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Bela Vista-MS Terça-Feira, 15 de Setembro de 2026
Mãe mata homem que tentou estuprar a filha de dez anos

Mãe mata homem que tentou estuprar a filha de dez anos

Para defender a filha, uma mulher acabou matando um homem que tentou estuprar a criança, de dez anos. O caso ocorreu no município de Parauapebas, no sudeste paraense, na madrugada deste domingo (9). Oficial de dia do 23º Batalhão de Polícia Militar, sediado naquele município, o capitão Costa contou que, armado com uma faca, Aylan Lima invadiu uma residência localizada no bairro Vila Nova e tentou estuprar uma criança de dez anos.

Ele agrediu a menina, que levou um soco na boca. Além da criança, também estavam na casa a mãe dela, Valdelice Lima de Alencar, de 43 anos, e outra filha dela, de 25. Para defender a filha, a mãe lutou com o agressor e teva ajuda da filha adulta. Durante a luta corporal, Valdelice foi esfaqueada. Mesmo assim, conseguiu tomar a faca do agressor e feri-lo também.

Aylan morreu no local. Valdelice foi socorrida e levada para o Hospital Geral de Parauapebas. O capitão Costa disse que, tão logo receba alta, a mãe será encaminhada à delegacia. Mas, após as formalidades legais, deixará a unidade da policial, pois agiu em legítima defesa. O oficial da Polícia Militar acrescentou que estão sendo levadas mais informações sobre o agressor, para saber, por exemplo, se ele já havia sido preso anteriormente.

Tereza Cristina é ‘plano de Bolsonaro’ para presidência da Câmara, diz jornal

Tereza Cristina é ‘plano de Bolsonaro’ para presidência da Câmara, diz jornal

Primeiro oção do presidente para derrotar o grupo de Rodrigo Maia (DEM) é o deputado Arthur Lira (PP-AL), porém o nome encontra resistência entre os apoiado

A ministra da Agricultura e Abastecimento e deputada federal por Mato Grosso do Sul, Tereza Cristina (DEM), é o ‘plano b’ do presidente Jair Bolsonaro para disputar a presidência da Câmara dos Deputados. A primeira opção ainda é apoiar a campanha do deputado Arthur Lira (PP-AL), porém o nome dele encontra resistência entre os apoiadores do presidente.

A informação foi publicada pela Folha de São Paulo, neste domingo (6). Segundo o jornal, Bolsonaro quer encontrar uma alternativa para derrotar o grupo do atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), sem a necessidade de fazer concessões no primeiro escalão dos seus Ministérios.

Ainda de acordo com a reportagem, em conversa na semana passada com assessores diretos, Bolsonaro avaliou nomes, inclusive da equipe ministerial, que poderiam agregar mais apoios na disputa pela presidência da Câmara, entre eles estão os nomes da Tereza Cristina e o ministro das Comunicações,  Fábio Faria (PSD-RN).

A nova mesa diretora da Câmara será eleita no dia 1º de fevereiro de 2021. A ministra Tereza Cristina ainda não se manifestou a respeito de possível disputa da presidência da Câmara.

 

STF barra tentativa de atropelo à Constituição para reeleição de Maia e Alcolumbre no Congresso

STF barra tentativa de atropelo à Constituição para reeleição de Maia e Alcolumbre no Congresso

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Por 6 votos a 5, o STF (Supremo Tribunal Federal) barrou na noite deste domingo (6) a possibilidade de reeleição do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).

Para a maioria dos ministros, a recondução é inconstitucional. O voto do presidente do STF, Luiz Fux, não foi divulgado. Mas ele divergiu do voto do relator Gilmar Mendes, que autorizava a reeleição.

No final da noite deste domingo foram publicados os votos dos ministros Luís Roberto Barroso e Edson Fachin, que se posicionaram contra a reeleição no Congresso e sacramentaram o resultado.

A Constituição proíbe os chefes das Casas de tentarem a recondução no posto dentro da mesma legislatura. A legislatura atual começou em fevereiro de 2019 e vai até fevereiro de 2023.

Apesar da proibição, a postura de Maia e Alcolumbre nos enfrentamentos do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) com o Supremo, mudanças constitucionais recentes e articulações políticas nos bastidores, porém, vinham alimentado a esperança de ambos de continuarem à frente do Congresso, com o aval dos ministros do Supremo.

Relator do caso, Gilmar Mendes defendeu que o Congresso possa alterar a regra internamente por uma mudança regimental, questão de ordem ou “qualquer outro meio de fixação de entendimento próprio à atividade parlamentar”, e não necessariamente pela aprovação de uma PEC (proposta de emenda à Constituição).

