jul 22, 2015 | Brasil

Encontro de gestoras no DF discute Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência contra Mulheres, com representante de MS
Brasília (DF) – A subsecretária de Políticas Públicas para Mulheres, Luciana Azambuja, participa em Brasília de 21 à 23 de julho, da reunião das Gestoras do Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, que terá a presença da ministra da Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres, Eleonora Minicucci. Em pauta está a apresentação das ações do Pacto Nacional que estão sendo executadas em cada unidade federativa e no Distrito Federal.
A pasta, ligada à Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho (Sedhast), participará da discussão dos serviços da rede de atendimento e a Política Nacional de Atenção às Mulheres em situação de privação de liberdade e egressas do sistema prisional. Também serão abordadas ações referentes à Lei Maria da Penha, feminicídio e sistema de informações sobre violência contra as mulheres.
O encontro vai apresentar os objetivos, ações e gestão do “Programa Viver Sem Violência”, como a Casa da Mulher Brasileira e as unidades móveis de atendimento. A organização e humanização do atendimento às vítimas de violência sexual, os informes sobre a ampliação da Central de Atendimento à Mulher (Ligue 180), e a implantação dos Centros de Atendimento às Mulheres nas regiões de fronteiras seca.
Mato Grosso do Sul é vanguarda nas ações de combate à violência contra mulheres, sendo o primeiro estado brasileiro a implantar a Casa da Mulher Brasileira e será o primeiro a receber o Centro de Atendimento às Mulheres nas regiões de fronteiras secas com atendimentos integrados, com previsão em 2016. Os municípios contemplados serão Ponta Porã e Corumbá.
A Subsecretaria de Políticas Públicas para Mulheres, pasta ligada à Sedhast, executa as ações do Plano Nacional articulando projetos, entre eles, o Roda de Conversa, que percorre secretarias de Estado, presídios, Centros de Convivências de Idosos, debatendo políticas para as mulheres e levando informações para casos de denúncias.
O Pacto – Consiste em um acordo federativo entre os governos federal, estaduais e municipais para o planejamento de ações que visem à consolidação da Política Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, por meio da implementação de políticas públicas integradas em todo o território nacional.
Solange Mori (Assessoria Vice-Governadoria e Sedhast)
jul 16, 2015 | Brasil

Cinco mulheres foram assassinadas a tiros em prostíbulo
O Rio Grande do Norte registra nas primeiras horas desta quarta-feira, 15 de julho, uma das suas maiores chacinas da história. Cinco mulheres foram mortas dentro de um bar aonde funcionava uma casa de prostituição no município de Itajá, Região do Vale do Assú.
Itajá, localizada no interior do Rio Grande do Norte, a 200 km de Natal, é uma cidade pequena de 7 mil habitantes e sem muitas ocorrências de crimes, mas na madrugada de hoje, quarta feira viu a tranquilidade ser quebrada com o registro de 5 assassinatos no mesmo local e horário. As vítimas da chacina são cinco mulheres.
Patrícia Regina Nunes de 37 anos de idade, natural de Fernando Pedroza, Maria Daiane Batista, 20 anos, natural de Itajá, Cassia Raiane Santiago, de 17 anos de idade, natural de Assú e residente no Alto São Francisco, além de outras duas mulheres identificadas apenas como Menininha e Ceiça, foram mortas.
No local funciona o cabaré de “Patrícia Sapatão” que também foi atingida e morreu no local.
Dois corpos foram encontrados em uma sala, outros dois na cozinha, enquanto a quinta vítima foi morta no banheiro de uma suíte.
Segundo informações, os pistoleiros estavam em um veículo tipo Celta de cor preta e utilizaram armas de diversos calibres.

Segundo informações, os pistoleiros estavam em um veículo tipo Celta de cor preta e utilizaram armas de diversos calibres.
O local do crime foi isolado por Policiais Militares da cidade de Itajá com reforço da cidade de Assú. A equipe de Plantão no Instituto Técnico e Cientifico de Polícia, Itep, Unidade Regional de Mossoró realizou os procedimentos e fez a remoção dos corpos para a base do órgão em Mossoró onde serão necropsiados.
jul 14, 2015 | Brasil

