jan 11, 2021 | Brasil
O Banco do Brasil anunciou hoje um grande programa de reestruturação para se adaptar às mudanças do mercado. Além do corte de cerca de 5 mil empregados, fechará agências e postos de atendimento ao público.
Segundo o fato relevante divulgado ao mercado nesta segunda-feira (11/01), as mudanças serão implementadas ainda neste primeiro semestre de 2021 com o objetivo de obter mais eficiência.
Pelo documento assinado por Carlos José da Costa André, vice-presidente de Gestão Financeira e Relações com Investidores do Banco do Brasil, serão desativadas 361 unidades, sendo 112 agências, sete escritórios e 242 postos de atendimento.
O programa de reestruturação prevê, ainda, a conversão de 243 agências em postos de atendimento e oito postos de atendimento serão transformados em agências.
Mais: 145 unidades de negócios serão convertidas em lojas BB, sem a oferta de guichês de caixa, com maior vocação para assessoria e relacionamento. Haverá, também, relocalização compartilhada de 85 unidades de negócios.
O fato relevante destaca que serão criadas 28 unidades de negócios, sendo 14 agências especializadas em agronegócio e 14 em escritórios leve digital, unidades especializadas no atendimento a clientes com maturidade digital. Serão aproveitados espaços existentes, não envolvendo contratação ou locação de novos imóveis.
jan 7, 2021 | Brasil

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou ontem (6), em pronunciamento em rede nacional de rádio e TV, que o Brasil tem asseguradas, para este ano, 354 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Do total, 254 milhões serão produzidas pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), em parceria com a AstraZeneca, e 100 milhões pelo Butantan, em parceria com a empresa Sinovac.
Pazuello anunciou também a edição de uma medida provisória que trata de ações excepcionais para aquisição de vacinas, insumos, bens e serviços de logística.
O ministro informou que o ministério está em processo de negociação com os laboratórios Gamaleya, da Rússia, Janssen, Pfizer e Moderna, dos Estados Unidos, e Barat Biotech, da Índia.
Segundo Pazuello, estão disponíveis atualmente cerca de 60 milhões de seringas e agulhas. “Ou seja, um número suficiente para iniciar a vacinação da população ainda neste mês de janeiro”, disse o ministro.
“Temos, também, a garantia da Organização Panamericana de Saúde [Opas] de que receberemos mais 8 milhões de seringas e agulhas em fevereiro, além de outras 30 milhões já requisitadas à Abimo [Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos e Odontológicos], a associação dos produtores de seringas”.
Pazuello destacou que o Brasil está preparado logisticamente para a operação de vacinação. “Hoje, o Ministério da Saúde está preparado e estruturado em termos financeiros, organizacionais e logísticos para executar o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19”, disse.
Sobre a vacina da Pfizer, o ministro destacou os esforços para resolver as “imposições que não encontram amparo na legislação brasileira”, como a isenção de responsabilização civil por efeitos colaterais da vacinação e a criação de um fundo caução para custear possíveis ações judiciais. O ministro disse ainda que em breve o Brasil será exportador de vacinas para a região.
Medida Provisória
Assinada pelo presidente Jair Bolsonaro, a medida provisória citada por Pazuello prevê que o Ministério da Saúde será o responsável por coordenar a execução do Plano Nacional de Operacionalização de Vacinação contra a Covid-19. A norma também prevê a contratação de vacinas e de insumos, antes do registro sanitário ou da autorização temporária de uso emergencial pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e o treinamento de profissionais para imunizar a população.
“Asseguro que todos os estados e municípios receberão a vacina de forma simultânea, igualitária e proporcional à sua população”, destacou ao reafirmar que a vacina será gratuita e não obrigatória.
jan 5, 2021 | Brasil
Nos últimos dias de 2020, o CNSP (Conselho Nacional de Seguros Privados), vinculado ao Ministério da Economia, aprovou o ‘prêmio zero’ para o DPVAT em 2021, ou seja: não haverá cobrança da taxa do seguro em 2021. Assim, proprietários de 1,4 milhão de veículos entre automóveis e motos em Mato Grosso do Sul deixarão de pagar R$ 11,1 milhões referentes à contratação do seguro.