Maia está no seu terceiro mandato consecutivo à frente da Câmara. Ele assumiu a cadeira pela primeira vez em setembro de 2016, em um mandado tampão, após a renúncia do mandato do ex-presidente da Casa Eduardo Cunha (MDB-RJ), e não largou mais.

Depois disso, na mesma legislatura, conseguiu parecer técnico favorável a que participasse de nova disputa, em 2017. No início de 2019, em uma nova legislatura, o que é permitido pela Constituição, disputou novamente e venceu.

No julgamento do Supremo, que ocorreu no plenário virtual, onde o voto é dado por escrito, Kassio foi o único a sustentar que a regra não deveria valer para quem já foi reeleito, o que impediria Maia de buscar mais um mandato no comando da Câmara.

A tese de Kassio, primeiro indicado de Bolsonaro a uma vaga no STF, favorece as articulações do governo, que tenta derrotar Maia e reeleger Alcolumbre à frente do Senado.

A decisão do STF é considerada peça fundamental no xadrez da disputa pela sucessão no Congresso. Estava em julgamento uma ação apresentada pelo PTB, que pede para o Supremo “afastar qualquer interpretação inconstitucional” que permita a reeleição.

O partido é aliado de Bolsonaro e tentava ajudar o Palácio do Planalto a vetar qualquer chance de Maia de se manter no comando da Câmara. A ação, porém, poderia ter o efeito contrário e dar tração às articulações do presidente da Casa para continuar na função.

O QUE A CONSTITUIÇÃO DIZ SOBRE O CASO

– Veto à recondução

O artigo 57, no parágrafo 4º da Carta Magna, afirma: “Cada uma das Casas reunir-se-á em sessões preparatórias, a partir de 1º de fevereiro, no primeiro ano da legislatura, para a posse de seus membros e eleição das respectivas Mesas, para mandato de 2 (dois) anos, vedada a recondução para o mesmo cargo na eleição imediatamente subsequente”.

A atual legislatura começou em fevereiro de 2019 e se estenderá até fevereiro de 2023

– Visão do Planalto

A decisão do Supremo em relação à possibilidade de reeleição aos comandos da Câmara dos Deputados e do Senado também foi acompanhado de perto pelo Planalto.

O governo simpatiza com a manutenção de Alcolumbre à frente do Senado, mas trabalha para eleger Arthur Lira (PP-AL), réu no Supremo sob acusação de corrupção passiva, e derrotar Maia ou o candidato apoiado por ele para presidir a Câmara dos Deputados

– Posição da PGR e da AGU

Em parecer de setembro enviado ao Supremo, a Procuradoria-Geral da República, comandada por Augusto Aras, alinhado a Bolsonaro, defendeu que a reeleição dos presidentes da Câmara e do Senado é um assunto a ser tratado pelo próprio Legislativo.

A Advocacia-Geral da União, ligada ao governo Bolsonaro, tem o mesmo posicionamento, expresso em documento também de setembro deste ano.

A leitura política é a de que, com isso, o governo federal acenou positivamente à recondução de Alcolumbre ao comando do Senado.

Fonte: Yahoo

Radialista que tocou ‘É o Amor’ pela 1ª vez cita o papel do patriarca na carreira de Zezé e Luciano: ‘Fundamental’

Radialista que tocou ‘É o Amor’ pela 1ª vez cita o papel do patriarca na carreira de Zezé e Luciano: ‘Fundamental’

Radialista que tocou ‘É o Amor’ pela 1ª vez cita o papel do patriarca na carreira de Zezé e Luciano: ‘Fundamental’

Francisco do Anhanguera Kozlowski, ou simplesmente Chicão, de 60 anos, se orgulha de ser o primeiro radialista do Brasil a tocar a música “É o Amor”, que fez a carreira de Zezé Di Camargo e Luciano decolar, há quase três décadas. A fita contendo a canção foi entregue a ele pelo pai da dupla, Francisco Camargo, conhecido como Seu Francisco, que morreu na segunda-feira (23), após ficar 14 dias internado em um hospital de Goiânia.

A morte abalou Chicão. Ele esteve no velório e enterro de Francisco, realizado na terça-feira (24), em um cemitério da capital, e chorou, algo que ele achou que “não ia mais fazer na vida”. Também relata que ganhou um abraço apertado de Zezé.

O radialista teceu diversos elogios ao patriarca da família Camargo. Disse que Zezé e Luciano têm todos os méritos pelo que conquistaram, mas acredita que a carreira não existiria se não fosse o empenho de Seu Francisco.

“Ele que batalhou, correu atrás, foi atrás. Não tiro o mérito do Zezé e do Luciano, mas Seu Francisco foi a peça fundamental”, afirma.

O profissional da comunicação afirma que atualmente tinha mais contato com Emanuel Camargo, outro filho de Francisco. Ele contou que planejava reencontrar o amigo, mas que não houve tempo hábil.

