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Bela Vista-MS Sexta-Feira, 18 de Setembro de 2026

A educação como legado olímpico – Por (*) Dario Menezes

Estamos a exatos 100 dias até o início dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, que, pela primeira vez, serão realizados em um país da América do Sul. E também de forma inédita em toda a história dos Jogos, uma instituição de ensino é Apoiador Oficial dos Jogos Rio 2016. Ao fazer parte das Olimpíadas, a Estácio promove a união do Ensino e do Esporte, que comungam dos mesmos valores, a serviço da transformação social.

Graças ao seu envolvimento genuíno com o esporte e capilaridade nacional, a Estácio foi escolhida para treinar os voluntários do maior evento esportivo do mundo: 50 mil voluntários e seis mil colaboradores da Rio 2016 serão capacitados presencialmente, além de outros 85 mil contratados, treinados à distância. Neste enorme desafio, de construir 350 conteúdos on line, presenciais e impressos, estão envolvidos diretamente 120 professores da Estácio das mais diversas áreas de conhecimento.

Esse desafio começou em agosto de 2014, com a formação de um time multifuncional e interdisciplinar. Os 120 professores passaram por um intenso treinamento e aculturamento nos processos e pilares dos Jogos Rio 2016, com o objetivo de conduzir capacitações e transmitir o conhecimento e os valores do maior evento esportivo do mundo para mais de 140 mil pessoas de segmentos diversos, como transportes, tecnologia, gestão dos eventos e segurança.

Agora, entramos na reta final desta verdadeira maratona da educação, que tem como objetivo influenciar e modificar o trabalho – e até mesmo a vida – destas 140 mil pessoas. Eles já fazem parte dos Jogos Olímpicos ao participarem das capacitações necessárias para exercerem suas funções com maestria. Esse time garantirá que o público tenha a melhor experiência possível, ao torcer por seus atletas e acompanhar as competições, fazendo dos Jogos uma oportunidade para o Brasil alcançar um novo patamar na prestação de serviços. 

Os números dos Jogos Rio 2016 impressionam: em 17 dias, 10.500 atletas de 206 países disputarão 306 provas com medalhas. E essa grandiosidade também se reflete no desafio de capacitar a força de trabalho em mais de 80 disciplinas, tanto de forma presencial – no Rio de Janeiro e nas cinco cidades do futebol: Belo Horizonte, Manaus, Brasília, Salvador e São Paulo –, quanto a distância, nas versões para computadores (online), dispositivos móveis (mobile) e para deficientes visuais e auditivos (linguagem brasileira de sinais), em português e inglês, garantindo a maior inclusão possível.

Este ano, a Estácio concretizará mais uma grande realização, unindo os objetivos do esporte olímpico com a educação em prol da transformação social. E, desta forma, a educação também fará parte do legado dos Jogos para o país.

(*) Dario Menezes é gestor da Estácio, responsável pelo projeto Jogos Rio 2016.

Comissão do impeachment será instalada na próxima segunda-feira

Comissão do impeachment será instalada na próxima segunda-feira

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Comissão do impeachment será instalada na próxima segunda-feira

O presidente do Senado, Renan Calheiros, anunciou que a comissão especial que analisará o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff será instalada na próxima segunda-feira (25), quando elegerá presidente e relator. Os blocos partidários têm até o fim desta semana para indicar seus 21 representantes — e igual número de suplentes. Veja aqui os representantes que já foram indicados.

O anúncio deu início à tramitação oficial do impeachment no Senado. Na sessão plenária desta terça-feira (19), o 1º Secretário da Casa, senador Vicentinho Alves (PR-TO), fez a leitura da denúncia de crime de responsabilidade contra a presidente Dilma e da autorização da Câmara dos Deputados para abertura do processo.

Foi aberto também o prazo de 48 horas para indicação dos membros da comissão especial, que se estenderá até sexta-feira (22) devido ao feriado do dia 21 de abril. Renan fez um apelo para que os líderes partidários entreguem os nomes o mais rápido possível e avisou que, caso as indicações não cheguem no prazo, ele mesmo preencherá as vagas restantes.

STF

O presidente do Senado ressaltou ainda que o processo de impeachment será regido por uma hierarquia de normas, começando pela Constituição Federal e seguindo pelo acórdão do Supremo Tribunal Federal (STF) de dezembro de 2015, pela Lei dos Crimes de Responsabilidade (Lei 1.079/1950), pelo Regimento Interno do Senado e pelo rito adotado no caso do ex-presidente Fernando Collor, em 1992.

— Aqueles que querem apressar o processo, independentemente dessa hierarquia de regras, cometem o equívoco de poder colaborar com a anulação do próprio processo — observou.

Renan informou também que antecipará a participação do presidente do STF, Ricardo Lewandowski. Uma vez aprovada a admissibilidade do impeachment, todas as questões e dúvidas sobre o processo deverão ser dirigidas a Lewandowski. O presidente do tribunal também comandará as votações em Plenário posteriores à admissibilidade, e não apenas o julgamento final.

