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Bela Vista-MS Terça-Feira, 15 de Setembro de 2026
Justiça de Goiás arquiva processo contra padre Robson por lavagem de dinheiro

Justiça de Goiás arquiva processo contra padre Robson por lavagem de dinheiro

O Tribunal de Justiça de Goiás arquivou a investigação contra o padre Robson de Oliveira, acusado de lavagem de dinheiro. A decisão foi tomada de forma unânime na última terça-feira, 6. Investigações do Ministério Público do estado indicavam que o pároco movimentos R$ 2 bilhões em 10 anos. O Vaticano sabia das acusações contra o Padre Robson.

Ao Correio Braziliense, a defesa do padre confirmou o arquivamento da ação do MP-GO. “Com isso, fica reconhecido que não houve a qualquer ilicitude praticada pelo religioso, que sempre se dispôs a esclarecer toda e qualquer dúvida sobre a sua atuação na Afipe (Associação Filhos do Pai Eterno) ou em qualquer outro âmbito de evangelização”, declarou Pedro Paulo de Medeiros.

Outro advogado do padre Robson, Cléber Lopes, afirmou que a decisão confirma que a associação presidida pelo pároco é de natureza privada e que não houve desvio de dinheiro.

A justificativa do desembargador Nicomendes Domingos Borges é de que as provas do Ministério Públicos eram insuficientes para afirmar que houve desvio de dinheiro.

A Operação Vendilhões, do Ministério Público de Goiás, apontou que a Associação presidida pelo padre recebia doações que chegavam a R$ 20 milhões por mês. Segundo a investigação, parte do dinheiro estava sendo usado para comprar fazendas e uma casa na praia.

 

Produtor de Goiás obtém recorde nacional de produtividade de trigo com cultivar da Embrapa

A cultivar de trigo irrigado BRS 264, desenvolvida pela Embrapa para o Cerrado do Brasil Central e atualmente a mais cultivada na região, alcançou uma marca histórica nesta safra. O produtor Paulo Bonato, de Cristalina (GO), colheu 8.544 kg/ha ou 142,4 sc/ha da variedade em uma área de 50,8 hectares sob pivô central de irrigação, estabelecendo o novo recorde brasileiro de produtividade na cultura. O produtor já havia sido recordista nacional com outra cultivar da Empresa, a BRS 254, quando alcançou produtividade média de 139,8 sc/ha sob o mesmo pivô em 2017. Os números representam o triplo da média nacional projetada para este ano, em torno de 48,3 sc/ha.

O trigal recordista ocupa metade de uma área de 101,6 hectares irrigados da propriedade de Bonato, sendo que a outra metade também foi plantada com a cultivar da Embrapa, porém utilizando-se outras tecnologias de manejo. Ainda assim, os 50,8 hectares restantes obtiveram elevada produtividade: 133,3 sc/ha. Com isso, a produtividade geral do pivô foi de 137,8 sc/ha.

Bonato planta a BRS 264 e, principalmente, a BRS 254, desde que as cultivares foram lançadas, há 15 anos. “Geralmente, planto uma em cada metade do pivô ou, quando a programação de plantio é em dois pivôs, planto um pivô inteiro com uma variedade”, explica. Neste ano, o trigo sucedeu uma lavoura de soja, e a semeadura da área foi realizada entre 7 e 12 de maio e a colheita entre 8 e 12 de setembro. O produtor utilizou cerca de 75 a 80 plantas por metro linear.

Como o ciclo médio total da lavoura ficou em torno de 114 dias (da emergência das plantas até a colheita), foi obtida uma produtividade diária média de 74,9 kg/ha/dia na porção mais produtiva da lavoura, número significativo em termos mundiais. Isso porque o novo recorde mundial de produtividade em trigo, estabelecido este ano – 17.398 kg/ha ou 289,96 sc/ha em uma propriedade em Ashburton, na Nova Zelândia, com semeadura em abril de 2019 e colheita em 17 de fevereiro de 2020 – representaria produtividade média diária de quase 58 kg/ha/dia, se for considerado um ciclo de 300 dias. “Isso mostra que nosso sistema aqui no Cerrado é mais eficiente”, diz o pesquisador da Embrapa Cerrados (DF), Júlio Albrecht.

Capricho na lavoura

Responsável técnico da Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF), Claudio Malinski diz que Bonato sempre colheu bem o trigo na região. “É um produtor padrão”, diz o engenheiro agrônomo. “Ele faz agricultura de precisão, o solo é corrigido e uniforme quanto à textura; toma todos os cuidados com a adubação e calibra bem o pivô quanto à água. Além disso, é cuidadoso quanto ao aspecto fitossanitário, preferindo ter o custo de produção um pouco maior e garantir mais segurança na colheita em vez de economizar com defensivos”, comenta.

