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Bela Vista-MS Segunda-Feira, 14 de Setembro de 2026
Em 13 de setembro é comemorado o Dia Nacional da Cachaça

Em 13 de setembro é comemorado o Dia Nacional da Cachaça

As bebidas geladas estão ganhando mais adeptos com as temperaturas em alta nas últimas semanas. Tipicamente brasileira, a caipirinha é uma companhia bem-vinda nos dias quentes. Seu preparo à base de cachaça é considerado simples e a combinação adequada de cada ingrediente pode ser o segredo para o sucesso do drinque. Em alusão ao Dia Nacional da Cachaça, comemorado em 13 de setembro, que tal aprender a fazer aquela caipirinha perfeita? Para essa missão, contamos com a ajuda dos sommeliers Irving Gimenes de Paulo e Hamilton Mello.

Irving conta que toda cachaça pode fazer caipirinhas. “É uma bebida nacional que ganha sabor genuíno ao ser misturada com frutas. A caipirinha tradicional pode ser feita tanto com limão tahiti ou com limão rosa. Mas os dois juntos deixam o drinque altamente refrescante”, diz o sommelier.

De acordo com Hamilton Mello, a cachaça é específica para preparar drinques refrescantes com elegância e baixo custo. “Para fazer uma caipirinha em casa não tem segredo. Precisa de limão, açúcar, gelo e o principal ingrediente: a cachaça”, brinca.

Na celebração do Dia Nacional da Cachaça os profissionais indicam opções com sabor mais cítrico. As sugestões para a data são duas: caipirinha de limão tahiti com toque de limão siciliano, e caipirinha de lima da Pérsia com toque siciliano. Apesar de parecidas, as receitas têm suas diferenças, que podem ser notadas no paladar.

Confira as receitas:

Caipirinha de limão tahiti com toque de limão siciliano

Ingredientes:

01 limão tahiti inteiro

½ limão siciliano

60 ml de cachaça de sua preferência

50 ml de xarope de açúcar

02 rodelas de limão (opcional)

01 galho de hortelã para decorar (opcional)

Gelo à vontade

Modo de Preparo:

Corte os limões, retirando o miolo (parte branca do meio que amarga), sem descascar. Já sem as partes brancas, pique em pedaços menores, retire as sementes e coloque em uma coqueteleira. Adicione à coqueteleira 50 ml de xarope de açúcar e amasse bem com o macerador até extrair todo o suco. Coloque 60 ml de cachaça da sua preferência, 06 cubos de gelo, tampe a coqueteleira e bata por 10 segundos ou até gelar. Coe a mistura e sirva em um copo de 400ml. Complete com gelo, decore com rodelas de limão e o galho de hortelã, adicione um canudo e sirva em seguida.

Caipirinha de lima da Pérsia com toque siciliano

Muito parecida com a receita anterior, porém com citrinos mais suaves e adocicados e um aroma que remete à flor de laranjeira.

Ingredientes:

½ lima da Pérsia

½ limão siciliano

60 ml de cachaça de sua preferência

50 ml de xarope de açúcar

Gelo à vontade

02 rodelas de lima da Pérsia ou limão siciliano para decorar (opcional)

02 galhos de hortelã para decorar (opcional)

 O modo de preparo é o mesmo do anterior, apenas substitua as frutas. Caso não queira fazer com xarope de açúcar, substitua-o por um adoçante da sua preferência.

Preparo do Xarope de Açúcar por ml:

No caso da utilização do xarope, a mistura fica mais homogênea na doçura, sem necessidade de bater na coqueteleira por muito tempo ou ficar resíduo de açúcar no fundo do copo. Para cada 100 ml de água, acrescente 150 gramas de açúcar. Adicione a água em uma panela e leve ao fogo para aquecer, sem ferver. Antes de ferver a água, desligue o fogo, adicione o açúcar cristal e mexa até dissolver. Quando esfriar, coloque em uma garrafa para ficar fácil de servir. Guarde em geladeira fechado para conservar. Caso não queira produzir o xarope, para cada 50 ml, utilize 01 colher de sopa de açúcar refinado.