Discussão

A oposição contestou a concessão do prazo para indicações à comissão especial. Os senadores José Agripino (DEM-RN), Ronaldo Caiado (DEM-GO) e Ricardo Ferraço (PSDB-ES) argumentaram que o Regimento Interno dispõe que o colegiado deve ser constituído no mesmo dia em que a denúncia é lida no Plenário. Além disso, eles pediram rapidez no andamento do processo para não agravar a situação do país.

— A economia se deteriora a passos largos, com grande impacto social. Não há espaço para a procrastinação de um processo de tamanha urgência e relevância — disse Ferraço.

O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) pediu cautela na condução do impeachment. Ele lembrou que o prazo de 48 horas foi decidido em reunião de líderes pela manhã. Além disso, ele creditou as crises política e econômica às interferências da oposição.

— Temos que respeitar o que foi definido na reunião, não podemos chegar aqui e mudar o acordo. Nós não queremos ser atropelados, e é isso que está acontecendo. Não dá para aceitarmos discursos de gente que passou um ano e quatro meses paralisando o país nessa crise política e agora quer tirar o nosso direito por causa de dois dias.

O senador Humberto Costa (PT-PE) fez coro ao colega de bancada e disse que a oposição adota, para o processo de impeachment, um discurso que, na sua opinião, não condiz com a atuação política dos parlamentares oposicionistas.

— Desde 2014, quando a presidenta Dilma foi eleita, a oposição e setores da mídia fazem o Brasil sangrar. Não venham agora dizer que o Brasil não pode parar. O Brasil já está parado há muito tempo, porque não há uma mínima trégua para que o governo possa implementar as suas políticas.

O senador Ronaldo Caiado rebateu as críticas e disse que a governabilidade é obrigação da base do governo. Ele afirmou que o país vive em “perigo jurídico” enquanto o impeachment não for apreciado e que o Senado não pode prolongar uma situação de “cadáver insepulto”.

Já para o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), o prazo para indicação dos nomes é uma estratégia de adiamento dos governistas. Ele defendeu que prevalecesse o dispositivo do regimento, e não o combinado firmado na reunião de líderes.

— Nem mesmo um acordo unânime dos líderes poderia mudar o que está escrito na lei. É mais uma manobra do PT para tentar retardar o processo investigatório. Não estamos aqui para brincar com os destinos do Brasil nem zombar da Constituição.

A data de instalação da comissão foi decidida a partir de sugestão do senador Aécio Neves (PSDB-MG), que foi corroborada por Humberto Costa — que é líder do governo. No entanto, Aécio também pediu celeridade ao processo, e sugeriu que a comissão trabalhe durante todos os dias úteis para acelerar o andamento do impeachment.

História

O presidente Renan Calheiros garantiu que manterá a sua imparcialidade durante toda a tramitação e julgamento do processo, e que não vai “se prestar ao papel” de fazer concessões para qualquer um dos lados.

— O Senado Federal não está fazendo noticiário do dia-a-dia, está fazendo a história do Brasil. Então, nós temos de agir com toda a responsabilidade.

Segundo Renan, a Casa precisa tomar cuidado para não antecipar decisões nem “repetir erros do passado”. Ele citou especificamente o caso do golpe de Estado de 1964, quando o então presidente do Senado, Auro de Moura Andrade,decretou vaga a Presidência da República no dia 2 de abril, efetivamente retirando do cargo o presidente João Goulart.

— Meu compromisso com a história não permitirá que eu seja chamado de canalha, por ter atropelado o prazo da defesa ou por ter dado mais um dia para o prazo da denúncia. Eu não vou escrever esse papel na história do Brasil — declarou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Representando o PTB Nacional, Nelsinho participa de homenagem a Getúlio Vargas em São Borja

Representando o PTB Nacional, Nelsinho participa de homenagem a Getúlio Vargas em São Borja

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Representando o PTB Nacional, Nelsinho participa de homenagem a Getúlio Vargas em São Borja

O presidente estadual do PTB de Mato Grosso do Sul, Nelson Trad Filho, participou na manhã desta terça-feira (19), do 4ª Encontro Nacional do PTB em homenagem ao aniversário de nascimento de Getúlio Vargas, em São Borja, Rio Grande do Sul. Representando o presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, Nelsinho destacou que é uma honra fazer parte desta história e poder representar o presidente Roberto Jefferson em uma cerimônia em homenagem a Getúlio Vargas.

“Em São Borja se respira a história do Brasil. Fiquei honrado em participar deste momento no berço do trabalhismo homenageando Getúlio Vargas, que instituiu o salário mínimo, os direitos trabalhistas, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a Companhia Siderúrgica Nacional e a nossa empresa genuinamente brasileira, a Petrobras, que sempre foi o orgulho para os brasileiros. Getúlio Vargas sempre acreditou na força do povo brasileiro e lutou pelo trabalhismo e pelo progresso do Brasil, por isso ele é uma referência para mim e para os todos os petebistas”, destacou Nelsinho Trad durante a Sessão Solene realizada na Câmara de Vereadores de São Borja.

