(67) 99634-2150 |
Bela Vista-MS Sexta-Feira, 25 de Setembro de 2026
Solução para os problemas da vida: Por Wilson Aquino

Solução para os problemas da vida: Por Wilson Aquino

Em meio aos obstáculos, aflições e espinhos da vida — comuns a absolutamente todos os seres humanos — qual é a melhor maneira de agir? Revoltar-se, desesperar-se, perder a esperança, adoecer emocionalmente ou buscar serenidade, equilíbrio e sabedoria para enfrentar os problemas da melhor forma possível?

Embora a segunda opção seja a mais sensata e desejável, muitos não conseguem manter essa postura diante das lutas diárias. Há pessoas que carregam silenciosamente dores profundas na alma. Famílias inteiras vivendo em meio ao medo, à angústia, às crises financeiras, enfermidades, vícios, desentendimentos, separações, depressão e até pensamentos destrutivos. E o mais triste é que muitos tentam enfrentar tudo isso sozinhos.

Mas há uma verdade que precisa ser compreendida: ninguém foi criado para caminhar sozinho. O fortalecimento espiritual é uma das maiores necessidades do ser humano. E não existe fortalecimento espiritual verdadeiro sem a aproximação sincera a Deus, Nosso Pai Celestial, e a Jesus Cristo, Nosso Salvador.

É justamente nos momentos mais difíceis que o ser humano mais necessita da presença do Senhor dentro do lar e dentro do coração. Não para viver uma vida sem problemas — porque desafios fazem parte do crescimento e aprendizado de todos nós — mas para receber força, consolo, direção, proteção e esperança para atravessar cada dificuldade com mais segurança e equilíbrio.

Quando Deus e Jesus Cristo passam a ocupar um lugar verdadeiro dentro da família, muitas coisas começam a mudar. O ambiente do lar muda. O comportamento muda. As palavras mudam. A forma de enfrentar os problemas muda. O coração se torna menos agressivo, menos ansioso e mais confiante.

A oração sincera em família, a leitura das escrituras, a gratidão diária e a busca pela obediência aos mandamentos do Senhor produzem uma força silenciosa, porém extraordinária, dentro do ser humano. Uma força capaz de sustentar pessoas até mesmo nas maiores provações.

O próprio Jesus Cristo declarou: “No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.” Ele jamais prometeu ausência de dificuldades. Mas prometeu companhia, auxílio e paz em meio às tribulações.

Muitas pessoas passam anos buscando felicidade apenas em bens materiais, posição social, prazeres passageiros ou reconhecimento humano. Porém, mais cedo ou mais tarde, acabam percebendo que nada disso consegue preencher verdadeiramente o vazio da alma humana. A paz verdadeira nasce da espiritualidade.

Nasce da certeza de que existe um Deus que conhece nossas dores, nossas lágrimas, nossas preocupações e nossas limitações. Um Deus que se importa conosco individualmente. Um Pai Celestial amoroso que deseja ajudar Seus filhos.

E todos aqueles que compreendem isso deveriam desenvolver diariamente um coração grato. O simples fato de acordar mais um dia já é uma dádiva Divina. O alimento sobre a mesa, a proteção da família, o trabalho, os amigos, a saúde, o aprendizado adquirido até mesmo nas lutas e dificuldades — tudo merece reconhecimento e gratidão.

Até mesmo a ciência moderna já identificou benefícios importantes da fé e da espiritualidade na vida das pessoas. Diversos estudos apontam que indivíduos espiritualizados tendem a enfrentar melhor o estresse, as perdas, as enfermidades e os desafios emocionais da vida, desenvolvendo mais esperança, equilíbrio e resiliência. E isso se torna ainda mais importante nos dias atuais.

Vivemos em um mundo marcado por guerras e rumores de guerras, violência crescente, individualismo, corrupção, desrespeito à família, ansiedade, depressão e uma assustadora perda de valores morais e espirituais. Nunca houve tanta necessidade de se aproximar do Senhor.

