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Bela Vista-MS Sábado, 06 de Junho de 2026
Pantanal, espécies migratórias e cooperação internacional: Ecoa participa de debate na COP15

Pantanal, espécies migratórias e cooperação internacional: Ecoa participa de debate na COP15

Nos últimos anos, o Pantanal tem enfrentado uma sequência de eventos extremos — seca prolongada, grandes incêndios e mudanças no regime de chuvas — que vêm alterando profundamente as áreas alagadas do bioma. Essas mudanças afetam diretamente espécies migratórias que dependem das zonas úmidas da região ao longo de rotas que conectam diferentes partes do continente.
Esse será um dos temas discutidos durante a 15ª Conferência das Partes da Convenção sobre Espécies Migratórias (COP15), realizada em Campo Grande (MS). A Ecoa participa do painel técnico “Do manguezal ao Pantanal: a importância das zonas úmidas para espécies migratórias e o papel da cooperação para a conservação”, ao lado da IUCN, SAVE Brasil e ICMBio.
O Pantanal é a maior área úmida contínua do planeta e funciona como ponto de descanso, alimentação e reprodução para centenas de espécies de aves, além de peixes, mamíferos e outros animais. Segundo o diretor de programas e projetos da Ecoa, André Siqueira, a combinação entre crise hídrica, incêndios e mudanças no uso do território tem reduzido áreas essenciais para a fauna.
“Desde 2019 enfrentamos uma das secas mais intensas dos últimos 100 anos, e nos últimos 40 anos o Pantanal perdeu cerca de 60% da sua água superficial. Isso muda completamente a dinâmica das áreas alagadas e afeta diretamente as espécies que dependem desses ambientes para se alimentar, descansar e se reproduzir.” – André Siqueira, diretor de projetos da Ecoa
Durante o debate, a Ecoa apresenta experiências desenvolvidas no Pantanal, como a articulação da Paisagem Modelo Pantanal e o fortalecimento de brigadas comunitárias voluntárias, estratégias que envolvem diretamente povos e comunidades locais na proteção do território e na conservação da biodiversidade.
A participação na COP15 também reforça a importância da cooperação internacional para a proteção de espécies migratórias e para o fortalecimento de políticas públicas voltadas a um dos biomas mais sensíveis do planeta.
Serviço
📅 24 de março | 9h30
📍 Pavilhão Brasil – Zona Azul – COP15
Painel: Do manguezal ao Pantanal: a importância das zonas úmidas para espécies migratórias e o papel da cooperação para a conservação
Participação: Ecoa, IUCN, ICMBio e SAVE Brasil
INSS pode pagar indenização por encurtamento de membro

INSS pode pagar indenização por encurtamento de membro

Robson Gonçalves, advogado previdenciário, explica que o encurtamento de membro pode gerar auxílio-acidente quando surge após acidente de qualquer natureza, inclusive de trabalho, e deixa sequela permanente com redução da capacidade laboral. O Decreto nº 3.048/1999 prevê, no Anexo III, hipótese de indenização para encurtamento de membro inferior superior a 4 centímetros.

O encurtamento de membro pode gerar direito ao auxílio-acidente quando surge como sequela de acidente de qualquer natureza, inclusive acidente de trabalho, e passa a reduzir de forma permanente a capacidade para o trabalho habitual. O benefício está previsto no artigo 86 da Lei nº 8.213/1991 e tem natureza indenizatória, sendo analisado pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) após a consolidação das lesões.

“Não se trata de qualquer encurtamento de membro. Para fins de auxílio-acidente, a discussão normalmente envolve sequelas que surgiram depois de um acidente ou de uma doença com repercussão funcional, e que passaram a dificultar o trabalho exercido pelo segurado”, explica Robson Gonçalves, advogado previdenciário.

O que é o auxílio-acidente

O auxílio-acidente é um benefício de natureza indenizatória pago ao segurado que, após acidente de qualquer natureza ou doença relacionada ao trabalho, fica com sequela definitiva que reduz parcialmente a capacidade para a atividade habitual. Ele não exige afastamento permanente e pode ser pago mesmo quando o trabalhador continua em atividade.

