Em fevereiro, um total de 181.621 famílias em todos os 79 municípios de Mato Grosso do Sul estão contempladas com o Bolsa Família. Para isso, o investimento do Governo do Brasil no estado supera R$ 128,3 milhões. O valor garante um benefício médio de R$ 706,64. O cronograma de pagamentos tem início nesta quinta-feira, 12 de fevereiro, e segue até o dia 27, de acordo com o final do Número de Identificação Social – NIS (confira abaixo).
PRIMEIRA INFÂNCIA – No pacote de benefícios incluídos na retomada do programa desde 2023, 109 mil crianças de zero a seis anos recebem o Benefício Primeira Infância em Mato Grosso do Sul. Isso significa um adicional de R$ 150 destinado a cada integrante dessa faixa etária na composição familiar. O investimento para assegurar esse repasse no estado é de R$ 15,3 milhões.
COMPLEMENTARES — O Bolsa Família prevê outros benefícios complementares, no valor adicional de R$ 50, que chegam a 7,4 mil gestantes, 3,9 mil nutrizes e 163,5 mil crianças e adolescentes de sete a 18 anos no estado. Para esses pagamentos, o investimento supera R$ 8 milhões.
ESPECÍFICOS — Neste mês, o Bolsa Família alcança em Mato Grosso do Sul, em seu grupo prioritário e específico, 2 mil famílias com pessoas em situação de rua, 22 mil com pessoas indígenas, 520 com quilombolas, 36 com crianças em situação de trabalho infantil, 548 com pessoas resgatadas de trabalho análogo ao escravo e 1,7 mil com catadores de material reciclável.
MUNICÍPIOS — Campo Grande é o município com maior número de beneficiários em Mato Grosso do Sul neste mês, com 46,3 mil famílias atendidas. Na sequência das cidades com maior número de famílias atendidas estão Dourados (12.661), Corumbá (9.035), Ponta Porã (8.585) e Três Lagoas (7.029).
VALOR MÉDIO — Paranhos é o município sul-mato-grossense com maior valor médio de benefício: R$ 803,38 neste mês. Em seguida aparecem Maracaju (R$ 764,74), Ladário (R$ 746,20), Corumbá (R$ 745,22) e Jardim (R$ 733,94).
NACIONAL – Em todo o país, neste mês, serão 18,84 milhões de famílias atendidas pelo Bolsa Família nos 5.570 municípios, com valor médio de benefício de R$ 690,01. O investimento do Governo do Brasil no programa de transferência de renda é de R$ 13 bilhões em fevereiro.
ENFRENTAMENTO A DESASTRES – Dentro das ações de enfrentamento a desastres previstas no programa de transferência de renda para situações como secas, enchentes, inundações e eventos climáticos extremos, 171 municípios recebem o pagamento de maneira unificada, no primeiro dia do calendário. Entre eles, 122 cidades do Rio Grande do Norte, 14 da Bahia, 12 no Paraná, além de 11 em Sergipe, seis em Roraima, três no Amazonas, duas no Piauí e uma em Santa Catarina.
PRIMEIRA INFÂNCIA — No pacote de benefícios incluídos na retomada do programa desde 2023, 8,3 milhões de crianças de zero a seis anos recebem neste mês o Benefício Primeira Infância. Isso significa um adicional de R$ 150 destinado a cada integrante dessa faixa etária na composição familiar. O investimento é de R$ 1,2 bilhão.
COMPLEMENTARES — O Bolsa Família também prevê outros benefícios complementares, no valor adicional de R$ 50, que chegam a 13,8 milhões de crianças e adolescentes de sete a 18 anos, além de 654,4 mil gestantes e 339,5 mil nutrizes. Para esses pagamentos, o investimento supera R$ 699,8 milhões.
ESPECÍFICOS — Neste mês, o Bolsa Família alcança, em seu grupo prioritário e específico, 258,4 mil famílias com pessoas em situação de rua, 247,6 mil com pessoas indígenas, 291,2 mil com quilombolas, 3,6 mil com crianças em situação de trabalho infantil, 56,5 mil com pessoas resgatadas de trabalho análogo ao escravo e 401,7 mil com catadores de material reciclável.
Foto: Lyon Santos / MDS