Com quatro ouros, MS faz história e ajuda Brasil a ter melhor campanha em Paralimpíadas

Com quatro ouros, MS faz história e ajuda Brasil a ter melhor campanha em Paralimpíadas

O Brasil finalizou, neste domingo (5), a sua participação na Paralimpíada de Tóquio-2020 com o melhor desempenho na história do maior evento esportivo do mundo. No total, foram 72 medalhas, igualando o recorde alcançado na Rio-2016, mas com número superior de ouros (22 contra 14). Os paratletas de Mato Grosso do Sul foram determinantes para o país chegar a este feito, subindo quatro vezes ao pódio, todas no lugar mais alto.

A delegação verde e amarela faturou ainda 20 medalhas de prata e 30 de bronze em solo japonês, o que a fez fechar o quadro geral de medalhas na sétima posição – mesma colocação de 2012, em Londres. No Rio de Janeiro, quatro anos depois, foram 14 ouros, 29 pratas e 29 bronzes, terminando em oitavo lugar.

Rei dos recordes e 100º ouro do Brasil

Yeltsin Ortega Jacques foi o primeiro sul-mato-grossense a colocar medalha no peito e fez história na capital japonesa, com dois recordes quebrados. O contemplado pelo Bolsa Atleta, programa do Governo do Estado, administrado pela Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul (Fundesporte), garantiu o primeiro ouro do Brasil no paratletismo e o seu primeiro em Jogos Paralímpicos.

O paratleta de Campo Grande venceu com larga vantagem os 5.000 metros rasos da classe T11 (atletas com deficiência visual, com baixa ou nenhuma visão), ao bater o tempo de 15min13s12, melhor marca das Américas e a dois segundos do recorde mundial. Detalhe: a condecoração dourada foi um presente para a Cidade Morena, já que foi obtida exatamente no dia de 122º aniversário, comemorado em 26 de agosto.

E o nome de Yeltsin estará para sempre nos livros de história que retratem o esporte paralímpico brasileiro: o sul-mato-grossense foi o responsável por conquistar a 100ª medalha de ouro do Brasil nos Jogos. O memorável ouro, seu segundo na Tóquio-2020, veio nos 1.500 metros rasos T11 e com direito a novo recorde mundial estabelecido. O fundista terminou a prova em 3min57s60 – a melhor marca do planeta era de 3min58s37, atingida pelo queniano Samwel Kimani na Paralimpíada de Londres-2012.

Guerreiro nas pistas, o campo-grandense de 29 anos ainda tentou a terceira medalha na Tóquio-2020, na maratona da classe T12. No entanto, devido ao cansaço, Yeltsin desistiu na metade da prova, quando completou 21 quilômetros pelas ruas da capital japonesa. Na competição, o corredor teve como atletas-guia Laurindo Nunes Neto e Carlos Antonio dos Santos (Bira).

Estreia dourada

Quem também será lembrado por muito tempo é Fernando Rufino de Paulo. O “Cowboy de Aço” chegou ao Japão para brilhar e alcançou o maior feito da paracanoagem brasileira até hoje em Jogos Paralímpicos, conquistando a tão esperada medalha de ouro. Esta foi a primeira vez que Rufino remou numa Paralimpíada e faturou o ouro nos 200 metros da classe VL2 (canoa havaiana para atletas com deficiência física).

Além do ouro, o paratleta, nascido em Eldorado e criado em Itaquiraí, fez o melhor tempo da história da prova, com a marca de 53s077, disputada nas raias do Sea Forest Waterway. No mesmo local, o sul-mato-grossense também remou os 200 metros KL2 (caiaque) e acabou na sexta posição, finalizando com 43s217.

O sonho de vestir as cores do Brasil em Jogos Paralímpicos poderia ter sido realizado em 2016, no Rio de Janeiro, porém o paracanoísta, contemplado pelo Bolsa Atleta, programa de incentivo do Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, foi cortado da seleção tupiniquim por problemas cardíacos.