Bela Vista poderá ter chuva forte nesta terça feira. Foto. Ademir Mendonça
A terça-feira amanheceu com tempo nublado em Campo Grande e previsão é de chuva forte em Mato Grosso do Sul. Segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) ,o tempo deve ser nublado a encoberto com chuva moderada a forte no oeste e sul.
Nas demais áreas, dia com nuvens carregadas, pancadas de chuva e trovoadas potencialmente fortes. Já na região do nordeste, tempo nublado com chuva isolada. A temperatura máxima no Estado deve ficar na casa dos 34C.
Hoje, uma frente fria chega ao Estado. As áreas mais favoráveis às chuvas fortes estão localizadas entre o sul e sudoeste, mas estão sob aviso o norte, oeste centro e sudoeste. As temperaturas começam abafadas e chega a fazer calor entre o centro e norte, mas no decorrer da tarde as temperaturas caem com a formação das chuvas.
Previsão de chuva forte, com risco de queda de galhos de árvores, alagamentos, incidência de descargas elétricas e granizo nas cidades de Amambai, Anastácio, Angélica, Antônio João, Aquidauana, Aral Moreira, Bataiporã, Bela Vista, Bodoquena, Bonito, Carapó, Água Clara, Caracol, Alcinópolis, Anaurilândia, Camapuã e Brasilândia.
Muita chuva – Com inverno atípico neste ano, porque no Estado predomina o tempo seco nesta estação, Mato Grosso do Sul tem registrado muitas chuvas. Só em Ponta Porã, distante 323 km de Campo Grande, foi registrado no último sábado (11), 113 mm (milímetros) de chuva. O acumulado do mês de julho foi de 199,2 mm, o que representa 296,81% acima do histórico registrado para o mês.
Já em Dourados, foi o vento que causou transtorno nesta segunda. A cidade contabilizou diversos estragos após uma ventania que durou boa parte do dia. O resultado foram árvores e postes caídos e fios de alta tensão espalhados no chão.
jul 6, 2015 | Brasil

