mar 28, 2022 | Campo Grande
O secretário de Estado de Infraestrutura e nome forte do PSDB para o Governo nas eleições desse ano, Eduardo Riedel, disse que o sentimento é de dever cumprido com a colocação em funcionamento do Bioparque do Pantanal, em Campo Grande. O projeto foi iniciado há 11 anos e a obra entregue nessa segunda-feira (28).
Para o titular da pasta, o espaço vai transformar a forma como o Estado será visto no futuro, principalmente pela própria população. “Hoje é um dia de muita emoção e sentimento de dever cumprido com essa obra entregue à sociedade, que ela merece. Isso vai transformar o nosso futuro a partir do momento que nossas crianças passarão a ter outra percepção de onde estamos e o que representa o Pantanal para Mato Grosso do Sul, Brasil e o Mundo”, disse.
Riedel também citou outras pessoas que passaram pela execução do projeto, como o vice-governador Murilo Zauith (União Brasil), responsável pela Secretaria de Infraestrutura entre os anos de 2019 e início de 2021.
“Acho que aqui é uma construção coletiva. O vice-governador Murilo foi quem estruturou as 13 frentes de licitação [para dar sequência ao Bioparque] em uma das ações que foram muito impactantes. Cada um deu sua contribuição e o mais importante é que chegamos com esse equipamento pronto em Mato Grosso do Sul”, relatou.
Sob gestão do Estado, a gestão do Bioparque do Pantanal pode ser entregue à iniciativa privada no futuro, porém, nesse momento o Governo será o responsável pela manutenção do espaço e a entrada no local será gratuita à população até o final de 2022, conforme relatou Reinaldo Azambuja (PSDB) mais cedo.
Para Riedel, mesmo diante da responsabilidade do poder público, é importante inscrever o local dentro de um termo de referência para PPP (Política-Público Privada).
“Como está na gestão do Estado [o Bioparque], temos que ser ousados para inscrever um termo de referência para uma nova PPP, e dar impulso ainda maior nesse complexo, além de outros como o Parque dos Poderes, Parque das Nações Indígenas e explorar o que é mais nobre em Mato Grosso do Sul que é nossa Cultura, bioma e vida”, finalizou.
mar 25, 2022 | Campo Grande
Ao longo de sua atuação parlamentar, a Saúde sempre foi uma das áreas prioritárias para o deputado estadual Paulo Corrêa (PSDB), que apadrinha, inclusive, uma ONG que presta atendimentos preventivos contra câncer de mama e próstata, o Grupo Onça Pintada (GOP).
Reforçando seu compromisso de apoiar não só a saúde pública, mas também entidades filantrópicas que prestem relevantes serviços à população sul-mato-grossense, o presidente da Assembleia Legislativa articula junto à deputada federal licenciada, Tereza Cristina, o repasse de R$ 500 mil à Maternidade Cândido Mariano, referência nacional em ginecologia obstetrícia e UTI Neonatal.
“Recentemente, a Associação de Amparo à Maternidade e à Infância renovou sua direção/administração e tem necessitado de atenção e apoio do poder público, em especial, com aporte de recursos para fazer frente a todo o atendimento e serviços oferecidos à população de Campo Grande”, argumentou.
Foto: Cyro Clemente/Assessoria Parlamentar
mar 23, 2022 | Campo Grande
Secretário comandou a retomada do projeto, paralisado no Governo Puccinelli
O pré-candidato ao Governo do Estado – e atual secretário estadual de Infraestrutura – Eduardo Riedel, anunciou nesta quarta-feira (23) a inauguração do “Bioparque Pantanal – Espaço de Experiência e Conhecimento”, o chamado Aquário do Pantanal. A obra, paralisada no Governo André Puccinelli, foi retomada na atual gestão no dia 8 de maio de 2019, como parte do Programa “Obra Inacabada Zero”.
Riedel destacou que desde quando a retomada da obra foi autorizada no atual Governo, muitas coisas foram feitas simultaneamente e em coordenação. “Foi um tremendo desafio coordenar diversas frentes de trabalho simultaneamente para garantir a conclusão desta importante obra. Quando fui para a secretaria de Obras, assumi um propósito muito firme de terminar esse empreendimento e entregá-lo à população. Concluímos uma longa jornada e, agora, se inicia uma nova história”, pontuou.