“O auxílio-acidente não substitui o salário. Ele funciona como uma compensação mensal porque o segurado continua trabalhando, mas com mais dificuldade por causa da sequela deixada pelo acidente”, afirma Robson Gonçalves.

Quando o encurtamento de membro pode gerar o benefício

O encurtamento de membro pode gerar direito ao auxílio-acidente quando surge como sequela de acidente de qualquer natureza, inclusive acidente de trabalho, e passa a reduzir de forma permanente a capacidade para o trabalho habitual.

No Regulamento da Previdência Social, o tema aparece de forma expressa no Anexo III do Decreto nº 3.048/1999, no Quadro nº 7, que prevê “encurtamento de membro inferior” como hipótese indenizável quando a diferença ultrapassa 4 centímetros. O próprio decreto ainda ressalva que eventual lesão prévia de bacia deve ser considerada na avaliação do encurtamento.

Em outras palavras, o simples fato de a pessoa ter nascido com encurtamento de membro não coloca, por si só, o caso dentro dessa previsão específica do auxílio-acidente.

O que a norma descreve é a sequela adquirida após o evento lesivo, com repercussão funcional real no trabalho.

“Para auxílio-acidente, o que importa é provar que o encurtamento apareceu depois do acidente ou da lesão e passou a dificultar a atividade profissional. É essa combinação entre sequela permanente e redução da capacidade que costuma sustentar o direito”, frisa Robson Gonçalves, advogado previdenciário.

Quem pode ter direito

O benefício pode ser analisado para segurados como empregado, empregado doméstico, trabalhador avulso e segurado especial, desde que estejam cobertos pelo INSS na data do acidente e que a sequela tenha reduzido de forma definitiva a capacidade para a função habitual. A análise também pode alcançar acidentes ocorridos fora do ambiente de trabalho, desde que exista relação entre o evento e a limitação permanente.

“O direito não depende apenas de o acidente ter ocorrido na empresa. Um acidente de trânsito, doméstico ou de outra natureza também pode gerar auxílio-acidente, desde que deixe sequela permanente com impacto no trabalho”, reforça Robson Gonçalves.

Quando não há direito

O auxílio-acidente não é devido quando não existe sequela permanente, quando a limitação não reduz a capacidade para o trabalho habitual ou quando o encurtamento do membro não tem relação com acidente ou doença coberta pela Previdência Social.

Também não basta apenas apresentar diagnóstico ou laudo médico, já que a legislação exige repercussão funcional concreta e reconhecimento pericial de que a sequela interfere na atividade profissional exercida pelo segurado.

“O simples diagnóstico não garante o benefício. O que sustenta o auxílio-acidente é a prova de que a sequela ficou definitiva após um acidente de qualquer natureza ou do trabalho e passou a impactar de forma real a capacidade para o trabalho”, informa Robson Gonçalves, advogado previdenciário.

Qual é o valor do auxílio-acidente

O valor do auxílio-acidente corresponde, em regra, a 50% do salário de benefício, calculado sobre a média dos salários de contribuição do segurado, conforme a Lei nº 8.213/1991. Por ter caráter indenizatório, o benefício pode ser inferior ao salário-mínimo e não substitui integralmente a remuneração do trabalhador.

“Como o benefício pode ser pago junto com o salário, ele costuma ajudar nas despesas e compensar a perda funcional deixada pela sequela”, observa Robson Gonçalves.

Pode continuar trabalhando

Uma das características do auxílio-acidente é que ele pode ser recebido mesmo sem afastamento definitivo do trabalho. O segurado pode continuar empregado e, ao mesmo tempo, receber a indenização mensal, desde que o INSS reconheça que houve redução permanente da capacidade para a atividade habitual.

“O trabalhador não precisa sair da empresa para ter direito ao auxílio-acidente. A lógica do benefício é justamente reconhecer que ele segue trabalhando, mas com uma limitação maior do que tinha antes”, afirma Robson Gonçalves.

