set 14, 2016 | Brasil
Brasilia (DF) – A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE) aprovou nesta terça-feira (13) projeto de resolução que autoriza o município de Campo Grande a contratar empréstimo de US$ 56 milhões do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Os recursos serão aplicados no programa de desenvolvimento integrado, que visa à revitalização do centro da capital, com ênfase na acessibilidade.
O projeto segue agora para o plenário do Senado. Relator ad hoc da matéria, o senador Waldemir Moka (PMDB-MS) afirmou que a União será avalista da operação de crédito. “A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional fez análise minuciosa da situação do município e entendeu que há condições de a prefeitura contrair o financiamento”, argumentou.
Os senadores Wellington Fagundes (PR-MT), relator original do projeto, e Pedro Chaves (PSC-MS) destacaram a importância do projeto para a revitalização do centro da capital. “É um programa que dará nova cara a Campo Grande”, resumiu Chaves. Fagundes disse que a cidade vai ganhar muito com os investimentos. “Fiz o segundo grau e minha faculdade em Campo Grande. Por isso tenho grande carinho por aquela cidade”, disse.
De acordo com o relatório lido por Moka, os juros anuais serão de 3,40%, com prazo de 25 anos para pagamento. O montante dos recursos será liberado no prazo de cinco anos. Para conceder aval, o Governo exigiu que a prefeitura não assumisse, nos dois últimos quadrimestres do mandato do prefeito Alcides Bernal, qualquer obrigação de despesa que não possa ser cumprida integralmente.
ago 31, 2016 | Brasil
No evento mais de 250 agricultores buscam inovações a favor de altas produtividades
Rio Grande do Sul (RS) – Cerca de 250 agricultores e especialistas se reuniram em Não Me Toque (RS), na busca por alternativas tecnológicas e inovações, a favor de produtividades mais altas na produção de soja. Durante o Fórum Regional de Máxima Produtividade, realizado pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB) em parceria com a Cotrijal, foram apresentadas as práticas que levaram o agricultor, Vanderlei Neu, a alcançar a produtividade de 103,79 sacas por hectare, consagrando-se a mais alta produtividade do Rio Grande do Sul. O evento que aconteceu nesta quarta-feira (31), no auditório da Expodireto – Cotrijal, segue para Ijuí, amanhã (1º).
Na Fazenda Granja Vania, no município Quinze de Novembro, o agricultor conseguiu se destacar, deixando a média de produtividade nacional para trás. Em sua produtividade, Neu ficou 10 sacas abaixo do campeão da Região Sul, que colheu 114 sacas por hectare, na cidade de Ponta Grossa (PR). O ranking é desenvolvido pelo CESB, por meio do Desafio de Máxima Produtividade da Soja, que nesta última safra teve 4.400 áreas inscritas.
O professor e membro do CESB, Ricardo Balardin, apresentou no Fórum Regional em Não Me Toque, o case do campeão nacional e da região Sudeste, que atingiu a marca de 120,07 sacas por hectare. Na sequência, Balardin, tratou das perspectivas e controle de pragas e doenças nas lavouras, considerando-as como desafiadoras para que os agricultores elevem suas produtividades.
O Fórum Regional de Máxima Produtividade segue para Ijuí (RS), nesta quinta-feira (1º). O evento que acontecerá no Sesc Ijuí, contará com apresentações da 3Tentos e da BASF, empresas parceiras do CESB, que contribuem para as altas produtividades da soja no Brasil. O evento iniciará as 9h30, na Rua crisanto Leite, 202 – Centro, e tem entrada gratuita.
Sobre o CESB
O CESB é uma entidade sem fins lucrativos, formada por profissionais e pesquisadores de diversas áreas, que se uniram para trabalhar estrategicamente e utilizar os conhecimentos adquiridos nas suas respectivas carreiras e vivências, em prol da sojicultura brasileira. O CESB é qualificado como uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), nos termos da Lei n° 9.790, de 23 de março de 1999, conforme decisão proferida pelo Ministério da Justiça, publicada no Diário Oficial da União de 04 de dezembro de 2009.