Talvez este seja exatamente o momento de muitas pessoas refletirem sobre a própria vida e decidirem abrir novamente as portas do coração para Deus e Jesus Cristo.

Talvez seja o momento de voltar a orar. De reunir a família. De pedir perdão. De abandonar vícios, ressentimentos e comportamentos destrutivos. De buscar mais humildade, mais amor, mais fé e mais esperança. Porque quando o ser humano se aproxima sinceramente do Senhor, ele jamais continua o mesmo.

Os problemas podem até continuar existindo. As tempestades da vida continuarão chegando. Mas a caminhada se torna muito menos pesada quando Deus está ao nosso lado. E nenhum lar é mais forte, mais seguro e mais abençoado do que aquele onde Jesus Cristo é verdadeiramente bem-vindo.

 *Jornalista, Professor e Escritor

wilsonaquino2012@gmail.com

Leia Coluna Amplavisão: Eleições: sustos, azarões, surpresas e traições?

Leia Coluna Amplavisão: Eleições: sustos, azarões, surpresas e traições?

‘TUDO OU NADA’: Nas disputas eleitorais é tênue a linha separando a coragem extremada e o erro fatal. Posto isso, presume-se que o deputado João Catan tenha total consciência dos riscos que se propõe ousadamente assumir neste cenário. É pertinente concluir que – se derrotado –  possa sair fortalecido para a sucessão da capital em 2028.

VISIONÁRIO?  Alguns acham que ele se encaixaria neste perfil; outros destacam  apenas sua capacidade de vislumbrar tendências de mudanças no quadro eleitoral por fatores e fatos diversos. Catan se coloca como protagonista de eventuais mudanças no presente quadro e também como possível credor antecipado para 2028.

VEJAMOS: Quem mais? Rose Modesto, Marcos Trad e Nelsinho Trad seriam à primeira vista os personagens com maior densidade eleitoral em Campo Grande. É exatamente neste raciocínio de projeções que se encaixaria Catan, dependendo também de seu desempenho nas urnas da capital em 2026. Fora disso não há hoje outras opções.

CONEXÃO: Seria ingenuidade ignorar o elo entre as eleições estaduais e o pleito municipal de 2028, com foco principalmente no oceânico colégio eleitoral da capital. Essa tese está amparada pelos números das últimas eleições onde ficou estampada a  vitalidade do eleitorado de Campo Grande com seus próprios conceitos de escolha.

SEGUNDO TURNO: Dane-se a coerência e as falas do primeiro turno, Trata-se de  nova eleição marcada por alianças espúrias de última hora responsáveis por reviravoltas. O fator rejeição pode ser mais importante que a preferência, com o eleitor votando simplesmente para impedir a vitória de quem ele rejeita. Assim funciona a cabeça dele.

AZARÕES:  A recomendação é para não esquecer deles – que surpreendem com força principalmente na reta final, mesmo com fraco desempenho em pesquisas e opiniões na mídia. Em 2022, além de Zema em Minas, outros azarões venceram o favoritismo consolidado. Casos de Collor contra Lula em 1989 e Jânio em 1985 contra FHC.

JOGADAS: A guerra pelas vagas ao Senado não perde a intensidade. A mente do pessoal é fértil. Ouço hipóteses impublicáveis sobre o que poderia ocorrer ao longo das  curvas da campanha.  Como se diz: boa coisa não seria. Se Vander corre por fora em espaço exclusivo, há ruídos esquisitos na disputa entre Reinaldo, Contar e Nelsinho.

INSISTINDO: Há previsões de que estaríamos apenas no início com chances de ‘tempestades’ neste Outono e Inverno. O episódio do Banco Master pode influenciar ou apenas apimentar as narrativas na mídia? Mas quem garante que novos escândalos não surgirão até as eleições? ‘Matéria prima’ temos em abundância.