O que o INSS analisa na perícia

Na perícia, o INSS verifica se o encurtamento do membro realmente decorre de acidente de qualquer natureza, inclusive acidente de trabalho, e se a sequela ficou permanente após a consolidação das lesões.

A análise também observa se essa alteração reduziu a capacidade para o trabalho habitual, à luz do artigo 86 da Lei nº 8.213/1991 e das hipóteses previstas no Anexo III do Decreto nº 3.048/1999. Exames, laudos ortopédicos, documentos do acidente e a descrição da atividade exercida pelo segurado costumam ter peso relevante nessa conclusão.

“O INSS não analisa apenas a existência do encurtamento. A perícia precisa verificar se ele foi causado pelo acidente, se ficou permanente e se realmente passou a dificultar o trabalho que a pessoa exercia”, detalha Robson Gonçalves, advogado previdenciário.

Como pedir o benefício

O requerimento é feito junto ao INSS, geralmente pelo portal ou aplicativo Meu INSS, com agendamento de perícia médica. Na análise, o instituto avalia exames, laudos, histórico do acidente e os reflexos da sequela sobre a atividade profissional exercida, para verificar se houve redução permanente da capacidade de trabalho.

“A prova médica e a descrição correta do acidente fazem diferença. O INSS precisa entender que o encurtamento foi consequência do evento e que ele deixou impacto real na função exercida”, conclui Robson Gonçalves, advogado previdenciário.

Fonte: Terra – Foto: canva / DINO

 

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‘Cuidada com todo carinho’: morte da mãe de Ney Matogrosso, aos 103 anos, comove famosos e fãs do cantor

‘Cuidada com todo carinho’: morte da mãe de Ney Matogrosso, aos 103 anos, comove famosos e fãs do cantor

A notícia da morte de Beita de Souza Pereira, mãe de Ney Matogrosso, entristeceu fãs e famosos amigos do cantor. A matriarca faleceu nesta terça-feira (17), aos 103 anos de idade, no Rio de Janeiro, perto do filho, com quem morava já há alguns anos, e deixou um legado de amor.

Quem tornou pública a informação foi uma página de fãs do artista, que publicou a nota de falecimento em colaboração com o perfil oficial de Ney Matogrosso no Instagram.

“Luto! Hoje, o tempo fez silêncio… A mãe de Ney, Beita de Souza Pereira, com 103 anos, partiu desse plano, depois de um período em que já vinha sendo cuidada com todo o carinho, sem que sua integridade física e mental permanecesse a mesma. Morava com ele, envolvida por presença, afeto e atenção até os últimos dias”, informou a nota.

Ainda no comunicado, os fãs destacaram que, nos últimos meses, o corpo de dona Beita já mostrava o cansaço da caminhada. “E hoje ela descansou. Ficam as memórias, o amor que não se apaga e a certeza de que quem cuida também aprende sobre a profundidade do amar”, refletiu o texto.

“Que esse descanso seja leve… e que o coração encontre serenidade nesse adeus. Talvez alguns shows sejam remarcados! Em breve mais informações”, encerraram os fãs.

Ney, vale lembrar, tinha uma palestra-show marcada para a próxima semana em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. No entanto, conforme a própria nota de pesar, a apresentação aberta ao público e prevista na programação do Festival da Juventude segue incerta após o falecimento da matriarca do artista.

Famosos prestaram condolências a Ney Matogrosso

Nos comentários da publicação, celebridades amigas do cantor lamentaram a perda, pois sabem o quanto Beita era um porto seguro para ele.

“Sinto muito, Ney”, comentou a atriz Mel Lisboa. “Meus sentimentos, todo amor, Ney”, escreveu a cantora Ana Cañas. “Que vida linda ela teve e que filho maravilhoso. Muito amor pra você e pra ela”, disse a atriz Patricya Travassos.