O levantamento foi feito pelo Jornal Midiamax baseado nos números da frota disponibilizados pelo painel do Detran-MS (Departamento Estadual de Trânsito de MS) e nos valores praticados em 2020, que eram de R$ R$ 5,23 para veículos e R$ 12,30 para motos.
Apesar de não precisar pagar o seguro para Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre, ou simplesmente DPVAT, os motoristas estarão segurados e continuam tendo direito aos prêmios caso sofram acidentes no trânsito. Tanto motoristas quanto pedestres e passageiros podem solicitar a indenização do seguro.
O impasse envolvendo o DPVAT começou em 2019, quando o presidente, Jair Bolsonaro, decidiu extingui-lo. Porém, no início de 2020 o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu suspender a eficácia da medida, restabelecendo o pagamento do seguro.
Além disso, em 2020, o DPVAT passou por uma redução de 68% para carros, estabelecendo o valor em R$ 5,23, e de 86% para motos, chegando a R$ 12,30.
Vale ressaltar que essa não é uma extinção do seguro. Quem deve os valores referentes a 2020 ainda deve quitá-los e os beneficiários não terão redução ou corte de seus benefícios.
No ano passado, a Seguradora Líder, responsável pela administração do tributo, afirmou que menos de 25% das pessoas haviam solicitado o reembolso do pagamento referente a 2020. A disputa judicial com o STF gerou confusão entre os contribuintes, que desembolsaram um valor maior do que o necessário.
dez 31, 2020 | Brasil
Jose Angel Lima Guevara é lifestyle, uma referência nesse conceito de vida, de tanto amar, e que compartilha nas redes sociais os bons momentos vividos, e a partir de agora assume um quadro de turismo no Programa ‘Conectado com Você’.
O programa possui como apresentadores a dupla de cantores Miller Gomes e Bruno Oliveira, é gravado em um estúdio no centro da capital paulistana, e exibido todos os sábados das 9 às 10 da manhã, pela Band Sat, via satélite, e é um misto de entretenimento com variedades, que apesar de pouco tempo no ar, parece que caiu na graça dos telespectadores e vem atingindo bons índices de audiência.
Jose assistindo o programa em sua cidade, resolveu enviar uma mensagem a produção do programa, oferecendo um único vídeo que ele mesmo havia gravado pelas belas paisagens de Porto de Galinhas e para a sua surpresa, a equipe do programa gostou tanto do material, que acabaram lhe convidando para se tornar um repórter fixo do programa, onde ficaria a frente de um quadro de turismo em Pernambuco. Jose aceitou o convite de imediato, afinal, já ama divulgar fotos de lugares e passeios turísticos apenas nas redes sociais e viu nesse convite a expansão de seu trabalho.
Jose Guevara é neto do famoso Ernesto Guevara, que em 9 de outubro de 1967 foi assassinado, por isso não chegou conhecê-lo, mas, sua mãe, Osdilma Guevara Reyes, era pequena e guardou as histórias que não se apagam e que muito se orgulham.
Quem foi Ernesto Guevara?
Mais conhecido como “Che” Guevara, foi um revolucionário marxista, médico, autor, guerrilheiro, diplomata e teórico militar argentino. Uma figura importante da Revolução Cubana, seu rosto estilizado tornou-se um símbolo contracultural de rebeldia e insígnia global na cultura popular.
Jose Lima Guevara, é formado em medicina e vive no Brasil há 4 anos, mesmo com uma carreira de médico conceituado em Cuba, José se mudou para cá, e atualmente mora em Porto de Galinhas (PE) onde se tornou um renomado influencer digital da cidade.
“Jamais poderia imaginar que seria Influencer, eu amo viver, viajar e postar tudo, mas faço isso por hobby, de repente, se tornou algo mais consistente e hoje tornou-se também um prazeroso trabalho”, comenta o neto de Che Guevara.