“Eu queria visitá-lo. Eu falava: ‘Emanuel, preciso ver seu pai’. Mas eu estava com gripado, com a imunidade baixa. Fui adiando, adiando e acabei não o vendo”, lamenta.

Pedido de ajuda

Chicão conta que conheceu Zezé em 1991, durante um show dele em Bela Vista de Goiás, na Região Metropolitana de Goiânia. Na ocasião, recebeu do artista, que estava com a carreira estagnada e ainda cantando sozinho, um pedido de ajuda.

“Depois do show, encontrei com ele em um pit dog da cidade. Ele me disse que estava lançando a dupla com o irmão e me pediu para dar uma força na rádio. Eu pedi para ele me mandar uma fita com a música. Foi quando entrou o Seu Francisco [na história]”, se recorda.

Alguns meses depois, Seu Francisco foi até a rádio para deixar a fita. A cena é retratada no filme “2 Filhos de Francisco”, lançado em 2005 e que conta a história do patriarca da família Camargo para tornar os filhos famosos na música.

Pedidos para tocar música

O filme mostra ainda que, após deixar a fita, Seu Francisco teve a ideia de comprar fichas de telefones públicos e dar a amigos da construção civil para que ligassem na rádio pedindo a exibição da canção. O que pouca gente sabe é que foi Chicão quem sugeriu a ele que desse o “empurrãozinho” para a música ser conhecida.

“Eu comecei a tocar, mas como o pessoal estava pedindo pouco, eu pedi ao Seu Francisco para dar um jeito: ‘Pede aos parentes, aos amigos para tocar’. Aí entrou a história da ficha telefônica”, relata.

Chicão tem mais de 40 anos de experiência em rádio, mas está afastado da atividade há 13 deles, após ter sofrido um AVC. Modesto, ele fala sobre o fato de ter papel importante na carreira da dupla.

“É bom saber que a gente fez parte da história”, afirma o radialista.

 

FONTE: G1

‘Jamais pensei que voltaria’, diz Cid Moreira em retorno ao rádio

‘Jamais pensei que voltaria’, diz Cid Moreira em retorno ao rádio

Cid Moreira, 93, anunciou que fará parte de uma rádio online, a Conhecer. “Comecei no rádio e jamais pensei que voltaria”, comentou o locutor em transmissão feita no Instagram nesta segunda-feira, 30.

Cid acumulará a função de diretor-geral da rádio Conhecer e de apresentador, à frente dos programas Crônicas e Poemas Imortais e Mensagens da Bíblia em Áudio. Além de Moreira, fazem parte da Rádio Conhecer Sérgio Azevedo e Cyro César.

Em um vídeo, explicou a ideia da rádio: “Vamos compartilhar com os ouvintes a tarefa de levar o que há de mais interessante e curioso no mundo do conhecimento.”

“Vamos falar sobre saúde, bem-estar, curiosidades, história, arte, música, literatura, ciência, tecnologia, empreendedorismo, reflexões sobre a vida e também sobre os maiores mistérios do mundo”, continuou.

Cid também destacou a intenção de ler alguns poemas no ar: “Fico até abobalhado. Isso para mim foi sensacional. Porque o poema é muito difícil, principalmente para o locutor.”

Clique aqui para acessar o site da Rádio Conhecer.

 

FONTE: ISTOÉ

Publicada lei que destina R$ 1,9 bilhão para vacina de Oxford contra covid-19

Publicada lei que destina R$ 1,9 bilhão para vacina de Oxford contra covid-19

Foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (4) a Lei 14.107, que viabiliza a destinação de R$ 1,9 bilhão para produção da vacina de Oxford contra a covid-19. A lei é originária da Medida Provisória (MP) 994/2020, editada em agosto e aprovada pelos senadores na quinta-feira (3) sem alterações.

O crédito extraordinário de R$ 1,9 bilhão para o Ministério da Saúde foi destinado especificamente para a vacina desenvolvida pelo laboratório AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford, na Inglaterra. Um acordo com a Fundação Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz) permite a transferência de tecnologia na formulação, envase e controle de qualidade da substância, e a meta inicial é garantir 100 milhões de doses para o Brasil.

À época da publicação da medida provisória, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, informou que essa era a vacina que estava em estágio mais avançado, mas afirmou que o ministério estava acompanhando pesquisas para o desenvolvimento de outros imunobiológicos e que futuramente poderia firmar outras parcerias para garantir a imunização dos brasileiros.

A vacina de Oxford está em fase de testes com voluntários no Brasil e em outros países. Caso a eficácia seja comprovada, o Brasil tem o objetivo de produzir 100 milhões de doses que deverão ser distribuídas por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) até o final do primeiro semestre de 2021.

Fonte: Agência Senado