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Bela Vista-MS Terça-Feira, 10 de Março de 2026

Durante um comentário polêmico em seu programa, o jornalista Geraldo fez duras críticas à escalada da violência contra mulheres no Brasil e defendeu penas mais severas para agressores e autores de feminicídio. Segundo ele, “para acabar com a violência e o feminicídio contra as mulheres, o Brasil precisa aplicar punições mais duras, como a castração química dos criminosos — é preciso acabar com o prazer deles em ferir ou matar”.

O jornalista chamou atenção para o aumento de casos brutais de feminicídio, muitos cometidos na frente de filhos ou familiares, o que ele considera “a face mais cruel de uma sociedade doente e impune”.

> “Está cada vez mais comum ver homens matando suas companheiras ou ex-mulheres na frente dos filhos. Há casos em que o agressor mata a família inteira. Isso precisa ter um fim. Isso precisa de um basta!”, declarou.

A fala ganhou repercussão nas redes sociais e dividiu opiniões. Enquanto alguns internautas elogiaram a coragem do jornalista em propor medidas drásticas, outros criticaram o tom agressivo da declaração e questionaram a eficácia da castração química como punição.

Especialistas em segurança pública, no entanto, concordam que a impunidade e a lentidão do sistema judiciário brasileiro favorecem a repetição de casos de feminicídio. Segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, uma mulher é vítima de feminicídio a cada 6 horas no país.

A proposta do jornalista reacende o debate sobre a necessidade de reformas profundas no sistema penal e no enfrentamento à violência de gênero. Organizações de defesa dos direitos das mulheres, por sua vez, cobram mais políticas públicas de prevenção, acolhimento e educação.

Enquanto isso, a sociedade segue testemunhando episódios de brutalidade extrema, com vítimas que, muitas vezes, já haviam denunciado seus agressores sem receber a devida proteção.

📌 Para denúncias de violência contra a mulher, disque 180 ou 190

Redação e foto: Terra de Heróis News