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Bela Vista-MS Quarta-Feira, 28 de Outubro de 2026
Sicredi é a Melhor Empresa para Trabalhar no Brasil pelo terceiro ano consecutivo

Sicredi é a Melhor Empresa para Trabalhar no Brasil pelo terceiro ano consecutivo

Instituição financeira cooperativa conquista novamente o 1º lugar no ranking GPTW Brasil 2026, na categoria Gigantes

O Sicredi foi reconhecido como a Melhor Empresa para Trabalhar no Brasil pelo terceiro ano consecutivo, conquistando o 1º lugar no ranking do Great Place To Work® (GPTW) 2026, na categoria Gigantes. O resultado consolida uma trajetória de excelência em gestão de pessoas e reforça o compromisso da instituição com a construção de um ambiente de trabalho baseado na confiança, no desenvolvimento contínuo e no propósito cooperativista.

A cerimônia de premiação foi realizada na noite desta terça-feira (6), em São Paulo, reunindo algumas das principais organizações do país reconhecidas por suas práticas de gestão de pessoas e pela experiência oferecida aos colaboradores.

A conquista mantém o Sicredi na liderança do ranking nacional pelo terceiro ano consecutivo, após alcançar o primeiro lugar também em 2024 e 2025. O reconhecimento reflete uma estratégia que integra desenvolvimento humano, inovação, bem-estar, escuta ativa e oportunidades concretas de crescimento profissional para mais de 50 mil colaboradores distribuídos em todo o país.

Com mais de 10,5 milhões de associados e presença em mais de 2 mil municípios brasileiros, o Sicredi busca reproduzir internamente os mesmos princípios que orientam seu modelo cooperativo de negócios. A instituição reúne mais de 90 cooperativas de crédito, tendo as pessoas como elemento central tanto na relação com os associados quanto na gestão dos colaboradores.

Para Daniele Schmidt, diretora executiva de Pessoas e Cultura do Sicredi, existe uma conexão direta entre a forma como a organização se relaciona com seus associados e com seus colaboradores. “Existe uma coerência entre o que fazemos externamente e o que praticamos dentro da organização. Nosso propósito é levar a prosperidade para as pessoas, o que cria um ciclo virtuoso: o associado reconhece o trabalho realizado, e o funcionário do Sicredi percebe que contribui para o avanço do associado e o fortalecimento da cooperativa.”, afirma.

Segundo a diretora, o reconhecimento é resultado de uma construção coletiva sustentada pela participação das pessoas e pela evolução constante da cultura organizacional. “Receber esse reconhecimento pelo terceiro ano consecutivo é motivo de muito orgulho para todos nós. Essa conquista reflete uma cultura construída coletivamente, sustentada pela confiança, pela escuta e pelo compromisso genuíno de colocar as pessoas no centro. Seguimos evoluindo para oferecer uma experiência cada vez mais positiva para as nossas pessoas colaboradoras porque acreditamos que são elas que tornam possível cumprir nosso propósito de construir juntos uma sociedade mais próspera.”

Seguindo esse propósito, em 2025, o Sicredi investiu R$ 409 milhões em projetos sociais, e distribuiu R$ 3,4 bilhões em resultados para os associados. Nos municípios onde a instituição está presente, o Sicredi contribui para um incremento de até 10% no PIB e de 15% na geração de empregos, segundo pesquisa FIPE/OCB de 2024.

Cultura construída com escuta ativa 

A escuta contínua das pessoas é um dos pilares da estratégia de gestão do Sicredi. Em 2026, a Pesquisa de Clima contou com a participação de 93% dos colaboradores, representando mais de 45 mil respondentes. Os resultados servem como base para decisões relacionadas à experiência do colaborador, ao desenvolvimento das lideranças e ao fortalecimento da cultura organizacional.

Entre as iniciativas implementadas a partir desse processo estão a ampliação da frequência das conversas de desenvolvimento entre lideranças e equipes e o fortalecimento de ações voltadas à construção de ambientes de trabalho cada vez mais colaborativos, inclusivos e orientados ao protagonismo das pessoas.

O desenvolvimento profissional é tratado como uma prioridade estratégica. Em 2025, o Sicredi destinou mais de R$ 68 milhões para iniciativas de educação corporativa, fortalecendo programas de formação técnica, comportamental, liderança e governança.

A plataforma Sicredi Aprende é uma das principais ferramentas dessa estratégia. Somente no primeiro semestre de 2026, a plataforma disponibilizou 33 cursos regulatórios, 264 cursos e 124 trilhas de aprendizagem. Ao todo, foram concluídas mais de 800 mil horas de aprendizagem pelos colaboradores.