Bicampeã no salto

A três-lagoense Silvânia Costa de Oliveira confirmou o favoritismo e se tornou bicampeã paralímpica do salto em distância, na classe T11 (pessoas com deficiência visual). Assim como na Rio-2016, a medalha veio com emoção. Na edição brasileira dos Jogos, a paratleta de Mato Grosso do Sul só assegurou o ouro na sexta e última tentativa. Agora, o lugar mais alto do pódio foi alcançado no quinto salto, ao atingir cinco metros cravados, sua melhor marca na temporada.

Silvânia também competiu na prova dos 400 metros (classe T11), mas abandonou a segunda classificatória alegando dores na parte posterior da coxa, por conta do esforço físico nos seis saltos, e ficou de fora das finais.

Em 2016, a paratleta de 36 anos não tinha ideia de que estava grávida e competiu com três meses de gestação, quando faturou sua primeira medalha de ouro paralímpica. Três anos depois, foi punida por doping e ficou fora de competições nos últimos dois anos, incluindo os Jogos Parapan-Americanos de Lima e o Mundial, ambos em 2019. A pandemia foi outro fator desfavorável à preparação para Tóquio-2020. Ela retornou à rotina de treinamentos regulares apenas nos últimos cinco meses.

Também integraram a delegação brasileira os sul-mato-grossenses Fabrício Júnior Barros Ferreira (paratletismo), Débora Raiza Ribeiro Benevides (paracanoagem) e o estafe Vilmar Roberto Dias, natural Fátima do Sul, que atuou como um dos guias da maratonista baiana Edneusa de Jesus.

Estudo inédito mostra importância do cooperativismo de crédito para gerar inclusão financeira

Pesquisa do Sicredi envolveu a criação de índices que buscam identificar, por exemplo, a atratividade de municípios para se instalar uma agência por instituições financeiras de diversos perfis 

O cooperativismo de crédito vem desenvolvendo papel relevante para proporcionar acesso a serviços financeiros completos à população de municípios considerados menos atrativos para manutenção de agências para bancos atuarem. É o que mostra o terceiro estudo da série“Benefícios do Cooperativismo de Crédito”, organizada pelo Sicredi. O trabalho avaliou a atuação dos bancos privados, públicos federais e regionais, e instituições financeiras cooperativas entre 2010 e 2018, gerando índices que mostram o nível de dificuldade para a atuação física das instituições em cada município e como elas se comportam nesse cenário.

Partindo da constatação de que que os municípios brasileiros possuem características sociais, econômicas e territoriais diferentes, e, portanto, tendo diferentes níveis de atratividade para a inserção física de uma instituição financeira com portfólio completo de soluções, o estudo buscou quantificar e tornar comparável o esforço necessário para a atuação nas localidades. Para isso, a equipe de economistas do Sicredi desenvolveu oÍndice de Presença Bancária (IPB), que reflete a probabilidade de não se ter uma agência em determinada cidade, e os Índices Municipais de Bancarização (IMB) relativo e absoluto, que conseguem, a partir do IPB, demonstrar o nível de penetração das instituições em municípios de difícil atuação, assim como mostrar acontribuição agregada da presença.

Os resultados trouxeram evidências de que, comparada às demais,a rede de atendimento cooperativo está em locais de mais difícil bancarização, ou seja, em regiões que sãomais complexas para a rede bancária conseguir operar.

“Tendo em vista a necessidade ainda grande de bancarização dos brasileiros, mesmo com todos os avanços proporcionados pela digitalização, desenvolvemos um estudo para quantificar e tornar comparável o esforço das cooperativas de crédito em atuar em locais mais adversos. Os resultados reafirmam a capacidade do cooperativismo de crédito como um meio diferenciadopara levar serviços financeiros completos para a população dessas cidades”, explica Pedro Ramos, economista-chefe do Sicredi.