Ainda há quem diga que José Angel é um menino de ouro por compartilhar tantas histórias repletas de aventuras, sabedoria e rica em conteúdo familiar. “Considero-me sortudo, tenho orgulho da minha trajetória, olho pra trás e vejo o homem exemplar que me tornei para minha família e fãs espalhados pelo país. Se você faz o que faz com amor, o resultado vem espontaneamente”, conclui José Lima Guevara.
Para acompanhar mais sobre a carreira de José, basta segui-lo no Instagram @joseangel_limaguevara
Crédito das Fotos: Acervo Pessoal / @pcbeccbnews – Divulgação
dez 17, 2020 | Brasil
No início da noite desta última quarta-feira (16), a atriz e empresária, Cinthia Santos, deu um susto e tanto em seus seguidores nas redes sociais.
A morena compartilhou imagens deitada em uma cama de hospital, sendo medicada, juntamente com um alerta sobre o Covid-19, e o post seguia de alguns recados. Entre eles, uma publicação com o pedido de envio de energias positivas, dizendo não ser apenas só uma gripezinha. E mesmo já negativo, teve uma crise de ansiedade e precisou cuidar dos brônquios.
Em um post mais detalhado, Cinthia disse:
Queridos amigos que me acompanham diariamente dividindo alegrias e tristezas, né!
Passando para tranquilizá-los, pois já saí da internação. Estou medicada e em casa.
Agora é me cuidar, pois foram 35 dias difíceis. Mas afirmo, o Pós #Covid-19 foi pior que o vírus em si pra mim, pois mexeu com o meu metabolismo me enfraquecendo e atacando meus pontos fracos, como os brônquios, pois há 5 anos atrás eu tive uma Broncopneumonia muito séria.
Irei me cuidar e ficarei ótima! Deus tem muitos propósitos para mim e muitos dependem de mim… Deus mais uma vez não permitiu a minha partida.
#Vigiem… Estamos lidando com algo desconhecido mundialmente!
A mensagem deixou todos preocupado, mas ao mesmo tempo deu um alívio, ao saber que agora tudo está caminhando para a melhora e recuperação da atriz, que até hoje ainda é lembrada por muitos pela ingênua personagem Índia Potira, no extinto humorístico A Escolinha do Gugu, exibida alguns anos atrás na Rede Record.
Outra lembrança muito grande por todos, apesar de não ter desfilado no último carnaval, a beldade foi destaque por mais de 15 anos no carnaval paulistano, pela escola de samba Águia de Ouro, onde com seu carisma e muito samba no pé, conquistou o cargo de Rainha Eterna da agremiação do bairro da Pompéia, a qual foi a grande campeã no último carnaval em São Paulo.
Crédito das Fotos: Reprodução Instagram / Renato Cipriano – Divulgação
dez 17, 2020 | Brasil

O Plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (15) o Projeto de Lei (PL) 4.372/2020, que regulamenta, já a partir de janeiro de 2021, como devem ser aplicados os recursos do novo Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), agora de caráter permanente. Com a aprovação, o texto volta à Câmara dos Deputados, pois foi alterado no Senado.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, já adiantou que votará a proposta ainda nesta semana, pois a regulamentação precisa ser aprovada este ano para que os recursos do Fundeb, que chegaram a R$ 160 bilhões em 2020, possam ser direcionados a estados e municípios já a partir de janeiro de 2021, devidamente reajustados.
Escolas públicas
O relator, senador Izalci Lucas (PSDB-DF), optou por resgatar o texto original apresentado pelo deputado Felipe Rigoni (PSB-ES), relator na Câmara. Isso porque no plenário da Câmara o texto passou por alterações, abrindo a possibilidade de que escolas privadas, como as vinculadas ao Sistema S, as confessionais, comunitárias e filantrópicas, também recebessem recursos do Fundeb. Mas esta possibilidade sofreu forte rejeição no Senado e, após negociações, optou-se por aprovar a versão final de Izalci Lucas, reservando o Fundeb para a educação pública.