A valorização das pessoas também se traduz em indicadores de movimentação interna na instituição. Entre setembro de 2025 e agosto de 2026 foram investidos mais de R$ 12 milhões em reconhecimentos salariais.

Tecnologia a serviço das pessoas 

A inovação também tem desempenhado papel importante na evolução da experiência dos colaboradores. Atualmente, o Sicredi conta com mais de 300 modelos de Inteligência Artificial em produção e cerca de 26 mil colaboradores utilizam diariamente ferramentas de IA para apoiar suas atividades profissionais.

As aplicações apoiam processos relacionados à análise de clima organizacional, gestão de talentos, aprendizagem, automação operacional e tomada de decisão. Na área de Pessoas e Cultura, a tecnologia auxilia na leitura de grandes volumes de dados, acelerando a identificação de tendências e oportunidades de melhoria para a experiência dos colaboradores.

“Acreditamos que a tecnologia deve estar a serviço das pessoas. O maior valor da Inteligência Artificial está em ampliar capacidades, apoiar decisões e liberar tempo para aquilo que é essencialmente humano: o desenvolvimento, a escuta e o cuidado com as pessoas”, destaca Daniele Schmidt.

Saúde integral e ambiente inclusivo 

O Sicredi também mantém uma estratégia estruturada de saúde e bem-estar, contemplando iniciativas voltadas à saúde física, emocional, social e financeira. Entre elas estão serviços de telemedicina, apoio psicológico, terapia continuada e programas especializados de suporte ao colaborador.

A construção de um ambiente mais inclusivo também integra a estratégia de gestão de pessoas da instituição. Atualmente, as mulheres representam 60% do quadro funcional e ocupam 47% das posições de liderança, demonstrando avanços consistentes na ampliação da representatividade em diferentes níveis da organização.

O Sicredi mantém iniciativas voltadas à diversidade, inclusão e equidade, incluindo programas de aceleração feminina, ações afirmativas e estruturas de governança dedicadas ao tema. Segundo a pesquisa certificada pelo GPTW, 92% dos colaboradores afirmam que as ações de diversidade e inclusão são evidentes e aplicadas na prática.

Entre as iniciativas de destaque está o Comitê Mulher, que atua no desenvolvimento de lideranças femininas e no fortalecimento do protagonismo das mulheres nas cooperativas e nas comunidades. Somente em 2025, o programa reuniu 5,3 mil participantes e contribuiu para a eleição de 85 integrantes dos conselhos de administração e fiscais das cooperativas.   

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 10,5 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3 mil agências e presença física em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, o Sicredi oferece uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras para pessoas e empresa.

 

 

Foto, vídeo ou meme: quando a exposição dos filhos nas redes pode parar na Justiça

Foto, vídeo ou meme: quando a exposição dos filhos nas redes pode parar na Justiça

ECA Digital reforça proteção à imagem e à privacidade de crianças e cria regras específicas para conteúdos monetizados ou impulsionados nas redes sociais

Com a proximidade do Dia das Crianças, as redes sociais costumam se encher de fotos, vídeos, homenagens e registros da rotina dos pequenos. Do primeiro dia de aula às viagens em família, passando por cenas engraçadas, birras e momentos íntimos, compartilhar a infância virou parte do cotidiano de muitas famílias. Mas existe um limite entre registrar a vida dos filhos e expô-los de uma forma que possa violar seus direitos.

A discussão ganhou novos contornos com o ECA Digital, como ficou conhecida a Lei nº 15.211/2025, em vigor desde março de 2026. A legislação ampliou as regras de proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital e estabeleceu responsabilidades específicas para plataformas, principalmente em situações que envolvem exploração comercial e monetização da imagem de menores.

Isso não significa que qualquer foto de criança publicada nas redes sociais precise de autorização judicial. A regra alcança situações em que a imagem ou a rotina da criança é explorada de maneira habitual em conteúdos monetizados ou impulsionados. Nesses casos, a regulamentação do ECA Digital prevê autorização judicial.

Mas, antes mesmo das novas regras, crianças e adolescentes já tinham proteção jurídica sobre a própria imagem, intimidade e privacidade. Segundo o advogado Igor Santos, coordenador do curso de Direito da Estácio, o primeiro ponto para compreender a questão é lembrar que a criança é sujeito de direitos.

“A criança não é propriedade da família. Os pais são responsáveis por garantir e preservar os direitos dela. E, entre esses direitos, estão a intimidade, a privacidade e a própria imagem”, explica.