A cantora Marisa Monte também manifestou suas condolências. “Ai Ney! Sinto muito, querido amigo. Meus sentimentos profundos e muitos beijos carinhosos”, desejou.

Fonte: Midia Max

CERTI apoia a  estruturação de parque de inovação que impulsiona startups na fronteira Brasil-Paraguai

CERTI apoia a estruturação de parque de inovação que impulsiona startups na fronteira Brasil-Paraguai

Localizado em Ponta-Porã, projeto  tem como objetivo consolidar a cidade sul-mato-grossense como hub regional de tecnologia e empreendedorismo 

Com ampla experiência na concepção e implantação de ambientes de inovação, a CERTI é responsável pela estruturação do Parque Tecnológico Internacional de Ponta Porã (PTIn), no Mato Grosso do Sul (MS). Com a inauguração na última semana, a região Centro-Oeste do Brasil passa a contar com um novo espaço voltado ao desenvolvimento tecnológico e ao empreendedorismo. O objetivo do empreendimento é fortalecer o ecossistema de inovação binacional, estimular a criação de startups e ampliar oportunidades de negócios e cooperação científica na fronteira entre Brasil e Paraguai. “A partir da identificação do DNA local, consolidamos o planejamento estratégico, a modelagem do parque e sua implantação inicial com operação assistida, apoiando o município sul-mato-grossense na estruturação de um ambiente de inovação sustentável e conectado ao ecossistema binacional”, destaca Marcus Dias, Líder Técnico  do Centro de Empreendedorismo Inovador  da CERTI.

Um dos principais desafios do projeto foi estruturar um parque tecnológico em uma região de fronteira, com vocação internacional e grande potencial de integração regional, ao mesmo tempo em que se buscava garantir um modelo de operação viável e conectado às demandas do ecossistema local de inovação. Para apoiar esse processo, a CERTI aplicou sua própria metodologia para desenvolvimento de parques e centros de inovação, uma abordagem consolidada que organiza oito eixos estratégicos de soluções que impulsionam a formação de ambientes de inovação, como governança, posicionamento, modelo de negócios e articulação com o ecossistema. “Após a inauguração estenderemos nossa atuação junto ao parque por meio ações compartilhadas, mentorias e transferência de conhecimento para a equipe gestora local, contribuindo para o amadurecimento das iniciativas de empreendedorismo e inovação.”, complementa Marcus Dias.

Com uma abordagem integrada que envolve  áreas como economia criativa, cultura e desenvolvimento rural, o Parque Tecnológico de Ponta Porã nasce com a proposta de atuar como um catalisador do desenvolvimento regional, conectando diferentes setores da economia e contribuindo para posicionar a cidade como um novo polo de inovação e empreendedorismo na região de fronteira.

Segundo  o Líder Técnico  da CERTI, a definição do posicionamento estratégico do parque foi construída a partir de análises do território, entrevistas com atores locais e identificação das oportunidades econômicas, científicas e culturais da região de Ponta Porã. Esse processo contribuiu para estabelecer as áreas prioritárias de atuação do PTIn e orientar o desenvolvimento de programas de empreendedorismo, incubação de startups e atração de empresas inovadoras. “O diferencial competitivo do PTIn está em sua natureza internacional e posição estratégica na fronteira Brasil–Paraguai, o que cria oportunidades para cooperação científica, tecnológica e empresarial com países da América Latina”, destaca.

Nos primeiros anos de operação, a expectativa é consolidar o PTIn como um hub regional de inovação, capaz de atrair startups, empresas de base tecnológica e projetos de pesquisa aplicada, ampliando a geração de empregos qualificados e estimulando o desenvolvimento econômico da região. O projeto também incluiu iniciativas para estimular a cultura empreendedora na região, como a implementação de um programa de pré-incubação desenvolvido em parceria com a Fundação Wadhwani, organização sem fins lucrativos que tem como missão acelerar o desenvolvimento econômico de regiões emergentes.