O economista também ressalta características do cooperativismo de crédito que favorecem a bancarização. “Ao atuar em locais de difícil acesso para a rede bancária, as cooperativas acabam sendo uma solução para atender as necessidades de pequenos e micros empresários nessas regiões, contribuindo com o desenvolvimento local. Além disso, trata-se de um modelo de negócio que se diferencia pela proximidade com os associados, oferecendo atendimento completo, com ampla gama de produtos e serviços financeiros, mas tendo um papel consultivo junto a cada um deles”, afirma Ramos, que ainda destaca o fato de os sistemas cooperativos terem hoje todas as principais soluções digitais disponíveis.

“O conceito de relacionamento que empregamos é fisital, no qual o atendimento está disponível por meio dos canais móveis eos nossos associados têm a alternativa de utilizar a agência para necessidades específicas e conforme sua conveniência, fortalecendo a relação dos nossos colaboradores com as comunidades onde estamos inseridos”, explica César Bochi, diretor de Administração do Sicredi.

Metodologia inovadora: um pouco mais sobre os indicadores

Para chegar às conclusões mencionadas acima, a equipe do Sicredi criou indicadores inéditos. O IPB,que se baseia em dados socioeconômicos de cada município, do período entre 2010 e 2018, indica a probabilidade de não se encontrar uma agência física nele. Para isso, confere uma nota à cada cidade avaliada, que varia entre 0 e 1 e representa a dificuldade de manutenção de uma agência bancária naquela localidade de acordo com as suas características socioeconômicas. Os IPBs mais elevados, próximos de 1, indicam locais mais adversos para a instalação e permanência de uma agência física.Assim, foi possível detectar, por exemplo, que embora possam ser encontrados em todo o território nacional, há uma concentração maior de municípios com alto IPB nas regiões Norte e Nordeste.

Também foram criados dois indicadores analíticos, com o objetivo de avaliar o papel dos modelos de negóciodas instituições financeiras (bancos privados, bancos públicos federais, bancos públicos regionais e sistemas cooperativos) na cobertura de municípios de maior dificuldade de manutenção de redes físicas de atendimento, ou seja, com IPB elevado. Foram atribuídos a estes indicadores os nomes de Índice Municipal de Bancarização Relativa (IMB-R) – quanto mais elevado, mais o modelo de negócio se concentra em municípios de difícil manutenção- e Índice Municipal de Bancarização Absoluta (IMB-A) – quanto mais elevado, maisforte é a atuação daquela categoria de instituição financeira na expansão da fronteira de atendimento bancário brasileiro.

Estudos anteriores

O estudo recém-lançado vai ao encontro de outra pesquisa, desenvolvida em 2020 a pedido do Sicredi pelo especialista em Microeconomia Aplicada e Desenvolvimento Econômico, Juliano Assunção, pesquisador do Departamento de Economia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Na ocasião, foi constatado que, enquanto bancos tradicionais têm em média um limite mínimo de 8 mil habitantes para abrir uma agência, uma cooperativa de crédito tem capacidade de abertura em municípios a partir de 2,3 mil habitantes. A comparação em termos de renda também chamou atenção, apontando que as cooperativas conseguem operar em cidades com PIB a partir de R$ 79 milhões, enquanto para os bancos públicos é necessário um PIB mínimo de R$ 146 milhões e para um banco privado, de R$ 220 milhões.

Outro levantamento, de autoria da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) apresentado em 2019avaliou dados econômicos de todas as cidades brasileiras com e sem cooperativa de crédito, entre 1994 e 2017, e cruzou informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), evidenciando que o cooperativismo de crédito incrementa o PIB per capita dos municípios em 5,6%, cria 6,2% mais vagas de trabalho formal e aumenta o número de estabelecimentos comerciais em 15,7%, estimulando o empreendedorismo local.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 24 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). 

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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Renato Sertanejeiro é presença confirmada na Festa de Peão de Barretos

Renato Sertanejeiro é presença confirmada na Festa de Peão de Barretos

Com passe livre no backstage, o maior influencer sertanejo do Brasil, Renato Sertanejeiro foi convidado para acompanhar presencialmente, entre os dias 26 a 29 de agosto, a edição virtual da Festa do Peão de Barretos, de onde fará cobertura do evento através de suas redes sociais, mostrando conteúdos exclusivos, com o ponto de vista de um amante do segmento e especialista no mercado.