Júlio Albrecht acrescenta que o produtor sempre seguiu as recomendações da Embrapa e, ano a ano, faz ajustes finos para aprimorar o sistema de produção. “Este é o trunfo do Paulo: utilizar as informações da pesquisa e dos técnicos para conseguir elevadas produtividades. Ele não faz ‘receita de bolo’, está sempre ajustando o sistema”.
Na safra deste ano, seguindo a lógica de ajustes contínuos no sistema, o produtor realizou diferentes ações de adubação nitrogenada em cada metade da área com pivô, buscando verificar as melhores respostas em produtividade. Aberto à inovação, Bonato diz que está sempre testando novos produtos e tecnologias.

Na condução da lavoura, além de manter um rigoroso controle fitossanitário com várias aplicações de defensivos, ele realiza adubação foliar, utiliza inoculantes, faz aplicações de sílica para maior proteção das plântulas (que ficam com paredes celulares mais enrijecidas), além de buscar melhorias na adubação com cálcio e boro, dois nutrientes importantes para o desenvolvimento das plantas.

Vários detalhes são observados pelo produtor pra garantir o sucesso da lavoura. “É importante ter uma boa distribuição de sementes, uniformidade de plantio, boa emissão de cachos e dividir as aplicações (de adubo). O solo (na área do pivô) está quimicamente equilibrado, com índice de fósforo muito bom. Tenho feito análise de solo com grid de 1 hectare e, a cada dois anos, faço redimensionamento dos pivôs. São ajustes finos”, comenta.

Bonato acredita que o resultado obtido neste ano se deve a diversos fatores. “Ter um manejo adequado e fazer uso das tecnologias disponíveis é importante demais para o produtor. Tudo isso agrega à produtividade. Estou feliz com a produtividade que obtive, mas sempre quero melhorá-la”, afirma, destacando ainda a qualidade dos grãos colhidos, já que em cerca de 70% da colheita o peso do hectolitro (PH)* foi de 84 kg/hl, o que reflete em grãos mais pesados.

Todo o esforço e investimento do produtor na lavoura implicam, consequentemente, maior custo de produção. “Ele é um pouco mais alto que o dos meus colegas. Mas sou apaixonado pela cultura e isso vem de gerações, do meu avô, do meu pai, que também plantavam trigo. Fico extremamente feliz quando vejo uma lavoura bem conduzida”, justifica.

O produtor faz questão de enfatizar a contribuição das parcerias com os pesquisadores e com os técnicos da cooperativa para o sucesso obtido nesta safra: “O respaldo da Embrapa é extremamente importante, existe uma abertura dos pesquisadores para que possamos conversar. E a Coopa-DF, com o departamento técnico, está sempre apoiando e orientando, como, por exemplo, alertando sobre o aparecimento de doenças aos produtores”.

Influência do clima e do mercado

Segundo Claudio Malinski, o clima também pode ter contribuído para a elevada produtividade obtida por Bonato, já que o inverno deste ano foi um pouco mais frio que o de 2019, com temperaturas mais baixas em julho e com alguns dias mais frios em agosto. Júlio Albrecht concorda: “As temperaturas noturnas e diurnas foram favoráveis ao desenvolvimento das plantas. Vimos muitos produtores alcançarem produtividades em torno de 130 sc/ha”, afirma.

Outro fator que estimulou boa parte dos triticultores do Brasil Central a buscarem melhor desempenho foi o aumento do preço do trigo importado em função da desvalorização do real frente ao dólar – a tonelada tem sido negociada acima de R$ 1.200, enquanto em 2019 o valor ficou em torno de R$ 850.

“Os produtores passaram a investir mais na cultura, utilizando tecnologias para melhorar a produtividade, como a intensificação do uso de insumos, entre os quais a adubação de base e o nitrogênio em cobertura, melhor controle fitossanitário e melhor ajuste da lâmina d’água na irrigação, conforme as orientações técnicas”, apontam Albrecht e Jorge Chagas, pesquisador da Embrapa Trigo (Passo Fundo, RS).

Velha conhecida dos produtores

A cultivar BRS 264 não é novidade para os triticultores do Cerrado. Lançada em 2005, ela rapidamente conquistou o mercado devido ao ciclo precoce (média de 110 dias no Brasil Central), à elevada produtividade (120 sc/ha em média), à resistência ao acamamento e à debulha e, sobretudo, à boa aceitação pelos moinhos, o que confere liquidez aos produtores.