‘BATOM NA CUECA’:  A pergunta (ou o conjunto de perguntas) que não quer calar: se o contrato firmado com a advogada e mulher do ministro Alexandre de Moraes foi a compra de proteção para o Banco Master, se o pagamento ao senador Ciro Nogueira foi por serviços prestados por ele ao banco; para que serviu, ou serviria, o dinheiro dado por Daniel Vorcaro a Flavio Bolsonaro para financiar o filme em homenagem ao seu pai”? (Ricardo Noblat) 

OLARTE: Papo reflexivo com o ex-prefeito da capital. Após 2 anos preso usufrui dos benefícios da ‘Condicional’ e comanda seu restaurante popular perto do Parque de Exposições.  Divorciado, aos poucos reconstrói sua vida, na certeza de ter aprendido a lição, mas sempre alegando que teria sido vítima das forças do ‘sistema’. Será?

CONCLUSÃO:  “…Na alegria, todo mundo é gente boa. Na paz, todo mundo é zen. Na tranquilidade financeira, até o cunhado parece simpático. Mas basta a vida apertar o parafuso que o ser humano mostra o que tem dentro e, ‘spoiler’: nem sempre é coisa boa. A verdade é que a dificuldade é o ‘personal trainer’ da alma. (João R. Giacomini)

ANTONIO VAZ: Em 2024 ficou na suplência com13.958 votos; em 2018 se elegeu:  16.224 votos; em 2022 se reelegeu com 19.395 votos. Diante da escalada vitoriosa, ele acredita em novo sucesso, com o partido Republicanos robustecido com a chegada de Beto Pereira, Barbosinha, Pedrossian Neto, Renato Câmara e Hashioka entre outros.

APAZIGUADOR:  O deputado Caravina vai se revelando um político moderado, articulado. Nos embates frequentes entre colegas da direita e esquerda, ele tem se colocado bem na missão de amainar os ânimos, com expressões e intervenções inteligentes. Ele se justifica creditando os méritos à filosofia moderada do PSDB.

LAMENTÁVEL: Os acadêmicos do Curso de Direito da UEMS de Bataguassu saíram decepcionados com o nível dos embates que assistiram na sessão da Assembleia Legislativa na última quinta-feira. Conversando com eles ao final constatei a surpresa negativa pelo que assistiram e ouviram. Vindos de tão longe, mereciam algo melhor.

NO BURACO? Esse escândalo que explodiu na operação ‘Buraco Sem Fim’ na capital dando margem a várias especulações sobre as consequências políticas e os personagens que poderão sofrer desgastes. É muita grana nesta jogada que nos remete ao episódio das malas com dinheiro no apartamento do ex-deputado Gedell. O Brasil é um só.

CARONA AMIGA: A presença do governador em cidades do interior movimenta as comunidades e aglutina suas lideranças. De olho nos dividendos eleitorais, os deputados e candidatos em geral conseguem tirar proveito expondo suas imagens e mantendo contatos proveitosos. Neste último giro de Ridel pelo Cone Sul não foi diferente. É a cara da política.

ATENÇÃO: Até 4 de junho, dirigentes sindicais e de conselhos profissionais terão que deixar os seus cargos para serem candidatos. Já para os servidores públicos o prazo previsto é de 3 meses antes do pleito com e direito a remuneração. O calendário da Justiça Eleitoral marca para 1º de agosto o início da propaganda. Nosso calvário. 

PILULAS DIGITAIS: 

Vorcaro é a mãe do ano.

Flavio Bolsonaro, Vorcaro e o filme mais caro do Brasil.

Paciência não é conformismo.

Polarização: Odd e Limpol fecham coligação para para encarar Ypê nas eleições (The Piaui Herald)

Ciro desistiu de disputar a presidência. Pena! Seria o único doido varrido inteligente na disputa.

Toda indignação moral tem só 2% de moral, 48% de indignação e 50% de inveja. (Vitório de Sica)

Estamos sempre nos preparando para viver, mas nunca vivemos. (Ralp Emerson)

Quando a dor é muito grande, o sofrimento é dolorido. (Rubem Fonseca)

Nesta altura da vida achei que estaria ajudando os mais pobres e não me juntando a eles.

O verdadeiro conflito de interesses é a confissão de que a conversa definitiva ficou para mais tarde.

