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Bela Vista-MS Sábado, 07 de Março de 2026

Pedro sofreu uma fratura no antebraço direito na vitória do Flamengo em cima do Racing pela semifinal da Libertadores. Com uma imobilização até acima do cotovelo, o jogador está fora da partida de volta, na próxima quarta-feira, na Argentina. Não há como definir o tempo exato de recuperação porque há a necessidade de monitorar a evolução da calcificação do osso.

A imobilização do atacante foi feita para impedir a rotação do osso fraturado e garantir a adequada consolidação da lesão. O Flamengo vai avaliar dia a dia o quadro, mas já sabe que o jogador vai desfalcar a equipe em algumas partidas.

O laudo médico apontou uma fratura sem desvio na ulna (o maior osso do local). É considerado uma fratura alinhada pois não há espaço entre os ossos fraturados. A recuperação é tratada com cautela pois há o risco de evoluir para uma fratura desconexa e, eventualmente, a necessidade de cirurgia.

Optando pelo tratamento sem intervenção cirúrgica, é preciso imobilizar o braço com uma órtese – uma espécie de tala para o braço. A partir disso, é feito um acompanhamento para a consolidação da fratura. Exames de radiografia são feitos para monitorar a lesão. Caso não evolua, a cirurgia é indicada para recolocar os ossos no lugar.

A lesão não é considerada simples por ser em um local de bastante mobilidade. Sem cirurgia, estima-se que a recuperação completa aconteça em pelo menos seis semanas de imobilização.

Pedro pode jogar? O que diz a Fifa?

 

Colocar o atacante em campo é considerado um movimento arriscado, pois há possibilidade de piorar a fratura. Pedro é um atacante que utiliza muito o braço em seu estilo de jogo, principalmente para fazer a proteção da bola e o pivô.

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Enquanto estiver imobilizado, Pedro seguirá apenas fazendo trabalhos específicos com a preparação física. A decisão de momento é não colocá-lo em campo imobilizado. Os próximos passos serão decididos em avaliação dia a dia da evolução da lesão.

Além disso, a Fifa limita questão de proteção para os jogadores que estão em campo. Isso porque, determinadas proteções podem ser consideradas “armas” no jogo.

Fonte: GE