Atualmente, o CESB é composto por 19 Membros e 17 entidades patrocinadoras: Syngenta, BASF, Bayer, Jacto, Mosaic, TMG, Stoller, Monsanto, Sementes Adriana, Agrichem, UPL do Brasil, Aprosoja MT, Produquímica, Instituto Phytus, DuPont, Timac Agro e Plant Defender.
ago 30, 2016 | Brasil

O projeto também será apresentado na Feira de Ciência e Tecnologia do IFMS em Campo Grande Foto Campus Campo Grande
Campo Grande (MS) – Acoplar pequenos motores à roda de uma bicicleta para transformar energia mecânica em elétrica. Essa é a ideia do trabalho de conclusão de curso dos estudantes João Berrocal e João Yamashita, ambos com 18 anos, formandos do curso técnico em Eletrotécnica do Campus Campo Grande do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS).
Esse tipo de transformação não é novidade. Usar uma força mecânica para produzir energia elétrica é o princípio aplicado em hidrelétricas, por exemplo. Já existem no mercado carregadores para celulares que podem ser conectados às bicicletas e que custam cerca de R$ 150,00.
O diferencial encontrado pela dupla é usar peças de produtos que não funcionam mais para desenvolver o protótipo. Nas palavras do professor orientador, Fernando Guimarães, os estudantes estão fazendo engenharia reversa, ou seja, criando um novo produto de custo baixo a partir de lixo tecnológico. “Essa reciclagem tecnológica é muito importante nos dias de hoje, quando temos muitos produtos que são descartados”, avaliou o professor.
Os estudantes usaram dois motores de uma velha impressora para desenvolver o carregador, capaz de recuperar 30% da carga da bateria de um celular em 30 minutos de pedaladas. “Sãos os motores que puxam o papel”, esclareceu Berrocal. O movimento da roda da bicicleta faz o mecanismo do motor se movimentar e gerar energia, que chega até um capacitor e uma pequena tomada USB, na qual é ligado o celular.
“Pode-se ter uma infinidade de utilizações, mas voltamos nosso trabalho para carregar o celular. Montamos um circuito com capacitores e um regulador de tensão. O capacitor continua carregando mesmo quando a pessoa para de pedalar”, explicou o estudante.
Segundo o professor Guimarães, o invento tem feito sucesso nos locais em que é apresentado por conta da praticidade e por aliar um esporte que está na moda, o ciclismo, com a necessidade das pessoas de estarem conectadas aos seus celulares.
“O mais importante é que eles conseguiram colocar em prática aquilo que aprenderam em sala de aula. Hoje você vê o projeto acabado e está bacana, mas eles tiveram que pesquisar e evoluir. O ganho pedagógico foi o melhor de todo processo”, explicou.
Desde que o trabalho foi apresentado, em agosto deste ano, os jovens já levaram o projeto à Olimpíada do Conhecimento, promovida pelo Senai, e fizeram uma demonstração no evento Portões Abertos, organizado pelo Comando Militar do Oeste (CMO).
O próximo passo é apresentar o projeto na Feira de Ciência e Tecnologia do Campus Campo Grande (Fecintec) do IFMS. A esperança é conseguir classificação para participar de eventos científicos estaduais e nacionais.
Feiras do IFMS – Serão promovidas durante a Semana de Ciência e Tecnologia da instituição, entre 17 e 22 de outubro, de acordo com a programação de cada campus.
As inscrições de trabalhos são gratuitas e devem ser feitas exclusivamente no Sistema de Submissão e Avaliação de Projetos do IFMS, no endereço
www.ifms.edu.br/semanact, pelo orientador do projeto.
Os trabalhos serão avaliados por professores e pesquisadores do IFMS e demais instituições afins. Todos os participantes receberão certificados, e os melhores trabalhos em cada categoria serão premiados.