Quando a desculpa é gaguejada, é porque a explicação está errada. (Stalisnaw Ponte Preta)

O otimista é um tolo. O pessimista, um chato. Bom mesmo é ser realista esperançoso. (Ariano Suassuna)

Guerra de Narrativas: Por Bosco Martins

Guerra de Narrativas: Por Bosco Martins

Em entrevista, Lula disse a Trump que trava com ele uma “guerra na narrativa”. O termo define a disputa pela interpretação da realidade: grupos moldam a opinião pública não pela verdade objetiva, mas por storytelling que elege heróis e vilões.

No episódio do Banco Master (Daniel Vorcaro), Lula inverteu a narrativa bolsonarista: associou a busca por recursos privados para um filme sobre Bolsonaro à antiga crítica da direita à Lei Rouanet. Flávio Bolsonaro contra-atacou, deslocando o debate para supostas relações entre Vorcaro, Lula e Alexandre de Moraes.

Davi Alcolumbre rejeitou a CPMI do Banco Master para controlar o tempo político e evitar arena permanente de polarização.

O caso mostra que a política contemporânea depende menos dos fatos e mais da produção de imagens simbólicas. A disputa é sobre qual contradição ficará na memória pública. A guerra de narrativas envenena a sociedade, dividindo-a entre “nós” e “eles”. Resta saber quem é quem no final dessa história.

Leia Coluna Amplavisão: Eleições: sustos, azarões, surpresas e traições?

Leia Coluna Amplavisão: Eleições: sustos, azarões, surpresas e traições?

‘TUDO OU NADA’: Nas disputas eleitorais, é tênue a linha separando a coragem extremada e o erro fatal. Posto isso, presume-se que o deputado João Catan tenha total consciência dos riscos que se propõe ousadamente assumir neste cenário. É pertinente concluir que, se derrotado, possa sair fortalecido para a sucessão da Capital em 2028.

VISIONÁRIO? Alguns acham que ele se encaixaria neste perfil; outros destacam apenas sua capacidade de vislumbrar tendências de mudanças no quadro eleitoral por fatores e fatos diversos. Catan se coloca como protagonista de eventuais mudanças no presente quadro e também como possível credor antecipado para 2028.

VEJAMOS: Quem mais? Rose Modesto, Marcos Trad e Nelsinho Trad seriam, à primeira vista, os personagens com maior densidade eleitoral em Campo Grande. É exatamente neste raciocínio de projeções que se encaixaria Catan, dependendo também de seu desempenho nas urnas da Capital em 2026. Fora disso, não há hoje outras opções.

CONEXÃO: Seria ingenuidade ignorar o elo entre as eleições estaduais e o pleito municipal de 2028, com foco principalmente no oceânico colégio eleitoral da Capital. Essa tese está amparada pelos números das últimas eleições, onde ficou estampada a vitalidade do eleitorado de Campo Grande com seus próprios conceitos de escolha.

SEGUNDO TURNO: Dane-se a coerência e as falas do primeiro turno. Trata-se de nova eleição marcada por alianças espúrias de última hora, responsáveis por reviravoltas. O fator rejeição pode ser mais importante que a preferência, com o eleitor votando simplesmente para impedir a vitória de quem ele rejeita. Assim funciona a cabeça dele.

AZARÕES: A recomendação é para não esquecer deles, que surpreendem com força principalmente na reta final, mesmo com fraco desempenho em pesquisas e opiniões na mídia. Em 2022, além de Zema, em Minas, outros azarões venceram o favoritismo consolidado. Casos de Collor contra Lula, em 1989, e Jânio, em 1985, contra FHC.

JOGADAS: A guerra pelas vagas ao Senado não perde a intensidade. A mente do pessoal é fértil. Ouço hipóteses impublicáveis sobre o que poderia ocorrer ao longo das curvas da campanha. Como se diz: boa coisa não seria. Se Vander corre por fora em espaço exclusivo, há ruídos esquisitos na disputa entre Reinaldo, Contar e Nelsinho.

