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Bela Vista-MS Terça-Feira, 10 de Março de 2026
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Instalação da industria de cimento gera esperança de dias melhores para Bela Vista. Foto: Hermelindo Mendonça

Novo grupo no mercado brasileiro de cimentos, a CPX encerrou 2015 com um balanço bastante positivo. A companhia, que está em fase de implementação de três unidades produtivas nos estados da Goiás, Bahia e Mato Grosso do Sul, registrou avanços significativos em todas essas frentes nos últimos 12 meses. Eles permitem que a empresa mantenha seus planos de começar a produzir cimento quando a atual crise econômica for superada, entre os anos de 2018 e 2019.

 

Em Formosa, Goiás, a empresa já obteve a Licença Prévia para seu empreendimento e agora aguarda a Licença de Instalação da fábrica por parte da SECIMA. O Estudo de Impacto Ambiental e o Relatório de Impacto Ambiental do projeto também seguem sendo avaliados pelo Ministério Público do Estado, conforme procedimento de praxe em processos de licenciamento ambiental.

 

Em Mato Grosso do Sul e na Bahia, os estudos ambientais foram concluídos em 2015, o que permite projetar para este ano a realização das audiências públicas e a conclusão dos respectivos processos de licenciamento. Parte do trabalho espeleológico realizado na Bahia foi apresentado em outubro último no “I Simpósio de Biologia Subterrânea da Universidade Federal de Lavras (UFLA)”, instituição que vem se destacando mundialmente na área.

 

Em 2015 a CPX também investiu em ações sociais, que devem ganhar maior corpo a partir da conclusão dos licenciamentos das fábricas, quando cada unidade iniciará seu respectivo programa socioambiental. A empresa, que tem se mantido próxima às comunidades onde atuará, manteve a tradição, iniciada em 2013, de distribuir presentes natalinos para famílias das comunidades próximas à fábrica de Lajedinho e de apoiar a Decoração de Natal em Formosa. No Barreiro, em Goiás, a empresa também contribuiu com o material necessário para a pintura externa da Quase Paróquia Nossa Senhora Aparecida, além de levar informações sobre educação patrimonial e realizar atividades de oficina cerâmica com 12 famílias da comunidade.

 

Ao todo, a CPX deverá investir mais de 2 bilhões de reais em suas três primeiras unidades produtivas que, juntas, empregarão aproximadamente seis mil profissionais nos períodos de pico das obras de implantação das fábricas. Juntas, elas gerarão por volta de 600 empregos diretos e 1,8 mil empregos indiretos quando estiverem operando. A produção atenderá regiões que ainda sofrem com problemas de abastecimento de cimento e que precisam muito desse insumo para seu crescimento. No caso da unidade de Bela Vista, Mato Grosso do Sul, haverá inclusive operações de exportação para o Paraguai que contribuirão com a balança comercial de nosso país.

 

O projeto da CPX tem como premissa o desenvolvimento sustentável.  As três fábricas iniciais do grupo possuem projetos semelhantes, que se baseiam: (i) na ocupação de áreas que já se encontram dominadas por pasto degradado, minimizando o impacto sobre flora e fauna locais; (ii) na recuperação das áreas verdes do entorno, com especial atenção para a proteção das belezas naturais; (iii) no uso de tecnologia de ponta para assegurar não somente o cumprimento das exigências legais mas, principalmente, da qualidade de vida das comunidades do entorno no período de funcionamento; e (iv) no aproveitamento de mão de obra e fornecedores locais.

 

AViV Comunicação