A experiência da CERTI no desenvolvimento de ambientes de inovação também contribuiu para acelerar a maturidade do projeto, visto que a instituição possui uma trajetória consolidada no apoio à concepção e implantação de parques tecnológicos, incubadoras e centros de inovação em diversos estados brasileiros, acumulando mais de 90 projetos nessa área. Além da estrutura do parque tecnológico, o projeto também está conectado a outras iniciativas estratégicas para o desenvolvimento local, como o Centro de Cultura, Empreendedorismo, Inovação e Memória do Tereré (CEIMPP) e o Centro de Inovação da Agricultura Familiar (Casarão).

Benefícios econômicos do Sicredi para associados crescem 22% e atingem R$ 31,1 bilhões em 2025

Benefícios econômicos do Sicredi para associados crescem 22% e atingem R$ 31,1 bilhões em 2025

Baseado em metodologia do Banco Central, o índice BES reflete a economia real gerada pela instituição financeira cooperativa, que atingiu média de R$ 3,1 mil por associado no último ano

O Sicredi atingiu um marco histórico em sua trajetória de fomento à prosperidade coletiva. Em 2025, os benefícios econômicos gerados pela instituição para seus mais de 10 milhões de associados somaram R$ 31,1 bilhões, um crescimento de 22% em comparação ao ano anterior. O montante é o maior já registrado na série histórica, consolidando o compromisso do cooperativismo com o desenvolvimento social e financeiro. O valor representou uma economia média gerada de R$ 3,1 mil no ano passado para cada um dos associados ao Sicredi.

Três indicadores compõem o cálculo do índice. São eles, o Benefício Econômico de Crédito (BEC), que estima a economia sobre operações de crédito por meio de taxas médias mais baixas em comparação à média do Sistema Financeiro Nacional (SFN); o Benefício Econômico do Depósito (BED), que mede o ganho adicional com depósito por meio de remuneração mais elevada, e os Benefícios Econômicos do Exercício (BEE), que mostra a distribuição de resultados, o pagamento de juros ao capital e o valor revertido ao associado por meio de ações educacionais e sociais.

“Os resultados robustos do ano passado reforçam nossa atuação centrada no benefício aos associados. Nosso trabalho visa fomentar o crescimento das empresas, da atividade agrícola, assim como o apoio à realização dos objetivos das pessoas físicas. Está aí a razão de existir das cooperativas de crédito e o resultado do BES mostra que estamos cumprindo nosso propósito”, destaca o diretor executivo de Sustentabilidade, Administração e Finanças do Sicredi, Alexandre Barbosa.

Do montante total de R$ 31,1 bilhões, as contribuições do Sicredi para seus associados em 2025 incluíram R$ 21,8 bilhões provenientes de Benefício Econômico de Crédito (BEC), R$ 5,8 bilhões de Benefício Econômico de Depósitos (BED) e R$ 3,5 bilhões em Benefício Econômico do Exercício (BEE), este composto por pagamento de juros ao capital social dos associados, distribuição de resultados e destinação via Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social (FATES). Os dados foram auditados pela Deloitte.

Crescimento Sustentável

O desempenho de 2025 reforça uma tendência de aceleração do impacto positivo do Sicredi. O salto de 22% no último ano supera significativamente o crescimento registrado em 2024, quando o benefício avançou 8,5% (atingindo R$ 25,5 bilhões), frente aos R$ 23,5 bilhões de 2023.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 10 milhões de associados que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.

Site do Sicredi: Clique aqui

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Assembleias 2026 da Sicredi Centro-Sul MS/BA destacam impacto do cooperativismo na economia regional e definem diretrizes para o próximo ciclo

Assembleias 2026 da Sicredi Centro-Sul MS/BA destacam impacto do cooperativismo na economia regional e definem diretrizes para o próximo ciclo

Período assemblear segue em andamento, reforçando participação democrática e ampliando investimentos que impulsionam o desenvolvimento local

As Assembleias 2026 da Sicredi Centro-Sul MS/BA — instituição financeira cooperativa — estão em andamento e seguem até 24 de abril, movimentando milhares de associados em toda a região. Durante os encontros, são apresentados os resultados consolidados de 2025 e colocadas em deliberação os direcionamentos para o próximo ciclo de gestão.