INSISTINDO: Há previsões de que estaríamos apenas no início, com chances de ‘tempestades’ neste outono e inverno. O episódio do Banco Master pode influenciar ou apenas apimentar as narrativas na mídia? Mas quem garante que novos escândalos não surgirão até as eleições? ‘Matéria-prima’ temos em abundância.

‘BATOM NA CUECA’: A pergunta, ou o conjunto de perguntas, que não quer calar: se o contrato firmado com a advogada e mulher do ministro Alexandre de Moraes foi a compra de proteção para o Banco Master; se o pagamento ao senador Ciro Nogueira foi por serviços prestados por ele ao banco; para que serviu, ou serviria, o dinheiro dado por Daniel Vorcaro a Flávio Bolsonaro para financiar o filme em homenagem ao seu pai? (Ricardo Noblat)

OLARTE: Papo reflexivo com o ex-prefeito da Capital. Após 2 anos preso, usufrui dos benefícios da ‘condicional’ e comanda seu restaurante popular perto do Parque de Exposições. Divorciado, aos poucos reconstrói sua vida, na certeza de ter aprendido a lição, mas sempre alegando que teria sido vítima das forças do ‘sistema’. Será?

CONCLUSÃO: “…Na alegria, todo mundo é gente boa. Na paz, todo mundo é zen. Na tranquilidade financeira, até o cunhado parece simpático. Mas basta a vida apertar o parafuso que o ser humano mostra o que tem dentro e, ‘spoiler’: nem sempre é coisa boa. A verdade é que a dificuldade é o ‘personal trainer’ da alma.” (João R. Giacomini)

ANTONIO VAZ: Em 2024, ficou na suplência com 13.958 votos; em 2018, se elegeu com 16.224 votos; em 2022, se reelegeu com 19.395 votos. Diante da escalada vitoriosa, ele acredita em novo sucesso, com o partido Republicanos robustecido com a chegada de Beto Pereira, Barbosinha, Pedrossian Neto, Renato Câmara e Hashioka, entre outros.

APAZIGUADOR: O deputado Caravina vai se revelando um político moderado, articulado. Nos embates frequentes entre colegas da direita e esquerda, ele tem se colocado bem na missão de amainar os ânimos, com expressões e intervenções inteligentes. Ele se justifica creditando os méritos à filosofia moderada do PSDB.

LAMENTÁVEL: Os acadêmicos do Curso de Direito da UEMS de Bataguassu saíram decepcionados com o nível dos embates que assistiram na sessão da Assembleia Legislativa na última quinta-feira. Conversando com eles ao final, constatei a surpresa negativa pelo que assistiram e ouviram. Vindos de tão longe, mereciam algo melhor.

NO BURACO? Esse escândalo que explodiu na operação ‘Buraco Sem Fim’ na Capital dá margem a várias especulações sobre as consequências políticas e os personagens que poderão sofrer desgastes. É muita grana nesta jogada, que nos remete ao episódio das malas com dinheiro no apartamento do ex-deputado Gedell. O Brasil é um só.

CARONA AMIGA: A presença do governador em cidades do interior movimenta as comunidades e aglutina suas lideranças. De olho nos dividendos eleitorais, os deputados e candidatos em geral conseguem tirar proveito, expondo suas imagens e mantendo contatos proveitosos. Neste último giro de Riedel pelo Cone Sul, não foi diferente. É a cara da política.

ATENÇÃO: Até 4 de junho, dirigentes sindicais e de conselhos profissionais terão que deixar os seus cargos para serem candidatos. Já para os servidores públicos, o prazo previsto é de 3 meses antes do pleito, com direito a remuneração. O calendário da Justiça Eleitoral marca para 1º de agosto o início da propaganda. Nosso calvário.

Pílulas digitais:

Vorcaro é a mãe do ano.

Flávio Bolsonaro, Vorcaro e o filme mais caro do Brasil.

Paciência não é conformismo.

Polarização: Odd e Limpol fecham coligação para encarar Ypê nas eleições. (The Piauí Herald)

Ciro desistiu de disputar a Presidência. Pena! Seria o único doido varrido inteligente na disputa.