Quanto à qualidade industrial, a BRS 264 é uma variedade de grão duro, classificada como trigo pão, com força de glúten média de 255 x 10-4 J, estabilidade acima de 20 minutos e PH médio de 80 kg/hl. A flexibilidade na produção de farinha para panificação e do rendimento de farinha, que chega a 66,5% em média, um dos melhores do mercado, explica a atratividade para os moinhos. Segundo os pesquisadores, a farinha da cultivar possibilita a fabricação de pão sem necessidade de adição de outras farinhas.

Todos esses atributos agronômicos e industriais explicam por que a variedade é cultivada em cerca de 70% da área com trigo irrigado dos cooperados da Coopa-DF, estimada em 3,5 mil hectares e distribuída pela região do Programa de Assentamento Dirigido do Distrito Federal (PAD-DF) e por municípios do Entorno do Distrito Federal.

Para Paulo Bonato, a cultivar BRS 264 é interessante devido à precocidade do ciclo, cerca de 10 dias mais curto que o da BRS 254, por exemplo. “Acabo gastando um pouco menos de água e de energia em função dessa precocidade. E quando planto as duas variedades, consigo escalonar a colheita”, observa o produtor, que comercializa toda a produção para a Coopa-DF.

O moinho da cooperativa recebe anualmente cerca de 300 mil sacas de trigo, oriundas tanto de plantações irrigadas como em sistema de sequeiro (outros 5 mil hectares) da região. “Ao produzir uma farinha de ótima qualidade, segregando as variedades, o moinho consegue valorizar o trigo de alta qualidade produzido aqui na região”, elogia Bonato.

“A grande vantagem de se usar a mesma cultivar por tanto tempo é que o produtor aprende a manejá-la”, aponta Albrecht. “Nesse tempo, ele vai ajustando o manejo conforme as características da propriedade. Além disso, é gerado conhecimento entre técnicos das cooperativas e consultores, junto com as orientações da Embrapa, e assim os produtores vão obtendo maiores produtividades”, acrescenta Chagas.

Estima-se que a BRS 264 seja atualmente cultivada em cerca de 80% das áreas de trigo irrigado no Cerrado do Distrito Federal, de Goiás, do Mato Grosso e da Bahia. Os pesquisadores lembram que a cultivar é resultado do programa de melhoramento genético conduzido pela Embrapa Cerrados na região desde a década de 1970. Além do desenvolvimento de variedades mais produtivas e adaptadas às condições do Bioma Cerrado, a pesquisas geram recomendações de manejo aos produtores, que são disponibilizadas por meio de publicações e dias de campo.

Resultados surpreendem em Minas Gerais

A colheita do trigo está praticamente concluída nos quase 87 mil hectares cultivados em Minas Gerais. A estimativa da Secretaria de Agricultura (SEAPA/MG) é atingir uma produção de 254 mil toneladas de trigo.

De acordo com o produtor Eduardo Abrahim, que integra a Associação dos Triticultores do Estado de Minas Gerais (ATRIEMG), os produtores estão colhendo uma das melhores safras de trigo dos últimos anos: “Em grande parte do estado houve um volume significativo de chuvas no final do mês de maio, associado a temperaturas mais amenas à noite, o que favoreceu o trigo”.

No trigo de sequeiro, a ATRIEMG estima que o incremento de produtividade seja entre 30 e 40%, com média próxima a 2.500 kg/ha (41 sc/ha). Na região do Triangulo Mineiro, algumas lavouras registraram produtividades de 4.500 kg/ha (75 sc/ha). Na região central do estado, uma lavoura em Iguatama, registrou 3.720 kg/ha (62 sc/ha). “Consegui produzir sementes de excelente qualidade com o trigo de sequeiro BRS 404, numa média de produtividade de 2 mil kg/ha, num ano sem grandes custos de produção já que não tivemos doenças na lavoura”, conta o produtor, lembrando que a brusone, doença que causou grandes prejuízos no ano passado, não afetou as lavouras nesta safra.

A grande surpresa, segundo Abrahim, foi no trigo irrigado, onde muitas lavouras superaram 6 mil kg/ha (100 sc/ha).  “Lavouras com 110 sacos por hectare em vários pivôs, boa qualidade e PH 86 estão fazendo a alegria dos produtores num ano com preços do trigo em alta”, afirma, destacando que os resultados positivos deverão motivar um novo aumento de área com trigo para a próxima safra.