Diferentemente de outros modelos financeiros, o cooperativismo de crédito prioriza o reinvestimento dos resultados na própria região, e essa destinação, definida pelos associados durante as assembleias, é uma das pautas em votação. É por meio dessa decisão democrática que os recursos permanecem circulando localmente, impulsionando iniciativas que favorecem o desenvolvimento social e econômico.

Investimento social em 2025

Em 2025, a Sicredi Centro-Sul MS/BA destinou mais de R$ 25 milhões para iniciativas que fortalecem o desenvolvimento social nas regiões onde atua. O valor expressivo mostra, na prática, como o cooperativismo transforma realidades ao reinvestir seus resultados na própria comunidade. O volume total representa cerca de R$ 68 mil investidos por dia em ações que melhoram a vida das pessoas e impulsionam o desenvolvimento das comunidades. Os recursos contemplam quatro frentes de impacto:

  • FATES – R$ 10,74 milhões

Direcionados para fundos de assistência técnica, educacional e social.

  • Fundo Social – R$ 2,17 milhões

Apoio a projetos sociais de interesse coletivo. Em 2025, 360 iniciativas foram selecionadas, beneficiando entidades sem fins lucrativos.

  • Coopera Saúde – R$ 2,17 milhões

Doações destinadas a instituições de saúde que atendem à população da região, fortalecendo iniciativas voltadas à saúde e ao bem-estar.

  • Hospital de Amor (Coopera Saúde) – R$ 10 milhões

Aporte de R$ 10 milhões para a construção do Hospital de Amor em Dourados. Com esse investimento, já são R$ 34 milhões destinados pela cooperativa à obra.

Pautas em votação

Nas assembleias, os associados deliberam sobre três pautas essenciais que orientam o futuro da cooperativa e impactam diretamente o desenvolvimento regional:

  • Prestação de contas: apresenta os resultados financeiros de 2025, que reforçam a solidez e segurança da Sicredi Centro-Sul MS/BA. No último exercício, a cooperativa registrou R$ 9,7 bilhões em ativos, R$ 7,4 bilhões em captação total de recursos, carteira de crédito superior a R$ 7,9 bilhões e patrimônio líquido acima de R$ 1,3 bilhão – indicadores que permitiram à cooperativa alcançar o resultado de R$ 179 milhões.
  • Destinação dos resultados: define como o resultado do exercício será distribuído entre fundos estatutários e retorno direto aos associados. Após as deduções e destinações estatutárias como FATES, Fundo Social e Coopera Saúde, mais de R$ 61 milhões retornam diretamente aos associados conforme suas movimentações financeiras.
  • Eleição do Conselho de Administração: órgão responsável por definir as diretrizes estratégicas, zelar pela sustentabilidade do negócio e assegurar as boas práticas de governança. A composição inclui presidente, vice-presidente e sete conselheiros.

Como votar nas assembleias

A votação é 100% digital e pode ser realizada pelos seguintes canais:

Para facilitar, a cooperativa disponibiliza um tutorial em vídeo com o passo a passo, disponível em: Como participar – Assembleias 2026

O edital de convocação e o calendário completo do Ciclo Assemblear 2026 estão disponíveis em: www.sicredi.com.br/coop/centrosulmsba/documentos-e-relatorios/

Sobre a Sicredi Centro-Sul MS/BA

A Sicredi Centro-Sul MS/BA é uma instituição financeira comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 200 mil associados, que exercem o papel de donos do negócio. A cooperativa possui uma área de atuação de 44 municípios em Mato Grosso do Sul, onde conta com 52 agências, e 54 municípios da Bahia, com oito agências, oferecendo um portfólio completo de soluções financeiras e não financeiras.

O atendimento a todo associado é feito presencialmente, via WhatsApp (51) 3358-4770 ou pelo telefone 0800 724 4770.

Site da Cooperativa: Clique aqui

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