Na prática, exercer o poder familiar não significa poder decidir sem limites sobre a exposição dos filhos. “A imagem é um direito da própria criança, e não do pai, da mãe ou do responsável. Mesmo antes do ECA Digital, uma situação de superexposição poderia ser questionada pelos órgãos de proteção à infância e à juventude”, afirma Igor.

Quando uma postagem deixa de ser só uma postagem

Uma imagem publicada nas redes pode ser copiada, compartilhada em outros perfis, transformada em meme e continuar circulando durante anos, mesmo depois de a postagem original ser apagada.

“Temos crianças que ficaram conhecidas por vídeos, memes ou situações constrangedoras e que continuam sendo reconhecidas por aquilo anos depois. Não foram elas que decidiram abrir mão da própria privacidade, nem foram elas que fizeram aquela postagem”, destaca.

E não é necessário que o conteúdo tenha caráter sexual para que exista potencial de dano. Situações de choro, vergonha, medo, punições, problemas de saúde ou outras experiências íntimas também podem acompanhar aquela criança muito além da infância. O que parece engraçado ou inofensivo para os pais pode ganhar outra dimensão quando compartilhado com centenas ou milhares de pessoas.

“Existe um potencial de dano que muitas vezes não conseguimos mensurar no momento da postagem”, alerta o advogado.

Quando a criança vira conteúdo

O Estatuto chama atenção principalmente para os casos em que a presença da criança deixa de ser ocasional e passa a fazer parte de uma produção habitual de conteúdo. A regulamentação prevê autorização judicial quando a imagem ou a rotina de crianças e adolescentes é explorada habitualmente em conteúdos monetizados ou impulsionados.

A monetização pode ocorrer por meio de publicidade, patrocínio, visualizações, assinaturas, doações ou vendas associadas ao conteúdo. Para Igor, esse controle externo se torna especialmente importante quando os interesses dos adultos podem entrar em conflito com os direitos da criança.

“O ECA Digital reforça a necessidade de existir alguém olhando para os direitos dessa criança quando os próprios responsáveis também têm interesses envolvidos naquela exposição. É preciso avaliar não apenas o que aquela publicação representa hoje, mas o dano que ela pode trazer no futuro”, explica.

Isso não significa que uma família esteja proibida de compartilhar momentos dos filhos. Uma fotografia eventual de uma comemoração familiar é diferente de uma rotina de produção de conteúdo em que a vida da criança se transforma sistematicamente em fonte de audiência e renda.

Antes de publicar, para quem é essa escolha?

Para o advogado, a mudança de perspectiva está em compreender que o direito à imagem pertence à criança e que cabe aos adultos protegê-lo enquanto ela ainda não tem condições de exercer plenamente suas próprias escolhas.

Por isso, antes de publicar, vale ir além da pergunta “eu posso postar?” e considerar se aquela criança gostaria que a imagem continuasse disponível daqui a alguns anos, quem poderá acessar o conteúdo e quais informações sobre sua vida estão sendo entregues a desconhecidos.

O ECA Digital reforça uma discussão que começou muito antes dele: pais e responsáveis administram os direitos dos filhos, mas não são donos deles. “Alguém precisa se preocupar com os direitos da criança quando os responsáveis têm seus próprios interesses envolvidos”, resume Igor.

Reportagem: Evelise Couto – Foto: Pexels
Aos 91 anos, Luiza Erundina se torna a deputada estadual eleita mais velha do Brasil

Aos 91 anos, Luiza Erundina se torna a deputada estadual eleita mais velha do Brasil

Aos 91 anos, Luiza Erundina (PSOL) se tornou a deputada estadual eleita mais velha da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) e do Brasil. Erundina também é a 13ª mais votada para ocupar uma das cadeiras da Alesp em 2027, com 169.567 votos.

Em 1988, a assistente social foi eleita a primeira prefeita de São Paulo pelo Partido dos Trabalhadores (PT). Desde então, ela percorreu uma longa trajetória política, tornando-se deputada federal por seis mandatos com direito a mais uma reeleição pelo cargo em 2018, com mais de 176 mil votos. A eleição à bancada estadual a fez desbancar o deputado Eduardo Suplicy (PT) como mais velho da Alesp, de 85 anos. Nascida no dia 30 de novembro de 1934, em Uiraúna, na Paraíba, Erundina ficou conhecida por implementar mudanças nas áreas de educação e saúde.

Além disso, sua jornada política também teve como foco a problemática habitacional, ajudando a diminuir o deficit habitacional na capital paulista.