Para saber como fazer o melhor manejo da genética Embrapa para altas produtividades leia a publicação “Informações fitotécnicas das cultivares de trigo BRS 254, BRS 264 e BRS 394 para o sistema irrigado do Cerrado do Brasil Central”, disponível para download no portal da Embrapa.
*É a massa de 100 litros de trigo, expressa em kg/hl. É influenciado por uniformidade, forma, densidade e tamanho do grão e pelo teor de matérias estranhas e grãos quebrados da amostra. Serve como indicativo da sanidade do grão.

Link para a matéria original e atualizações: https://bit.ly/36r4jhH

Renata Banhara e Celso Russomano, o encontro do Sentinela do Bem com a Patrulha do Consumidor

Renata Banhara e Celso Russomano, o encontro do Sentinela do Bem com a Patrulha do Consumidor

No horário do almoço desta sexta-feira (02), um encontro agradável aconteceu no Largo 13 de Maio, na Zona Sul da capital paulistana, em frente à Igreja Matriz de Santo Amaro.

Renata Banhara (45 anos), candidata a vereadora pela cidade de São Paulo – 10180, encontrou pelas ruas do bairro, com Celso Russomano, candidato a Prefeito também pela cidade de São Paulo.

Tomando todas as medidas protetivas necessárias, e nem mesmo o imenso calor de 35ºC que registrava nos termômetros, impediu que a dupla fossem de encontro com a população para ouvir e conhecer de perto as principais necessidades que estejam passando por aquela região.

Gente da gente, extremamente simples, Banhara andou pelo calçadão, conversou com a população, adentrou em alguns comércios os quais foi convidada pelos próprios funcionários, e até posou ao lado de alguns ambulantes e registrou selfie com a população.

Renata que vem engajadamente atuando por mais de três anos como uma ativista em proteção e defesa das mulheres, como voluntária no projeto “Sentinela do Bem”, que dá apoio às mulheres afetadas pela agressão, seja física, moral ou até sexualmente, com o acolhimento humanizado nas Delegacias e Delegacias da Mulher, além também de ajudar com o CAE, que atualmente atende aproximadamente 80 pessoas que sofreram violência, mas que possui capacidade para atender até 110 mulheres com filhos, dando todo o suporte necessário, que vai desde a moradia por tempo indeterminado, seis refeições, materiais de higiene, atenção total 24 horas, além da equipe de segurança no local.

“A política é o único veículo capaz de efetivar soluções para a sociedade, quando eu falo em nome da mulher, eu falo em nome da família, das mães…  toda mulher sabe os pilares básicos para uma sociedade saudável, igualitária. Necessitamos deixar de ser invisíveis ou sermos vistas somente pelas estatísticas de violência que são muitas e cada dia mais, isso precisa acabar! Precisamos salvar vidas, é um absurdo estarmos em pleno século XXI sendo uma população de 52% de mulheres no país, grande parte são arrimo de família”, declarou Banhara.

Crédito das Fotos: Divulgação

Feirão de Imóveis dos Correios – licitações agendadas no DF, GO, MS, PR e SC

Os Correios disponibilizaram mais de 21 editais de venda de imóveis em diversas regiões do Brasil. As licitações estão agendadas até o dia 14 de outubro. Estão à venda imóveis no Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina.

Para participar das licitações, os interessados devem apresentar as propostas em envelopes fechados, os quais serão abertos na data marcada. O acesso aos editais e demais informações sobre cada certame estão disponíveis na página dos Correios.

Vídeos com imagens panorâmicas de alguns dos móveis também estão disponíveis no canal da empresa no youtube.

Mato Grosso do Sul – o prédio situado no centro da cidade de Ribas de Rio Pardo está desocupado e pronto para entrega.

A edificação comercial possui dois pavimentos, com área construída de 165,85 m². Está localizado em região de uso predominantemente comercial/residencial. Conta com infraestrutura de abastecimento de água, energia elétrica, telefonia e iluminação pública. A região dispõe de serviços públicos como ruas pavimentadas, transporte coletivo intermunicipal, comércio, bancos, escolas e serviço de saúde básico.

A abertura das propostas ocorrerá no dia 14/10/2020 e a licitação eletrônica ocorrerá às 10h (horário de Brasília).

Para agendar visitações, entrar em contato pelo telefone (67) 99115-5752, falar com José Marcos.

Gestão imobiliária – O Feirão de Imóveis dos Correios oferta a venda de apartamentos, prédios, terrenos, entre outros, nos Estados do AC, AL, CE, DF, ES, GO, MT, MS, MG, PA, PR, PE, RJ, RN, RS, RO, SC e SP.