Os dois melhores trabalhos de nível fundamental e médio de cada feira serão credenciados para participação na Feira de Tecnologias, Engenharias e Ciências de Mato Grosso do Sul (FETEC/MS), que ocorrerá em novembro, em Campo Grande.
Ascom/IFMS
ago 23, 2016 | Brasil
Bataguassu (MS) – Na tarde de ontem (21), por volta das 12h40, a Polícia Militar de Bataguassu realizava rondas de policiamento ostensivo e preventivo no Jardim São Francisco, quando se depararam com dois jovens em um veículo GM/Monza de cor azul.
Ao ser realizada abordagem aos jovens, os policiais perceberam que o adolescente de 13 anos, estava engolindo uma porção de maconha, na tentativa de se livrar do instrumento do delito, sendo necessário o uso da manobra de “Heimlich” para que o mesmo se desengasgasse.
Diante dos fatos, ambos os rapazes foram entregues na Delegacia de Polícia Civil juntamente com a maconha removida da boca do adolescente. Vale lembrar que o adolescente foi acompanhado por um conselheiro tutelar.
ago 20, 2016 | Brasil

Jovem com condição rara faz sucesso como blogueira de beleza
A californiana Marimar Quiroa, de 21 anos, nasceu com um higroma cístico, uma condição rara de saúde que consiste em um tumor benigno. Ela é exemplo de superação tanto que hoje em dia é uma blogueira de beleza que tem mais de 111 mil seguidores no YouTube.
Apesar de algumas dificuldades, como precisar da ajuda de uma espécie de tubo para conseguir respirar, e falar através da língua de sinais, Marimar faz uma maquiagem perfeita.
Na descrição da página do seu canal, ela explica: “Meu canal é para apoiar a comunidade com deficiência auditiva e outras pessoas também”.
Em um vídeo feito para o Barcroft TV, a jovem conta ainda que muita gente ainda é pessimista em relação a ela. “As pessoas dizem que eu sou bonita e que amam a minha maquiagem. Mas eu já encontrei pessoas negativas, tanto no YouTube quanto no meu cotidiano”.
“Quando vejo que estão me encarando, ou eu digo para elas pararem ou apenas as ignoro. Mas se elas estão olhando para mim, eu as encaro de volta. E me recuso a virar até elas pararem de fazer isso”.
“Para mim, beleza é aceitar quem você mesmo do jeito que você é, e ignorar o que as outras pessoas te dizem. Você mostra como a sua beleza é. Não importa se o seu rosto é diferente. Aceite-se a si mesmo”.
Além de trazer tanta coisa boa com seus vídeos, Marimar também está fazendo faculdade de Pedagogia para se tornar professora de crianças com deficiência auditiva.
ago 17, 2016 | Brasil

A falta de chuvas e uma queda menor no consumo de energia devem fazer com que as contas de luz voltem a ter bandeira amarela a partir de setembro. A cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos será cobrada uma taxa extra de R$ 1,50. Desde abril, a bandeira está no nível verde, em que não há taxa extra nas contas.
O sistema existe desde o início de 2015 para indicar aos consumidores que as condições de geração, por falta de chuvas ou outros motivos, está mais restrita.
A intenção é que esta indicação leve os clientes a reduzirem o consumo, colaborando para o retorno da geração de energia aos custos mais baixos.
Há três elementos principais que apontam para a retomada da bandeira amarela em setembro. O primeiro é que os meses de setembro e outubro são mais secos. O nível menor dos reservatórios das hidrelétricas exige mais das térmicas, o que leva o custo médio da geração da energia a subir.
Outro argumento para se revisar a bandeira é o aumento do consumo projetado para o ano. Desde maio, o consumo de energia no país vem superando as projeções anteriores. Assim, uma necessidade de consumo maior do que a previsão anterior colabora com a indicação de possível escassez de energia.
O último elemento que mostra mudança da bandeira é a situação dos reservatórios nos sistemas Norte e Nordeste. As condições do rio São Francisco e do Tucuruí estão críticas.