O influencer, apresentador e empresário, comanda os canais no Youtube “Sertanejeiro” (590 mil inscritos) e “Prosa do Sertanejeiro” (187 mil inscritos), onde transmite entrevistas diferenciadas e exclusivas, realizadas de forma descontraída com diversos envolvidos no segmento, como cantores consagrados, produtores musicais, compositores e empresários, rendendo inúmeras histórias totalmente desconhecidas pelo público, provável segredo do sucesso dos seus conteúdos atingirem a impressionante marca de aproximadamente 42 milhões de views.  Por lá já passaram Jorge (da dupla Jorge e Mateus), Fernando e Sorocaba, Marcos e Belutti, Thierry, Rionegro e Solimões, Roberta Miranda, César Menotti e Fabiano entre outros, além de Rafael Vannucci (produtor musical de Cristiano Araújo) e a grande compositora Fátima Leão.

O perfil oficial no Instagram (@renatosertanejeiro) já ultrapassa 300 mil seguidores, com as novidades e informações mais relevantes do ritmo musical. E não para por aí. Renato Sertanejeiro também é sócio da empresa “Fábrica de Hits”, responsável pelo marketing digital artístico, gestão de redes sociais e lançamentos musicais de nomes como Xand Avião, Gusttavo Lima, Grupo Pixote e Thiago Brava, além de comandar ainda o projeto “Sertanejeiro Records”, uma agregadora de distribuição digital, focada em artistas que estão iniciando suas trajetórias e não possuem acesso aos relacionamentos necessários.  Como um apaixonado pelo estilo musical e diante da dificuldade encontrada em adquirir produtos usados pelos ídolos, como botas, chapéus, camisas, calças,  criou uma linha de roupas exclusivas: “Sertanejeiro Clothing”.

Com toda essa expertise, não faltarão conteúdos especiais que serão produzidos e compartilhados com seus seguidores, valendo destacar que na sexta-feira, dia 27, haverá apresentação de César Menotti e Fabiano + convidados. No sábado, o espetáculo ficará por conta de Wesley Safadão e seus convidados Simone e Simaria, César Menotti e Fabiano e Matheus e Kauan. E no domingo ocorrerá a gravação do DVD de Lucas & Luan. Já a programação esportiva – com montarias em touros e cavalos e provas cronometradas – tem início na quarta-feira, dia 25 e segue até domingo, 29.

Paulo Guedes: Auxílio emergencial virou transferência de riqueza turbinando a casa própria

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que uma lição importante da pandemia foi o aumento da renda das famílias que começaram a receber auxílio emergencial, que se configurou em uma ação de “transferência de riqueza”, não apenas de renda.

Guedes disse que o governo constatou que as famílias recebiam R$ 180 do Bolsa Família e que viram sua renda saltando para R$ 600 ou até R$ 1.800 com o recebimento do auxílio emergencial.

O Ministro ainda comentou, “Você sai de R$ 60 para R$ 600. Uma família sai de R$ 180 para R$ 1.800. Isso não é mais uma transferência de renda, isso é uma transferência de riqueza”.

De certa forma, com a pandemia e sem o benefício do auxílio emergencial, a pobreza no Brasil aumentaria.

“A família se sentiu rica. Comprava material de construção, ampliaram a sua casa, uns compraram a casa própria, compraram geladeira. Foram ao supermercado e melhoraram a pauta alimentar. Um resultado espetacular, foi muito bom ver isso”, disse Paulo Guedes.

No período anterior à pandemia, o preço médio do ticket do bolsa família era de R$ 190 por família. O programa permite customizar o valor da bolsa: há um benefício básico, de R$ 89 por família, e outras variáveis, de R$ 41 a R$ 48, para crianças, adolescentes, gestantes e lactantes.

Entretanto, caso a família ainda não ultrapasse a linha de pobreza, que é fixada em R$ 89, é calculado um auxílio adicional, com o valor necessário para que a renda per capita seja superior a esse valor.