Toda indignação moral tem só 2% de moral, 48% de indignação e 50% de inveja. (Vittorio De Sica)

Estamos sempre nos preparando para viver, mas nunca vivemos. (Ralph Emerson)

Quando a dor é muito grande, o sofrimento é dolorido. (Rubem Fonseca)

Nesta altura da vida, achei que estaria ajudando os mais pobres e não me juntando a eles.

O verdadeiro conflito de interesses é a confissão de que a conversa definitiva ficou para mais tarde.

Quando a desculpa é gaguejada, é porque a explicação está errada. (Stanislaw Ponte Preta)

O otimista é um tolo. O pessimista, um chato. Bom mesmo é ser realista esperançoso. (Ariano Suassuna)

Os grandes desafios da Mãe ideal: Por Wilson Aquino

Os grandes desafios da Mãe ideal: Por Wilson Aquino

Enaltecer a importância do papel de Mãe na sociedade em uma data internacionalmente dedicada a ela pode parecer uma tarefa simples. No entanto, mais do que homenagens, este é um momento oportuno para reflexão sobre a grandeza — e também sobre os desafios — daquelas que verdadeiramente fazem a diferença na formação de seus filhos: homens e mulheres bem preparados para enfrentar, com caráter e firmeza, os inevitáveis desafios da vida.

Ser Mãe vai muito além do cuidado físico e do acompanhamento cotidiano. Trata-se de uma missão profunda, contínua e, acima de tudo, formadora. Uma missão que começa ainda na gestação e se estende por toda a vida, influenciando decisivamente a construção moral, emocional e espiritual dos filhos — e, por consequência, de toda a sociedade.

Mãe ideal compreende que educar não é apenas instruir, mas formar. É preparar o filho não apenas para o mercado de trabalho, mas para a vida. É ajudá-lo a conquistar não apenas bens materiais, mas valores que não se corrompem com o tempo como honestidade, responsabilidade, respeito, fé e amor ao próximo e a Deus acima de tudo.

Nesse contexto, a espiritualidade ocupa um papel central. Mãe que reconhece em Jesus Cristo o verdadeiro caminho, a verdade e a vida, e transmite essa convicção aos seus filhos desde a infância, oferece a eles um alicerce inabalável. Não por acaso, as Escrituras orientam: “Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele” (Provérbios 22:6). Em um mundo cada vez mais instável, onde valores são frequentemente relativizados, essa base espiritual torna-se um diferencial decisivo na formação de indivíduos equilibrados, conscientes e resilientes.

Ensinar princípios morais sólidos é outro pilar indispensável. Mãe ideal não apenas orienta, mas exemplifica. Seus gestos, suas escolhas e sua postura diante da vida são lições silenciosas, porém poderosas. É ela quem ensina o valor de um “não” dito no momento certo, formando filhos capazes de lidar com frustrações, respeitar limites e tomar decisões com responsabilidade. Como ensina o apóstolo Paulo, “tudo o que é verdadeiro, honesto, justo, puro, amável e de boa fama… nisso pensai” (Filipenses 4:8) — princípios que começam a ser cultivados dentro de casa.

Vivemos tempos desafiadores, em que muitas vozes disputam a atenção e a formação das novas gerações. Ideologias, modismos e influências políticas, muitas vezes contrárias aos princípios mais básicos de bom senso e espiritualidade, encontram terreno fértil onde há ausência de orientação firme dentro do lar. Por isso, o papel de Mãe torna-se ainda mais relevante: ela é a primeira e mais influente formadora de consciência.

Mãe ideal não cria filhos para o mundo — ela os prepara para transformá-lo. Ensina a pensar, a discernir, a escolher o bem, mesmo quando isso exige coragem. Forma cidadãos que não se deixam levar por qualquer corrente, mas que possuem identidade, propósito e valores bem definidos. Nesse sentido, a própria Palavra de Deus reforça a importância do exemplo familiar ao afirmar: “Eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (Josué 24:15), estabelecendo um compromisso que começa dentro do lar e se reflete na vida dos filhos.