Para o secretário, o Bioparque terá uma dimensão que ultrapassa o ponto de vista turístico, envolvendo pesquisa científica, educação e conscientização. “Vamos começar a operar, de imediato, chamando a sociedade para dentro do Bioparque de maneira controlada, guiada, para poder ter o máximo de conhecimento e participação na maturidade do empreendimento. Esse é o nosso objetivo”, acrescentou Riedel. Todo o calendário de visitação e demais detalhes da obra serão apresentados na inauguração.
Com aproximadamente 19 mil m² de área construída, o Bioparque Pantanal conta com 33 tanques, sendo 23 internos e oito externos, além de um tanque de abastecimento e outro de descarte de efluentes, totalizando um volume de cinco milhões de litros de água, nas dependências do Parque das Nações Indígenas. Será o maior laboratório de peixes pantaneiros do mundo, abrigando 220 espécies de peixes neotropicais: 151 espécies pantaneiras; 55 da Amazônia; 14 africanas e outras da Oceania, Ásia e América Central.
mar 17, 2022 | Campo Grande
Festival acontece entre 21 e 24 de abril na Praça do Rádio Clube, em Campo Grande
Dançarinos e grupos de dança de todo o Brasil podem se inscrever nos prêmios “Jair Damasceno de Dança” e “Tinho Sherman de Dança Urbana” até o dia 25 de março. As inscrições são feitas online e o regulamento pode ser acessado pelo perfil do Instagram do Espaço FNK (@espacofnk), que organiza o MS Dance Fest 2022. O festival acontece de 21 a 24 de abril, na Praça do Rádio Clube, em Campo Grande.
Nesta edição, o MS Dance Fest homenageia dois grandes artistas de nosso Estado, Jair Damasceno e Tinho Sherman, que se destacaram por suas contribuições à cultura sul-mato-grossense. Os prêmios visam reconhecer as coreografias, performances e estilos dos dançarinos e grupos ressaltando a criatividade, técnica, originalidade, entre outros quesitos.
O prêmio “Jair Damasceno de Dança” contempla os coreógrafos, com intuito de valorizar sua dedicação, pesquisa e talento. A criatividade dos movimentos será o principal ponto a ser avaliado. Essa categoria engloba as categorias: balé clássico (não valendo balés de repertório), neoclássico, dança contemporânea, moderna, jazz, lírico, dança de salão, entre outras. Podem participar artistas solos, duos, trios e conjuntos que competirão entre si.
Já o prêmio “Tinho Sherman de Danças Urbanas” contemplará obras que apresentam trabalhos nas vertentes das danças urbanas. Coreografias que incluem uma gama de estilos, como street, comercial, dancehall, locking/popping, waacking, krumping, vogue, breaking, house dance, street jazz, entre outros, podem participar dessa categoria. Esta premiação está dividida em duas categorias: “Júnior”, com dançarinos de até 16 anos e “Sênior”, com dançarinos a partir de 17 anos.
Os vencedores de ambos os prêmios receberão troféu e um valor em dinheiro. No prêmio “Jair Damasceno de Dança” o total será de R$ 3 mil. No prêmio “Tinho Sherman de Danças Urbanas” os prêmios somam R$ 11,9 mil.
Em sua 11ª edição o MS Dance Fest conta com financiamento por meio do Fundo de Investimentos Culturais (FIC), da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, instituição do governo do Estado.
Serviço – Os formulários de inscrição devem ser preenchidos online. Eles estão disponíveis clicando aqui ou através do perfil do Instagram do Espaço FNK (@espacofnk), assim como o regulamento da competição.
mar 16, 2022 | Campo Grande
Para garantir melhor atendimento à população, o deputado estadual Paulo Corrêa (PSDB) solicitou ao Governo do Estado a destinação de recursos para a compra de equipamentos e materiais ao Hospital São Julião, em Campo Grande, unidade referência no atendimento a pacientes com hanseníase e doenças oftalmológicas.
Paulo Corrêa argumentou que as fontes de receita – concentradas em repasses do Ministério da Saúde, projetos específicos e doações eventuais – nem sempre suprem as necessidades de manutenção do hospital, e a situação piorou em virtude da pandemia de Covid-19.
