Campo aparado, estádio lotado, jogadores em campo e mais uma batalha vira manchete de jornais. Somos todos especialistas, entendemos de quase tudo e tudo seria diferente se fossemos nós o técnico, ou até mesmo se estivéssemos nós na cara do gol; adversários muitas vezes compactuam do mesmo amor, embora vistam camisas diferentes.
Somos traídos, maltratados, ignorados, choramos mais as derrotas que os próprios comandantes do time. Mas basta um gol, uma vitória na sorte ou até mesmo por WO, que lá estamos todos na arquibancada torcendo, se emocionando e acreditando numa colocação melhor nessa competição em que há tempos frequentamos a zona de rebaixamento.
Trocamos de sonhos, de casa, de amor, de carros, até vestimos outras camisas, trilhamos outros caminhos, mas não matamos nunca uma saudade constante, que judia, que nos alegra na primeira reciprocidade de carinho. É… dona Bela Vista, confesso que desejaria te amar menos, me preocupar um tiquinho menos com vossa excelência e não me iludir mais de que ainda é possível… (Josyel Carvalho)