Além disso, há um aspecto frequentemente negligenciado: o exemplo de amor verdadeiro. Um amor que não é permissivo, mas educativo; que não é frágil, mas firme; que não apenas acolhe, mas também corrige. Esse equilíbrio entre amor e disciplina é um dos maiores desafios da maternidade — e, ao mesmo tempo, uma de suas maiores virtudes.

Não se trata de exigir perfeição — afinal, nenhuma Mãe é isenta de falhas. Trata-se de reconhecer o esforço diário, muitas vezes silencioso, de mulheres que renunciam a si mesmas em inúmeros momentos para garantir que seus filhos tenham um futuro melhor. São verdadeiras construtoras de destinos.

Quando uma Mãe cumpre bem o seu papel, os frutos ultrapassam os limites do lar. Eles alcançam a escola, o ambiente de trabalho, a sociedade e, por fim, as futuras gerações. Uma boa Mãe não forma apenas bons filhos — ela ajuda a construir uma sociedade mais justa, equilibrada e humana.

Neste Dia Internacional das Mães, mais do que flores e homenagens, que haja reconhecimento consciente da missão grandiosa que é ser Mãe. E que cada mulher que exerce esse papel com dedicação, fé e compromisso continue sendo instrumento de Deus, na transformação de um mundo que, mais do que nunca, precisa de valores sólidos.

Porque, no fim das contas, o futuro da humanidade passa, inevitavelmente, pelas mãos — e pelo coração — de uma Mãe.

*Jornalista, Professor e Escritor

wilsonaquino2012@gmail.com

Make Brazil and America Great Again

Make Brazil and America Great Again

**Bosco Martins é escritor e jornalista*

O encontro entre Lula e Donald Trump, os dois maiores líderes políticos das Américas, ocorreu em um momento de profundas transformações geopolíticas. Mais do que um gesto diplomático, a reunião mostrou que a política externa voltou a ser guiada pelos interesses econômicos e estratégicos.

O Brasil tenta reduzir impactos tarifários, preservar espaço em cadeias produtivas e ampliar sua força de negociação. Já os Estados Unidos observam com preocupação o avanço chinês na América Latina e passaram a enxergar o Brasil como peça importante na disputa global por influência, recursos minerais e estabilidade regional.

As exportações brasileiras para os EUA diminuíram, enquanto as vendas para a China cresceram. O forte superávit comercial brasileiro comprova que o país conseguiu redirecionar parte de suas commodities — soja, minério e petróleo — para um mercado que já dependia desses produtos. Isso não significa alinhamento automático com Pequim nem rompimento com Washington. Significa pragmatismo.

Talvez o aspecto mais importante da reunião esteja justamente no que não foi dito. A diplomacia moderna deixou de ser movida por afinidades ideológicas e passou a funcionar pela necessidade. Quando adversários dialogam para evitar prejuízos maiores, a realidade passa a impor limites às paixões políticas.

Trump elogiou Lula sem abandonar sua lógica empresarial e transacional. Lula, por sua vez, buscou fortalecer o protagonismo internacional do Brasil preservando a tradição diplomática de autonomia. O encontro funcionou como um pacto de conveniência entre governos diferentes, mas com interesses momentaneamente convergentes.

A reação de parte da imprensa brasileira mostrou mais uma vez certo provincianismo e viralatismo político. Enquanto a imprensa internacional tratou o encontro como relevante, alguns setores locais tentaram minimizar sua importância.

O Brasil demonstrou maturidade ao dialogar com uma superpotência sem submissão e sem radicalismo retórico.

No fim, prevaleceu o bom senso. Fazer política é conversar, negociar e buscar soluções. Lula mostrou experiência política e Trump revelou seu pragmatismo empresarial. O Brasil não precisa escolher entre Washington e Pequim. Precisa usar a disputa entre potências para atrair investimentos, tecnologia, indústria e empregos qualificados.

O mundo precisa menos de radicalismo e mais de diálogo, diplomacia e equilíbrio.