Os interessados poderão conhecer os imóveis por fotos e vídeos, além de agendar visitas presenciais. Para cada imóvel será divulgado o respectivo edital de licitação, contendo o preço mínimo de venda e outros detalhes.

Selo registra 100 anos da criação do Serviço de Intendência do Exército Brasileiro

Na manhã deste 1º de outubro, o presidente dos Correios, Floriano Peixoto Vieira Neto, participou das celebrações dos 100 anos de criação do Serviço da Intendência do Exército Brasileiro, no quartel general em Brasília (DF). Um dos atos programados para a solenidade foi o lançamento do selo e carimbo personalizados alusivos à data.

O presidente dos Correios conduziu a cerimônia de obliteração, que teve como primeiro convidado o vice-presidente da República, Hamilton Mourão. Também participaram do ato, o chefe da Casa Civil, general Walter Souza Braga Netto; o comandante do Exército, general Edson Leal Pujol; e o secretário de Economia e Finanças do Exército, general Lourival Carvalho Silva.

O Serviço de Intendência é a área do Exército voltada para atividades de suporte, como administração e, principalmente, logística. É responsável pela distribuição, por exemplo, de uniformes, equipamentos, munição e alimentos – razão pela qual a Intendência é chamada de “Rainha da Logística”.  O serviço também assessora a administração financeira e a contabilidade.

Sobre o selo

Estampado em cores, destaca-se no selo personalizado, o símbolo do Exército Brasileiro (EB). Em vermelho, o distintivo da Secretaria de Economia e Finanças. Em amarelo ouro, a folha de acanto, símbolo da pureza de caráter, perfeição moral e trabalho honesto. Em preto, o soldado do acanto e as missões cumpridas pelo Serviço de Intendência, quer no transporte de cargas aéreas, terrestres e fluviais. Apresenta-se também a inscrição “Intendência 100 Anos”.

A Santa Missa não pode ser trocada por orações pessoais: sem ela, não há fé católica

O próprio Jesus foi enfático sobre a necessidade de comungarmos do Seu Corpo e Sangue para termos a Vida em nós

Durante este período profundamente excepcional de restrições à participação na Santa Missa por causa da pandemia, não faltaram católicos opinando que os sacramentos não são necessários para a nossa vida e salvação eterna, já que eles poderiam ser “substituídos” pelas orações pessoais, pela leitura da Bíblia, pelo acompanhamento de celebrações litúrgicas via televisão ou internet etc.

As palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo, no entanto, são enfáticas:

“Em verdade, em verdade vos digo: Se não comerdes a carne do Filho do Homem, e não beberdes o Seu sangue, não tereis a vida em vós. Quem come a Minha carne e bebe o Meu sangue tem a vida eterna e Eu o ressuscitarei no último dia. Porque a Minha carne é, em verdade, uma comida, e o Meu sangue, em verdade, uma bebida. Quem come a Minha carne e bebe o Meu sangue fica em Mim e Eu nele” (Jo 6, 53-56).

Ao comentar estas palavras contundentes, Santo Irineu observou que nós próprios somos feitos de carne e osso: se a nossa carne não é salva, então quer dizer que o Senhor não nos redimiu com o Seu sangue e que o cálice da Eucaristia não é comunhão com o Seu sangue, nem o pão da Eucaristia é comunhão com o Seu corpo. A Eucaristia nutre e dá substância também à nossa carne e não somente ao nosso espírito, pois somos uma unidade indissociável de corpo e alma, inteiramente remidos por Cristo.

A participação na Sua vida de graça abrange, portanto, a nossa totalidade. Nossos corpos, nutridos pela Eucaristia, serão ressuscitados porque o Verbo lhes dá a ressurreição. Ele torna imortal o nosso corpo mortal e incorruptível a nossa carne corruptível. Prescindir da corporeidade da nossa fé é truncar a nossa fé e, portanto, deturpá-la. A plena fé católica exige a Comunhão Eucarística, que não é virtual nem meramente simbólica, mas real, tangível. Jesus Cristo está realmente Vivo e Presente, em Corpo e Sangue, Alma e Divindade, nas formas visíveis e tangíveis da Eucaristia.

O cristianismo sem a Eucaristia se reduz a apenas mais uma entre tantas religiões espiritualistas. A verdadeira fé católica, porém, simplesmente não é possível sem a Santa Missa, porque, sem a Eucaristia, estaria privada do próprio Cristo, que é sua razão de ser.