A CPI da Petrobras pode convocar o senador Delcídio do Amaral (PT/MS), líder do Governo federal no Senado, para explicar as afirmações do ex-consultor da Toyo Setal e da Camargo Correa, Júlio Gerin Camargo, na deleção premiada à Polícia Federal realizada na última terça-feira (30), na qual disse ter privilegiado alguns amigos, como “o doutor Delcídio” nas doações feitas a políticos. Em troca, o senador petista repassaria informações da estatal pela ajuda financeira.
As declarações reforçam o conteúdo de matéria do Jornal O Globo, na edição de 22 de abril deste ano, em que Camargo — que foi preso na Operação Lava Jato que investiga corrupção na Petrobras — falou de sua ligação com Delcídio.
De acordo com a publicação, ele afirmou à época ter doado dinheiro para as campanhas do senador em 2006 e 2010 em troca de informações relacionadas a Petrobras, os próximos projetos da empresa e, ainda ‘’informações das áreas de Minas e Energia’’.
O ex-consultor afirma ter recebido Delcídio e sua família para almoços, nos quais o senador “apresentava cenários de mercado”.
jul 3, 2015 | Brasil
Tem gente que nem sabe que eu, o clitóris existo. Muitas vezes sou negligenciado e subestimado diante de outras bolas muito maiores, como peitos ou bundas. É isso mesmo. E você passa tempo demais se preocupando com o seu exercício egoísta de entrar e sair. Acha que já fez diversas mulheres gozar com seu mode britadeira e nem imagina que o responsável por fazê-la gemer e estremecer como se tivesse levado um choque fui eu.
Sou ovelha negra pra muita gente. Dizem por aí que eu não faço nada de útil porque minha única e exclusiva função é o prazer. Não serei hipócrita – é pra isso mesmo que eu existo. Os cientistas até se recusam a me estudar mas no fundo acho que não passam de um bando de recalcados com medo do meu poder. Talvez até temam pelos seus falos aos constatarem que no quesito prazer, nem sempre eles se fazem necessários. Dispensáveis, alguns inclusive diriam.
Você aí que acha que a sensação de uma lambida da sua cabeça de baixo só pode ser coisa de outro mundo, provavelmente sairia do corpo se soubesse do que eu sou capaz. Porque sou feito de mais de 8 mil fibras sensoriais, muito mais do que qualquer parte do corpo e, pasme, quase o dobro da quantidade encontrada na cabeça do seu pau. Os ingênuos acham que eu sou somente uma bolinha escondida por trás de um capuz. Bobinhos. O que você vê é somente a ponta do iceberg – eu existo pra dentro.
Por isso, aquela história de orgasmo vaginal tem sido bem mal contada. Na maioria das vezes, elas não gozam com a sua fricção eterna que, como bem definiu Regina Navarro, provoca uma cistite mas não provoca um orgasmo. O que as deixa fora do corpo é quando sou estimulado – primeiro por fora e, depois com a ajuda do meninão aí, por dentro. Há inclusive vários estudiosos que defendem que sem a minha presença, não há orgasmo.
E você aí me menosprezando sem saber que me ignorar é receita certa pro fracasso.
Mas sempre há tempo para se redimir. Sou facinho facinho. No entanto, há alguns passos a seguir: Não chegue com tudo. Preciso ser convencido de que vale a pena trazer toda aquela quantidade de sangue pra me regar. Assim como o pinto, que lateja quando sente prazer, eu me incho, me inflo. Mas chegue pelas beiradas. Gosto de beijinhos, de lambidas, de provocações no meu entorno. Funciono bem quando molhado. Venha direto ao ponto e observe-a se contorcer de aflição. Eu sou a linha tênue entre prazer e dor – só depende de como você me leva.
Quando vejo que seu esforço merece ser recompensado, então eu te chamo. Quero atenção total. Sem foco, nada feito, por isso não me abandone e, em questão de minutos, irá ver os meus efeitos no corpo dela. Os pelos se arrepiando. A temperatura subindo. Todas as células dela passam a trabalhar em prol do ápice. O coração dispara. Gemidos vão sendo emitidos mesmo sem que ela queira – é o corpo falando de dentro pra fora. A sensação, antes concentrada ao meu redor, vai tomando o corpo todo até que não há mais nada que ela possa fazer senão gozar. Pros franceses, o orgasmo se chama “la petiti mort” ou a pequena morte porque nesse instante, o racional se desconcerta deixando sua vítima sem controle algum. Se entregar não é mais uma opção.
Eu, como não gosto de confetes, continuo na minha, discreto atrás daquele inocente capuz. Mas meu poder se encontra lá, a espera de quem tiver coragem de provocá-lo. Desculpe desapontá-lo, mas seus esforços e suas técnicas aprendidas com tantas horas de filmes pornôs acumuladas na sua existência de nada servem sem a minha presença.
Da próxima vez em que disserem que o cachorro é o melhor amigo do homem, lembre de mim.
Seu amigo,
Clitóris.
Texto de Eme e Jaque do Casal Sem Vergonha para o AreaH. Eles falam sobre sexo, mas gostam mesmo é de fazer. Para saber mais sobre eles e acompanhar várias dicas sobre sexo. Acesse: www.casalsemvergonha.com.br
jul 2, 2015 | Brasil
O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (1º) proposta que estabelece a aposentadoria compulsória dos servidores públicos aos 75 anos. Pela regra atual, essa aposentadoria se dá aos 70 anos. A mudança atinge todos os servidores públicos da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. A matéria tramitava em regime de urgência – o que permite superar prazos e etapas – e recebeu 59 votos favoráveis e 5 contrários. Agora, o texto segue para análise da Câmara dos Deputados.
O Projeto de Lei do Senado (PLS) 274/2015 Complementar, de iniciativa do senador José Serra (PSDB-SP), foi apresentado para regulamentar a Emenda Constitucional 88/2015, conhecida como PEC da Bengala, promulgada no início de maio. A emenda determina que ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), dos tribunais superiores e do Tribunal de Contas da União (TCU) se aposentarão compulsoriamente aos 75 anos de idade. Com o projeto aprovado pelo Senado, o novo limite para aposentadoria compulsória fica automaticamente estendido aos demais servidores públicos.
Para o senador José Serra, a extensão da aposentadoria compulsória para os 75 anos de idade é vantajosa tanto para os servidores como para a administração pública.
— Este é um projeto que representa um jogo de soma positiva. É uma medida vantajosa seja para quem se aposenta, seja para o governo, do ponto de vista financeiro. O governo vai economizar mais de R$ 1 bilhão por ano, com o aumento do tempo de serviço. Por outro lado, permite que muitos funcionários públicos que ainda não cumpriram o tempo de serviço possam se aposentar plenamente — explicou.
J
unto ao projeto foi aprovada emenda incluindo os integrantes da Defensoria Pública, uma vez que hoje são carreira independente do corpo de servidores público. O relator da matéria, Lindbergh Farias (PT-RJ), afirmou que, com a proposta, “ganham, os servidores públicos, a opção de se aposentar mais tarde, ganha a Previdência, ganha a administração pública”.
Inconstitucional
Os votos contrários vieram de senadores que argumentaram que o projeto é inconstitucional. Segundo alertou o senador José Pimentel (PT-CE), há pouco tempo o Supremo Tribunal Federal declarou inconstitucional Lei Complementar 144/2014, que trata da aposentadoria especial para policiais, por considerar que este tema é de iniciativa privativa da Presidência da República. A tese também foi defendida pelo senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP).
Já a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) criticou a proposta por dar o mesmo tratamento a autoridades que assumem cargos por indicação política – como ministros de tribunais – a servidores que conquistaram os cargos por concurso público.
Legalidade
Em defesa da constitucionalidade do projeto, o autor da proposta esclareceu que a lei apenas regulamenta uma emenda constitucional, como previa a legislação, igualando a regra aos demais servidores públicos do país.
O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) também elogiou a aprovação da matéria, ressaltando que é uma medida que já deveria ter sido tomada há muito tempo.
— Os velhos que se mantêm experientes devem ter o direito de continuar trabalhando. Só espero que isso não atrapalhe o ingresso dos jovens no serviço público, já que, é preciso que os servidores se aposentem para que novos cheguem — acrescentou.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)