Por outro lado, o auxílio emergencial para grupos vulneráveis e trabalhadores informais durante a pandemia tiveram diferentes estágios. O benefício nos primeiros cinco meses foi de R$ 600.

Além disso, mulheres chefes de família poderiam acumular dois auxílios e não havia limitação de pagamento por famílias. Por isso, algumas famílias chegaram a receber 1.800 reais em um mês.

A segunda fase do plano reduziu o valor do auxílio para R$ 300 e restringiu o pagamento a um familiar. Agora em 2021, houve nova redução, mantendo o valor médio do benefício de R$ 250. Enquanto, as mulheres chefes de família recebem R$ 375 e pessoas que moram sozinhas, R$ 175.

Declarações do Ministro

Este ano, o Ministro comparou o tamanho de um prato de alimento da classe média brasileira com o dos europeus para ilustrar a gravidade do problema de desperdício de comida no país.

Ele sugeriu que as sobras limpas do restaurante fossem distribuídas às pessoas mais pobres e vulneráveis.

O ministro também criticou o FIES 2022, dizendo que o governo destina muitas bolsas para o ensino superior, e que enriquece somente alguns empresários, beneficiando inclusive aqueles que não têm capacidade de estar na universidade.

Na ocasião, contou que o filho de seu porteiro já havia recebido uma bolsa de estudos mesmo após ter zerado no vestibular.

Em 2020, antes da pandemia, o ministro também comentou sobre a elevação cambial, afirmando que o dólar mais alto era bom para todo mundo e disse que quando a moeda americana estava mais baixa, “todo mundo” estava indo para a Disney, nos Estados Unidos, incluindo “empregada doméstica”.

Sicredi é destaque no ranking Top 100 Open Corps 2021

Sicredi é destaque no ranking Top 100 Open Corps 2021

Instituição financeira cooperativa conquista reconhecimento em premiação da 100 Open Startups que reconhece as corporações mais abertas à inovação no Brasil

O Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 5 milhões de associados, teve destaque pelo segundo ano consecutivo no Top 100 Open Corps 2021, levantamento anual da 100 Open Startups que mapeia e reconhece as corporações mais abertas à inovação no Brasil. O reconhecimento está alinhado com a estratégia da instituição, que sempre apostou no poder da relação de cooperação para apoiar o desenvolvimento das regiões onde está presente e acredita na conexão com startups para promover inovações que gerem valor aos associados – o centro da operação – e à sociedade.

“Temos tradição em inovar e nosso modelo de negócio regional impulsiona a colaboração. Procuramos soluções que permitam expandir a nossa essência e solucionar desafios, com essepensamentobuscamos apoio de startups para gerar valor para o associado que está sempre no centro das nossas entregas, seja em ações corporativas, seja em ações das nossas Cooperativas. A pandemia se apresentou comomais um desafio, mas novamente o Sicredi encontrounovas perspectivas através de iniciativas empreendedoras e tecnológicas.Ficamos muito felizes com este reconhecimentoao Sicredi e com a sensação de que estamos no caminho certo de fortalecer as parcerias para entregar cada vez maior valor aos nossos associados”, afirma Cesar Gioda Bochi, Diretor Executivo de Administraçãodo Sicredi.

Hoje, o Sicredicontacom várias iniciativas para ampliar suas conexões com startups conduzidas por nossas Cooperativas. Corporativamente o programa Inovar Juntos que estimula o desenvolvimento de soluções aos projetos da empresa voltados a proporcionar benefícios para colaboradores e associados da instituição e agreguem valor aos seus negócios, e a presença e parceria com o Agtech Garage, um dos maiores hubs de inovação da América Latina, voltado à conexão de empresas e startups para o Agro.

Segundo o levantamento da 100 Open Startups, o número de relacionamentos declarados entre empresas e startups passou de 13.433, em 2020, para 26.348, em 2021, um aumento de 96%. Em relação às corporações que tiveram contratos de open innovation com startups, o crescimento foi de 69%, enquanto o número de startups que se relacionaram com corporações subiu de 1.310, em 2020, para 2.344, em 2021, um salto de 79%.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 24 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). 

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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