A lista de veteranos eleitos a deputado estadual nas eleições deste ano também conta com outros representantes. Veja abaixo:

Luiza Erundina (PSOL), 91 anos: eleita em São Paulo com 169.567 votos

Zé Teixeira (PL), 86 anos: reeleito no Mato Grosso do Sul com 54.080 votos

Eduardo Suplicy (PT), 85 anos: reeleito em São Paulo com 654.627 votos

Londres Machado (PP), 84 anos: reeleito no Mato Grosso do Sul com 33.581 votos

Luiz Paulo (PSD), 80 anos: reeleito no Rio de Janeiro com 43.720 votos

José Esmeraldo (União Brasil), 80 anos: reeleito no Espírito Santo com 20.394 votos

Paulo Mac Donald (PP), 77 anos: eleito no Paraná com 45.276 votos

André Puccinelli (MDB), 78 anos: eleito no Mato Grosso do Sul com 40.602 votos

Zeca do PT (PT), 76 anos: reeleito no Mato Grosso do Sul com 42.714 votos

Adjuto Afonso (União Brasil), 74 anos: reeleito no Amazonas com 37.983 votos

Fonte: Terra.

 

Sicredi Centro-Sul MS/BA capacita 200 mulheres empreendedoras por meio do programa Crescendo Juntas

Sicredi Centro-Sul MS/BA capacita 200 mulheres empreendedoras por meio do programa Crescendo Juntas

Iniciativa fortalece mulheres empreendedoras por meio de capacitação, troca de experiências e conexões entre negócios

Duzentas mulheres empreendedoras de Mato Grosso do Sul e da Bahia participaram, em 2026, do programa Crescendo Juntas, promovido pela Sicredi Centro-Sul MS/BA. Realizada entre julho e setembro, a formação reuniu participantes de Itaporã, Ivinhema, Laguna Carapã e Maracaju, em Mato Grosso do Sul, e de Lauro de Freitas, na Bahia.

Ao longo do programa, as participantes percorreram uma trilha de aprendizagem com encontros presenciais e remotos sobre empreendedorismo, formação de preços, fluxo de caixa, capital de giro, Reforma Tributária, comunicação e vendas pelas redes sociais. A proposta foi oferecer conhecimentos aplicáveis à gestão dos negócios e, ao mesmo tempo, criar um ambiente de troca de experiências e conexão entre as empreendedoras.

Para a assessora de Desenvolvimento do Cooperativismo da Sicredi Centro-Sul MS/BA, Mirtes Moreno, o Crescendo Juntas vai além da capacitação técnica. “Eu acredito no poder transformador da proposta, que traz o networking, unindo mulheres, conectando experiências e negócios. A gente viu o quanto é importante a participação de cada uma para que o seu negócio seja conhecido e divulgado. E é impressionante o quanto isso apoia a economia local”, destacou.

Em 2026, o programa ampliou sua atuação em Mato Grosso do Sul e chegou, pela primeira vez, à Bahia. A expansão permitiu levar a formação a novos grupos de empreendedoras e ampliar a rede de conexões criada a partir da iniciativa.

Empreendedorismo feminino e transformação

Para Paula Shimonishi, representante do Sebrae/MS, o Crescendo Juntas representa mais do que uma iniciativa de capacitação e contribui para que as participantes enxerguem novas possibilidades para seus negócios e suas trajetórias.

“Quando uma mulher tem acesso a conhecimento, conexões e apoio, o impacto não fica restrito ao seu negócio. Ele se estende à sua família, à sua comunidade e ao ambiente em que está inserida. Muitas vezes, esse processo é o ponto de partida para que uma empreendedora passe a acreditar ainda mais no potencial daquilo que está construindo”, afirmou.

Paula também destacou a parceria entre Sicredi e Sebrae na realização da iniciativa. “São duas instituições que possuem diferentes experiências e competências e conseguem unir forças para potencializar o empreendedorismo feminino. O grande valor do Crescendo Juntas está em fortalecer mulheres para que elas possam crescer junto com seus negócios. Acompanhar esse processo, vendo as participantes se desenvolvendo, compartilhando suas histórias e ganhando mais segurança para seguir em frente, é muito significativo”, ressaltou.

: Paula Shimonishi, analista técnica do Sebrae/MS

A iniciativa vem ampliando alcance a cada edição. Em 2025, cerca de 150 mulheres participaram do programa nos municípios de Angélica, Caracol e Aral Moreira, em Mato Grosso do Sul. Na Bahia, a cooperativa também realizou palestras sobre finanças pessoais para mulheres de Camaçari, reforçando ações voltadas ao empreendedorismo feminino na região.

