pessoas fazem isso? Por que existem pessoas tão más? ” Nesse clima de tristeza ele viu naquela menina de apenas 9 anos, um retrato de sua filha mais nova. Foi ali, quando sentiu toda a dor da família que ele resolveu fazer um sacrifício financeiro para ajudar aquela família a chegar ao seu destino. Voltou e falou para a menina que ele ajudaria a resolver o problema. Os pais tinham uma pequena parte e ele completou tudo para que os cinco passageiros embarcassem de retorno ao Recife.
O assunto então correu entre os colegas de trabalho de Raphael e foi mais longe do que se pensava. Chegou ao conhecimento do presidente da Azul, o empresário John Rodgerson, que acabou postando em suas redes sociais o episódio, elogiando a postura do atendente. “O mais surpreendente foi a atitude de um dos nossos tripulantes da base, o Raphael Leiva Cavaleiro, que nos mostra que ao contrário da covardia de bandidos, há pessoas que pensam no próximo e fazem o bem”. Além disso o empresário providenciou logo o ressarcimento de todo dinheiro usado por Raphael na compra das passagens.
Raphael Cavaleiro, por sua vez, diz que sua atitude está alicerçada nos princípios morais e espirituais cultivados desde a infância em seu lar. Temente a Deus e um membro fiel de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, em Campo Grande, ele destaca também o papel de sua mãe na sua formação:
“Cresci em um lar com base religiosa, minha mãe principalmente foi a precursora da família no que se referia a ajudar o próximo, através de inúmeros exemplos, pude acompanhar diversos relatos onde ela tirou dela para ajudar o próximo. Minha mãe, sempre temente à Deus, foi impecável nas reuniões dominicais (da igreja) e se esforçou muito por criar um lar amoroso e sempre nos influenciava a fazer o que é certo”.
Quanto à grande repercussão do caso, na mídia, Raphael diz que: “por mais que eu preferiria o anonimato, esta história repercutiu e aqueceu o coração de muitos, tenho recebido diversos relatos de seguidores e até mesmo de pessoas fora das minhas redes sociais parabenizando a ação, mas fui apenas uma ferramenta nas mãos de Deus para ajudar aquela família”.
No final, ele deixa uma mensagem de esperança: “não sou muito de falar, acredito que precisamos de mais pessoas com atitude e menos discurso. já basta as burocracias da vida, não podemos burocratizar a bondade, ela em muitas vezes pode salvar vidas e ajudar quem precisa”.
Reportagem: Wilson Aquino
fev 15, 2021 | Campo Grande

Dez dias depois da denúncia de estupro no Hospital Regional de Mato Grosso do Sul, em Campo Grande, outra paciente alega que foi vítima de agressão. Uma idosa, de 82 anos, relatou à família que levou tapas no rosto quando estava internada por complicações da covid-19.
O Campo Grande News conversou com a senhora que já está em casa após ter ficado 36 dias internada. Nesse período, desenvolveu uma pneumonia, teve 40% do pulmão comprometido e precisou respirar com ajuda de oxigênio. Debilitada e dependente de ajuda, ela relatou para a família que sofreu com a “má conduta” dos profissionais.
“Ela não reclamou de nenhuma enfermeira, reclamou de dois enfermeiros homens, um batia na cara dela e mandava ficar quieta e o outro apertava forte seus braços. Ela disse também que um deles jogava água gelada, forte na cara dela na hora de lavar”, revela a neta da senhora, a cabeleireira Maira Paula dos Santos, de 32 anos.
Apavorada, a senhora que antes morava no Jardim Bonança, hoje reside na casa da filha, no Jardim Noroeste. De acordo com a neta, a avó ficou muito abalada e já no dia da alta repetia sem parar que queria sair do hospital, porque lá “só tinha bandido”.
“Quando fomos buscar ela estava no desespero de querer ir embora. Estava com medo não queria nem voltar para pegar o brinco de ouro que usava quando foi internada. Toda vez que tentamos entrar no assunto ela fica muito nervosa e a pressão sobe”, relata.
Incomunicável – Todos os dias, o boletim, que a família recebia com o estado de saúde da paciente, informava que ela estava “desorientada”, mas questionada, a psicóloga do hospital dizia que era normal.
“Perdemos as contas de quantas vezes ligamos para a psicóloga para saber o porque do ‘desorientada’ e ela falava que era por causa do dosagem do remédio”, lembra a neta.