“Além das despesas já existentes, que custeiam atendimentos e cirurgias eletivas, as contas ficaram ainda mais apertadas, com aumento considerável dos gastos para suprir a demanda trazida pela pandemia”, pontuou o parlamentar.
A indicação atende pedido do presidente do hospital, Geraldo Palhano Maiolino, e foi endereçada ao governador Reinaldo Azambuja e ao secretário de Saúde, Geraldo Resende.
Texto: Mariana Anjos e Maisse Cunha /Assessoria Parlamentar
Foto: Cyro Clemente/Assessoria Parlamentar
mar 15, 2022 | Campo Grande
Uma das vias mais importantes de Campo Grande teve sua história contada em obra que destaca também a importância da educação patrimonial
Toda cidade tem sua rua principal, e Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul, tem na Rua 14 de Julho essa “célula-mãe” para seu desenvolvimento. Apesar de não ter sido a primeira, ela foi de essencial importância para a constituição do município e, em 2018, após mais de 100 anos de sua origem, passou por um processo de revitalização que terminou no fim de 2019. É para contar essa história e falar sobre a importância da educação patrimonial que os autores Magali Luzio, Maria Augusta de Castilho e Waldir Leonel estão lançando o livro “Rua 14 de Julho de Campo Grande – MS”, com evento programado para esta quinta-feira (17), às 19h30, na Galeria de Vidro.
O projeto se iniciou como trabalho de doutorado de Magali, com orientação da professora Maria Augusta, no programa de Desenvolvimento Local da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), mas acabou se expandindo. “Como a 14, nesse período de pesquisa, ia passar por um processo de revitalização, a professora Maria Augusta sugeriu que eu abordasse toda a história da via e como ia ficar, pois seria bem-vindo um novo olhar”, explica Magali. “A professora Maria Augusta e o professor Waldir Leonel deram imensa colaboração na escrita do livro, cada um na sua área, para que nós pudéssemos dar um retorno à população de Campo Grande”, completa.
A Rua 14 surgiu no início do desenvolvimento da cidade, em 1914, ainda como um beco, que depois foi se transformando em um importante corredor econômico, especialmente após a vinda da Estrada Noroeste do Brasil. Uma curiosidade registrada no livro é que ela já teve seu nome alterado, para Rua Aníbal de Toledo e, posteriormente, para Rua João Pessoa, e só voltou ao seu título original em 1945. O nome, aliás, é uma homenagem à Revolução Francesa, em especial à queda da Bastilha, dado que está presente no decreto municipal que oficializou sua criação.

Rua 14 de julho, em Campo Grande – MS
“É uma rua comercial, mas que recebe também muitos turistas. Quase todo mundo que vem a Campo Grande passa pela 14”, afirma Maria Augusta. O livro acompanhou o processo de revitalização e destaca o que ela trouxe de positivo para a via e também os desafios. “Essa revitalização fez surgir muitos detalhes da arquitetura da década de 1940 que antes passavam despercebidos”, detalha a professora. “Vejo que as pessoas têm uma história afetiva com a rua, mesmo depois da revitalização. Tanto a população dos bairros quanto do interior do Estadoquerem conhecer a nova Rua 14 de Julho, mas ela não perdeu sua essência, pois os vestígios do passado ainda estão ali, e agora com maior destaque”, completa Leonel.
Segundo o filósofo Santo Agostinho, “só se ama aquilo que se conhece”, por isso Magali e Leonel, que trabalham na Secretaria Municipal de Educação (Semed), relatam também o trabalho que foi e está sendo desenvolvido para valorização do patrimônio dentro das escolas. “O cidadão precisa preservar o trabalho que foi feito, e o primeiro passo é educar os nossos estudantes para preservação do patrimônio. Começa na escola, e compete a nós professores despertar nos alunos o gosto pelo patrimônio e o desenvolvimento da cidadania”, finaliza Maria Augusta.
Serviço: O livro “Rua 14 de Julho de Campo Grande – MS”, de autoria de Magali Luzio, Maria Augusta de Castilho e Waldir Leonel, publicado pela Life Editora, será lançado nesta quinta-feira, dia 17 de março, às 19h30, na Galeria de Vidro da Esplanada Ferroviária, na Avenida Calógeras nº 3.015, esquina com a Avenida Mato Grosso.