Entre as participantes da edição de 2026, a associada Shirlei Santana, de Lauro de Freitas (BA), destacou a atualidade dos assuntos abordados durante a formação, entre eles a Reforma Tributária e a saúde emocional. Também participante na Bahia, Vanderleide Santos apontou a conexão com outras empreendedoras como um dos principais aprendizados proporcionados pelo programa.

Em Laguna Carapã (MS), para a associada Renata Brandão, empresária do setor de vestuário, participar do projeto proporcionou um momento de reflexão sobre o próprio negócio e a oportunidade de realinhar algumas rotas. “Foi possível atualizar os conhecimentos nas oficinas, em cada tema, e me inspirar com as demais empresárias. Foi um momento de troca, em que tivemos a possibilidade de crescer juntas. Realmente, pudemos perceber o quanto a mulher é dinâmica e possui potenciais inimagináveis. Obrigada ao Sicredi e ao Sebrae por esse grande projeto”, destacou.

Sobre a Sicredi Centro-Sul MS/BA

A Sicredi Centro-Sul MS/BA é uma instituição financeira comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 200 mil associados, que exercem o papel de donos do negócio. A cooperativa possui uma área de atuação de 44 municípios em Mato Grosso do Sul, onde conta com 53 agências, e 54 municípios da Bahia, com oito agências, oferecendo um portfólio completo de soluções financeiras e não financeiras.

O atendimento a todo associado é feito presencialmente, via WhatsApp (51) 3358-4770 ou pelo telefone 0800 724 4770.

Site da Cooperativa: Clique aqui

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Nikolas Ferreira se torna o deputado federal mais votado da história do Brasil

Nikolas Ferreira se torna o deputado federal mais votado da história do Brasil

Por volta das 22h desta noite, com 99% das urnas apuradas, Nikolas somava 3.117.370 votos, o maior número já recebido por um candidato ao Congresso Nacional.

Com as votações deste ano, Nikolas supera Eduardo Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro, que era até então o deputado federal mais votado com a marca de mais de 1,8 milhão de votos (1.843.735) nas eleições de 2018, quando foi eleito por São Paulo.

No quarto lugar do pódio de mais votados da Câmara está Enéas Carneiro (1938-2007), que era conhecido pelo bordão “meu nome é Enéas”, e que entrou para a história nas eleições de 2002 com mais de 1,5 milhão de votos.

Fonte: Terra

 

Prazo para adesão ao Simples Nacional é prorrogado até 15 de outubro

Prazo para adesão ao Simples Nacional é prorrogado até 15 de outubro

As microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) ganharam mais 15 dias para aderir ao Simples Nacional, de acordo com o novo calendário proposto pela Reforma Tributária. O prazo para solicitar a adesão à Receita Federal, que se encerraria no dia 30 de setembro, foi prorrogado até 15 de outubro. A mudança foi publicada pelo Comitê Gestor do Simples Nacional no Diário Oficial da União (DOU).

Com a alteração no prazo para adesão, outras datas também foram atualizadas. A regularização de pendências que possam causar indeferimento das solicitações pode ser feita até 30 de outubro, assim como a opção por recolher o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) pelo regime regular (Simples híbrido). Já o cancelamento da opção pelo Simples Nacional ou pelo regime híbrido será possível entre os dias 3 de novembro e 20 de dezembro deste ano. A vigência do recolhimento dos tributos segue com a mesma data: 1º de janeiro de 2027.

A mudança traz mais tempo para análise, planejamento e regularização da empresa, mas isso não significa que a decisão deve ficar para depois. “A escolha pode ter reflexos na forma de apuração dos tributos, no aproveitamento de créditos e na rotina financeira e fiscal da empresa. Por isso, a recomendação é que o empreendedor avalie as características do próprio negócio antes de tomar qualquer decisão, e o Sebrae está aqui para auxiliar nesse processo”, afirma a diretora-técnica do Sebrae/MS, Sandra Amarilha.

Para ajudar os empreendedores nesse processo, o Sebrae/MS conta com atendimento para esclarecer dúvidas sobre a Reforma Tributária e orientar os empresários de acordo com a realidade de cada negócio. Basta procurar uma unidade da instituição, um ponto parceiro, como as Salas do Empreendedor, ou o atendimento remoto, via Central de Relacionamento: 0800 570 0800.

Além do atendimento, também é possível acessar consultoria gratuita sobre Reforma Tributária para microempresas e empresas de pequeno porte, além de uma página on-line com conteúdos práticos para ajudar os donos de pequenos negócios a entender as mudanças e se preparar. Acesse: mkt.sebrae.ms/central-reforma-tributaria.