Após muitas tentativas, a família conseguiu conversar com a senhora por vídeo chamada e nesse dia perceberam que tiraram o celular da mão da senhora quando ela tentou dar um sinal.
“Minha mãe conseguiu falar com ela, foi uma coisa rápida. Ela pediu pra minha mãe tirar ela de lá que ela estava sofrendo e ia acabar morrendo lá dentro. E nessa hora eles tiraram rápido o celular da visão dela. A impressão era que ela queria dar um recado”, expõe.
Maus tratos que deixou trauma – Indignada com a revelação da mãe, Marly Aparecida dos Santos, 55 anos, conta que desde que a idosa recebeu alta, no dia 9 de dezembro do ano passado, não superou o medo e ela precisa de companhia 24 horas por dia.
“Ela só dorme segurando minha mão, fala que eles [os enfermeiro] vão pegar ela. Tivemos que contratar uma pessoa para poder fazer companhia durante o dia. Ela não fica sozinha nem para que eu possa fazer o serviço doméstico. Ela fala que tá com medo”, conta.
Marly lembra ainda que os funcionários do hospital duvidaram da veracidade da denuncia feita pela idosa. “Quando voltamos lá para o retorno contei para a enfermeira que faz a triagem e ela disse: ‘será? Não acredito nisso!’. A médica falou que era normal de quem teve covid ficar desnorteada, que a maioria das pessoas fica assim”, afirma.
Revoltada, a filha questiona: “como que ela estava desnorteada se lá de dentro do hospital ela disse que estava com saudade de mim e quando chegou em casa lembrou da cadeira que tinha mandando fazer antes de ser internada?”.
A reportagem trocou algumas palavras com a idosa que afirma estar bem e quer esquecer o assunto. “Ele jogou água no meu rosto. Perguntei se ele não tinha mãe. Como ele tinha coragem de fazer isso comigo? Não quero mais falar desse papo. Acabou já”, comentou, mostrando lucidez.
A neta da senhora, a cabeleireira Maira Paula dos Santos, disse que ainda nesta segunda-feira (15) vai procurar a Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher) para registar boletim de ocorrência e acredita que os quartos de hospital deveriam ter câmaras de segurança.
“Tinha que ter câmera nos quartos porque é impossível acontecer tanta coisa e ninguém ver. Como que vamos provar tudo isso? Esses enfermeiros devem pagar por tudo isso que fizeram. Chorei de raiva quando descobri. Me senti uma inútil de não poder fazer nada. E saber que por mais que não temos condições e um hospital grande isso vai ficar por isso mesmo”, finaliza.
O Campo Grande News fez contato com o HRMS, por meio da assessoria de imprensa, que informou apenas poder dar um retorno na quarta-feira (17), quando termina o ponto facultativo dos servidores públicos estaduais.
CREDITO: CAMPO GRANDE NEWS
fev 3, 2021 | Campo Grande
Nesta terça-feira (02), Tetê Trad, presidente do PSD Mulher em Mato Grosso do Sul, se reuniu com Adilson Rodrigues, coordenador político e assessor parlamentar do senador Nelsinho Trad, para discutirem sobre a agenda e projetos para 2021.
A reunião de trabalho tratou de organizar ações de fortalecimento do partido nos municípios do Estado. “Falamos sobre o trabalho de formação política; a criação de novas Comissões do PSD Mulher no Estado, porém temos que tomar todas as medidas de biossegurança, por conta da Covid-19, estamos trabalhando com todos os cuidados possíveis”, pontua Tetê.
A presidente frisou que ela tem a grande missão e a responsabilidade de aumentar a participação da mulher na política, através de projetos, e programas de inclusão e desenvolvimento. “Minha missão é incentivar as mulheres a serem mais participativas no que diz respeito a política”.
“Quero parabenizar as mulheres do partido, 2020 foi um ano muito difícil, e ainda está sendo, mesmo com toda dificuldade e enfrentando essa pandemia, o partido conseguiu um resultado significativo de mulheres. Foram duas prefeitas, Ilda Machado, em Fátima do Sul foi reeleita para o terceiro mandato, em Água Clara a professora Gerolina Alves em sua primeira gestão, e a vice-prefeita de Ivinhema Angela Cardoso, além das doze vereadoras. Este ano está sendo um ano atípico, com novos desafios, temos que trabalhar com responsabilidade. E será através do Trabalho da Tetê, junto com as mulheres do PSD, que vamos desenvolver projetos e campanhas de incentivo da mulher na política, a união é fundamental”, finalizou Adilson.
Fonte: Denise Nantes