— Aqui preservam-se os recursos para a escola pública. A Câmara distorceu um pouco, colocando recursos do Fundeb para pagamento de folha até de terceirizados de escolas públicas, assim como nas escolas confessionais e comunitárias. Estamos tirando isso, e também o Sistema S. O Sistema S pode fazer convênio com qualquer estado ou município, desde que não seja com recursos do Fundeb. Então vai continuar fazendo o que vem fazendo. Da mesma forma, as escolas comunitárias e confessionais — explicou Izalci.
Segundo dados da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE), apresentados pelo senador Paulo Paim (PT-RS), o texto, como saiu da Câmara, tiraria, já a partir de 2021, R$ 16 bilhões do ensino público. Tal possibilidade foi rejeitada pelos senadores. O texto de Izalci foi aprovado de forma unânime, em votação simbólica.
— Seria um golpe sem precedentes contra a escola pública e seus profissionais. O ensino privado, que já recebe R$ 6,7 bilhões de dinheiro público, teria mais R$ 16 bi do Fundeb, reajustado anualmente. Uma farra. É a escola pública que atende mais de 80% dos estudantes brasileiros. Com menor investimento no Fundeb, os mais pobres pagariam a conta outra vez — afirmou Paulo Paim.
O senador Sergio Petecão (PSD-AC) manifestou opinião semelhante.
— Se for aprovado o texto como veio da Câmara, vai ser o caos. Milhares de prefeitos não vão poder pagar a folha de pagamento dos professores. É isso o que eu ouvi desde a semana passada no Acre — disse.
A senadora Simone Tebet (MDB-MS) foi na mesma linha.
— Uma das poucas boas notícias que o Brasil comemorou em 2020 foi transformarmos o Fundeb em um fundo permanente, passando de 10% para 23% o percentual de participação da União. Isso representa R$ 12 bilhões. Mas o texto da Câmara, como veio, retira todo este avanço e um pouco mais. Ou seja, demos com uma mão e estávamos retirando com duas — afirmou Simone Tebet.
O presidente da Comissão de Educação (CE), senador Dário Berger (MDB-SC), ressaltou a penúria de grande parte das escolas públicas.
— 26% das escolas públicas ainda não têm fornecimento de água tratada. 5% não têm ligação de energia elétrica. 60% não têm ligação de esgoto com a rede pública. 70% não têm bibliotecas e 33% não têm internet. Então o Fundeb tem que ir exclusivamente para o ensino público e seus 2,5 milhões de professores e professoras. Precisamos recuperar o atraso estrutural — apelou Dario Berger.
O senador Esperidião Amin (PP-SC) conclamou a população a manter a pressão sobre os deputados para garantir os recursos à escola pública.
— A guerra não terminou, porque na Câmara as mesmas forças que alteraram o texto original estarão presentes. Apelo à sociedade civil, que buscou os senadores, nos mandaram milhares de mensagens para que resgatássemos o texto original, para que continuem a batalha agora na Câmara. Vocês precisam estar vigilantes — alertou Esperidião Amin.
Também o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, apoiou o relatório de Izalci. “Após a manifestação de representantes do setor da educação e parlamentares, o Senado Federal reverteu as modificações feitas pela Câmara ao texto de regulamentação do Fundeb. Os senadores garantiram a destinação de recursos para o ensino público do país, área que mais carece”, escreveu no Twitter.
Distribuição de recursos
No relatório, Izalci Lucas destaca que a regulamentação do Fundeb garante, dentro de cada estado, maior equidade na distribuição do dinheiro, beneficiando as cidades com menores possibilidades financeiras. O texto ainda reserva 50% dos recursos para a educação infantil.
O projeto cria o Valor Aluno/Ano Resultado (VAAR), determinando que 2,5% da complementação da União devem ser distribuídos às redes educacionais que tiverem melhorias nas taxas de atendimento e no aprendizado, e redução das desigualdades de aprendizado.
Outro indicador determinado pelo projeto é o do Valor Aluno/Ano Total (VAAT), que redistribui o dinheiro diretamente nas redes educacionais que têm o Valor Aluno/Ano menor. Entre as condicionalidades para receber os recursos, estarão o compromisso contra a desigualdade racial, a distribuição do ICMS de acordo com resultados educacionais, e a aprovação de currículos alinhados com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
Fonte: Agência Senado