Participaram da Sessão Solene, realizada às 9 horas na Câmara Municipal, vários correligionários do PTB, vereadores, lideranças políticas e membros da comunidade local, que reverenciaram o aniversário de nascimento do ilustre são-borjense, entre eles o prefeito da cidade Farelo Almeida, e o vice, Jefferson Olea Homrich, do PTB/RS.

Durante o evento, o vice-prefeito também enalteceu o legado de Vargas e destacou o desmanche do trabalho de Getúlio Vargas pelo atual governo. “O PTB deverá manter viva essa chama deixada por Getúlio como patrimônio de todo o povo brasileiro”, completou.

Após a Sessão na câmara, Nelsinho e demais correligionários seguiram para o Mausoléu na Praça na XV de Novembro, onde estão depositados os restos mortais de Getúlio Vargas. Logo após o ato, na Praça XV de Novembro, o grupo também visitou o Museu Getúlio Vargas, onde as homenagens se encerram no pórtico de entrada na cidade onde estão expostas fotos do ex-presidente.

​Fonte: ​Jornalista Leonardo Cremer

 

Para Simone Tebet, há 99% de chance de Dilma ser afastada da presidência da República em maio

Para Simone Tebet, há 99% de chance de Dilma ser afastada da presidência da República em maio

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Simone Tebet

A senadora Simone Tebet (PMDB-MS) disse que é certa a decisão do Senado pelo afastamento da presidente Dilma Rousseff.

 A denúncia de crime de responsabilidade foi lida no plenário do Senado nesta terça-feira (19) à tarde. Agora, os líderes dos blocos partidários estão indicando os 21 integrantes da Comissão Especial que vai analisar a admissibilidade ou não do andamento do processo de impeachment no Senado.

Esta Comissão será instalada na próxima segunda-feira (25). Em seguida, serão escolhidos presidente e relator e os parlamentares terão 10 dias úteis para votar o relatório, o que deve ocorrer entre 10 e 11 de maio. Em seguida, a decisão final será tomada por maioria simples do Plenário.

Segundo Simone Tebet, 48 parlamentares já manifestaram apoio ao prosseguimento do processo de impeachment.

 “Há 99% de chance de o Senado decidir pelo afastamento da presidente Dilma até o final de maio. Se ela for afastada, dificilmente voltará. A informação que tenho é a de que Michel Temer já assumirá com caneta com tinta forte para promover as reformas necessárias e possibilitar a retomada do crescimento  e do desenvolvimento do país. Ele deve cumprir este mandato, sem a perspectiva de ser candidato à reeleição”.

   Simone explicou que no Senado, o processo começa jurídico, porque tem de levar em conta os aspectos legais da denúncia, mas é uma decisão é política. “Eu vou dar o meu voto com muita consciência pelo impeachment. O Brasil está parado por conta dessa crise política. Nós não conseguimos fazer nada, a gente não consegue falar em retomada do crescimento e do emprego, a inflação não para de subir. Hoje nós temos um número assustador de desempregados. Então, é preciso virar essa página”, defendeu a senadora.

Delcidio confirma a Roberto Cabrini do SBT que votará pela queda de Dilma no Senado

Delcidio confirma a Roberto Cabrini do SBT que votará pela queda de Dilma no Senado

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Delcidio confirma a Roberto Cabrini do SBT que votará pela queda de Dilma no Senado

Neste domingo em que a Câmara acatou a abertura do processo de impeachment contra Dilma Rousseff, o repórter Roberto Cabrini entrevistou o senador Delcídio Amaral em São Paulo e anunciou no STB que o sul-mato-grossense “se prepara para dar nome de outros políticos envolvidos nesse grande esquema de corrupção no Brasil”.

Ao receber Cabrini na casa de seu irmão onde está hospedado, Delcídio disse que está se recuperando da cirurgia, pretende voltar ao Senado na semana que vem e confirma que votará pelo afastamento de Dilma. Indagado sobre o motivo, responde: “Até por minha posição. Eu assumi uma posição clara.

E de muita coragem. Eu enfrentei o governo, eu enfrentei o ex-presidente Lula”. Para o senador, “é muito difícil” Dilma escapar do impeachment. “No Senado Federal nos já temos 41 votos”.   Cabrini frisa que, embora a denúncia contra Dilma não tenha a ver com a delação, o processo não teria chegado a este ponto sem a participação do senador.

Indagado a respeito, Delcídio avalia que sua participação “acelerou o processo” de impeachment. Sobre suas delações, Delcídio fala de Lula e diz que Dilma tinha conhecimento de tudo o que acontecia, “inclusive nas campanhas eleitorais”.

Veja aqui o vídeo do Conexão Repórter.

Novos prazos para registros de remédios são aprovados pelos senadores

Novos prazos para registros de remédios são aprovados pelos senadores