latos, e este o interrogou: “Tu és o rei dos judeus?”. Jesus declarou: “É como dizes”, e nada respondeu, quando foi acusado pelos sumos sacerdotes e anciãos. Então Pila tos perguntou: “Não estás ouvindo de quanta coisa eles te acusaram?”. Mas Jesus não respondeu uma só palavra, e o governador ficou muito impressionado. […] Pilatos viu que nada conseguia e que poderia haver uma revolta. Então, mandou trazer água, lavou as mãos diante da multidão, e disse: “Eu não sou responsável pelo sangue deste homem. Este é um problema vosso!”. O povo todo respondeu: “Que o sangue dele caia sobre nós e sobre nossos filhos”. Então Pilatos mandou flagelar Jesus, e entregou-o para ser crucificado. Em seguida, os soldados de Pilatos levaram Jesus ao palácio do governador, e reuniram toda a tropa em volta dele. Então se ajoelharam diante de Jesus e zombaram, dizendo: “Salve, rei dos judeus!”. Tiraram sua roupa e o vestiram com um manto vermelho; depois teceram uma coroa de espinhos, puseram a coroa em sua cabeça, e uma vara em sua mão direita. Então se ajoelharam diante de Jesus e zombaram, dizendo: “Salve, rei dos judeus!”. […] Daí o levaram para crucificar. […] E chegaram a um lugar chamado Gólgota, que quer dizer “lugar da caveira”. Ali deram vinho misturado com fel para Jesus beber. Ele provou, mas não quis beber. Depois o crucificaram, […] Acima da cabeça de Jesus puseram o motivo da sua condenação: “Este é Jesus, o rei dos judeus”. […] Desde o meio-dia até as três da tarde, houve escuridão sobre toda a terra. Pelas três horas da tarde, Jesus deu um forte grito: “Meu Deus, meu Deus, porque me abandonaste?” […] Então Jesus deu outra vez um forte grito e entregou o espírito.
Comentário